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GUILHERME FIUZA

TSE GARANTE DIREITO AO VEXAME

Eleição limpa é fundamental. Por causa disso, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, vem adotando uma filosofia de fiscalização e dissuasão para garantir a lisura do pleito. Destacamos a seguir alguns dos princípios que norteiam a ofensiva democrática do TSE contra os eleitores maldosos:

1 – Não serão toleradas críticas a cantores decadentes que fazem clip em defesa de ladrão. Os artistas são patrimônio cultural da nação, e isso inclui os artistas medíocres, ultrapassados, oportunistas, cínicos e espíritos de porco. Basta de preconceito. Só existe eleição limpa com plenas garantias a todos os que queiram dar o seu vexame em paz.

2 – Esclarecimento importante: a campanha em vídeo que mostra subcelebridades fazendo gesto de arma e depois o L de Lula não significa “mãos ao alto” – mesmo que as referências a um revólver e a um ladrão deem a impressão de que é o anúncio de um assalto. Os democratas de auditório jamais defenderiam um assalto à mão armada. Eles já deixaram claro que preferem o roubo pacífico, progressista, empático e solidário.

3 – Estão proibidos na campanha eleitoral os vídeos que mostram multidões de verde e amarelo nas ruas apoiando o candidato da situação. Como o referido candidato é o atual presidente da República, essas reuniões gigantescas configuram claramente uso da máquina. Todo mundo sabe que verde e amarelo são cores oficiais, jamais podendo ser usadas em manifestações eleitorais, que aliás nem deveriam ser permitidas nas ruas – porque espaço público não é lugar para a expressão de preferências particulares.

4 – Reunião de motocicletas também é uso da máquina. Só a bicicleta não configura uso da máquina – desde que não seja elétrica.

5 – Fotografar com iPhone também é uso da máquina. Não adianta se fazer de distraído, pois todo mundo sabe que o celular é a máquina fotográfica de hoje.

6 – Reunião de mais de dez pessoas de verde e amarelo em Londres configura invasão ao Império Britânico e, consequentemente, ato antidemocrático. Por isso está proibido o uso de imagens de aglomeração de brasileiros na capital inglesa na campanha presidencial.

7 – Vídeos que mostrem brasileiros numa churrascaria em Nova York apoiando Bolsonaro não podem ser mostrados na campanha dele à reeleição. O presidente brasileiro estava nos EUA para discursar na Assembleia Geral da ONU, e churrasco não combina com diplomacia.

8 – Lula pode xingar quem ele quiser de corrupto e genocida porque, ainda que a crítica não proceda, todo mundo sabe que ele não fez por mal.

9 – Folha, UOL, Piauí e demais veículos de alta credibilidade e isenção têm todo direito de chamar qualquer concorrente que não faça vista grossa para os crimes do bom ladrão de milícia bolsonarista.

10 – O TSE não tem candidato. Se você pensa que ele tem, e o seu pensamento for captado pelo mesário na seção eleitoral, você poderá ser preso em flagrante. Não desafie a democracia.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SCHIRLEY – CURITIBA-PR

DIO,. PATRIA,. FAMIGLIA. !!!

Vitória na Itália !!!

O mundo começa a acordar !!!

Fogos terão que ser acesos para mostrar que dois e dois são quatro.

Espadas serão sacadas para provar que as folhas são verdes no verão.

Esta hora chegou senhores. Nós estamos prontos. Obrigada”

O Brasil também está pronto !!!

JAIR MESSIAS BOLSONARO, dia 2 de outubro será o seu discurso para o Brasil e o mundo !!!

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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HÉLIO CRISANTO – UMA LUA, UM CAFÉ E UM BATENTE

NO BOTEQUIM DA ESQUINA

Num batente um pirangueiro
Logo depois da oitava
Vomita um prato de fava
Na frente do bodegueiro.
Numa mesa um cachaceiro
Passa a mão numa menina
Chega a polícia e buzina
O venderão se aborrece
De tudo isso acontece
No botequim da esquina

Afogando o seu desgosto
Um tocador enche a cara
Enquanto o garçom prepara
Um peba pra tira-gosto
Um pinguço mela o rosto
Chupando uma tangerina
Disfarçada a cafetina
Sua menina oferece
De tudo isso acontece
No botequim da esquina

