Lula e Ênio Verri, presidente da Itaipu
Nikolas Ferreira

Javier Godino e Jim Caviezel em pôster de “Som da Liberdade”
Baseado em fatos reais, o filme Som da Liberdade tem feito sucesso pelo mundo abordando a exploração e o tráfico sexual infantil. O que deveria gerar revolta em todos, independente da ideologia, na verdade fez a esquerda mais uma vez politizar até mesmo algo absurdo, para variar, e criticar a simples existência do longa-metragem.
A produção protagonizada por Jim Caviezel, o mesmo ator que interpretou Jesus em A Paixão de Cristo, se tornou um fenômeno e já arrecadou mais de 212 milhões de dólares em todo o mundo. Com pouco orçamento, o filme foi produzido por meio de crowdfunding, uma espécie de “vaquinha virtual” e foi rejeitado pelas plataformas Disney e Netflix, segundo o produtor Alejandro Monteverde. Se antes de chegar ao Brasil a mídia militante já ensaiava o desconforto, agora liderando a bilheteria nos cinemas nacionais não seria diferente.
Rotulado de conspiracionista e polêmico, já que hoje em dia o simples fato de relatar ou defender a verdade se tornou controverso, as críticas ideológicas serviram apenas para aumentar ainda mais o interesse do público em assistir a obra cinematográfica que conta com avaliação positiva de 99% em um dos mais famosos sites especializados em cinema.
Não é necessário fazer muito esforço para concluir que o tráfico sexual infantil não é uma questão de direita ou esquerda (ou pelo menos não deveria ser), mas sim uma questão grave e que deve ser combatida sem medir esforços. De qualquer forma, se o combate à pedofilia está sendo colocado como uma pauta direitista, mais uma vez fico muito contente em estar do lado certo, já que basta ter um bom caráter para ser contra algo tão repugnante. Na ânsia de lacrar, teve até jornalista que militou errado criticando o fato de policiais militares terem ido assistir o filme no cinema em Santa Catarina sem se recordar de postagens antigas relativizando a pedofilia em suas redes sociais. A boa e velha hipocrisia de sempre.
Com a mídia progressista gostando ou não, Som da Liberdade seguirá mostrando uma realidade que poucos sabiam. Além de atrair mais de 521 mil pessoas às salas de cinema em todo o país, para ampliar ainda mais o público, a Angel Studios, mesma produtora da série The Chosen, decidiu liberar ingressos gratuitos após receber auxílio de patrocinadores. O filme também foi transmitido gratuitamente no CPAC Brasil, o maior congresso conservador do mundo, no qual tive a oportunidade de estar palestrando mais uma vez no mês passado. Além disso, houve uma parceria para estender a divulgação com a Brasil Paralelo, uma plataforma que muito tem contribuído para difusão de conteúdo de qualidade.
Os crimes sexuais contra menores infelizmente acontecem, isso é um fato. Se nem mesmo isso é capaz de unir ideologias visando proteger as crianças, é mais uma prova de que “o amor venceu” não somente é uma frase vazia como totalmente seletiva e mentirosa. Se ainda não assistiu, reforço a recomendação. Som da Liberdade irá agregar mais que qualquer produção da cultura woke.
Financiador de golpe? Siga firme, Sr. Bedin. pic.twitter.com/AlqubI6jCY
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) October 3, 2023
5 mil prefeitos em frente ao TCU devido a não receber verbas do governo do Ex-Presidiario
Faz o L, amor venceu, em breve professor não terá salário, saúde também não, muito menos a segurança pública…
Acabaram com o Brasil, conseguiram!
Parabéns a todos os envolvidos… pic.twitter.com/cYZzsbVaRF
— A Catraca 🇧🇷 𝕏 (@ACatracaBR) October 4, 2023

Senador Rogério Marinho foi relator do PL 2.099/23 na CAE
Será que vão obrigar você a pagar imposto sindical de novo, e agora com a ajuda do Supremo? Naquela reforma trabalhista de 2017, no governo Temer, o imposto foi extinto, mas os sindicatos vieram atrás, pois isso movimenta um dinheirão. E precisam sustentar toda aquela gente que vive da profissão de sindicalista – o pessoal chama de “pelegos” –, as grandes centrais sindicais e tal.
