Que festa linda!! 17/9/22
Pernambuco: é o Capitão do Povo!! pic.twitter.com/fE0p5HD7Pt— Freu Rodrigues🇧🇷🇧🇷 (@freu_rodrigues) September 17, 2022
Que festa linda!! 17/9/22
Pernambuco: é o Capitão do Povo!! pic.twitter.com/fE0p5HD7Pt— Freu Rodrigues🇧🇷🇧🇷 (@freu_rodrigues) September 17, 2022
Quando a cigarra canta é o sol que canta.
Por isso o canto dela acorda cedo
E vai rolando com veemência tanta
Que enche as grotas, os campos e o arvoredo.
Desce aos vales, penetra na garganta
Da serra e acorda a pedra do rochedo.
Parece que da terra se levanta
Um punhado de pássaros com medo.
Em chispas de ouro e vibrações estranhas
Vibram clarins nas notas derramadas …
Estilhaçam-se taças nas montanhas …
E o sol, seguindo o canto que se alteia,
Deita fogo na poeira das estradas
E põe pingos de luz nos grãos de areia.

Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)
Santa Cruz de Capibaribe/PE.
Agora, 17/setembro. Primeiro turno! pic.twitter.com/ghg322vK9h— Tenente Mosart 2238 – SP (@AragaoMosart) September 17, 2022

Dr. Benedito Valladares
Sempre acompanhei meu pai nas tendências de apoio aos políticos, mas apenas votando neles, desde que atingi a idade própria. Jamais me afiliei embora tivesse desejado, porque meus preferidos locais foram Marco Maciel, Roberto Magalhães, Gustavo Krause, Joaquim Francisco e Fernando Skaff. Há saudades desses líderes quando em suas plenas atividades! A honestidade deles valia minha admiração.
Meu velho havia sido Integralista, portanto, partidário de respeitável homem público que já aparecia em relevo na década 1920, cujos livros: Obras Completas de Plínio Salgado, hoje guardo com certo respeito, porque foi jornalista, teólogo, filósofo, escritor e político, fundador do Partido Republicano Paulista. Um homem preparado para outros tempos.
INTEGRALISTA: CAMISA QUEIMADA

Plínio Salgado com sua camisa-símbolo
Diante de perseguições ao partido, aconselhado a mudar de sigla, lembro-me que meu velho queimou, no quintal de casa, sua indumentária – uma camisa verde, dragonada e uma gravata preta – símbolo da agremiação partidária do famoso Integralista.
Fora uma astúcia para não sofrer vexames.
Tornou-se apreciador da UDN – União Democrática Nacional, depois que conheceu um primo que residia no Paraná, que era Senador e Presidente da UDN..
Estávamos em pleno reboliço da “Era Vargas”, período do chamado “Estado Novo”, uma ditadura feroz.
O fato para mim foi estranho. E marcante para uma criança vendo o pai queimar algumas roupas. Só vim a entender quando cresci e me inteirei dos episódios históricos ligados à década de 1940.
O velho Arthur Lins dos Santos, como meu avô, Pacífico dos Santos, sempre desejou que eu compreendesse o que significava a política para o progresso de um país e benefício das pessoas.
Mas a política limpa, como diria Fernando Ferrari, o saudoso deputado que ficou famoso por sua Campanha iniciada pela afirmação: Sou um político de mãos limpas!
Assim, travei conhecimento com as peripécias dos donos do Poder, convivendo com suas histórias e peripécias de ontem e de hoje. Fazendo comparações e entristecendo-me de vergonha, por eles. Algumas lamentáveis por sua brutalidade e outras bem pitorescas.
ARTHUR SANTOS: ASTÚCIA DE ELEITOR
Lembro-me perfeitamente que num domingo ensolarado, – eu com 10 anos – fomos ao Aeroporto dos Guararapes, no Recife, receber Carlos Lacerda (Carlos Wernek de Lacerda), e saudá-lo.
Entendíamos que logo estaríamos abraçando um dos políticos mais ativos daquele momento. E papai praticava, no gesto, a sua astúcia: divulgar depois que conhecera de perto o visitante ilustre e isto era trunfo para comentários com nossos vizinhos.
Já se apresentava à História como editorialista muito ativo – dono do jornal Tribuna da Imprensa – figura que ainda não exercera nenhum cargo político, mas estava começando a se projetar e por isso, percorrendo o Brasil.

