DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

ENTREGOU UMA LEI QUE ELA NÃO CUMPRE

Comentário sobre a postagem UMA ROSA NO SUPREMO

H. Romeu Pinto:

Talvez ela queira pegar de volta aquele exemplar da Constituição que entregou ao “fascista”!

Temo que agora, para além dos abusos e atropelos inconstitucionais cometidos pelos supremos togados, quem criticá-la ainda será tachado de machista…

Ou machiste, sei lá!!

* * *

Durante visita de cortesia, em novembro de 2018, a ministreca isquerdóide entrega um exemplar da Constituição Federal ao recém eleito Presidente Bolsonaro; a Constituição que ela e o STF rasgaram, pisaram em cima e não cumprem

DEU NO JORNAL

VAZIO, ZIO, ZIO…

O fracasso dos comícios de Lula, após os milhões de “cuscuz clan” bolsonaristas, confirma a análise do cientista político Fernando Schuller, para quem as esquerdas perderam as ruas.

E ganharão as eleições?

* * *

A vergonha na cara as esquerdas já tinham perdido há muito tempo.

Agora, perderam também as ruas.

As manifestações desses descerebrados estão mais vazias do que as cabeças dos eleitores do ex-presidiário.

Nem oferecendo água gelada, cadeiras, mortadela e cachê, aparece gente pra bater palmas.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

ESTA É A ÚLTIMA VEZ…

É comum autoridades sobrevoarem áreas atingidas por tragédias, caso, por exemplo, das enchentes. Porém, jamais se ouviu dizer que autoridades sobrevoaram árvores enfolhadas, debaixo das quais professoras heroínas ministravam, rotineiramente, aulas para crianças porque o município não lhes forneceu o abrigo e condições necessárias: a escola. A cena, mostrada por órgãos da imprensa, verificou-se em alguns estados brasileiros, a exemplo do assentamento Belo Monte, zona rural de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, mostrado pela Record.

Se é banal ministrar aulas para crianças debaixo de árvores (com o agravante de muitas destas se encontravam famélicas, pés descalços, esmolambadas) então pode-se dizer que o vocábulo tragédia (“acontecimento que desperta lástima ou horror…), é apenas um modo particular de julgar, perceber ou entender alguma coisa. A tragédia perde a patente de tragédia quando ocorre rotineiramente.

Mais que legal, o Brasil tem a obrigação moral de proscrever da sua paisagem essa cena, que vexa e deprime: uma árvore servindo de escola. São crianças esquecidas, crias brasileiras à margem. Apesar de tão pequenas, tão cândidas e sob o açoite da escassez, ainda encontram na esperança o alento para ultrapassar a zona escura do analfabetismo.

Que nunca mais essa cena pardacenta, (que não combina com as cores nacionais), seja reeditada em nenhuma paragem brasileira, mas se eventualmente ocorrer que um governante possa, de pronto, aterrissar o seu helicóptero e dizer para a anônima e heroica professora:

– Esta é a última vez que você ministrará aulas debaixo desta árvore, mesmo que para isso eu tenha de cortar a verba do carnaval!

PENINHA - DICA MUSICAL