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CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

O ET ESPIÃO

Desde os primórdios as grandes nações conquistadoras priorizaram o serviço de espionagem em suas conquistas, os espiões foram importantes na economia. Os navegantes da Escola de Sagres, os descobridores não passavam de um destacamento precursor de informações. Na era moderna, as grandes nações não vivem sem agentes secretos. Espiões estrangeiros travestidos em ONGs embrenharam-se na Amazônia espionando sorrateiramente nossas riquezas, esperando que um dia a Amazônia seja internacionalizada. “Aqui pra eles!”.

Assim como nós da Terra ansiamos desvendar o Universo, outros mundos distantes já existem agentes nos espionando. Há anos na Terra muitos extraterrestres enviam informações para seus planetas. Nós não damos conta, um vizinho, ou uma amante, pode ser um ET. Recentemente fui visitar meu primo Arnaldo, internado no Hospital Psiquiátrico; a expectativa de receber o tal do precatório deixou-o avariado da cabeça, com mania de perseguição. Confidencialmente entregou-me um papel com desenhos, garranchos que achou no lixo do Hospital. Ele afirma ser documento de um E.T. Pediu-me para verter ao português inteligível. Tentei a tradução possível das garatujas por intermédio de computadores, segue abaixo o resultado.

“Caro ORDEP LARBAC-3, Grande Chefe do planeta ATOXOX-69.

Desci do disco voador travestido de humano, estou na Terra, precisamente no Brasil, em uma cidade, Maceió (vide mapa). Seguem as informações solicitadas:
Maceió é uma cidade de 1(um) milhão de terráqueos. Existe uma faixa de areia branca limpa e bonita chamada praia, repleta de plantas altas e vistosas são os coqueiros, fica em frente aos prédios de moradia e o mar. O mar é uma enorme área de água salgada. A boniteza da cor desse mar impressiona qualquer visitante, tem magia, não se sabe se é verde ou azul, deixa as pessoas felizes só em olhar, aqui o povo é bom e alegre.

Os terráqueos deitam-se na areia branca para se queimarem com os raios do Sol, essa pequena estrela que nós só avistamos com lunetas de nosso planeta. As terráqueas fêmeas não são que nem as nossas, feito tábuas, pranchadas e verdes; as daqui têm curvas, dá vontade de alisá-las, de agarrá-las; os machos chamam de gostosas. As curvas da frente são duas, têm o nome de seios. A curva maior é uma protuberância dupla por trás e embaixo do corpo, chama-se bunda. É muito bonita, não existe no Universo coisa tão deslumbrante. Os terráqueos machos gostam muito, mas nem todos podem pegar. Na praia as fêmeas usam uma tanga para mostrar mais ainda os seios e a bunda. Vi um terráqueo passando óleo nas pernas e na bunda de uma gostosa deitada, pensei que eu podia, alisei a bunda dela, levei um tapa na cara. Tive que desligar meu dispositivo de sensibilidade endurecido. Tenho muito a aprender.

GOVERNO – Instituíram uma tal de democracia, quer dizer governo do povo. Mas acho que o povo tem só o direito de escolher os governantes que governam para eles mesmos. O chefe chama-se Presidente. Ele aparece sempre na televisão prometendo coisas para o povo, só não entendo porque ele que é o chefe não faz logo sem precisar prometer. O povo elege também os deputados, representantes do povo; vivem brigando cada um quer mandar mais, ganhar mais e colocar parentes nos cargos comissionados. Essa semana eles brigaram na televisão, um deputado que roubou, quando foi descoberto, acusou outros deputados de receberem propinas maiores. Foi aí que não entendi, se o deputado é represente do povo e trabalha pelo povo, porque ele tem que ganhar mais com as propinas? Vou pesquisar mais, preciso entender esse negócio, digo negócio porque dizem que o melhor negócio do Brasil é ser deputado. Outros poderosos são os Ministros juízes que fazem a Justiça no Brasil. Não entendi porque só pobres são condenados. Ladrões ricos andam soltos e são autoridades. O povo está cheio de roubalheira desses poderosos, quer seriedade, segundo me disse um companheiro de lazer (vagabundo que vive de calção na praia).