Jornalista Carlos Lacerda
Chegou de camisa slack colorida, que era novidade por aqui, onde se andava com a indumentária que se apelidara “esportivo de velho”, ou seja: paletó sem gravata, como papai usava em dias informais.
Foi a primeira astúcia de Lacerda. Ou melhor dizendo, uma estratégia – para se integrar à gente do Nordeste, lugar de tempo quente. Chegou em traje de verão, todo colorido, bem à vontade para confabular com os correligionários.
Recebi dele um afago. Passou a mão pelos meus cabelos, beijando-me a face carinhosamente. Papai se apresentou como udenista, portanto seu partidário. Nas primeiras palavras disse ser primo de Arthur Bravo Ferreira dos Santos, então Senador e presidente da UDN. Sorrisos largos!
Empolgado com essas primeiras lembranças, tornei-me udenista “sem carteirinha” e lacerdista pela inclinação de desejar ser um jornalista como ele. Serviu-me de padrão no estilo de escrever reportagens.
“BRIGADEIROS” DE GOELA ABAIXO
Depois desse acontecimento, fui crescendo atento às notícias. Ouvi belas histórias sobre outro político importante, o Major-brigadeiro Eduardo Gomes, que concorreu à Presidência da República, mas perdeu para o General Eurico Gaspar Dutra.
Com a subida de Getúlio Vargas (Getúlio Dornelles Vargas) ao Poder, Eduardo Gomes empenhou-se na criação do Correio Aéreo Militar, que viria a se tornar o Correio Aéreo Nacional. Em 1935, comandou o 1º Regimento de Aviação contra o levante conhecido como “Intentona Comunista”. Em 1937, com a decretação do “Estado Novo” exonerou-se do comando, continuando entretanto na carreira militar.
Em 1941, com a criação do Ministério da Aeronáutica, foi promovido a brigadeiro, sendo um dos mais ativos membros da organização e construção das Bases Aéreas que iriam desempenhar importante papel no esforço de guerra do Brasil, com os Países Aliados, na Segunda Guerra Mundial.
Vamos às astúcias políticas:
OS DOCINHOS “BRIGADEIRO”
Na primeira Campanha do Brigadeiro, em dezembro de 1945, ele formou em torno de si a UDN – União Democrática Nacional. Para angariar fundos as senhoras – que na época se sabia eram fascinadas pelo tipo esbelto e sério do Brigadeiro – moças jovens e também as esposas dos partidários, passaram a fabricar, em casa, docinhos deliciosos para serem vendidos e levantar grana para atender às despesas.

Docinhos Brigadeiro: produto antigo
A receita é simples: leite condensado, chocolate granulado e manteiga. O fato é que o brigadeiro se tornou insubstituível ainda nas atuais festinhas infantis, por serem as delícias da meninada.
Uma astúcia feminina curtida na antiga política.

“Santinho” do Brigadeiro Eduardo Gomes
Mas meu pai, entusiasta ferrenho do Brigadeiro Eduardo Gomes contava outra cena protagonizada pelo notável militar, que infelizmente não tive a honra de conhecer de perto, mas vivi seu tempo de Campanha e distribuí muitos “santinhos”.
CHEVROLET INCORPORADO

