DEU NO X

DEU NO JORNAL

SEGUINDO O CHEFE

É um vexame a ignorância do ministro do Trabalho.

Se Lula mentiu nos EUA, com a fake news do “fraldão” de motoboys, Luiz Marinho disse que o Brasil “é o mercado ‘nº 1’ do Uber no mundo”.

Se não é ignorância, grave para um ministro, é outro que recorre a mentira como argumento.

* * *

Ministro de Lula mentindo não é nada fora do normal ou de incomum.

Está dentro do regulamento.

Os subordinados seguem o padrão do chefe do bando.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Caro Papa,

vamos abrir o Cabaré hoje a noite, a partir das 19h30 para fuxicar, falar da vida dos outros, falar de prosa, poesia, poetas, “poeiteiros”.

Infelizmente, o Cabaré teve um período de irregularidade por conta das inúmeras atividades laborais (orientação, participação em bancas de graduação, de pós graduação, projetos, etc… ), mas vamos colocar nossa rotina semana desse ambiente interessante que é o Cabaré.

Para participar, basta clicar aqui.

Paga nada e ainda se diverte para caramba.

R. Ótimo. Excelente notícia, nobre gerente cabarelístico.

É bom saber que você já desenrolou tudo e está de volta.

Será uma grande alegria retomarmos a nossa divertida e animada reunião semanal.

Às sete e meia da noite a gente se encontra por lá.

Até mais tarde!

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

COMENTÁRIO DO LEITOR

VAMOS VER QUANTO TEMPO

Comentário sobre a postagem BARBÁRIE NO RIO

João Francisco:

Pois já não estão falando que o Hotel Windsor, onde os médicos estavam hospedados, fica ao lado do condomínio onde moram Bolsonaro e seu filho Carlos?

Vai demorar quanto tempo até a Globe fazer uma reportagem no JN de 17 minutos entrevistando um porteiro que viu Bolsonaro (o pai ou o filho) na cena do crime?

Contando o tempo.

ALEXANDRE GARCIA

A CONSTITUIÇÃO, O LEGADO DE ULYSSES E A HIPOCRISIA

Fotomontagem preparada pela Agência Brasil traz, da esquerda para a direita: Ulysses Guimarães, ao promulgar a Constituição em 1988; Luís Roberto Barroso, presidente do STF; Geraldo Alckmin, vice-presidente da República; e Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, na cerimônia de 35 anos da Carta Magna.

Fotomontagem preparada pela Agência Brasil traz, da esquerda para a direita: Ulysses Guimarães, ao promulgar a Constituição em 1988; Luís Roberto Barroso, presidente do STF; Geraldo Alckmin, vice-presidente da República; e Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, na cerimônia de 35 anos da Carta Magna

Esta sexta-feira seria aniversário do Doutor Ulysses, se vivo estivesse. Estaria fazendo 107 anos, mas está sepultado no Oceano Atlântico – uma grande sepultura para um grande homem. Em 12 de outubro de 1992, o helicóptero em que viajava caiu na água; ele foi o único cujo corpo não foi encontrado. Estava com a mulher, Dona Amora; com o ex-ministro Severo Gomes e sua mulher; e com o piloto. Sumiu.

Doutor Ulysses ergueu a Constituição há 35 anos. Eu participei, como testemunha, daqueles 20 meses de trabalho. Queria mencionar que, por duas vezes, o Doutor Ulysses repetiu, no discurso do dia da promulgação, que a Constituição não era perfeita, que a própria Carta o confessa ao admitir reforma. Mais adiante, ele insistiu: “não é a Constituição perfeita; se fosse perfeita, seria irreformável. Ela própria, com humildade e realismo, admite ser emendada dentro de cinco anos”.

E vejam só a ironia, a hipocrisia da política. O Doutor Ulysses foi o grande presidente de honra do PMDB. E, transcorrido o prazo para reformar a Constituição, sem exigência de maioria de três quintos, quem torpedeou a reforma foi o presidente do PMDB, Orestes Quércia. Ele estava insatisfeito porque na reforma havia um dispositivo pelo qual todos aqueles municípios que haviam sido criados sem ter autonomia financeira voltariam a ser distritos, porque não tinham como se sustentar. Quércia torpedeou uma reforma trabalhista, uma reforma previdenciária, uma reforma tributária, uma reforma administrativa e uma reforma política, que estavam todas prontas, feitas por uma comissão de notáveis. Enterrou tudo e jogamos fora uma oportunidade.

A Constituição está aí, e temos de respeitá-la ao pé da letra. Ela foi bem explícita em tudo, basta ser alfabetizado. Por isso que, quando vejo as imagens de quinta-feira, da festa no Congresso, presidente do Supremo, da Câmara, do Senado, vice-presidente da República, todos segurando a Constituição como se fossem seus guardiões, vejo que a hipocrisia continua. Porque, ou pela omissão ou pela ação, eles estão rasgando a Constituição a toda hora. Nós acompanhamos. E quem fica calado também peca pela omissão.

Gostaria de recordar mais uma frase do Doutor Ulysses – não custa repetir, porque é verdadeira – no discurso memorável do dia 5 de outubro de 1988. “A moral é o cerne da pátria. A corrupção é o cupim da República. República suja pela corrupção impune tomba nas mãos de demagogos, que, a pretexto de salvá-la, a tiranizam. Não roubar; não deixar roubar; pôr na cadeia quem roube – eis o primeiro mandamento da moral pública.” Está aí, é uma verdade eterna, que permanece porque nós ainda não corrigimos a impunidade e a roubalheira.

* * *

Chacina de médicos mostra como deixaram que o Rio de Janeiro fosse destruído

Queria falar também da insegurança pública no Rio de Janeiro. Nós já temos a insegurança jurídica, ao contrário do que disse o presidente do Supremo na solenidade de aniversário da Constituição, quando falou em “estabilidade institucional”. O que a temos é instabilidade institucional e jurídica. Sentimos isso, e podem perguntar a quem queira investir no Brasil, o que está sentindo.

A instabilidade também existe na segurança pública. O Rio de Janeiro podia ser a meca do turismo, só que as pessoas têm até medo de usar o Galeão por causa do acesso. Quatro médicos terminaram um congresso, estavam hospedados em um hotel e atravessaram a rua; foram para o quiosque em frente, para dar uma desanuviada, e acabaram chacinados. Três morreram, e o quarto, que ficou lá pedindo socorro no chão, baleado, está hospitalizado. Um dos mortos era irmão da deputada Sâmia Bonfim.

Parece que foi por engano, que era caso de luta entre quadrilhas: avisaram que havia integrantes de uma quadrilha no quiosque, os assassinos erraram de quiosque ou chegaram mais tarde, quando os verdadeiros alvos já tinham ido embora e os médicos se sentaram no lugar. Isso mostra, no exterior e dentro do país, a insegurança de sair à rua no Rio de Janeiro.

E não é de agora. Há 50 anos – eu tenho 82 – eu percebi que, se o povo do Rio de Janeiro deixasse que as coisas seguissem assim, pagaria muito caro por isso. Mas eles deixaram. Ninguém se importou, e o crime foi crescendo, inclusive alimentado pelos que usam drogas e sustentam o tráfico.

DEU NO JORNAL

TÁ TUDO DITO

O TSE marcou para terça (10) a condenação, ops, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em três ações, por supostos crimes eleitorais em lives e uso do Alvorada e Planalto, onde trabalhava e morava.

* * *

Esse “ops” na nota aí de cima, entre as palavras “condenação” e “julgamento” resumo tudo.

Não é preciso fazer comentários.

JOSÉ PAULO CAVALCANTI - PENSO, LOGO INSISTO

SORTEIO ???

Respondendo a pergunta sobre como encarava os que lhe criticavam Dario Fo, Nobel de 97, respondeu (Il Fabulazzo) com a lembrança de um velho provérbio chinês que recomenda sentar à margem do rio para compreender que “as águas passam mas o rio e as margens continuam os mesmos”. Comparo nosso antigo Ginásio (hoje Colégio) de Aplicação a esse rio, onde somos nós as águas que passaram.

Penso em rostos e nomes nas águas desse rio, lamentando conviver hoje com tão poucos. Alguns sabemos onde estão, que foram dar em mares distantes – e esses, quem sabe?, ainda poderemos reunir algum dia. Outros o rio levou definitivamente; e só não desapareceram, por completo, apenas porque sobrevivem como exilados em nossas memórias.

No Ginásio de Aplicação daquele tempo, aprendemos que o objetivo da escola não é propriamente ensinar – ou não é apenas ensinar, como queiram. Seria mais. Saber que seu papel fundamental é fazer com que jovens compreendam o mundo que habitam, e estejam permanentemente dispostos a interferir nele. É mais solidariedade que exclusão. E do Ginásio haveria tanto mais a dizer; os professores, o casarão da Nunes Machado, o guaraná Fretelli Vita em frente, o padre Sales na igreja da Soledade à esquerda. E lamentar que, indo para longe (Cidade Universitária), tudo isso tenha se convertido, sem remédio, num passado que passou.

Fui de sua segunda turma. História curiosa. Estudava numa escola experimental, com só 4 alunos, o Instituto Capibaribe, imaginado por Paulo Freie e dona Rachel Correia de Crasto. Tão nova que, fim do ano, sequer fazia provas. No quarto ano primário (eram 5 naquele tempo, hoje não sei), com só 9 anos, dona Rachel chamou minha mãe “Seu filho está perdendo tempo aqui, mande ele para o Ginásio de Aplicação”.

Era o Exame de Admissão mais severo daquele tempo. Razão pela qual feito um mês antes do das outras escolas, para que os não aprovados pudessem ir para elas. Com turmas de 30 alunos. Apesar dos mais de mil inscritos naquele ano, só 18 foram aprovados. E tão a sério levavam a ideia de ser uma escola (experimental) de excelência que sequer completaram as 30 vagas disponíveis com os 12 alunos que vinham em sequência.

Isso lembro por ter lido declaração do diretor do CAP (assim se chama, hoje) segundo quem não haverá mais exames para “a entrada de novos alunos”. Que passa a se dar não com provas, mas por sorteio. Pois, segundo ele, “o sorteio democratiza o acesso ao colégio”.

Fosse pouco terça passada o amigo querido Flávio Brayner apoiou a tese. Segundo ele, tudo se resume ao confronto entre “classes abastadas” e “classes populares”. Num cenário de oposição entre “individualismo liberal da modernidade burguesa” e as “condições sociais em que vivemos”. Em belas palavras, “o sorteio não é o abandono dos deuses: é nossa crença de que somos todos iguais”. Para simplificar, e num discurso ideologizado, trata-se de reação à crença de que só a classe média alta pode pagar cursinhos. O que é muito discutível. Fico à vontade para falar porque, dinheiro sobrando, minha família nunca teve. E não fiz cursinho nenhum. Prova de que não é sempre necessário pagar cursinhos caros para ser admitido.

Segundo Flávio, reclamar do sorteio seria “chororô”. Só um clichê. Sem admitir que apenas consideramos mais justo, mais adequado e melhor, para a instituição, um outro critério. De admissão não por sorte, dados (alea) na mesa, mas pelo mérito. Com provas. Um pensamento, nele, de resto até coerente. Que, faz pouco, pregou o fechamento compulsório das escolas privadas, para que todos os alunos fossem obrigados a frequentar escolas públicas. Pouco importando, nessa tese, que nenhum país de Primeiro Mundo use um sistema assim.

Lembro George Orwell (1984), “Quem controla o futuro controla o presente e quem controla o passado controla o futuro”. E é com esse futuro que me preocupo. Como se trata de uma instituição do Governo Federal, creio que se pense estender essa relação, entre sorteio e Democracia, para além das fronteiras do Colégio. Até por não fazer sentido usar o tal sorteio apenas para substituir um Exame de Admissão. Vão, provavelmente, além. Usar ele em tudo. Porque recusar o mérito na admissão, sob o argumento (paupérrimo) de que o sorteio seria mais democrático, no fundo é só o que fica desse discurso populista. Algo que, perdão, não faz nenhum sentido.

