Arquivo diários:5 de fevereiro de 2023
DEU NO X
DEU NO JORNAL
NO BRASIL PETRALHADO
COMENTÁRIO DO LEITOR
SENTENÇA DO LEITOR
Comentário sobre a postagem A ÚLTIMA CAGADA ORAL DO LADRÃO DESCONDENADO
Adail Augusto Agostini:
Esse irremediável megalomaníaco histérico tem que ser – imediatamente e para o resto de sua podre vida!!! – posto incomunicável e em uma cela (à prova de som!!!), para que lá fique a esbravejar seus permanentes e perigosíssimos delírios criminosos – em escala cada vez mais crescente!!! – de toda espécie e diuturnos.
E que esse autêntico Napoleão de hospício tenha – como única companhia – a sua Josefina-de-araque, a sua conselheira maior, a picareta dominadora, (agora, mais do que nunca, totalmente deslumbrada pelo poder!!!), a vigarista carimbada e tatuada, a tal de Janja.
Quanto aos demais membros da atual Corte brasiliana – tão caninamente obedientes quanto, também, sedentos de poder!!! – que sejam todos condenados, de imediato e perpetuamente, a sobreviver na Ilha da Queimada Grande, também conhecida como Ilha das Cobras, que fica a 35 km do litoral de São Paulo, entre as cidades de Itanhaém e Peruíbe.
O arquipélago é conhecido mundialmente por suas lendas e pela grande quantidade de serpentes que lá habitam.
Pode ser que, só assim, nos livremos – para sempre!!! – dessa canalhada.
Caso contrário, inevitavelmente, e este primeiro mês de desgoverno foi uma amostra grátis do que virá e será, a tragédia catastrófica – envolvendo e trucidando todos os brasileiros de bem – indubitavelmente acontecerá.
Oremos, pois!!!
* * *

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA
MADRIGAL MELANCÓLICO – Manuel Bandeira
O que eu adoro em ti
Não é a tua beleza
A beleza é em nós que existe
A beleza é um conceito
E a beleza é triste
Não é triste em si
Mas pelo que há nela
De fragilidade e incerteza
O que eu adoro em ti
Não é a tua inteligência
Não é o teu espírito sutil
Tão ágil e tão luminoso
Ave solta no céu matinal da montanha
Nem é a tua ciência
Do coração dos homens e das coisas.
O que eu adoro em ti
Não é a tua graça musical
Sucessiva e renovada a cada momento
Graça aérea como teu próprio momento
Graça que perturba e que satisfaz
O que eu adoro em ti
Não é a mãe que já perdi
E nem meu pai
O que eu adoro em tua natureza
Não é o profundo instinto matinal
Em teu flanco aberto como uma ferida
Nem a tua pureza. Nem a tua impureza.
O que adoro em ti lastima-me e consola-me:
O que eu adoro em ti é a vida!

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho, Recife-PE (1886-1968)
DEU NO X
RESPONDA
DEU NO JORNAL
ISENTÍSSIMOS
DEU NO JORNAL
SÓ TEM LALAU NO BANDO
Apesar da promessa de não deixar de investigar denúncias de corrupção ou desvio de recursos contra seus ministros, o presidente Lula (PT) finge não tomar conhecimento do grave caso envolvendo seu ministro das Comunicações, Juscelino Filho, acusado de torrar R$ 5 milhões do ‘orçamento secreto’ para pavimentar estradas que atendem propriedades rurais da família, no Maranhão.
Além disso, R$ 36 milhões em contratos com a prefeitura de Vitorino Freire, onde a irmã de Juscelino é prefeita, foram distribuídos a empresas de amigos do ministro, desde 2015.
O ministro prestou contas de R$ 385 mil em 23 viagens de helicóptero, cujos supostos passageiros negam ter feito. E nem o conhecem.
Diante da omissão de Lula, o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS) denunciou os casos à Procuradoria Geral da República.
O governo também ignorou a denúncia de corrupção do deputado Deltan Dallagnol (Pode-PR) contra a ministra do Turismo, Daniela Carneiro.
* * *
Resumindo: Juscelino é um ladrão insaciável e de cara lisa.
Nada de causar espanto.
Nenhuma surpresa.
Ladroar e mamar nos fartos biquinhos do dinheiro público, o nosso dinheiro, é parte integrante, inseparável, da maneira de ser do Ladrão Descondenado.
E de toda a corja que o cerca e que lhe dá apoio.
As canetadas do deus petralha são sempre maléficas pro nosso país.
Sem qualquer sombra de dúvidas.