Chevrolet de presente
No mês anterior à eleição de 1945 um grupo de entusiastas adquiriu um automóvel Chevrolet, novo, importado, e deu de presente ao Brigadeiro, inclusive já emplacado no Detran de Pernambuco em seu nome.
Sabendo que tal “presente” além, de impróprio para sua a natureza, poderia repercutir mal, abalando seu estilo de honestidade, mandou pintar o veículo e o incorporou ao patrimônio da Aeronáutica, obtendo u’a manchete favorável:
Jornal do Commercio: “Brigadeiro manda pintar Chevrolet e o presenteia ao II COMAR”. (Comando Aéreo Nacional, sediado no Recife).
Outra significativa astúcia de político!
Eduardo Gomes foi um dos líderes da campanha pelo afastamento de Getúlio Vargas após o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, no Rio de Janeiro, em agosto de 1954. Com o suicídio de Getúlio Vargas, assumiu o ministério da Aeronáutica no governo de Café Filho até 1955.
O JIPE QUE “SE ATOLOU-SE”

Entretanto, nestas breves notas curiosas, porém históricas, creio que a mais genial partiu de uma cena tipicamente mineira.
Nunca estive perto do Dr. Benedito Valladares Ribeiro. Porém, pela cidade que recebeu seu nome – Governador Valladares, MG –passei de automóvel, rodando pela BR-4, muitas vezes e só agora descobri que o homenageado era aquele político de quem meu pai sempre falava, por suas astúcias para se desvencilhar de situações complicadas.
Jornalista e escritor famoso, conciliador por excelência, Benedito Valladares se tornou ícone do apaziguamento de brigas homéricas nas hostes nacionais, saindo-se sempre vencedor nas contendas, graças à sua mineirice tancrediana..
Certa feita, chovia muito na estrada sem asfalto, porta de entrada para se chegar a Pará de Minas, sua terra de nascença. Um jipe atolado e dois jovens brigando feio, ambos muito sujos de lama. Dr. Benedito manda o chofer parar para cientificar-se da ocorrência.
Indagados, um dos moços informou que brigavam por causa de um “se”. Um dizia que o jipe “se atolou” o outro bradava que o carro atolou-“se”.
O político, ladino como ninguém, foi ver a situação mais de perto. Observou de perto as rodas e notou que ambos os eixos estavam atolados.
Perguntou qual era o partido dos dois e ambos disseram que eram apreciadores do PSD, o mesmo do antigo mineiro que ali estava para acabar com a briga. E logo veio a solução conciliatória:
– Ora, meus jovens, se estão arroladas as rodas da frente e as rodas traz eiras, então o jipe “se atolou-se”! Fim de briga! Jogada genial!

