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DEU NO JORNAL

NUM TEM ÁGUA QUE LAVE

Tem custado muito esforço do pagador de impostos bancar os egos e os custos do casal presidencial na residência do Palácio da Alvorada.

Somente o consumo de água e luz da dupla & cia custou mais de R$ 1 milhão aos brasileiros, este ano.

Lula e sua mulher escalaram 74 funcionários, que se revezam 24 horas do dia paparicando o casal.

As extravagâncias incluem 11 motoristas para oito carros, aspones, maître, chef de cozinha, garçons, camareiras, fisioterapeuta e diversos outros.

A coluna acionou a Lei de Acesso à Informação para ter acesso às contas de luz do Alvorada no primeiro semestre, totalizando R$ 589,2 mil.

O consumo de água do casal presidencial e funcionários do Palácio Alvorada fechou em R$ 418,5 mil, de janeiro a setembro.

A estrutura milionária para garantir as mordomias do casal inclui o impressionante consumo de gás na cozinha palaciana: R$ 57,3 mil.

Os custos da mordomia não incluem o viveiro de pássaros do Alvorada, cuja conta de água, que já bateu R$ 265,8 mil, em agosto foi R$ 61,6 mil.

* * *

Com o dinheiro do impostro que sai dos nossos bolsos, o palácio-bordel luleiro pode pagar milhões pela conta d’água dessa parelha imunda.

Mas não tem água nesse mundo que lave a sujeira despejada nos ares brasileiros por esse casal asqueroso.

Um fedor horripilante que polui tudo de ponta a ponta.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Xolinha de tabaca arrombada por conta da gastança piramidal de dinheiro público, pelo casal mais inútil de toda história da república brasileira

DEU NO JORNAL

O DITADOR AGRADECE

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, desembarca hoje (23) na Venezuela para despejar um caminhão de dinheiro na ditadura do amigão de Lula.

Vai assinar um contrato para importar energia.

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O sanguinário Maduro é imensamente grato ao cumpanhero Lula.

O tiranete venezuelano vai torrar o nosso suado dinheiro.

Estes dois formam uma parelha asquerosa.

Puta que pariu!!

Oposição ataca Lula e cita 'vergonha' com visita de Maduro - 29/05/2023 -  Mundo - Folha

“Leve tudo, cumpanhero Maduro. E quando precisar, venha buscar mais”

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

TUDO, MENOS JUSTIÇA: POR QUE O CRIME COMPENSA NO BRASIL?

Roberto Motta

À luz do dia, criminosos filmados com armamento pesado, em rua do Guarujá, foi a gota d´água para deflagração de ação repressiva na Baixada Santista.

Vídeo de criminosos ostentando armas e debocham da PM no Guarujá desencadeou operação

O que é “segurança pública”? A resposta não é difícil: segurança pública significa, essencialmente, combater o crime. Combate ao crime é uma atividade que requer técnicas, equipamentos e estratégias que os policiais brasileiros conhecem muito bem. Eles são os profissionais da segurança pública, eles são os verdadeiros especialistas.

Mas combater o crime envolve também questões éticas, morais, sociais e jurídicas. O ponto de partida é a consciência de que existem atos que são moralmente errados – eles são danosos, maléficos e prejudiciais aos indivíduos e à sociedade – e, exatamente por isso, são ilegais.

O criminoso ataca valores que nos são caros e, por isso, precisa ser impedido de agir e punido depois que age. Essa ideia simples está na base do conceito de um Sistema de Justiça criminal. Sem um Sistema de Justiça que funcione, não existe combate ao crime. Policiais sabem muito bem que pouco adianta prender em flagrante um criminoso que amanhã estará de volta às ruas.

A polícia é o primeiro componente do Sistema de Justiça criminal e por isso tem um papel fundamental. Mas é evidente que nem mesmo a melhor polícia do mundo terá qualquer efeito sobre a criminalidade se os criminosos que ela prender forem soltos em pouco tempo ou forem condenados a penas cuja duração não corresponda à gravidade do crime cometido.

Esse é o grande desafio do combate ao crime no Brasil. Por trás dele, há uma grande questão moral: o criminoso é, ou não é, responsável por seu crime? O criminoso merece ser punido de forma proporcional à gravidade do crime ou, na verdade, o que ele merece é acolhimento, “requalificação” e “reinserção na sociedade”?

Parece uma pergunta fácil de responder – e é mesmo.

Uma punição proporcional ao crime é um dos fundamentos da Justiça criminal. Como diz o meu amigo, o procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro, a melhor prevenção é a punição. Mas os ativistas ideológicos que dominaram a discussão sobre criminalidade no Brasil pensam de outra forma. Para eles, “prisão nem deveria existir”. É o abolicionismo penal.

A vítima é a grande ausente do Sistema de Justiça criminal brasileiro. A legislação deveria estar voltada para a vítima. Mas o foco dos cuidados da lei é o criminoso. Sempre que acontece um crime de grande repercussão a mídia mostra familiares das vítimas pedindo justiça. Mas a realidade já provou que, no Brasil, essas pessoas terão tudo, menos justiça.

