
Fuderoso Editor,
Fiz uma transferência de um modesto valor.
É para comprar um bisnaga de vaselina e Polodoro usar para enfiar a pajaraca nos furicos de algumas autoridades do judiciário brasileiro que envergonham a banda decente desse país.
R. Meu caro, sua generosa doação já está na conta desta gazeta escrota.
Polodoro rinchou de felicidade!!!
Nosso estimado jegue mandou dizer que está de pajaraca devidamente lambuzada pra cumprir sua patriótica missão.
Aproveito a oportunidade para também agradecer as doações dos leitores Boaventura Bonfim, Magda Valladares e Manuel C. Neto.
Fiquem certos que vai voltar tudo em dobro pra vocês, na forma de muita saúde, vitalidade, paz, luz, alegria e longa vida.
Um excelente domingo para toda a comunidade fubânica, animado por uma gostosa roda de chorinho!!!

Angico transformado em Senadinho
O forte aroma da floração primaveril do angico tangido pelo vento era um convite para alguns sentarem à sua sombra e usufruírem do local, usando como assentos os cambitos e as cangalhas.
Era ali, também, que o jumento “Feliciano” e o burro “Dourado” descansavam e aproveitavam para ruminar suas rações de capim misturadas ao milho e colocadas à disposição.
Uma gamela com água, também aproveitada pelas galinhas transformava o desenho imaginário do local numa fazenda. E não era uma fazenda. Era a casa de Raimundim de Maria de Horácio – onde também morava uma reca de meninos, todos “descobertos” no calor dos galanteios das duradouras noites de lua cheia.
Era ali usufruindo da sombra do angico, que se reunia o “senadinho” do lugar. Era onde se sabia de tudo e, também, onde se resolvia tudo. Desde o início da colheita do feijão ou do milho de cada roça cooperativada, até o plantio da maniva, ou carpina interativa e coletiva da vazante – quiabo, melancia, batata doce e alguns pés de abóbora.
Debaixo daquele angico era também onde se abatia, limpava, cortava e vendia o porco, o bode, o carneiro ou o boi para o consumo da comunidade. Lavagem e limpeza de vísceras não eram permitidas para evitar a proliferação de moscas, ratos e outros insetos roedores. Enfim, aquele angico tinha o mesmo papel que hoje tem o shopping ou a Associação Comercial de cada cidade.
Nas tardes de sábado o local era preparado para receber um encerado de caminhão, enquanto a sanfona de Seu Tôquim animava e promovia gratuitamente o melhor forró pé-de-serra dos arredores.
Com o suor escorrendo pelo sovaco e pescoço ensebados, homens e mulheres se grudavam, e alguns casais envolvidos, continuavam dançando sem perceber que o frege terminara. Sanfona, fole, pandeiro, triângulo e um bumbo furado, que servia apenas como cenário, pois não emitia qualquer som.
Nas manhãs de domingo, a feirinha comunitária. Macaxeira, farinha seca, rapadura, galinha da terra, peru, carne de boi, de porco e de bode. Fumo, cachaça e até comprimidos para qualquer meizinha.
De tarde, o local se transformava com a chegada do rádio Transglobe à bateria, para a transmissão do jogo no Maracanã ou Pacaembu nas vozes inconfundíveis de Jorge Cury, Doalcei Bueno de Camargo ou Fiori Gigliotti e ainda Waldir Amaral. Na Rádio Assunção Cearense, as vozes de Ivan Lima, José Santana, Jurandir Mitoso e alguns anos depois, de Paulino Rocha e Gomes Farias.
Na segunda-feira começava tudo de novo:
Coçar frieira na beirada da rede. Subir na árvore para fazer uma necessidade fisiológica tentando fugir dos porcos e das galinhas. Tomar banho nu no açude, jogando “galinha d´água”. Beber água fresca da quartinha. Surrão. Caganeira de chicote. Bicho de pé. Balançar na rede, tocando o pé na parede para escutar o ranger do armador. Pirão de farinha seca. Beber caldo no prato sem colher. Cheirar rapé e ao espirrar, dizer: “Armaria”. Cachimbo de barro. Amarrar sabugo de milho no pescoço do cachorro. Assoviar pra provocar o glu-glu do peru. Esperar o cântico do vem-vem e botar o angu para a graúna.