Um sujeito embriagado
Procurando confusão
Cospe no pé do balcão
Querendo beber fiado
Outro que vem do mercado
Chega fedendo a urina
Reclama da sua sina
Toma uma e adormece
De tudo isso acontece
No botequim da esquina

Um menino tange um gato
Que pula em cima da mesa
Outro pagando a despesa
Tirando a mosca de um prato
Um doido todo gaiato
Limpa a boca na cortina
Depois que a farra termina
Velhaco desaparece
De tudo isso acontece
No botequim da esquina

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RODRIGO CONSTANTINO

ÚLTIMA SEMANA DE CAMPANHA: DIGA NÃO AOS DEFENSORES DO MODELO VENEZUELANO!

Entramos na reta final da campanha eleitoral, na última semana antes do primeiro turno. Foi uma campanha marcada pela perseguição a Bolsonaro por um sistema podre e carcomido, que tenta a todo custo impedir a reeleição do presidente.

Antes de mais nada, devemos lembrar que não é possível normalizar a candidatura de Lula. Em qualquer país sério do mundo, isso seria impensável. O corrupto foi condenado em três instâncias por vários juízes, e acabou solto por uma manobra suprema ridícula.

Mas não só soltaram o petista e o tornaram elegível com base em malabarismos patéticos; colocaram todo o sistema a serviço de sua campanha, com o TSE praticamente impedindo Bolsonaro de fazer a sua. O presidente teria de se dividir ao meio pela ótica bizarra do TSE. É como se a reeleição fosse vetada na prática apenas em seu caso.

O papel da velha imprensa foi o mais constrangedor de todos. Os principais veículos de comunicação montaram um “consórcio” que mais parece um partido de oposição, e o viés ficou escancarado demais, seja em sabatinas, seja em “reportagens”. Os militantes disfarçados de jornalistas passaram a defender abertamente o ladrão e demonizar ainda mais o presidente.

O foco principal desse esforço nefasto foi criar uma falsa equivalência entre os escândalos concretos de corrupção do PT e denúncias isoladas e vazias envolvendo familiares de Bolsonaro ou ministros de seu governo. Qualquer pessoa minimamente atenta, porém, sabe que é absurdo comparar a corrupção sistêmica comandada desde dentro do Palácio do Planalto por Lula com o atual governo, marcado por sua lisura e espírito público.

Os suspeitos de sempre cerraram fileira ao lado dos monstros do pântano para tentar desgastar Bolsonaro, o “genocida”, o “fascista”, o “golpista”. Artistas decadentes gravaram seus vídeos ridículos e, após onda de críticas nas redes sociais, receberam a proteção de Alexandre de Moraes. Estão todos unidos contra o presidente, e pelos motivos menos nobres possíveis.

Eis o resumo: para derrotar Bolsonaro, gente de todo tipo, com abstinência de recursos públicos, juntou-se em torno de narrativas pérfidas para trazer o ladrão de volta à cena do crime, como disse Alckmin antes de se debandar para o lado do ladrão. E mesmo quem não nutre qualquer simpatia por Bolsonaro, quem tem algum desprezo por sua imagem, precisa se dar conta do que realmente está em jogo.

Falta uma semana para o eleitor dizer não ao projeto venezuelano de poder, para rejeitar o modelo corrupto petista, para rir da cara de militantes histéricos disfarçados de jornalistas sérios, para debochar de artistas fracassados que se acham a última bolacha do pacote, para ridicularizar “pesquisas” feitas por “institutos” contratados por banqueiros petistas, para mandar para o olho da rua os safados que querem reabrir torneiras fechadas pelo atual governo.

Não é hora de esmorecer, de relaxar. A disputa parece acirrada, pois não faltam oportunistas e alienados em nosso país. Todo o esforço deve estar concentrado em abrir os olhos dos indecisos, daqueles que ainda não se deram conta da dimensão do que realmente estará em disputa no domingo. Trata-se de um plebiscito sobre nosso futuro, se o Brasil vai mesmo dizer “dane-se” para o combate à corrupção, ou se vai dar um claro recado aos verdadeiros golpistas que acham que nossa bandeira será vermelha como na Venezuela do ditador companheiro de Lula!

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