DEU NO JORNAL

POR QUE LULA SABOTA A ECONOMIA BRASILEIRA

Leandro Ruschel

A Folha afirma em editorial que Lula sabota o país, ao anunciar que o governo deixará de cumprir a meta fiscal, uma postura “incompreensível”, segundo o jornal.

Em primeiro lugar, é preciso lembrar do papel da Folha, e de praticamente toda a “imprensa”, que se transformou em mero aparelho de esquerda, cujo único propósito é militar pela agenda socialista, ao mesmo tempo que promove a censura e a perseguição aos não alinhados.

Fazem isso por ideologia, já que os jornalistas são formados em universidades dominadas pela esquerda há décadas, e por incentivos econômicos, pois recebem gordas verbas publicitárias dos governos esquerdistas, enquanto passaram fome durante o governo Bolsonaro.

Por conta disso, a militância de redação de Globo, Folha, Estadão e afins atacaram sistematicamente o governo anterior, e chancelaram a operação de retirada de Lula da cadeia, alçando o descondenado pelo maior escândalo de corrupção da história à presidência, sob o absurdo argumento de “defesa da democracia”.

Ora, o grande promotor de ditaduras pela América Latina é o próprio Lula. Em parceria com o carniceiro Fidel Castro, ele fundou o Foro de São Paulo, cujo objetivo manifesto é recriar no continente “o que foi perdido no Leste Europeu”, ou seja, ditaduras socialistas.

Cuba é o modelo, exportado com sucesso para países como Venezuela e Nicarágua, e parcialmente implementado em outros países, como Bolívia e Argentina.

Não fosse o suporte diplomático, político e econômico do Brasil, durante os governos petistas, não haveria o desastre venezuelano, que produziu a maior crise imigratória da história da América Latina, com 7 milhões de pessoas deixando o país (de uma população total de 30 milhões). Já os que ficaram, enfrentam o inferno, menos os integrantes do partido e seus parceiros, enriquecidos além da imaginação.

Essa é a deixa para ajudar a Folha a entender a postura do descondenado Lula. O objetivo de qualquer socialista não é promover o bem do povo, ou mesmo de redistribuir a riqueza entre os pobres. Infelizmente, muitos militantes de redação acreditam nessa falácia, além de outros idiotas úteis na esquerda.

O objetivo do movimento socialista é EMPOBRECER a população, para facilitar o controle político absoluto. É muito mais fácil se eternizar no poder quando a população é dependente do estado. É exatamente por isso que a esquerda domina o Nordeste, por exemplo.

Só que esse movimento de empobrecer completamente a população não é fácil de ser promovido, especialmente num país de dimensões continentais, como o Brasil. Na Argentina, em que o processo está bem avançado, surgiu Javier Milei como resposta, arriscando colocar água no chopp peronista.

A última tentativa do PT nesse sentido foi rechaçada pelo povo, resultando na queda da Dilma, e na prisão “do chefe do esquema”, segundo o Ministério Público. Com ajuda determinante da militância de redação, a operação Lava-Jato foi desfeita, e o descondenado está “de volta à cena do crime”, junto com Alckmin, que cunhou a frase durante a campanha em que fazia de conta que era oposição, no famigerado Teatro das Tesouras que envolveu a cena política brasileira desde a redemocratização.

Seguro de que NUNCA mais acontecerá nada parecido com a Lava-Jato, Lula acredita que o país está pronto para que o projeto socialista avance. Logo, ele acha que conseguirá destruir parcialmente a economia brasileira para eternizar seu grupo no poder. Esse sempre foi o projeto de longo prazo, apesar de eventual aceitação estratégica das regras de mercado, pelas circunstâncias favoráveis.

Para fazer avançar o processo, o PT apresenta o jogo dialético, a especialidade da esquerda. Enquanto o companheiro Haddad faz o jogo de “amigo do mercado”, fazendo de conta que busca a responsabilidade fiscal, Lula joga para a galera, dinamitando as contas do governo, sob a desculpa de “ajudar os pobres”, contra “a ganância do mercado”.