Matar a cobra e mostrar o pau.
Pescar no açude com anzol de alfinete. Caçar e pegar “mané-mago” (libélula) nas árvores. Atiçar cachorro vira-latas pra pegar teiú no mato. Passar creolina para matar bicho no lombo do cavalo. Acender a lamparina e andar feito alma com a dita cuja no meio da noite.
Deitar na sombra da catingueira. Cortar unhas das mãos e dos pés com canivete. Peidar dentro d´água na hora do banho no açude. Cangalha. Cambito. Chicote. Chifre pra aboio. Caranguejo uçá. Rapadura melada. Alfenim. Batida de cana. Manteiga de garrafa.
Leite mugido. Chiqueirar cabras e bodes. Camaleão. Rola-bosta. Cobra de duas cabeças. Besouro mangangá. Cavalo-do-cão. Sibite. Graúna. Bem-te-vi. Potó. Muçum de açude e de lagoa.
Debulhar milho e feijão. Plantar maniva. Raposa. Capote. Cabaça d´água. Terrina para água dos animais. Sal em pedra. Torrar café no alguidá. Mão-de-pilão. Pano de coar água no pote. Panariço. Gurgumio. Cajuína. Assar castanha no caco. Espinho de bananeira. Moita de mofumbo. Caminho d´água. Sabão Pavão. Óleo Pajeú. Grude na colher. Ferro à carvão para passar roupa. Anil e goma para camisa de cambraia de linho.
Viver. Cantar. Passar o anel. Brincar de manjô. Pião. Caçar passarinhos. Comer jumentinha. Montar a cavalo e campear o boi. Galo de campina. Alpargatas. Trempes. Pão sovado. Voo rasante da coruja. Rasga mortalha. Calango a galope. Cantoria. Cordel de mimeógrafo. Papel de embrulho. Lápis na orelha. Manteiga à retalho. Caderno de fiados. Bicada pra tomar banho e cusparada no pé do balcão. A “do Santo” na bicada. Tira-gosto de cajá umbu. Sirigüela inchada. Arapuca pra pegar sabiá. Foice. Pedra de amolar machado. Cabaça d´água. Beber água na caneca no mesmo cantinho que a velha babona bebia.
Era a vida da roça e do Senadinho do Angico. Continua sendo inté hoje!
O nosso Presidente lançou moda entre os Presidentes na ONU. Agora todo mundo quer comer em pé na rua. Até o Putin initou @jairbolsonaro kkkk. pic.twitter.com/onwEtUhrC3
— Bia Kicis (@Biakicis) September 26, 2021
Pérola Ellis Byington nasceu em 3/12/1879, em Santa Bárbara do Oeste, SP. Professora, ativista social e filantropa. Integrante da Cruz Vermelha, nos EUA, e pioneira em sua instalação no Brasil, com a fundação da Cruzada Pró-Infância na década de 1930, transformada em hospital em 1959. Pouco depois o hospital recebeu o nome “Pérola Byington”, centro de referência da saúde da mulher, na capital de São Paulo.
Filha de imigrantes norte-americanos, casou-se em 1901 com Alberto Jackson Byington, precursor da indústria no Brasil. Durante a 1ª Guerra Mundial estava nos EUA e foi responsável por uma seção da Cruz Vermelha. De volta ao Brasil liderou, junto com Maria Antonieta de Castro, uma campanha de combate à mortalidade infantil. É importante ressaltar que as duas rezavam em catecismos diferentes e que naquela época protestantes (Pérola) e católicos (Maria) não se bicavam bem. No entanto, deixaram as divergências religiosas de lado para trabalhar em conjunto, guiadas por seus princípios sociais.
Pérola, morando num casarão da Av. Paulista, perguntava-se: “O que esperar de um país onde as crianças morrem ao nascer?”. Este foi o mote de seu trabalho iniciado em sua casa, em bases sólidas e que resultou na fundação de uma das maiores instituições de assistência social, que recebeu o nome de “cruzada’, dada as dificuldades e empenho na sua realização. Pouco depois conseguiu instalar um hospital dedicado às mulheres e crianças: O Hospital da Cruzada Pró-Infância, em 1959.