“Esse rouba e num faz”, Lulalau e seu ministro larápio, o Juscelino (vôte!!!)
DEU NO JORNAL
LINGUARUDO
Depois de chegar a R$ 4,98, o dólar registrou forte alta e bateu os R$ 5,15, nesta sexta-feira (3).
O motivo: a língua solta do presidente Lula que insiste em atacar a política econômica do Banco Central.
* * *
Lula tem mesmo “língua solta“, conforme consta nesta nota aí de cima.
Janjeca que o diga.

JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL
AS BRASILEIRAS: Ana Amélia Mendonça
Ana Amélia de Queiroz Carneiro de Mendonça nasceu em 17/8/1896, no Rio de Janeiro. Jornalista, poeta, tradutora, ativista cultural, entusiasta do futebol e uma das pioneiras do movimento feminista no Brasil. Considerada uma das melhores tradutoras de literatura da sua época, transmitiu o legado a sua filha caçula, a crítica teatral Barbara Heliodora, que assinou a tradução de inúmeras peças de William Shakespeare.
Passou a infância em Itabirito, MG, onde seu pai -José Joaquim de Queiroz Júnior- fundou a primeira usina siderúrgica do Brasil. Foi aí que tomou gosto pelo futebol; traduziu um livro com as regras do jogo; pediu ao pai uma botina para jogar bola; ensinou o esporte aos operários da usina e apitou vários jogos. Como parte da elite da época, não frequentou escola regular. Teve professores particulares estrangeiros, aprendendo inglês, francês e alemão. Em 1911 a família retornou ao Rio de Janeiro e aos 15 anos publicou seu primeiro livro de poesias Esperanças, Recordações de Infância. O livro foi elogiado pelos colunistas literários Barbosa Lima Sobrinho e Austregésilo de Athayde.
Aos 17 anos foi assistir a um jogo do América Futebol Club. No intervalo da partida, aproximou-se da arquibancada para apreciar melhor o goleiro. Foi amor à primeira vista e o casamento deu-se em 1917, quando o goleiro vestia a camisa do Fluminense. Pouco depois Marcos Carneiro de Mendonça tornou-se o primeiro goleiro da Seleção Brasileira de Futebol. Encerrada a carreira de goleiro, tornou-se colecionador de livros e pesquisador especializado no século XVIII. Fundou o CEPH-Centro de Estudos e Pesquisas Históricas e sua biblioteca foi a maior coleção de livros sobre o Brasil do século XVIII. Com um acervo de 11 mil volumes e 7 mil documentos, é hoje um dos destaques da biblioteca da Academia Brasileira de Letras.
O casal foi morar no “Solar dos Abacaxis”, um belo casarão a poucos metros do Largo do Boticário, no bairro Cosme Velho, hoje tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural. Os concorridos saraus promovidos pelo casal atraiam a nata da sociedade carioca. Foi neste ambiente que Ana Amélia fundou, junto com Paschoal Carlos Magno em 1929, a Casa do Estudante do Brasil-CEB. Foi eleita “Rainha dos Estudantes” e presidente da CEB até sua morte, em 31/3/1971.
Como jornalista foi diretora do suplemento feminino do Diário de Notícias e foi colaborou em diversos jornais do Rio de Janeiro: O Globo, O Jornal, A Noite e na Revista O Cruzeiro. Foi a primeira mulher a integrar o Tribunal Superior Eleitoral, fazendo parte da mesa apuradora das eleições de 1934. Foi, também, presidente da Associação Brasileira de Educação e introduziu o tema do futebol na literatura brasileira com a poesia O Salto, publicada no livro Alma. Além de sua atuação na área ramo educacional teve destaque como secretária do Hospital Pró-Matre e vice-presidente da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, na década de 1930, onde atuou ao lado de Bertha Lutz e outras mulheres pelo direito ao voto feminino, conquistado em 1932.
Representou o Brasil, em 1935, no II Congresso Feminista Internacional da Woman League International, realizado em Istambul, em 1935, e foi delegada do Brasil na Comissão Interamericana de Mulheres, entre 1941 e 1943. Foi convidada pelo governo de Israel, em 1964, para representar a mulher brasileira no Congresso Internacional Feminino pela Paz e Desenvolvimento. Publicou alguns livros de poesias: A Harmonia das coisas e dos seres (1936), Versos que eu digo (1937), Mal de amor (1939), Castro Alves, um estudante apenas, 50 poemas de Ana Amélia (1957), Todo mundo (1959) e a publicação póstuma de Quatro pedaços do planeta no tempo do Zeppelin (1976).
Seu arquivo no CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação da FGV-Fundação Getúlio Vargas foi o primeiro a ser organizado e disponibilizado para consulta após a inserção do marcador de gênero da Linha de Acervo da instituição e por apresentar a narrativa da mulher de forma independente da atuação de seu marido. Nesse arquivo ela é a protagonista. Os alunos que estudam hoje na Escola Municipal Ana Amélia Carneiro de Mendonça, em Bangu, talvez não conheçam a mulher que integrou o Conselho Diretor da Associação Brasileira de Educação por mais de 30 anos, pois não temos uma biografia e seu nome caiu na esquecida memória brasileira.
WELLINGTON VICENTE - GLOSAS AO VENTO
HOMENAGEM A ZÉ VICENTE DA PARAÍBA

