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GUSTAVO GAYER

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HÉLIO CRISANTO – UMA LUA, UM CAFÉ E UM BATENTE

A PALAVRA DO EDITOR

EM EDIÇÃO NACIONAL

Ontem, quinta-feira, eu assistia ao programa Alerta Nacional, da Rede TV, enquanto jantava, como costumo fazer de segunda a sexta-feira.

O programa, com o estilo peculiar e demolidor do grande Sikêra Jr., um pernambucano de Palmares, é campeão de audiência no horário.

Pois eu estava ligado no programa quando escuto Sikêra fazer uma referência ao meu amigo e xará Luiz Alberto Machado, um conterrâneo palmarense.

E, logo em seguida, Sikêra citou também no meu nome.

Fiquei ancho e feliz que só a peste!

Vejam o desmantelo:

Gratíssimo pela gentileza do café, meu estimado e talentoso conterrâneo.

Você é um cabra destemido e de peito aberto que merece o grandioso sucesso que vem fazendo nos últimos tempos.

E, pra fechar a postagem e animar nossa tarde de sexta-feira, Sikêra Jr. e sua equipe interpretando a Canção do Maconheiro.

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PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

A VIDA DE CANCÃO DE FOGO (2ª PARTE) – LEANDRO GOMES DE BARROS

O autor Leandro Gomes de Barros, Pombal-PB (1865-1918) e seu cordel

* * *

SEGUNDA PARTE

Eis o final formidável
Da história de Cancão,
O ente mais trapaceiro
Que houve nesta nação,
Pra ele tudo era fácil
Sem precisar ser ladrão.

Ficou no outro volume
O Alfredo e o Cancão,
Pedindo esmola ao povo
Para São Sebastião,
Mas o santo nem sequer
Viu a sombra dum tostão.

Ao cabo de quatro meses
O vigário já cismado,
Foi aonde Alfredo disse
Que tinha sido criado,
Lhe disseram que ali
Tempo algum tinha morado.

O padre ficou sem fala
Ao saber daquele horror,
Torceu-se como serpente
No mais tremendo furor,
Subiu o sangue a cabeça
Quase dar-lhe um estupor.

Enquanto isso Cancão
Junto com seu secretário,
Sorria bem satisfeito
Dizendo: que pare otário,
Desta vez nós ensinamos
O padre nosso ao vigário.

Um dia Cancão de Fogo
Consultou o companheiro,
Dizendo: somos felizes
Temos bastante dinheiro,
Já temos mais de três contos
Vamos ao Rio de Janeiro?

– Pode ser que aquele padre
Venha nos incomodar,
E nós estando distante
É fácil de se escapar,
Lá comeremos do bom
Pois temos para gastar.

Alfredo achou muito boa
A ideia de Cancão,
E disse vamos amigo
Sou ave de arribação,
Aonde não me servir
Mudemos de posição.

E seguiram para o Rio
Como Cancão calculou,
Depois de oito ou dez dias
A precatória chegou,
Nem notícia de Cancão
A autoridade achou.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

OSNALDO PEREIRA DE ARAUJO – BRASÍLIA-DF

Com respeito ao texto do Tarcísio Martins, publicado hoje na seção de cartas:

O historiador, filósofo satirista escocês Thomas Carlyle não tinha uma opinião muito favorável à ciência econômica.

Em um momento denominou-a “a ciência sombria” como um nome alternativo depreciativo para a economia. Em outro momento, falou: “ensine um papagaio a dizer ‘Oferta e demanda’ e você tem um economista”.

Pode ser verdade, mas a economia é inexorável (e não gosta muito que mexam com ela). A lei da oferta e demanda é tão implacável como é a lei da gravitação universal na física.

Os auxílios emergenciais (necessários, porque fecharam quase tudo que é atividade econômica) e injetaram quantidades trilionárias de dinheiro nas economias pelo mundo afora, basicamente através do endividamento do estado.

No primeiro instante, esse dinheiro transforma-se nos mantimentos do assistido pelo programa emergencial e rapidamente desaparece de sua mão; mas não desaparece da economia: passa da mão do consumidor para a mão do varejista, então vai para a mão do atacadista, e aí vai para a mão do fabricante, daí para a mão do fornecedor do insumo e fica assim circulando.

Sem um aumento imediato da produção de bens em escala correspondente ao aumento de dinheiro em circulação é inevitável a inflação que, baseada no novo volume de demanda criará oportunidades de investimento no setor produtivo.

Até lá…

Fique em casa, a economia de se recupera, vidas não (contém ironia).

RODRIGO CONSTANTINO

DEU NO JORNAL

DÚVIDA PERTINENTE

Camarins com luz de cromoterapia, decoração interna baseada no feng shui, área VIP, quatro banheiros, caixas de som com 343 mil watts de potência, elevadores hidráulicos e 24 metros de comprimento.

Esse é o trio elétrico alugado pelos organizadores dos movimentos de esquerda contra o presidente Jair Bolsonaro, informou nesta sexta-feira, 1°, o jornal O Estado de S. Paulo.

Conhecida como Demolidor, a estrutura custou R$ 100 mil aos locadores.

* * *

Fiquei curioso pra saber de onde sairão estes 100 mil pra pagar o aluguel dessa parafernália…

Mas essa curiosidade sobre o pagamento do aluguel é bem menor que outra curiosidade que me veio à cabeça.

De todos os detalhes do trio elétrico citados na notícia aí de cima, um que me chamou particularmente a atenção foram os tais “quatro banheiros”.

Será que os cagatórios instalados no veículo têm capacidade suficiente pra receber a bosta que será despejada pelos zisquerdóides que irão participar do evento?

Tanto a bosta excretada pelos furicos quanto a bosta, volumosíssima, que será excretada pelas bocas dos participantes.

Sei não, sei não…

Desconfio que, com apenas quatro banheiros, haverá um tenebroso colapso cagatífero durante o ajuntamento de descerebrados.