RIQUEZA – Existe muita, mas está nas mãos de seis a sete grandes famílias. Aqui tem açúcar, petróleo, coco e muitas outras riquezas, inclusive o turismo; é uma terra belíssima difícil de existir igual em todos os universos. O povo é bonito, bom e alegre.

Chefe, estou me dando bem travestido de humano. Fico no calçadão da praia apreciando as fêmeas, com vontade de agarrar aquelas maravilhas. Quando tirei algumas notas (dinheiro) para pagar uma bebida chamada cerveja, deliciosa, uma fêmea chamada rapariga me abordou perguntando se não queria fazer um programa. Perguntei o que era, se no programa eu podia alisá-la. Ela sorriu e falou no meu ouvido o que faria comigo. O sensibilizador estremeceu. Fomos direto para o hotel.

Chefe, vocês no planeta ATOXOX-69, não podem imaginar o que seja fazer menino aqui na Terra; não é feito aí em chocadeira. Aqui o macho e a fêmea se abraçam, se beijam, é bom demais. Para evitar engravidar usam a camisa de Vênus. Os nossos inimigos de Vênus já estiveram por aqui, vou investigar.

Estou no quarto do hotel com três terráqueas, vou raparigar, a melhor coisa do Universo. Depois conto mais. Um abraço do subordinado. OCIUQ- 21.”

Essa foi a possível tradução do documento achado por Arnaldo. Depois que leu a decodificação, ele quer ir à ONU. Confidenciou-me convicto: o Hospital está infiltrado de extraterrestre, até seu médico, de barbicha bonita, o competentíssimo Dr. Everaldo Moreira, Arnaldo desconfia que seja um E.T.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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ATOS DO HAMAS NÃO SÃO DE “RESISTÊNCIA”, MAS DE TERRORISMO

Deltan Dallagnol

Beersheba (Israel), 08/10/2023.- Israeli soldiers and medical personnel rush a stretcher with a victim to a waiting helicopter of the Israeli forces as they transfer patients to the Hadassah Ein Kerem Hospital in Jerusalem from the Soroka Medical Center in the southern city of Beersheba, Israel, 08 October 2023. Numerous wounded Israeli soldiers and civilians who were evacuated from the Hamas rocket attack sites were airlifted to the hospital by airlifts of the Israeli military and the Magen David Adom Israeli emergency service. Surprise attacks on Israel on 07 October claimed by the Islamist movement Hamas killed more than 670 Israelis and left over 2,100 injured in the attacks, the Israeli army said 08 October. (Jerusalén) EFE/EPA/ABIR SULTAN

Israelense ferido é levado por soldados e paramédicos até um helicóptero, após ataques do Hamas contra a cidade de Beersheba

No último sábado (07), o mundo ficou horrorizado com o que já é considerado o maior ataque terrorista da história após o 11 de setembro: a invasão por ar, terra e água de Israel pelo grupo terrorista islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Às 6:30 da manhã do sábado, dia sagrado para a fé hebraica, em que os judeus não trabalham, o Hamas deu início a um massacre que já contabiliza mais de 1900 mortos, sendo mil israelenses e 900 palestinos, mais de 8 mil feridos, centenas de reféns presos na Faixa de Gaza e consequências imprevisíveis para a geopolítica global.

Nas redes sociais e na imprensa, não é difícil achar representantes da esquerda chamando a invasão criminosa do Hamas de “movimento de resistência” a uma suposta “colonização opressora” do Estado de Israel contra o povo palestino. Os adeptos dessa teoria sempre se esquecem de mencionar que a invasão não foi feita por grupos oprimidos de palestinos, mas sim por uma organização terrorista fortemente armada, treinada e financiada pelo Irã, uma ditadura islâmica conhecida pelo apoio ao terror e que defende, assim como o Hamas, a extinção completa do Estado de Israel.

Desde a segunda metade do século XX que conflitos armados e guerras entre Estados são regulados pelo Direito Internacional dos Conflitos Armados (DICA), um ramo específico do Direito Internacional Público que também é conhecido como Direito Internacional Humanitário (DIH) e Direito Internacional de Guerra. Ou seja: até mesmo a guerra, uma circunstância altamente volúvel e imprevisível, não é terra de ninguém, e deve ser feita a partir de parâmetros aceitos de forma quase unânime pela comunidade internacional, sob pena de graves sanções.

