

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiram, picharam e depredaram o prédio da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja), em Brasília, na manhã desta quinta-feira, 14.
O prédio invadido e vandalizado pelo grupo abriga ainda outras entidades do agronegócio, como a Associação Brasileira dos Produtores de Milho e a Associação Brasileira de Produtores de Sementes de Soja.
Os militantes picharam portões, muros e paredes do edifício e jogaram tinta vermelha nas janelas.
Entre as mensagens deixadas pelo MST, estão frases como “agro é morte” e “soja não enche prato”, além de ataques ao presidente Jair Bolsonaro.
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Assim são tratadas as mulheres iranianas que ousam não cobrir os cabelos com hijab ou xador. O mundo segue em silêncio, sem saques em lojas, carros virados ou passeatas. What really matters?pic.twitter.com/Hhxxs2g6Ul
— Leonardo Coutinho (@lcoutinho) October 14, 2021
Existe um grupo no WhatsAap, montado por magote de cabras safados, ao qual batizaram de Cabaré do Berto.
Já entrei com um processo na justiça pedindo ressarcimento por danos morais.
Um cidadão honrado e sério feito eu não pode ter seu nome avacalhado desse modo.
Este tal cabaré tem o mesmo nome da reunião fubânica semanal, realizada nas noites de quarta-feira, comandada pelo colunista Maurício Assuero.
Pois quem quiser conhecer e entrar pro grupo lá no WhatsAap, pode fazer contato com Assuero e pedir pra ser admitido, através deste e-mail:
Garanto a todos os leitores fubânicos que é um grupo pra lá de movimentado e divertido, com postagens o dia inteiro.
Vou encerrar contando uma história:
Essa semana, nesse grupo de gente escrota, o também colunista fubânico Jesus de Ritinha de Miúdo, talentoso poeta potiguar, publicou uns versos se referindo a este Editor.
Não elogiando minha beleza, meu talento ou à minha reputação ilibada e notável saber putárico.
Mas se referindo aos peidos que eu solto…
Pode um desmantelo desses???!!!
É muita falta do que fazer e muito desrespeito dessa mundiça.
Vejam só o que Jesus postou lá:
Berto peida acordado
Peida quando adormece
Peida calmo e com estresse
Peida em pé, peida sentado.
Peida falando e calado
Em lugar amplo ou estreito
Na cara de um sujeito
Peida longe, peida perto,
E eu ouvi falar que Berto
Peida, sim, de todo jeito.
Peida sorrindo ou chorando,
Até cantando também
Numa noite peida cem
Pra nos dedos ir contando.
Quando Berto vai andando
Quebra o peido na passada
Dividindo a bufarada
Em várias partes iguais
‘Tá escrito nos anais:
Berto é o Rei da Peidarada
É pra arrombar as tabaca de Xolinha!!!
Esse povo não tem o menor respeito por este Editor e vive a enxovalhar meu nome.

E já que o tema é peido, fecho a postagem com um verso do grande gênio da poesia nordestina Otacílio Batista.
Vejam:
O peido é bom toda hora
Sem peido não há quem passe
A criança quando nasce
Tanto peida como chora
Um peido ao romper da aurora
Eu não troco por ninguém
Há noites que eu solto cem
Peidos grandes e pequenos
Já conheço mais ou menos
O valor que o peido tem
Quem quiser ler o poema completa, basta clicar aqui
O Brasil passou vergonha: enquanto anula sentenças e viabiliza candidaturas de corruptos em 2022, os Estados Unidos condenaram à prisão o ex-executivo José Carlos Grubisich, réu confesso no esquema de suborno a partidos e membros dos governos do PT, de 2002 a 2014.
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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou nesta terça-feira (12) que o ex-presidente da Braskem José Carlos Grubisich foi condenado a 20 meses de prisão naquele país, pela constituição de um fundo secreto milionário para subornar servidores públicos e partidos políticos brasileiros, principalmente o PT, durante o governo Lula.
Além de Grubisich, foram também condenados pela Justiça dos EUA funcionários da Braskem e da Odebrecht (rebatizada de Novonor).
O esquema ocorreu entre os anos de 2002 e 2014, quando o Brasil foi governado pelos petistas Lula e Dilma Rousseff.
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Eu fico pensando, sonhando e imaginando:
E se Lula e outros bandidos brasileiros fossem julgado pela justiça dos Zistados Zunidos?
E se o Supremo daqui se parecesse só um tiquinho com o Supremo de lá?
Meu peito fica cheio de assupiração…
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— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) October 13, 2021