Aqui, alguém que mata com crueldade estará livre, de volta às ruas, em menos de dez anos. Qual é a punição para esse tipo de criminoso na maioria das democracias ocidentais? Prisão perpétua ou pena de morte. Mas não no Brasil. Nosso sistema legal dá um número quase ilimitado de oportunidades para os criminosos. A maioria dos crimes é cometida por criminosos que já foram presos pela polícia, mas soltos pela legislação. Essa é a questão que precisamos conhecer e diante da qual não podemos mais nos calar.

A tarefa de um policial é combater o crime. Ele deve trabalhar para impedir a ação dos criminosos e, depois que essa ação ocorre, investigar e apontar os autores dos crimes, para que eles sejam punidos. Para cumprir essas missões o policial precisa de treinamento, autoridade, armamento e equipamento – e muita coragem.

Mas, nos dias de hoje, o policial brasileiro precisa mais: ele precisa entender os fundamentos morais da missão que cumpre, ou se tornará alvo fácil da guerra intelectual, ideológica e jurídica que é travada, todos os dias, contra a polícia.

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ALEXANDRE GARCIA

SE QUISEREM MUDAR A CONSTITUIÇÃO, CONVOQUEM UMA ASSEMBLEIA CONSTITUINTE

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

Eu sempre li a Constituição. Acho que, por ser a lei principal, fácil de ler, todo mundo deveria ter uma em casa.

E o Artigo 5º da Constituição, que trata dos direitos e garantias individuais e fundamentais, é básico para todo cidadão saber quais são os seus direitos.

Eu sei que a gente tem que saber também os nossos deveres, até antes dos direitos, mas o 5º é considerado artigo de cláusula pétrea. Ninguém pode mexer.

Supremo não pode mexer jamais (embora tenha mexido, mas jamais poderia mexer). O atual Congresso tampouco pode. Só uma assembleia nacional constituinte pode mexer no capítulo dos direitos e garantias individuais.

E o artigo 5º, no seu caput, diz lá: todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Não importa se seja civil ou militar, branco, negro, amarelo, homem, mulher, velho, criança…todos são iguais perante a lei.

Por isso, o fiscal da lei e da Constituição, que é o Ministério Público, tá verificando leis que foram feitas por aí, nos estados, por exemplo, dando tratamentos diferentes para homens e mulheres.

Tem tratamento diferente até por preferência sexual, que é um assunto particular de cada um, não tem nada a ver.

Então, tá havendo isso.

E tá querendo se aplicar o caput do artigo 5º: todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Ponto final. Tá escrito assim na Constituição.

Se não quiserem assim, convoquem uma assembleia nacional constituinte e mudem a Constituição, porque essa é uma cláusula pétrea.

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Artigo 231 da Constituição

Um outro assunto: artigo 231 da Constituição, dos indígenas.

Na Constituição tá escrito índios. O politicamente correto resolveu mudar para indígenas ou povos originários, mas na lei maior tá escrito índios e ela está acima das nossas ideologias filólogas.

Então, tá lá escrito nesse artigo: pertencem aos índios as terras que tradicionalmente ocupam. Não é a que ocuparam ou a que vierem a ocupar, é ocupam, no dia em que entrou em vigor a lei maior.

Por isso, sinto muito, mas é verdade: o Supremo declarou inconstitucional um artigo da Constituição.

A lei maior que foi discutida durante 20 meses entre os brasileiros que foram nomeados por nós e receberam a procuração para fazer uma Constituição em nosso nome.

Aí, eles (ministros do STF) disseram que não. Que é atemporal a história, a qualquer tempo.

O Congresso reagiu e fez uma lei, aprovada na Câmara e no Senado, dizendo: se houver alguma discussão sobre uma terra, é só provar quem estava no local e se estava legalmente no dia 5 de outubro de 1988, dia da promulgação da Constituição. É isso.

O índio, por alguma prova, mostra que tinha uma aldeia lá ou o agricultor, pecuarista, mostra que estava lá naquele dia.

Só que o presidente Lula vetou. Quando há veto, volta para o Congresso, que pode derrubar este veto.

De 513 deputados, 257 derrubam o veto. De 81 senadores, 41 derrubam o veto.

Isso já aconteceu com o veto da Dilma sobre o comprovante impresso do voto, que o Congresso derrubou. Só que o Supremo derrubou o Congresso.

Essa história cria uma imensa insegurança jurídica, fundiária, no país inteiro. O que origina conflitos, como já estão acontecendo.

Aliás, em 1912, nesta época do ano, foi o início da Guerra do Contestado. Santa Catarina e Paraná envolvidos. Foram 8 mil mortes. Ela começou com problemas fundiários.

DEU NO JORNAL

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INSENSIBILIDADE

Mesmo o insosso presidente Joe Biden ligou para as norteamericanas resgatadas dos terroristas do Hamas.

Por aqui, até hoje o presidente Lula não se mexeu para ligar para as famílias dos brasileiros executados.

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Admirador e amigo do Hamas, o Ladrão Descondenado jamais tomaria esta atitude.

Jamais!

Além dos bandidos, agora incluiu também terroristas na sua lista de companheiros queridos.

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