A Carta-Geral da ONU, assinada em 1945 em São Francisco após a Segunda Guerra Mundial e adotada por todos os 193 países que compõem a comunidade das Nações Unidas, prevê, em seu artigo 2º, §4º, que “todos os membros deverão evitar, em suas relações internacionais, a ameaça ou o uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, ou de qualquer outra forma incompatível com os propósitos das Nações Unidas”. Essa é uma proibição geral, formal e extensiva para que os países-membros entrem em guerras.

A mesma Carta, em seus artigos 42 e 51, prevê apenas duas exceções a essa proibição: a guerra em legítima defesa e a guerra após autorização do Conselho de Segurança da ONU. A invasão do Hamas não se encaixa em nenhuma das duas exceções, já que Israel não estava em guerra com a Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, e nem o Hamas obteve autorização do Conselho de Segurança da ONU para o ataque, que, aliás, é considerado um atentado terrorista e não um ato militar formal de guerra, por inúmeras razões.

A agressão injustificada não é a única violação à lei internacional praticada pelo Hamas. Além de regular o direito de entrar em guerra, o Direito Internacional prevê, por meio de seus tratados, acordos, resoluções e costumes, limites para os meios e métodos empregados em uma guerra, o chamado “Jus in Bello”. E é aí que se faz a distinção entre atos militares de guerra e o terrorismo do Hamas, já que o Jus in Bello, ou direito humanitário, foi criado justamente para amenizar o sofrimento causado pela guerra à população civil, aos inocentes e àqueles que não estão em situação de combate. Há alguns princípios básicos que não são respeitados pelo Hamas, que não respeita as regras gerais de guerra.

O primeiro princípio é o da distinção entre combatentes e não combatentes, que visa evitar baixas, mortes e lesões à população civil e foi absolutamente rasgado pelo Hamas, que durante sua invasão por terra invadiu comunidades judaicas e assassinou famílias inteiras. O Hamas matou homens, mulheres, crianças e idosos. Crianças e mulheres foram estupradas e levadas como reféns, e em várias comunidades os terroristas foram de porta em porta para assassinar famílias israelenses, tocando fogo nas casas em que não conseguiram entrar.

O segundo princípio é o da limitação, que prevê que os meios utilizados pelas partes em guerra devem ser limitados de forma a evitar danos supérfluos e o sofrimento desnecessário. O meio utilizado pelo Hamas, em todos os atentados, foi o puro terror, e o ataque indiscriminado e sanguinário à população civil israelense é prova disso. O Exército israelense confirmou, nesta terça (10), que os terroristas mataram mais de 40 bebês israelenses – alguns foram decapitados e outros mutilados. Não há qualquer objetivo militar alcançável com a morte indiscriminada de bebês que não o puro terror e a dizimação da população civil do Estado inimigo.

O terceiro princípio, da proporcionalidade, dispõe que a utilização dos meios e métodos de guerra deve ser proporcional à vantagem militar concreta e direta. Nenhum alvo, mesmo que militar, deve ser atacado se os prejuízos e sofrimento forem maiores que os ganhos militares que se espera da ação. O que se viu desde o sábado, no entanto, não foram ações do Hamas voltadas a atacar centros de comando militares de Israel ou centros de abastecimento estratégico de tecnologia ou armamentos, mas apenas o massacre puro e simples de civis inocentes, o que foge de qualquer razoabilidade ou proporcionalidade.

O quarto princípio é o da humanidade: ele proíbe que se provoque sofrimento às pessoas e destruição de propriedades, se tais atos não forem necessários para obrigar o inimigo a se render, sendo proibidos ataques exclusivamente contra civis. A Convenção de Genebra é expressa, aliás, em proibir o ataque contra civis e a tomada de reféns. No primeiro dia do ataque, pelo menos 260 jovens que participavam de uma rave no deserto foram caçados como animais em um safári pelos terroristas islâmicos. Entre eles estava um brasileiro, que sonhava ser um DJ internacional de sucesso e teve o fio de sua vida cortado abruptamente enquanto curtia sua juventude com seus amigos israelenses. Não há respeito algum à humanidade em nenhum dos atos do Hamas.