Em 1932, na Revolução Constitucionalista, a Cruzada teve relevante participação com a confecção de ataduras, roupas para os soldados e assistência às suas famílias. Seu trabalho não se restringia ao aspecto caritativo. Batalhou pela igualdade de direitos iguais entre homens e mulheres; lutou pelo direito do voto feminino; foi a primeira pessoa a apresentar projeto sobre a necessidade da educação sexual nas escolas e foi responsável pela institucionalização do “Dia da Criança” não como uma data criada para a venda de brinquedos, mas como um dia para celebrar o direito das crianças no Brasil. No período 1930-1960 ficou conhecida como uma das mulheres mais importantes em São Paulo e, talvez, no Brasil.
Em 1963 reuniu amigos e colaboradores para anunciar uma viagem aos EUA para conhecer os bisnetos e rever os netos, filhos de Elizabeth Byington, sua filha que lá vivia. Brincando com os netos, sofreu uma queda e veio a falecer em 6/11/1963. No mesmo ano foi homenageada com seu nome dado ao Hospital da Cruzada Pró-Infância. A partir daí as homenagens foram se multiplicado. Em sua cidade natal uma das avenidas recebeu seu nome e em 2016, a Câmara Municipal criou o “Diploma Pérola Byington”, concedido anualmente às pessoas que exercem o serviço voluntário, pelo menos, por 2 anos em Santa Bárbara do Oeste.
No Paraná, um distrito do município de Xambrê foi elevado a categoria de cidade e recebeu o nome Pérola, onde localizava-se a Companhia Byington de Colonização Ltda. Em Campinas, nomeou o 64º Grupo de Escoteiros do Brasil. Para familiarizar os leitores com seus descendentes, dona Pérola é bisavó da atriz Bianca Byington e da cantora Olivia Byington, mãe do ator e escritor Gregório Duvivier. Sua neta Maria Elisa Botelho Byington declarou aos 88 anos: “O discurso que Pérola tinha é totalmente atual. Fico pensando como ele seria encarado hoje pois sinto que estamos regredindo 100 anos ao questionar a educação sexual nas escolas. Ela defendia que prevenção era a palavra que deveria ser guia de qualquer área do governo. Estamos esquecendo a nossa história”.
Maria Elisa ficava inconformada pelo fato de sua avó ser conhecida em São Paulo apenas pelo nome de um grande hospital e da praça onde está localizado. Para que seu nome e legado não caíssem no esquecimento, juntou-se às historiadoras Maria Lucia Mott e Olga Sofia Fabergé Alves e publicaram o livro O Gesto que Salva – Pérola Byington e Cruzada Pró-Infância, lançado em 2005. Conforme o título indica, não se trata apenas de uma biografia e sim um relato dos sucessos e dificuldades de uma das maiores instituições de assistência social do País. Maria Elisa é filha de Alberto Byigton Jr., um dos dois filhos de Pérola, empresário e pioneiro da indústria cinematográfica no Brasil. Como se vê a família Byington tem história para contar sobre o Brasil.
Se prevalecer o valor do Fundo Eleitoral pornográfico de R$ 5,7 bilhões para 2022, definido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), PSL e DEM terão quase R$ 900 milhões extraídos dos bolsos dos pagadores de impostos para financiar suas campanhas, após a fusão.
O presidente Jair Bolsonaro vetou esse dispositivo da LDO, derrubando-o para R$ 2,4 bilhões, mas o Congresso se prepara para retomar o valor original.
* * *
Esse nosso presidente é um cabra destrambelhado mesmo.
Num dá uma dentro.
Num sei pra que vetar uma verba tão importante e arranjar encrenca com nossos dignos parlamentares.
E estamos falando de um dinheiro que nada tem de “pornográfico”, como diz a notícia aí em cima.
Trata-se de um verba que vai ter uma aplicação muito importante.
Em tempos recentes, os presidentes não cometiam tamanho desatino.
Berto ,
“Nem Tudo Se Desfaz”, o novo documentário do cineasta Josias Teófilo, teve pré-estreia na segunda-feira, 20, em São Paulo.
