
Entramos em setembro, o mês da primavera.
Segundo está registrado na folhinha que me serve de agenda, esta estação, a primavera, começa no próximo dia 22 e vai até 21 de dezembro.
Quando, então, começa o tão ansiado verão aqui na beira do Atlântico.
Fechamos o mês de agosto com todas as contas desta gazeta escrota pagas, graças às generosas doações feitas por nossos leitores.
Registramos nos últimos dias as doações dos fubânicos Boaventura Bonfim, Adalgisa Novaes, Amaro A.S, Manuel Sabino e Helena de Souza.
Chupicleide está aqui relinchando de alegria e já fez um vale pra encher a cara amanhã, sexta-feira.
Segundo a inxirida me informou, ela vai tomar umas e outras no Bar da Tapa, lá em Olinda, ao lado do safado do Bosticler.
E, pra abrilhantar a nossa tarde de quinta-feira e alegrar todos os nosso leitores, aqui está o grupo Choro das 3 interpretando Brasileirinho, um clássico da autoria de Waldir Azevedo.
Essa imagem fazem os adversários tremerem.
31/8/22. Vai ser no primeiro turno!!! pic.twitter.com/9kcfc8SYdA— Freu Rodrigues🇧🇷🇧🇷 (@freu_rodrigues) August 31, 2022
PIB do Brasil dispara no 2º trimestre e vai além das expectativas de crescimento
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no 2º trimestre, na comparação com os três meses imediatamente anteriores, conforme divulgado nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Chega fico com pena da mídia oposicionista, da imprensa funerária e da militância zisquerdóide.
A cada dia aparece uma notícia boa e eles ficam espumando de raiva.
Caem em depressão e têm que tomar calmantes.
E tanto botam fumaça pelo furico quanto pelos ouvidos.

O PODER DAS PALAVRAS
O ilustrado escritor Tiago Samuel Carvalho, doutor em teologia, por meio de sua obra O JEITO SÁBIO DE SER FELIZ, alerta para o efeito das palavras sobre as pessoas, principalmente quando endereçadas às crianças.
Mais que expressões do pensamento, as palavras, pronunciadas ou escutadas, têm o condão de infundir crenças ou descrenças nas pessoas. Elas exercem efeito extraordinário sobre o comportamento humano, sobremodo nas crianças.
Isso de que as palavras as levam o vento não constitui verdade peremptória.
Evidentemente quase ninguém, incluso este escrevinhador, tem poder senhorial sobre as palavras. Porém, o desejável é que elas sejam de alegria, de motivação, de gratidão, de louvor, enfim, sejam palavras de luz.
A historieta, real, sumariada adiante, enseja reflexão e expande a compreensão acerca do tema.
Certo dia, na pequena cidade de Port Huron, EUA, uma criança chegou da escola e entregou um envelope para sua mãe. A mãe abriu o envelope e, na frente do filho, leu a carta em silêncio. Enquanto lia a carta ela chorava. O menino, então, quis saber o motivo das lágrimas, ao que a mãe lhe respondeu:
– Meu filho esta carta tem o seguinte teor:
“Prezada mãe, seu filho é um gênio. Nossos professores não são qualificados bastante para ensiná-lo. Por favor, ensine-o você mesma”.
A partir daquele dia a mãe fez exatamente o recomendado pela escola.
Decorridos muitos anos, a mãe já falecida, o menino, agora um dos maiores inventores do século, encontrou nos alfarrábios de sua mãe a dita carta cujo conteúdo, completamente diferente daquele que ela lera em voz alta, dizia o seguinte:
“Prezada mãe, seu filho é um deficiente mental. Não podemos mais deixá-lo frequentar nossa escola. Por favor, ensine-o você mesma”.
Profundamente emocionado, por haver conhecido o verdadeiro teor da carta, Thomas Alva Edison, (1847-1931), escreveu em seu diário a seguinte frase: “Thomas Edison era uma criança deficiente mental, mas sua mãe o transformou num gênio.
Há momentos que é necessário optar pela melhor palavra, ou mudar o conteúdo da carta.
Pareciam até manifestações de pesar as notícias de ontem sobre a queda do desemprego para 9,1%.
E também do número de pessoas com carteira assinada chegar a 98,7 milhões, faltando pouco para os 100 milhões.
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De fato, a imprensa mortuária e canhota estava de cara triste ao dar esta notícia.
Diante dos avanços que o nosso país tem registrado nos últimos dias, a militância jornalisteira está a ponto de enfiar o dedo no furico e rasgar, provocando um sangramento de alagar as redações.
Vou sugerir que eles façam mesmo esta opção da dedada no caneco.
Um suicídio por hemorragia é bem menos doloroso.