Rua da cidade de Governador Valladares
🚨 #URGENTE: Esposa do blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo pede o divórcio após ele comer o rabo da Jornalista lulista Mônica Bergamo (Via @_Estragao) pic.twitter.com/M3QU3Z0DB6
— Estragão 🗞️🗨️ (@_Estragao) September 16, 2022
Aileda de Mattos Oliveira
É sabido que o nome não dá consistência à pessoa, em matéria de caráter, conteúdo e projeção na vida, mas o inverso é verdadeiro. Uma pessoa, de posse de um nome extravagante, pode angariar notoriedade pelas suas atitudes e idoneidade.
Podemos constatar a veracidade desta afirmação, trazendo, como exemplos, personagens do mesmo nome, que se mantêm lembrados pelos tempos, afora, porém, tão contrastantes com o nosso pequeno homônimo, quanto o sólido do líquido. Uns consagrados pela sua competência em cada área de atuação; o outro, conhecido por não estar à altura da função para a qual é desprovido de conhecimentos, porém, ilimitada é a sua capacidade de destruição das leis, constitucionalmente, constituídas.
O grande Alexander (Alexandre) Fleming, bacteriologista, pôs a penicilina a serviço da saúde mundial, salvando vidas que continuaram a participar da vida social, sem ter que ouvir o “fique em casa”, mantra dos apoiadores do caótico governo do passado e que nada sabem, mas entram, sem serem convidados, nas áreas que não lhe dizem respeito.
O grande Alexandre Herculano, escritor português do século XIX, deixou à posteridade uma série de contos sobre a história de seu país, Portugal. Um dos melhores entre os ótimos trabalhos elaborados, é a “A Abóboda”, cenário da época de formação de sua lusitana Pátria. É a história de um soberbo arquiteto estrangeiro, sem condições profissionais para arcar com um trabalho de gigantesca envergadura para o qual foi contratado, em detrimento de um notável e respeitado arquiteto português. Assim, como muitos políticos e muitos magistrados, mas que se vangloriam da sapiência que lhes falta.
O grande Alexandre, da Macedônia, jovem militar, construiu um império, que levou Júlio César, romano, a tê-lo como modelo de notável estrategista.
Enquanto isso, o homônimo dos três, o pequeno Alexandre, transformou-se no que há de mais nocivo ao País, pela prepotência e narcisismo, sem que tenha como fundamentar o “corte-se a cabeça” de quem lhe ouse chamar de “inidôneo” por faltar-lhe argumentos acusatórios, mas sobrar-lhe excessiva petulância com que advoga poderes que a Constituição não lhe dá. Querendo ser um grande general das leis, está deixando, na história da magistratura, a pequenez de suas ações como o mais maléfico indivíduo na intromissão de áreas, nas quais não são de sua alçada e que as leis constitucionais não lhe conferem direitos de invasão.
Não adianta pôr um nome de algum herói no filhote recém-nascido, porque não é isso que vai torná-lo idêntico à matriz, mas o caráter é que vai encaminhá-lo na vida, ou pela rota do Bem, ou pela rota do Mal, qualquer que seja o nome que receba.
Um grande Alexandre seguiu o caminho da ciência, trazendo a saúde a muitos sem esperanças. Outro, o das Letras, tornou a língua portuguesa, brilhante, com os seus contos irrepreensíveis, de natureza histórica. O terceiro, ainda mais longínquo no tempo, o das lides guerreiras, e, com pouca idade, conquistou territórios até a Índia, tornando-se um modelo de guerreiro e estratego, cujas ações são motivos de estudos na área militar, até hoje.
Enquanto isso, o pequeno Alexandre é um grande estrategista na articulação da demolição do País, no cerceamento ao livre pensamento do Povo, nas ofensivas contra o Presidente e contra todos os benefícios que traduzem resultados de trabalho cotidiano de seus agentes produtores. É um domesticado servidor do Mal, unicamente isto. Usa a língua para a distorção dos significados das leis, desde que o torcicolo semântico que dá a elas, favoreça os seus interesses que, diga-se de passagem, são inconfessáveis.
O grande Alexandre Fleming, se vivo fosse, poderia descobrir um antídoto para eliminar as moléculas maléficas, destruidoras do pequeno Alexandre.
O grande Alexandre Herculano, se ainda vivesse, poderia escrever, com maestria, a história de uma criatura perdida dentro de si mesma, por acreditar-se deus e que tudo o mais está sob a sua jurisdição.
O grande Alexandre, conhecido, em sua época, como “O Grande” (ou “Magno”), se ainda existisse, poderia mostrar ao pequeno Alexandre como era tratado um audacioso como ele, nas priscas eras.
O tempo nos mostra que cada época tem um Alexandre representativo da qualidade moral que impera ao seu redor. Tivemos o desprazer de termos, na nossa história contemporânea, tão somente, um pequeno, insignificante, prepotente, Alexandre.
Mas, devemos saber que nada acontece por acaso, e, se o País abriga um pequeno exemplar daqueles que permaneceram como grandes nomes, é porque ainda não pôs em prática o antídoto de Fleming, as ideias de Herculano e a força do Macedônio. Chegaremos à tríplice receita dentro do que estatuem as leis constitucionais, ofendidas por um ignóbil indivíduo.
É só esperar para ver … e veremos!
O áudio… pic.twitter.com/K65u09slOk
— Gustavo Lima (@gustamito22) September 16, 2022
Paulo Figueiredo ENGOLIU Mônica Bergamo, a jornalista que pede censura. Meu Deus, que momento épico da imprensa Brasileira. pic.twitter.com/FAFGUH3qro
— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) September 16, 2022
Meus amigos:
Conheçam a verdade sobre o ex-presidiário no LulaFlix.
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E vamos que vamos com o Capitão!!!