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COMENTÁRIO DO LEITOR

SENTENÇA DO LEITOR

Comentário sobre a postagem A ÚLTIMA CAGADA ORAL DO LADRÃO DESCONDENADO

Adail Augusto Agostini:

Esse irremediável megalomaníaco histérico tem que ser – imediatamente e para o resto de sua podre vida!!! – posto incomunicável e em uma cela (à prova de som!!!), para que lá fique a esbravejar seus permanentes e perigosíssimos delírios criminosos – em escala cada vez mais crescente!!! – de toda espécie e diuturnos.

E que esse autêntico Napoleão de hospício tenha – como única companhia – a sua Josefina-de-araque, a sua conselheira maior, a picareta dominadora, (agora, mais do que nunca, totalmente deslumbrada pelo poder!!!), a vigarista carimbada e tatuada, a tal de Janja.

Quanto aos demais membros da atual Corte brasiliana – tão caninamente obedientes quanto, também, sedentos de poder!!! – que sejam todos condenados, de imediato e perpetuamente, a sobreviver na Ilha da Queimada Grande, também conhecida como Ilha das Cobras, que fica a 35 km do litoral de São Paulo, entre as cidades de Itanhaém e Peruíbe.

O arquipélago é conhecido mundialmente por suas lendas e pela grande quantidade de serpentes que lá habitam.

Pode ser que, só assim, nos livremos – para sempre!!! – dessa canalhada.

Caso contrário, inevitavelmente, e este primeiro mês de desgoverno foi uma amostra grátis do que virá e será, a tragédia catastrófica – envolvendo e trucidando todos os brasileiros de bem – indubitavelmente acontecerá.

Oremos, pois!!!

* * *

 

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

MADRIGAL MELANCÓLICO – Manuel Bandeira

O que eu adoro em ti
Não é a tua beleza
A beleza é em nós que existe
A beleza é um conceito
E a beleza é triste
Não é triste em si
Mas pelo que há nela
De fragilidade e incerteza

O que eu adoro em ti
Não é a tua inteligência
Não é o teu espírito sutil
Tão ágil e tão luminoso
Ave solta no céu matinal da montanha
Nem é a tua ciência
Do coração dos homens e das coisas.

O que eu adoro em ti
Não é a tua graça musical
Sucessiva e renovada a cada momento
Graça aérea como teu próprio momento
Graça que perturba e que satisfaz

O que eu adoro em ti
Não é a mãe que já perdi
E nem meu pai

O que eu adoro em tua natureza
Não é o profundo instinto matinal
Em teu flanco aberto como uma ferida
Nem a tua pureza. Nem a tua impureza.

O que adoro em ti lastima-me e consola-me:
O que eu adoro em ti é a vida!

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho, Recife-PE (1886-1968)

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SÓ TEM LALAU NO BANDO

Apesar da promessa de não deixar de investigar denúncias de corrupção ou desvio de recursos contra seus ministros, o presidente Lula (PT) finge não tomar conhecimento do grave caso envolvendo seu ministro das Comunicações, Juscelino Filho, acusado de torrar R$ 5 milhões do ‘orçamento secreto’ para pavimentar estradas que atendem propriedades rurais da família, no Maranhão.

Além disso, R$ 36 milhões em contratos com a prefeitura de Vitorino Freire, onde a irmã de Juscelino é prefeita, foram distribuídos a empresas de amigos do ministro, desde 2015.

O ministro prestou contas de R$ 385 mil em 23 viagens de helicóptero, cujos supostos passageiros negam ter feito. E nem o conhecem.

Diante da omissão de Lula, o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS) denunciou os casos à Procuradoria Geral da República.

O governo também ignorou a denúncia de corrupção do deputado Deltan Dallagnol (Pode-PR) contra a ministra do Turismo, Daniela Carneiro.

* * *

Resumindo: Juscelino é um ladrão insaciável e de cara lisa.