AGRADECIMENTOS
Ao Prefeito da cidade de Altinho-PE, Orlando José, ao Secretário de Educação Dr. Ricardo Rodrigues, à professora Andréa Cristina da Silva (Diretora de Ensino), a Edvaldo Benevides (Assessor da Secretaria de Educação), a Wedja Barros (pela pesquisa e texto do banner), ao amigo José Carlos Rodrigues, pelo apoio e incentivo de sempre, ao professor José Wellington da Silva e toda a Equipe da Secretaria de Educação, pela determinação e condução do Evento em homenagem ao nosso pai e mestre da poesia popular Zé Vicente da Paraíba: paraibano de origem e altinense de coração. Gratidão da esposa, filhos, noras e netos do poeta homenageado.

Este colunista participando do evento
* * *
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.
Mote de Wellington Vicente
A obra e o seu talento
Gigantes de cantador
Repentista e escritor
Viola era o seu sustento
Wellington o seu rebento
E também o seu suplente
De uma forma excelente
Sua obra enaltecendo
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.
Cabal Abrantes
A Cidade de Altinho
Reconheceu o valor
Do poeta cantador
Devolvendo este carinho
O poeta passarinho
O cantador de repente
Era muito inteligente
Foi famoso e ainda tá sendo!
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.
Nascimento
Aquilo que é bom supera
O tempo e se eterniza…
O som da viola avisa
Que Zé, de fato, foi fera,
Na terra igual nunca houvera!
É belo ver de repente
De forma tão reluzente
Assim como um sol nascendo,
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.
Melchior SEZEFREDO Machado
Já vai para quinze anos
Que Zé deixou nossa Altinho
Mas a arte, o seu carinho
Nunca receberam danos.
Os seus fãs pernambucanos,
Ouvintes do seu repente
Vivem lembrando pra gente
O que ele andou dizendo.
Altinho reconhecendo
A arte de Zé Vicente.
Wellington Vicente

Wélio César, filho caçula do Poeta Zé Vicente