O filme, com duração de 1 hora e 12 minutos, faz uma conexão entre alguns dos episódios mais importantes do país nos últimos anos, traçando um paralelo entre as Jornadas de Junho de 2013, o impeachment de Dilma Rousseff, a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva e a vitória de Jair Bolsonaro nas urnas.
Vale a pena divulgar nessa gazeta da bixiga lixa.
R. Aqui você dá as ordens, meu caro amigo.
É só mandar que a gente publica.
Excelente esta sua sugestão.
Para assistir ao filme enviado pelo nosso estimado colunista fubânico, basta clicar aqui.
Pindorama, 25 de setembro de 466 d.S (depois de Sardinha). Essa semana que passou este caeté velho quase que encantou-se, ou quase foi conversar direto com Tupã, mas consegui afastar a urucubaca com uma boa pajelança e muito remédio de carniceiro (o popular médico na língua umbandista). Mas, mesmo estando igual a cachaço, sendo preparado para o natal – minha vida se resumia a comer e dormir, dormir e comer, além de fazer exames e fisioterapia -, não deixei de acompanhar as notícias da taba, e, confesso, eu acho que peguei o planeta errado, no ponto em que subi. Li e ouvi cada coisa que quero compartilhar a minha visão de caeté velho, aqui ao lado do fogo, enquanto lambo os beiços, esperando o acém do Sardinha ser assado.
A primeira notícia que se me chocou veio no zapzap da minha confraria, o Cabaré do Berto, postado pelo nosso sacrossanto papa e proprietário do dito cabaré, Luiz Berto Filho. A notícia, lá da querida Paraíba dizia que foi sancionada a lei da “Dignidade Menstrual”… What??? Como diria o gringo! Mas que porra é essa? Vamos por parte, caros curumins caetés. A notícia vai além. Segundo o governo daquele estado, agora meninas, mulheres e HOMENS trans poderão ter acesso “de grátis” a absorventes, coletores menstruais e calcinhas absorventes. Confesso que achei ser pabulagem de Berto. Fui conferir, e, não! Não era muganga, não! É verdade. Mas, o que mais me chocou na notícia foi essa história de homens trans menstruarem.
Novamente, meu caro curumim. Calma que o acém ainda não está pronto. Perguntei de mim, para comigo mesmo. Como assim, homens menstruarem? Ainda que um Tupinambá, um Nhambiquara, um Potiguara, ou até mesmo um Goyá possa vir chamar este caeté de retrógrado, obtuso, canhestro, e qualquer outro adjetivo que valha, que eu saiba, dos meus estudos, desde que o primeiro ser humano surgiu neste planeta, ainda balangando em galho de árvore, a menstruação é um fenômeno exclusivo, restrito e único das mulheres. E aí, chegamos à seguinte conclusão: por mais que o politicamente correto tente enfiar goela abaixo da indiaiada nacional de que existem “trocentos” gêneros, um simples fenômeno biológico coloca tudo nos seus devidos lugares. Até que haja alguém capaz de produzir uma panaceia em que homem, aquele que possui o XY no vigésimo terceiro par cromossômico, possa menstruar, até o momento esse será um fenômeno exclusivo das MULHERES. O resto, é só gambiarra politicamente burra.
A segunda notícia absurda veio pelos canais comuns que todo bugre nacional tem: o celular. Nele li a notícia sobre a demissão do GRANDE jornalista Alexandre Garcia da rede CNN – Cable News Network em língua imperialista, para agradar nossos luminares pogreçistas de Pindorama -. Adiante, li, também a justificativa da CNN para a demissão do jornalista. Nela, se dizia que o jornalista foi demitido por estar defendendo um tratamento que não tem “comprovação científica de sua eficácia” no combate à covid-19. Isto porque o jornalista testemunha que ele se utilizou dessa medicação e se curou quando contraiu o vírus. Aliás, acompanho o Alexandre Garcia na sua coluna, e ele sempre disse isso, que, contraiu o vírus, tomou o coquetel com hidroxocloroquina, azitromicina e dois dias depois, nem ranho nas bochechas tinha.