Nada de causar espanto.

Nenhuma surpresa.

Ladroar e mamar nos fartos biquinhos do dinheiro público, o nosso dinheiro, é parte integrante, inseparável, da maneira de ser do Ladrão Descondenado.

E de toda a corja que o cerca e que lhe dá apoio.

As canetadas do deus petralha são sempre maléficas pro nosso país.

Sem qualquer sombra de dúvidas.

O ministro das Comunicações de Lula, Juscelino Filho

“Esse rouba e num faz”, Lulalau e seu ministro larápio, o Juscelino (vôte!!!)

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LINGUARUDO

Depois de chegar a R$ 4,98, o dólar registrou forte alta e bateu os R$ 5,15, nesta sexta-feira (3).

O motivo: a língua solta do presidente Lula que insiste em atacar a política econômica do Banco Central.

* * *

Lula tem mesmo “língua solta“, conforme consta nesta nota aí de cima.

Janjeca que o diga.

JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

AS BRASILEIRAS: Ana Amélia Mendonça

Ana Amélia de Queiroz Carneiro de Mendonça nasceu em 17/8/1896, no Rio de Janeiro. Jornalista, poeta, tradutora, ativista cultural, entusiasta do futebol e uma das pioneiras do movimento feminista no Brasil. Considerada uma das melhores tradutoras de literatura da sua época, transmitiu o legado a sua filha caçula, a crítica teatral Barbara Heliodora, que assinou a tradução de inúmeras peças de William Shakespeare.

Passou a infância em Itabirito, MG, onde seu pai -José Joaquim de Queiroz Júnior- fundou a primeira usina siderúrgica do Brasil. Foi aí que tomou gosto pelo futebol; traduziu um livro com as regras do jogo; pediu ao pai uma botina para jogar bola; ensinou o esporte aos operários da usina e apitou vários jogos. Como parte da elite da época, não frequentou escola regular. Teve professores particulares estrangeiros, aprendendo inglês, francês e alemão. Em 1911 a família retornou ao Rio de Janeiro e aos 15 anos publicou seu primeiro livro de poesias Esperanças, Recordações de Infância. O livro foi elogiado pelos colunistas literários Barbosa Lima Sobrinho e Austregésilo de Athayde.

Aos 17 anos foi assistir a um jogo do América Futebol Club. No intervalo da partida, aproximou-se da arquibancada para apreciar melhor o goleiro. Foi amor à primeira vista e o casamento deu-se em 1917, quando o goleiro vestia a camisa do Fluminense. Pouco depois Marcos Carneiro de Mendonça tornou-se o primeiro goleiro da Seleção Brasileira de Futebol. Encerrada a carreira de goleiro, tornou-se colecionador de livros e pesquisador especializado no século XVIII. Fundou o CEPH-Centro de Estudos e Pesquisas Históricas e sua biblioteca foi a maior coleção de livros sobre o Brasil do século XVIII. Com um acervo de 11 mil volumes e 7 mil documentos, é hoje um dos destaques da biblioteca da Academia Brasileira de Letras.

O casal foi morar no “Solar dos Abacaxis”, um belo casarão a poucos metros do Largo do Boticário, no bairro Cosme Velho, hoje tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural. Os concorridos saraus promovidos pelo casal atraiam a nata da sociedade carioca. Foi neste ambiente que Ana Amélia fundou, junto com Paschoal Carlos Magno em 1929, a Casa do Estudante do Brasil-CEB. Foi eleita “Rainha dos Estudantes” e presidente da CEB até sua morte, em 31/3/1971.