Assim, vai se criando uma dinâmica em que Lula empurra o país para o desastre planejado, enquanto o companheiro Haddad promove os dois passos para trás, quando há exageros, evitando que a corda arrebente e seja produzido um novo desfecho Dilma.

A coisa só não avança tão rápido porque o Centrão, que faz o contra-peso à busca da hegemonia política petista, não embarcou no projeto. Não por falta de interesse numa ditadura chavista à la brasileira, mas porque não confia que o PT iria de fato dividir o poder num arranjo desses.

O Centrão, diferentemente do PT, enxerga um certo nível de liberdade econômica como a galinha dos ovos de ouro para alimentar os cofres públicos, mantendo de pé os milhares esquemas de corrupção que opera, evitando assim uma revolta das massas, como ocorreu durante o desastre econômico de Dilma, que colocou todo o sistema corrompido sob risco de morte.

Por sua vez, o grande empresariado faz um jogo duplo, em que mantém certo apoio ao governo petista, enquanto pressiona pela manutenção dos pilares da economia, entre eles, a responsabilidade fiscal. Esse grande empresariado depende, direta ou indiretamente, do governo, seja por receita direta, seja por regulações que podem fazer seus negócios prosperarem, ou serem destruídos.

Todos os agentes citados concordam em apenas um aspecto da agenda totalitária em curso no Brasil: a necessidade de criminalizar a direita, cuja agenda moralizante, e de diminuição do estado obeso, representa a grande ameaça ao establishment corrupto. Já em relação à economia, há profunda discordância e oposição à agenda petista de destruir para conquistar.

Logo, o cenário mais provável é a manutenção de um processo de diminuição das liberdades políticas, e de perseguição aos não alinhados, enquanto a economia ficará em banho-maria, pois, ao mesmo tempo que os petistas não tem força para promover a terra arrasada, proponentes do liberalismo econômico (meia bomba) tampouco tem meios de impor essa agenda.

Resumindo, o Brasil está entre o chavismo sonhado pelos petistas, e o capitalismo de estado chinês, em que o traço em comum é o fim das liberdades individuais, com o segundo oferecendo algum nível de prosperidade financeira. A esperança é que os agentes de poder sigam discordando.

Não é nada animador, mas é o que temos para o momento.

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

EXCELENTE ESTADO, EXCELENTE SUGESTÃO DO LEITOR

Comentário sobre a postagem PACIÊNCIA…

Carlos Alberto de Oliveira:

Que tal fazermos uma vaquinha prá comprar um PC gamer de última geração para Berto?

Uma pequena doação por meio do pix seria interessante..

PS: Sabemos que ele tem as finanças em excelente estado, mas aqui é uma forma de gratidão por tudo que nosso editor nos proporciona de forma gratuita.

* * *

Nota do Editor:

O leitor Carlos Alberto tem toda razão:

Eu tenho minhas finanças em excelente estado:

O estado de Pernambuco, meu querido torrão natal.

Minhas finanças estão mesmo num estado excelente!

JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

DR. FELU

Félix Bezerra de Araújo Galvão, o Dr. Felu em sua intimidade, era homem de princípios e conceitos caros, de pensamentos e gestos nobres, além de possuir firmeza única em suas convicções.

Nasceu no Sítio Pendanga, município de Acary, aos dezoito dias de maio de 1884 e faleceu em Natal no dia 22 de outubro de 1984.

Entre uma data e outra viveu de forma austera e dando orgulho ao povo que lhe viu crescer.

Concluiu o curso primário em sua cidade Natal no ano de 1900 pelas mãos do Professor Tomás Sebastião.

Para fazer o secundário foi residir na capital potiguar, onde estudou no Atheneu.

Se formou em 1911 na Faculdade de Direito Afonso Celso, no Rio de Janeiro.

Voltou às suas origens para ser Promotor de Justiça começando por Acary e, depois, por várias outras cidades do interior potiguar.