Políticos, como a autora da mensagem acima, erram muito. Mas em uma coisa eles acertam sempre: dizer aquilo que seus eleitores querem ouvir. (afinal, os que não souberem fazer isso viram ex-políticos em pouco tempo). No caso, a Tábata sabe que seus eleitores não percebem nada de errado em juntar “custo” e “gratuito” na mesma frase. Eleitores, na maioria, não usam a lógica.
Agora é esperar a estrutura burocrática que será montada para administrar a distribuição “gratuita” e para organizar as licitações que farão a alegria dos fabricantes. É de se esperar que o preço que o governo pagará será maior do que o da iniciativa privada. É de se esperar também reclamações sobre desvios, má distribuição e coisas assim. Mas em pouco tempo surgirão assuntos novos e essa questão toda será esquecida. Só o que ficará para sempre será a despesa no orçamento.
VENDEDOR DE ORAÇÕES
Era a antevéspera do malfadado tsunami covidiano quando visitei uma possante feira popular, plena em rebuliços e pregões bem gritados para ressoar ao ouvido de todos. Ali deparei-me com um vendedor de orações, um homem fogoió, bizarro, a bem dizer estrambótico. Sua singular esquisitice (mal-amanhado, corpo pesado, papadas pletóricas, cabeleira e barba descompostas) parecia não combinar com sua imperturbável mansuetude e modos beatos que lhe conferiam ares de santidade. (Quis a Suprema Providência que certos atributos humanos, a exemplo da bondade, do amor, não proviessem dos aspectos exteriores: aparência, indumentária, cabelos, mas brotassem de territórios ocultos, insondáveis).
Esse propagandista da fé, que atendia pelo apodo de “Louro”, apregoava, em tom de veracidade, que as tais orações, quase de salvação, cada qual com seu propósito, eram de virtudes prodigiosas; acudiam aos mais diversos embaraços. Cada prece correspondia a um patrono, dentre eles Santo Elesbão. A cada dezena de orações havia um frasco contendo água benta para ser espargida no interior da residência como recurso para repelir a entrada do “sujo” ou quaisquer dos seus emissários satânicos.
O “Louro” tinha particular predileção pelo miserere que prometia sono bem dormido: (“Nesta cama me deito, desta cama me levanto, a virgem nossa senhora me cubra com seu manto”). Mas não se podia descuidar de certos rituais sob pena de prostrar os efeitos das orações: umas haviam de ser penduradas ao pescoço do suplicante, em forma de escapulário, outras ao cós da saia, e assim por diante, além de serem proferidas devotamente.
Nas palavras do “Louro” os santos se esmeram em atender tolerantemente todos os pleitos, requerimentos e cartas de empenho.
E eu, criatura escassa, que não ouso contraditar a existência de Deus, sequer o poder das orações, (isso fica para os ateístas), tratei de adquirir não apenas uma, mas o maço completo: uma dezena. Afinal, além de espiritualizado também sou crendeiro brasileiro. Ademais, e para não incorrer em ofensa, acatei a tese da prudência: não povoar a mente com insinuações dubitativas acerca de temas sobrenaturais.
Apesar do peso dos meus pecados, as orações, quando as invoquei durante as minhas horas de apertura, se houveram prestimosas; emprestaram o melhor do seu adjutório. Essa constatação torna inconsistente a acusação que recaía sobre a pessoa do propagandista da fé. Rumores davam conta de que as orações não passavam de uma impostura, digamos um embuste, engendrado por “Louro”, para amealhar alguns tostões.
Mas mesmo que “Louro” se houvesse no papel de vendilhão de preces fementidas, atitude evidentemente censurável, isso ainda seria menos reprovável do que laborar no lamentoso expediente da mendicância, ou, pior, na prática das torpezas e do crime.
E assim são os sucedidos quando se põe o pé na estrada. Na estrada, além do pó, há de tudo, do trivial ao insólito, inclusive vendedor de orações. (“Em todos os tempos há de haver uma novidade que espante os homens, depois habituam-se”, Saramago).
E já que as orações (que têm o poder de acalentar e aliviar o peso dos fardos) inspiram grande conforto, inclusive para os desesperançados, mantê-las não faz mal. Nesses tempos sublinhadamente turvos, melhor manter a vela acesa das orações que agastar-se, ou amaldiçoar, as trevas. A luz — que insta a esperança, o Natal e DEUS, — consola mais que as trevas.
Tocado pelo dia 12 de outubro de 2021, acontecido anteontem, consagro essas letrinhas à Padroeira do Brasil, e aos brasileiros.