Como jornalista foi diretora do suplemento feminino do Diário de Notícias e foi colaborou em diversos jornais do Rio de Janeiro: O Globo, O Jornal, A Noite e na Revista O Cruzeiro. Foi a primeira mulher a integrar o Tribunal Superior Eleitoral, fazendo parte da mesa apuradora das eleições de 1934. Foi, também, presidente da Associação Brasileira de Educação e introduziu o tema do futebol na literatura brasileira com a poesia O Salto, publicada no livro Alma. Além de sua atuação na área ramo educacional teve destaque como secretária do Hospital Pró-Matre e vice-presidente da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, na década de 1930, onde atuou ao lado de Bertha Lutz e outras mulheres pelo direito ao voto feminino, conquistado em 1932.

Representou o Brasil, em 1935, no II Congresso Feminista Internacional da Woman League International, realizado em Istambul, em 1935, e foi delegada do Brasil na Comissão Interamericana de Mulheres, entre 1941 e 1943. Foi convidada pelo governo de Israel, em 1964, para representar a mulher brasileira no Congresso Internacional Feminino pela Paz e Desenvolvimento. Publicou alguns livros de poesias: A Harmonia das coisas e dos seres (1936), Versos que eu digo (1937), Mal de amor (1939), Castro Alves, um estudante apenas, 50 poemas de Ana Amélia (1957), Todo mundo (1959) e a publicação póstuma de Quatro pedaços do planeta no tempo do Zeppelin (1976).

Seu arquivo no CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação da FGV-Fundação Getúlio Vargas foi o primeiro a ser organizado e disponibilizado para consulta após a inserção do marcador de gênero da Linha de Acervo da instituição e por apresentar a narrativa da mulher de forma independente da atuação de seu marido. Nesse arquivo ela é a protagonista. Os alunos que estudam hoje na Escola Municipal Ana Amélia Carneiro de Mendonça, em Bangu, talvez não conheçam a mulher que integrou o Conselho Diretor da Associação Brasileira de Educação por mais de 30 anos, pois não temos uma biografia e seu nome caiu na esquecida memória brasileira.

WELLINGTON VICENTE - GLOSAS AO VENTO

HOMENAGEM A ZÉ VICENTE DA PARAÍBA

AGRADECIMENTOS

Ao Prefeito da cidade de Altinho-PE, Orlando José, ao Secretário de Educação Dr. Ricardo Rodrigues, à professora Andréa Cristina da Silva (Diretora de Ensino), a Edvaldo Benevides (Assessor da Secretaria de Educação), a Wedja Barros (pela pesquisa e texto do banner), ao amigo José Carlos Rodrigues, pelo apoio e incentivo de sempre, ao professor José Wellington da Silva e toda a Equipe da Secretaria de Educação, pela determinação e condução do Evento em homenagem ao nosso pai e mestre da poesia popular Zé Vicente da Paraíba: paraibano de origem e altinense de coração. Gratidão da esposa, filhos, noras e netos do poeta homenageado.

Este colunista participando do evento

* * *

Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.

Mote de Wellington Vicente

A obra e o seu talento
Gigantes de cantador
Repentista e escritor
Viola era o seu sustento
Wellington o seu rebento
E também o seu suplente
De uma forma excelente
Sua obra enaltecendo
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.

Cabal Abrantes

A Cidade de Altinho
Reconheceu o valor
Do poeta cantador
Devolvendo este carinho
O poeta passarinho
O cantador de repente
Era muito inteligente
Foi famoso e ainda tá sendo!
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.

Nascimento

Aquilo que é bom supera
O tempo e se eterniza…
O som da viola avisa
Que Zé, de fato, foi fera,
Na terra igual nunca houvera!
É belo ver de repente
De forma tão reluzente
Assim como um sol nascendo,
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.

Melchior SEZEFREDO Machado

Já vai para quinze anos
Que Zé deixou nossa Altinho
Mas a arte, o seu carinho
Nunca receberam danos.
Os seus fãs pernambucanos,
Ouvintes do seu repente
Vivem lembrando pra gente
O que ele andou dizendo.
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.

Wellington Vicente

Wélio César, filho caçula do Poeta Zé Vicente