Mas, como em Pindorama tudo aquilo que está ruim pode ficar pior, a CNN, no parágrafo abaixo reitera seu compromisso jornalístico dizendo que é uma rede aberta para todas as “opiniões”, visões e crenças, as mais variadas, e que se pauta pela diversidade pelo respeito à livre manifestação de ideias e pensamentos. Como assim, meu senhor? Esse parágrafo não faz o menor sentido, não tem nenhuma lógica. É o famoso “samba do afrodescendente doido”, para ser politicamente correto. Os analfabetos que escreveram essa insanidade, ou foram alunos da Faculdade Dilma Rousseff de Língua Portuguesa, ou foram alfabetizados pelo método Paulo Freire. Isto porque em um parágrafo dizem respeitar, estar aberto e acatar as mais diversas opiniões, ao mesmo tempo em que demite um profissional que ousou expressar suas opiniões, que, em suma, são divergentes da redação dessa rede de TV.
Aí, meu caro, não dá. Ou é uma coisa, ou outra. Não dá para assobiar e chupar cana, colhendo a dita cuja num limoeiro. Ou é uma rede que aceita o contraditório, ou não é. Ficar jogando essa lorota para cima do público não cola. Não dá! Ou os analfabetos da redação da CNN acreditam que o cidadão brasileiro não sabe juntar B+A? Antes a rede tivesse demitido e ficasse calada. Sairia barato. Quando ela tentou se explicar, esmerdalhou tudo. Foi o famoso fazer o tolete, sentar e esfregar, para ficar bem sujo. Minha mãe dizia… a emenda saiu pior que o soneto.
O terceiro ponto, e esse, eu confesso, me arrepiou os “cuelhos”, foi assistir a uma palestra do ministro do stf – assim mesmo com minúscula, para homenagear o gigantismo dos iluministros daquela corte -, Luiz Roberto Barroso, o popular Lulu Boca de Veludo, como diz Bob Jeff, na Associação Brasileira de Imprensa, a ABI, entidade centenária, gloriosa na luta pela liberdade de opinião e liberdade de imprensa, falando sobre combater as mentiras – fake news na linguagem politicamente correta -, aventando para isso a necessidade do Estado agir para coibir, restringir e eliminar essas notícias falsas.
A barbaridade da fala do ministro associava-se à barbaridade com que os membros da ABI, não somente aprovavam aquela fala, como se colocava no mesmo patamar de ação do iluministro. Meu senhor, o nome disso que o senhor prega e que a ABI concorda é CENSURA! Só isso. Não cabe ao estado esse papel. O brasileiro não é um ininputável, ou mesmo um idiota – no conceito estabelecido pelo Código Civil -. Ele sabe escolher o que quer consumir, ou não. A melhor arma contra as ditas fake news é o controle do cidadão nas suas redes sociais, no seu celular, na sua televisão, ou no seu radinho de pilha. O que passa disso é sanha autoritária de candidato a protoditador.
Uma barbaridade dessas sair da boca de Lulu eu não me admiro. O que me admira é ver a ABI, uma entidade que um dia foi presidida por Barbosa Lima Sobrinho, abaixar as calças e preparar a vaselina para que um ditador qualquer atoche-lhe a trolha do “cale a boca”. Isso não somente me assusta, mas causa-me calafrios ainda que eu esteja à beira da fogueira. Hoje, essa sanha de censura está calando as ovelhas rebeldes. E, o que acontecerá amanha, quando todas as ovelhas rebeldes estiverem caladas? Então saberemos que a entidade que um dia se debateu contra o cala boca oficial, na atualidade está ajudando a construir a masmorra onde ela mesma passará trancada o resto de seus dias.
Em torno de toda essa lambança que li e ouvi, enquanto era paparicado por todo tipo de enfermeiras, algumas com um par de platibandas, que só de olhar revigorava qualquer pingolin já jubilado e em aposentadoria compulsória, fui reparando que, nalgum ponto qualquer da vida, eu peguei o planeta errado em alguma curva senvergonhista. Misturei assunto de dico voador, com casamento e escravidão e olha no que deu. Ah.. espere um minuto. Motorista!!!!! Pare o planeta…. eu quero descer!!!!!