O Supremo decidiu que o sindicato tem todo o direito de cobrar uma contribuição, mesmo do não sindicalizado, que, se não quiser pagar, terá de se manifestar. Imaginem, ter de ir até o sindicato, fazer e assinar uma carta dizendo que não aceita pagar, pegar o protocolo… vai dar um rolo danado.
Mas dois senadores do Rio Grande do Norte se uniram para defender os interesses dos trabalhadores brasileiros. Styvenson Valentim apresentou um projeto de lei, e o relator na Comissão de Assuntos Econômicos foi Rogério Marinho. Essa comissão aprovou o projeto de lei, que vai para a Comissão de Assuntos Sociais; se não aparecer nenhum problema por lá, o texto já sai do Senado em caráter terminativo e vai para a Câmara dos Deputados. E o que diz o projeto? Que o sindicato só pode cobrar se a pessoa concordar. Então é o sindicato que tem de ir atrás, perguntar para a pessoa se ela aceita ou não, e não o contrário, cobrar de todo mundo e esperar os insatisfeitos se manifestarem, um acinte contra os direitos dos trabalhadores.
O Congresso Nacional está reagindo a essa mania do Supremo de ser legislador – neste caso, o Supremo não está fazendo isso de modo próprio, mas foi empurrado por partidos políticos e centrais sindicais.
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Dois ministros do STF ainda defendem a Constituição
Quinta-feira é dia de aniversário da Constituição. Ela tem um princípio que o ministro André Mendonça, do Supremo, diz que é preciso prestigiar: o princípio constitucional da individualização da conduta e da pena. Por isso, Mendonça pediu vistas em um julgamento virtual – se é que existe isso, porque julgamento tem de acontecer na presença do réu, dos advogados, do juiz, do promotor, do acusador. Isso é óbvio, mas o Supremo está ignorando.
O processo desses manifestantes do 8 de janeiro, aliás, deveria estar na primeira, e não na última instância. Tem de separar os manifestantes dos invasores de prédio e, o mais grave, dos quebradores, dos que vandalizaram. Mas o Supremo não está individualizando nada. Vejam o caso de um dos réus, João Lucas Vale Giffoni: não existe nenhuma imagem mostrando que ele estivesse quebrando alguma coisa. Ele não tocou em nada, não incitou ninguém a invadir coisa nenhuma. E está lá, condenado. Agora mesmo André Mendonça paralisou o julgamento de duas religiosas, de mais de 40 anos. Elas, que querem ficar longe do inferno, são chamadas de “terroristas”.
Enquanto isso, a CPMI que está investigando o 8 de janeiro não consegue investigar, porque a comissão é, em geral, um órgão da oposição para investigar alguma coisa das autoridades, mas essa CPMI não consegue saber qual é a responsabilidade das autoridades. Os governistas têm maioria, e por 14 a 10 não conseguiram convocar o chefe da Força Nacional, que estava parada no Ministério da Justiça enquanto as invasões estavam acontecendo. É uma coisa muito estranha.
Aliás, em uma decisão que não tem nada a ver com o 8 de janeiro, a maioria governista da CPMI havia suspendido a proteção do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, quebrando sigilo telefônico, bancário, tudo, por causa de denúncias relativas ao dia da eleição. Mas o ministro Nunes Marques derrubou a quebra, afirmando que não é esse o objetivo da CPMI.
Então, nesses 35 anos da Constituição, podemos ver que pelo menos dois ministros do STF ainda a estão defendendo.
Só três senadores votaram contra a proposta que proíbe indecorosa cobrança compulsória de “contribuição” sindical na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, todos três do PT:
Jaques Wagner (BA), Paulo Paim (RS) e Teresa Leitão (PE).
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A expressão “proposta indecorosa”, usada na notícia aí de cima, combina com “petralhas indecorosos”.
Expressão que clasifica com perfeição o trio do bando luleiro.
Comentário sobre a postagem CHIQUINHO VAI ABENÇOAR A XIBUNGUIA
marcel:
Alguém avisa esse argentino nojento:
Levítico 18:22:
“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação.”
Esse é o papa dos infernos, isso sim.
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