
Ninguém soletra mais vossos mistérios
Grandes letras da noute! sem cessar…
Ó tecidos de luz! rios etéreos,
Olhos azuis que amoleceis o mar!…
O que fazeis dispersas pelo ar?!…
E ha que tempos ha já, fogos sidéreos,
Que ides assim como uns brandões funéreos
Que levais o Deus Padre a sepultar?!
Há que tempos, dizei! – Há muitos anos?…
E, com tudo, astros santos, desumanos,
A vossa luz é sempre clara e igual!
Há muito, que sois bons, castos, brilhantes!…
– Mas, também… ó cruéis! sempre distantes…
Como dos nossos braços o Ideal!

António Duarte Gomes Leal, Lisboa, Portugal (1848-1921)
Olha a cara do Omar Aziz após essa invertida:
“Eu mandei 200 cilindros de oxigênio para a sua cidade”.
Engole essa a seco.#CPIdoCirco pic.twitter.com/q1KjEzf2NW— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) September 29, 2021
Nobre Editodos,
venho aqui lamentar dois fatos: o primeiro é que nessa quarta-feira, 29/Set, não teremos reunião no Cabaré do Berto.
Infelizmente, eu estarei com aula no horário das 19h às 21h30 e, por ser um projeto de extensão não tem como suspender ou adiar.
A segunda questão é que estou sentindo que o Cabaré está atingindo um nível de fragilidade que dá pena. Acho que tem alguns motivos para isso:
a) a mudança para a quarta-feira, sugerida por uma pessoa que nunca assistiu uma reunião, de certa forma tentou beneficiar professores que tinham aula na quinta/sexta, mas alguns frequentadores assíduos se afastaram (respeita-se, lógico);
b) a limitação do Google em uma hora também causou chatice e eu não pude testar outras alternativas pela falta de tempo, mesmo.
Estou pensando como seguir com o Cabaré, por tudo que ele trouxe para nós colunistas e leitores do JBF ao longo desse difícil ano de 2020.
Vou discutir com alguns colegas sobre isso e verificar o que podemos fazer no modelo para otimizar.
De resto, avise aos frequentadores cabarelistas que esta semana não poderei abrir as portas, embora tenha convidado alguns palestrantes, mas eles ficarão para adiante.
No mais, obrigado e abraços.
R. Meu caro amigo, colunista fubânico e gerente do Cabaré, uma pena que não teremos hoje nosso alegre e participativo encontro semanal.
Mas entendemos perfeitamente suas razões.
E vamos ficar aqui torcendo pra que você resolva as pendências o mais rapidamente possível.
Conte com todo apoio da patota fubânica!
Comentário sobre a postagem DEPOIS DOS 50
Welinton Alencar:
Tenho 67 anos, bem vividos.
Quando você era rapazola (1980), eu já vendia adubo MANAH aí por estas bandas da Cidade Morena .
Garimpei diamante no Buraco da Mundica, entre Poxoréu e Dom Aquino, no Mato Grossão.
Plantei e fiscalizei o plantio de seringueira em Sinop, na Vera, em Santa Carmem e derredores.
Tirei leite, criei suínos em Trindade, GO.
Até 7 anos atrás, trabalhei em cima de um trator grande, (de lâmina), gradeando e plantando capim na Mãe Preta (Tocantins).
E cuidei de um rebanho de novilhas na primeira cria, curando umbigo de bezerro no pasto, serviço que segundo um amigo separa os homens dos meninos .
Tomei uma decisão, pois aprendi que temos limites. Faço mais estas duas coisas não.
Aqui na Garça Branca, Sertão de Irecê, Bahia, meu serviço é ligar e desligar dois conjuntos fotovoltaicos irrigando mamona.
Tem dois pedaços de terra pronta para área.
O trator tá quietinho ali no canto, até eu encontrar um bom tratorista.
Mas ficar sem fazer nada, também enferruja.
Inventei de tempos para cá de produzir mel de Apis, mel Sertanejo.
E vou tocando a vida.
Mas “de leve”.