A cada dia que passa, novas imagens horríveis dos eventos em Israel chegam ao nosso conhecimento e relatos cada vez mais perturbadores das atrocidades do Hamas são divulgados na imprensa e nas redes sociais, seja por combatentes judeus em solo ou por civis que conseguiram sobreviver à barbárie. Não há dúvida, portanto, de que o que o Hamas faz não é “resistência contra a opressão” ou “ataque armado contra a colonização” por “palestinos militantes”. Não: o Hamas pratica o mais puro e maligno terrorismo, crimes de guerra e contra a humanidade que merecem o repúdio de todas as pessoas que professam o amor à vida e à dignidade humana como princípios maiores de caráter.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Caro Berto!

Partes pudendas

É o medo de olhar, é o constrangimento de ver, é o sofrimento alheio de quem ali está exposta, aprisionada, dominada e a mercê de quem a quer, nada pode fazer.

Quem viu as partes sujas de sangue da jovem sabe o que ocorreu…

Ela foi vítima do mais vil crime contra uma pessoa: a violação do corpo, estupro, agressão sexual, invasão as suas partes pudendas ou nomes feios ou bonitos que se possa dar ao crime.

Quantas outras foram?

Houve indiferença, vibrações, mas a cara de paisagem de autoridades brasileiras foi notória… como o atual alguma coisa e candidato a prefeito de SP, famoso por liderar invasões a propriedades alheias e eterno líder do “exército dos oprimidos”, de onde obtém sustento e continuidade de suas ações.

Quem sabe sonhar com um Hamas somente seu? Afinal é assim que começam dominações, quem leu “Animal Farm” sabe.

A causa maior é ter o poder, ser inatingível pelo sistema, imune ao que pode atrapalhar planos futuros, quem sabe o governo do país?

Nada abala o “sorriso maroto” do decidido candidato… nem os fundilhos ensanguentados da jovem violada…para ele um efeito colateral, ou nada…nada a declarar…

Quem sabe no futuro – não tão distante – estaremos falando dele, embora talvez eu não esteja mais aqui…

E, as partes pudendas estarão esquecidas…

Inté!

A PALAVRA DO EDITOR

SEXTA-FEIRA, 13 – É HOJE ! ! !

Sexta-feira, 13 de outubro de 2023.

Hoje é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

É dia de ter muito cuidado, assim feito quem procura pinico com os pés no escuro.

Quem lê, gosta, aprecia e divulga o Jornal da Besta Fubana está a salvo, será feliz, terá um dia excelente e um futuro cheio de boas coisas.

Assim como excelente terá este feriadão de final de semana e todo o resto do ano de 2023.

Já os farrapos humanos que me caluniam e falam mal mim, preparem os furicos: o moleque Bimba-de-Alavanca tá pronto pra fazer sua parte.

Vejam ele aí embaixo, já está de pajaraca armada e pronto pra enrabar tudo quanto é idiota e tabacudo deste mundo cheio de gente esquerdóide descerebrada.

E fiquem de pregas preparadas os componentes de uma lista que está aqui comigo. Uma lista formada um monte de gente que dá expediente lá em Brasília.

Além de vários cabras safados nas governanças estaduais e nas prefeituras de inúmeras cidades deste país.

Serão devidamente enrabados pelo moleque Bimba-de-Alavanca e ficarão todos de furicos afolosados.

O último da fila de enrabamento será um sujeito que foi descondenado pela justiçaria banânica e que atualmente faz o Brasil passar vergonha nos quatro cantos do mundo.

Uma figura asquerosa conhecida pela alcunha de Lapa de Ladrão Mentiroso.

E, pra fechar a postagem com chave de ouro, peço ajuda ao meu querido amigo e conterrâneo de Palmares, o catimbozeiro Sikêra Júnior, uma das maiores audiências do Brasil, pra dar um descarrego da pesada nesta sexta-feira da gôta serena, da bobônica preta, do caralho-a-quatro, do priquito apimentado, do estopor calango, da bixiga lixa e da febre do rato.

Fala, Sikêra!!!

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA