COMENTÁRIO DO LEITOR

Comentário sobre a postagem BARBÁRIE NO RIO

João Francisco:

Pois já não estão falando que o Hotel Windsor, onde os médicos estavam hospedados, fica ao lado do condomínio onde moram Bolsonaro e seu filho Carlos?

Vai demorar quanto tempo até a Globe fazer uma reportagem no JN de 17 minutos entrevistando um porteiro que viu Bolsonaro (o pai ou o filho) na cena do crime?

Contando o tempo.

5 pensou em “VAMOS VER QUANTO TEMPO

  1. A globosta vai fazer um desenho (que até chimpanzé faz melhor) mostrando Bolsonaro saindo do prédio com um carro Urutu e indo até o boteco fazer a “chacina” como estão dizendo. Palhaçada. Quantos, além desses dois, morrem por dia, vítimas de assassinatos nesta republiqueta? Ai, não pode, é irmão da deputada que defende o desencarceramento de vagabundos. E agora? Ela vai defender o desencarceramento para reinclusão na vida social desses que mataram seu irmão? ou irá condená-los sem dó nem piedade como fizeram com os brasileiros do 8 de janeiro? HIPÓCRITAS! VÃO TOMAR NO MEIO DO CÚ!

  2. Parece que a justiça do tráfico agiu mais rápido que a justiça do estado.

    Os 4 traficantes que teriam matado os médicos por engano já foram justiçados.

    O RJ sofre neste momento uma debandada de turistas.

    O tal congresso de Ortopedistas já deve ter sido suspenso.

    Solução para o Rio? El Salvador.

    É possível? Sim, mas antes tem que mudar tudo na política.

    Seria uma guerra e muitos inocentes irão morrer como danos colaterais.

    Mas hoje morrem do mesmo jeito.

  3. Ativando o noticiário da globosta, em 3, 2, 1…
    Taquipariu. Que país safado e que gentinha vagabunda esse zé povinho da esquerdalha.

  4. Complicado ler ou assistir o noticiário brasileiro advindo das mídias tradicionais transformadas em mídia militante.
    O só fato das mortes já é um absurdo inominável.
    Daí começam as teorias “ligando” as mortes a certo personagem político, informando distância de uma casa do mesmo.
    Depois, noticia-se que houve error in persona, isto é, erro sobre a pessoa, queriam matar Fulano e mataram Cicrano e, no ensejo, acabaram matando, também Beltrano e Zirano e ferindo Xitando.
    Na sequência, noticia-se que certa facção do crime organizado, em reunião dentro do complexo penal, determinou localização, apreensão, julgamento e execução dos elementos e avisam a polícia!!!
    As coisas por aqui estão de tal forma fora dos trilhos que tudo acima é noticiado sem maiores estarrecimentos de quantos as leem.
    Num país em que o senso comum estivesse nivelado com o padrão que se espera da sociedade, seria caso de queda de várias instâncias politicas, administrativas e sociais.
    A morte dos médicos, ocasionaria queda do secretário de segurança e do chefe do patrulhamento ostensivo e preventio; as ilações sobre esse ou aquele ser o causador,sem qualquer elemento de prova, a imediata responsabilização civil e penal; a reunião dos presos, a queda dos chefes das unidades prisionais e do chefe central do sistema; a execução da ordem, uma chuva de buscas e apreensões, prisões e toda uma lista de providências.
    Mais. O cancelamento de envio de força-tarefa federal na véspera das mortes, resultaria na queda do responsável pelo cancelamento.
    E aqui cito apenas o que minimamente se esperaria num país com pretensões civilizadas.
    Mas vivemos na barbárie, causada, alimentada e difundida pelos que dizem exatamente
    que buscam evitar e combater.
    Tem quem acredite.

    • Caro Nonato, v. parte da seguinte premissa:

      “Num país em que o senso comum estivesse nivelado com o padrão que se espera da sociedade seria caso de queda de várias instâncias politicas, administrativas e sociais”

      Eu costumo dizer que o RJ é um resumo exagerado de tudo de ruim que acontece em nosso país. O estado já foi a capital federal, deixou de ser em 1960 mas sua população ainda se sente privilegiada por este passado e porque não, suas belezas naturais, o que os faz, muitas vezes, arrogantes.

      Na situação em que está, não bastam mudanças de nomes, pois o Sistema não deixa que se mude a forma de lidar com a criminalidade.

      Não é só uma questão de combate ao crime e sim de mudar o senso comum.

      El Salvador atual é um belo exemplo de mudança do senso comum.

      O RJ é mais complexo, porém não existe solução fácil e rápida para este tipo de problema.

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