Se assim for, então, corremos o risco de ver os argumentos apresentados, em defesa do Colégio de Aplicação, valendo para todos os outros critérios de admissão operados pelo Governo Federal. Vestibular?, pra quê?, melhor e mais barato fazer logo sorteio. Concursos públicos?, não, sorteio é mais simples. Médicos, que vão tratar de nossos filhos?, sorteio. Pilotos de avião?, sorteio. Ministro do Supremo?, sorteio. Ninguém mais vai poder reclamar de não ter “recursos proporcionados pela condição de classe”. Mesmo não havendo isso em nenhum lugar do planeta. Uma revolução, segundo eles. Enquanto penso que tudo se resume a demagogia e preconceito, para Voltaire (Maomé) “o rei do vulgo”.

Choro o fim do Ginásio de Aplicação que ainda sobrevivia nos pobres corações dos que foram seus alunos. Que o novo Colégio de Aplicação, ao trocar o mérito pelo acaso, vai deixando de ser uma tentativa de ensino com excelência para virar só loteria, uma casa de sorteios.

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MINISTRO DE LULA CRITICA UBER E A “NEURA DE LUCROS” DOS CAPITALISTAS

Leandro Ruschel

O Ministro do Trabalho de Lula, Luiz Miranda, afirmou que caso a Uber quiser sair do país, problema é da empresa.

Lembrando que a Uber oferece renda para 3 milhões de brasileiros e é utilizado por mais de 20% da população.

Mas piora: ele disse que pediu aos Correios (!) para estudar o lançamento de um serviço para concorrer com o Uber, com o objetivo de “oferecer um serviço de forma mais ‘humana’, fugindo da neura de lucro dos capitalistas”.

Eis o motivo do Brasil ser uma país POBRE, em que a população é escravizada para sustentar burocratas que nunca produzem absolutamente nada, e ainda assim aproveitam suas posições para ganho pessoal.

É notória a ineficiência dos Correios, que não conseguem entregar correspondências. Imaginem como seria um serviço tipo Uber tocado por um bando de pelêgos sindicalistas, como o próprio Marinho.

A CPI da OAS de São Bernardo do Campo, ocorrida em 2021, sugeriu indiciamento de Marinho por corrupção, por conta de supostas obras superfaturadas no município, enquanto ele era prefeito.

Do Guia do Investidor: “a mais emblemática dessas obras foi o Piscinão do Paço Municipal, projeto feito para conter as enchentes no centro da cidade, e de acordo com Léo Pinheiro, presidente da empreiteira, foi elaborado após pedido do ex-presidente Lula, padrinho político de Marinho. Essa obra apresentou uma série de irregularidade no processo de licitação. O Piscinão do Paço foi anunciado em 2013, com um valor total de R$ 295 milhões, e foi deixado inacabado por Marinho em 2016 (término do mandato), mas com um custo aumentado, no montante de R$ 353 milhões.

Léo Pinheiro prestou depoimento como testemunha na CPI OAS e também reforçou ter conhecimento de pagamentos indevidos e que o valor pago em propinas para agentes públicos, durante a gestão de Luiz Marinho, superou os R$ 20 milhões, conforme havia mencionado o ex-superintendente da OAS José Ricardo Nogueira Breghirolli, em depoimento anterior ao de Léo Pinheiro.”

Ele também foi condenado por nepostimo cruzado. Segundo o portal Jota: “a 8ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou, por nepotismo cruzado, Carlos Grana e Luiz Marinho, ex-prefeitos de Santo André e de São Bernardo do Campo, respectivamente. Com uma diferença de quatro meses, a filha de Grana e a cunhada de Marinho foram contratadas para cargos nos municípios.”

O objetivo de todo esquerdista radical é aumentar de forma sistemática o Estado, para que ele seja aparelhado e explorado por essa mesma esquerda, escravizando a sociedade através dos impostos. Por isso eles detestam o capitalismo.

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