Dr. Felu também exerceu o cargo de Juiz de Direito em algumas comarcas do estado, inclusive na capital, havendo sido promovido a Desembargador em 1944.

Em 1952 foi eleito presidente da mais alta corte de Justiça do estado.

Certa vez viajava da capital para o seu interior quando resolveu parar no meio do caminho para fazer a barba.

Entrou na barbearia, deu bom dia aos presentes, anunciou o serviço que queria e sentou-se na cadeira.

O barbeiro cobriu seu rosto com um pano aquecido, demourou-se um pouco mais afiando a navalha, preparou a espuma e finalmente começou a espalhá-la no rosto do cliente.

De olhos fechados Dr. Felu ia sentindo o pincel deslizar em sua pele.

O barbeiro segurou seu rosto com uma das mãos e iniciou o trabalho com a navalha, puxando em movimentos lentos de baixo para cima no pescoço do homem sentado.

De repente lhe falou:

– O doutor é Promotor de Justiça e se chama Félix Bezerra. Né isso?

Dr. Felu assentiu com um “sim” pelo canto da boca, sem abrir os olhos.

O barbeiro continuou puxando a navalha enquanto falava meio pausado.

– O doutor não deve ter me reconhecido – disse abaixando um pouco a voz. – Mas, eu sou aquele réu que o doutor condenou a doze anos de prisão…

Parou de puxar a navalha ao lado da aorta de Dr. Felu. No entanto não pode continuar sua fala. Foi interrompido pela voz firme do cliente, abrindo os olhos e encarando-o:

– Eu fiz a minha obrigação no que era preciso ser feito. Agora faça a sua. Termine a minha barba.

Quatro horas depois Dr. Felu chegava em sua cidade Natal, esmeradamente barbeado, onde contou a história.

Foto cedida gentilmente pelo Historiador Cícero Araújo

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

COMENTÁRIO DO LEITOR

GRATIDÃO DO LEITOR

Comentário sobre a postagem ZÉ LIMEIRA – POETA DO ABSURDO

Flavio Feronato:

Seu Pedro Malta salvou meu sábado!

Depois de tanta notícia ruim . . .

Por exexemplo:

Supremo mantém condenação de homem que furtou 62 reais. . . ( O mesmo supremo que soltou um que roubou não sei quantos bilhões)

Amanheci derrotado, mas eis que ao abrir o JBF me deparo com Orlando Tejo e sua criação impagável.

Voltei a ter orgulho de ser brasileiro.

Muito obrigado pelo presente!

* * *

Cantador pra cantar com Limeirinha
É preciso ser muito envernizado,
Ter um taco de chifre de veado
E saber decorado a ladainha,
Ter guardado uma pena de andorinha,
Condenar pra sempre o carnaval,
Guardar terra de fundo de quintal
E é preciso engrossar o pau da venta,
Beber leite de peito de jumenta,
Ediceta, pei-bufo, coisa e tal!

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

O TERRORISMO DE CADA UM

A preparação para a esterilização da agulha

Provavelmente alguns gostem de sorvetes. Outros, talvez não. Entre os que gostam, com certeza haverá pelo menos um que goste de sorvete sabor baunilha.

Provavelmente haverá quem não goste – como eu. E, exagerando um pouco, haverá quem tenha verdadeiro “pavor”…. ou, “terror”!

Dito isso, o que realmente é o “terror”?

Algo pessoal, cujos sintomas e manifestações variam de acordo com o estado ou momento psicológico de cada um?

Vejamos: quem, por mais de uma vez assistiu ao filme PSICOSE, magnificamente dirigido por Alfred Joseph Hitchcock (13/08/99 – 29/04/80), na primeira vez pode até ter sido surpreendido com a cena “de apenas a sombra da faca” aparecendo na hora do crime, ou provavelmente, por estar vivendo outro momento psicológico, sequer se deu conta disso. Outros, que certamente já viram o filme em mais de uma vez, começam a ficar “aterrorizados” antes mesmo que o assassino entre na casa.

Discutível, por assim dizer, a definição de “terror”.

Ora, o “terror” que paira neste momento em Bureij, Jabaia, Juhor ad Dik, Wash ou Beit Hanoun, territórios e províncias de Gaza na Palestina, jamais será maior que a sede de matar e acabar com os israelenses.

Assim, poderíamos afirmar que, “terror” é algo relativo que depende muito do status quo.

E o que dizer do “terror” enfrentado e vivido pelos judeus em Auschwitz, em maio de 1940, que, pelo que dizem as lideranças momentâneas, o enfrentamento atual, nada tem a ver com “vingança”, mas, com o direito de defender, mais uma vez entre tantas outras, a vida, e o que lhes foi dado por Deus?

Eeeeiii, psiu!

Quer saber o que é realmente “terror”?!

Lembra a cena de PSICOSE, em que é mostrada a casa da vítima em primeiro plano – e nada acontece ainda?

Pois, transfira aquela cena para uma Enfermeira chegando na sua casa, cumprimentando a todos, ao tempo que pede água para ferver e esterilizar “as armas do crime”?!

A arma do terror preparada

Terror?!

Holocausto?!

Borrar as calças – ainda curtas, como se fossem bermudas?

É pouco. Tudo é pouco e em nada se compara ou se aproxima do que realmente defina por completo o que seja “terror”.

O míssil da morte

Aí, hoje, a gente junta Auschwitz I, II e III, holocausto e Gaza que, ainda assim, em nada nos aproximará do terror verdadeiro que provocava tomar uma Benzetacil (Benzilpenicilina Benzatina) de 1.200.000!

E a gente representava todo o Hamas, quando olhava para a mãe e a Enfermeira que acabara de aplicar tudo aquilo, e via as duas sorrindo.

DEU NO X

WELLINGTON VICENTE - GLOSAS AO VENTO

AUSÊNCIA

A sua ausência de um dia
Gera saudade de um ano.

Mote do poeta Pedro Fernandes

Eu nunca havia sentido
Uma dor tão sufocante
Faltou fôlego, num instante
Vi que estava perdido.
Perguntei a um conhecido
Irmão gêmeo dum cigano.
Ele falou: – Olha mano!
Tua saudade deu cria!
A sua ausência de um dia
Gera saudade de um ano.

Nunca vi tanta potência
Num choque de solidão
Senti a alta tensão
Da força da sua ausência.
Pedi logo providência
Ao diretor veterano
Que acionou um plano
Para me dar garantia.
A sua ausência de um dia
Gera saudade de um ano.

Sem você sou passarinho
Sem espaço pra voar,
Um cantador sem cantar,
Uma Asa Branca sem ninho,
Caminheiro sem caminho,
Pescador sem oceano,
Um Waldick Soriano
Desterrado da Bahia.
A sua ausência de um dia
Gera saudade de um ano.

JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

AS BRASILEIRAS: Renata Pallottini

Renata Monachesi Pallottini nasceu em São Paulo, SP, em 28/3/1931. Advogada, professora, escritora, poeta, tradutora e essencialmente dramaturga. Atuou também na televisão com a produção de programas relevantes na cultura brasileira. Foi uma das pioneiras ao questionar as limitações impostas à mulher na sociedade. Foi a primeira mulher a fazer, pensar e revolucionar o Teatro no Brasil.

Filha de Iracema M. Pereira de Souza e Pedro Pallottini, graduou-se em Filosofia na PUC/SP-Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em 1951, e em Direito na USP-Universidade de São Paulo, em 1953. Em seguida ganhou uma bolsa de estudos do governo espanhol e ingressou na Universidade de Madrid (1959-1960), onde realizou cursos de História da arte e Literatura no Instituto de Cultura Hispânica. De volta ao Brasil, cursou Dramaturgia na EAD-Escola de Arte Dramática da USP (1961-1962) e concluiu o doutorado, em 1982, na ECA-Escola de Comunicações e Artes da USP, sob orientação de Sábato Magaldi.

Sua tese incluiu a peça O País do Sol, como parte da trilogia sobre a imigração italiana no Brasil, junto às peças Colônia e Tarantela. A parte teórica da tese resultou no livro Introdução à Dramaturgia, publicado em 1983. Foi convidada por Sábato Magaldi para substituí-lo como docente na EAD/USP, ministrando aulas sobre História do teatro brasileiro. Lecionou também Artes Cênicas na ECA/USP, que lhe concedeu o título de professora emérita, em 2012.

Sua peça A Lâmpada (1960), foi pioneira ao abordar o tema da homossexualidade e trouxe inovações no campo teatral com uma nova dramaturgia nas décadas de 1960 e 1970. Destacou-se na nova geração de escritoras de teatro, junto com Hilda Hilst, Leilah Assumpção, Consuelo de Castro e Elza Câmara, entre outras, integrantes da chamada “Nova Dramaturgia”. Segundo Elza Cunha de Vicenzo, no livro Um teatro de mulher (1992), nascia ali uma nova proposta para o teatro brasileiro apresentado em São Paulo e que marcou de modo decisivo as gerações posteriores. Foi uma das autoras de vanguarda do movimento político-cultural que caracterizou a época e marcou as gerações posteriores.

Teve suas obras produzidas por diretores como Silnei Siqueira, Ademar Guerra, José Rubens Siqueira. Marcia Abujamra e Gabriel Vilela, entre outros. Traduziu o musical Hair, de James Rado e Gerome Ragni, traduziu e adaptou o romance Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino, entre as traduções e adaptações realizadas. Com tantas e variadas publicações, manteve-se fiel a poesia desde os primeiros livros, como na coletânea de poemas Acalanto (1952). O romance Mate é a cor da viuvez (1975), ganhou um comentário de Lygia Fagundes Telles opinou: “um belo e corajoso livro”. Para Carlos Dummond de Andrade, sua poesia “é uma das realizações mais vibrantes no campo do lirismo voltado para a vida real e imediata, a vida não pontada de sonho”.

Destacou-se também em cargos políticos e administrativos, tais como presidente da Comissão Estadual de Teatro da Secretaria de Cultura, fundadora e presidente da Associação Paulista de Autores Teatrais e presidente do Centro Brasileiro de Teatro, filiado ao International Theatre Institute, da UNESCO. Integrou entidades como a União Brasileira de Escritores, PEN Clube do Brasil, Clube de Poesia de São Paulo e Academia Paulista de Letras, a partir de 2013.

Foi premiada diversas vezes: Prêmio Juca Pato 2017, da União Brasileira de Escritores; Prêmio Jabuti 1996, da Câmara Brasileira do Livro, na categoria poesia e o prêmio do Pen Clube de Poesia 1961, pela obra Livro de Sonetos. Em 1974 e 1976 foi premiada pela APCA-Associação Paulista dos Críticos de Arte com os prêmios Melhor Roteiro, com novela O Julgamento e Melhor Tradução, com a peça Lulu; Prêmio Anchieta da Comissão Estadual de Teatro, 1968; Prêmio Molière 1965, com a peça O Crime da Cabra. Em 2016 foi contemplada com o “Colar Guilherme de Almeida’, concedido pela Câmara Municipal de São Paulo.

O legado de Renata Pallottini conta com dezenas de peças de teatro, adaptações e traduções, poemas, romances, estudos teóricos e trabalhos para a televisão. Faleceu em 8/7/2021 e ainda não contamos com uma biografia mais completa. Porém, pode-se contar com o ensaio biográfico escrito por Rita Ribeiro Guimarães – Renata Pallotini cumprimenta e pede passagem, incluido na Coleção Aplauso Brasil, publicada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em 2006. No cinquentenário da ECA/USP, em 2014, foi apresentado o Projeto Memórias: Renata Pallotini, com algumas videoentrevistas disponíveis clicando aqui