O Globo, 07/dez de 2024 obra de Bolsonaro … usou firma do cunhado de aliado do PL.”
TV GLOBO ACEITA O DESAFIO pic.twitter.com/KjV7DzwuXb
— 🇧🇷 VLOGDOLISBOA (@VlogdoLisboa) December 7, 2024
O Globo, 07/dez de 2024 obra de Bolsonaro … usou firma do cunhado de aliado do PL.”
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— 🇧🇷 VLOGDOLISBOA (@VlogdoLisboa) December 7, 2024
— Karly🇧🇷 (@karenllyandra) December 7, 2024
Leandro Ruschel
É difícil esperar que uma pessoa que não saiba sequer ligar um disjuntor possa entender de economia. Mas a gente sabe que esse tipo de manifestação da militante de redação da Lula News vai muito além da ignorância.
Vale a pena esclarecer, não para ela, que está além da salvação, mas para os desavisados que podem cair na metralhadora de lorotas proferidas.
A economia está crescendo hoje justamente pela injeção de recursos pelo governo. A implementação do socialismo segue sempre esse padrão: num primeiro momento, parece estar dando certo, porque há crescimento e mais gente sai da pobreza, pela distribuição de recursos.
Só que a ressaca está logo ali, virando a esquina, e é exatamente isso que o mercado está enxergando. Eu lembro muito bem quando as políticas redistributivas do chavismo foram tratadas pela esquerda ao redor do mundo como uma espécie de milagre, e como prova da superioridade do socialismo para retirar pessoas da pobreza.
Obviamente, se tratava de uma miragem. No caso venezuelano, a festa durou um pouco mais do que de costume por conta do petróleo em alta, mas acabou com o povo comendo seus animais domésticos para não morrer de fome, sem contar com a ditadura brutal estabelecida. De forma similar, a festa brasileira dos primeiros mandatos de Lula foi esticada pelo fenômeno do crescimento chinês na primeira década do milênio.
Mas, como dizia Thatcher, o socialismo acaba quando acaba o dinheiro dos outros. No caso brasileiro, é ainda pior, porque o dinheiro dos outros já acabou e estamos gastando o dinheiro das próximas gerações, na forma de um endividamento brutal.
Logo, o final desse filme já é conhecido: desvalorização cambial, inflação e recessão. Foi exatamente isso que derrubou a mulher sapiens. Em casos mais extremos, há a destruição completa do mercado em paralelo à instalação de uma ditadura, como aconteceu em países como Cuba, Venezuela e Coréia do Norte, entre outros.
Só que agora o problema brasileiro é muito maior. Primeiro, o Brasil está muito mais endividado do que estava na época da Dilma. Segundo, e mais importante, não há mais liberdade política no Brasil. Assim, quando a recessão produzir uma profunda onda de indignação popular, os inquéritos das fake news e afins estarão abertos e prontos para colocar em cana quem reclamar — em nome da “democracia”, claro.
É por essas e outras que o mercado se antecipa e vende Brasil como se não houvesse amanhã. Como Deus é brasileiro e nos acostumamos a viver na beira do precipício, é possível que um milagre aconteça e o cenário mude.
Mas quem investirá com base na expectativa de um milagre?
MEU DEUS DO CÉU!!!
ASSISTAM E DESISTAM DO BRASIL !!! pic.twitter.com/GkkaomjDM4
— J.H. Fonseca (@JHdaFonseca) December 6, 2024
Um golpe de Estado planejado por 37 pessoas, orçado em 100.000 reais e executado sem o apoio de tropas militares é uma piada. Nem a Intentona Comunista de 1935, que foi um fiasco, dispensou ações armadas. O golpe desvendado pelos sherloques do STF e da Polícia Federal é o único… pic.twitter.com/InpCvMfaM2
— Augusto Nunes (@augustosnunes) December 7, 2024
Meu Amor! Meu Amante! Meu Amigo!
Colhe a hora que passa, hora divina,
Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!
Sinto-me alegre e forte! Sou menina!
Eu tenho, Amor, a cinta esbelta e fina…
Pele doirada de alabastro antigo…
Frágeis mãos de madona florentina…
– Vamos correr e rir por entre o trigo! –
Há rendas de gramíneas pelos montes…
Papoilas rubras nos trigais maduros…
Água azulada a cintilar nas fontes…
E à volta, Amor… tornemos, nas alfombras
Dos caminhos selvagens e escuros,
Num astro só as nossas duas sombras!…

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)
As despesas com viagens do governo do PT ultrapassaram R$ 1,7 bilhão, esta semana.
O valor inclui diárias e passagens pagas a funcionários em viagens, mas não conta gastos de Lula, Janja e os 40 ministros.
* * *
Tá chegando perto de 2 bilhões.
É dinheiro pra cacete.
E isso sem contar o turismo do Descondenado e de sua cuidadora, além das quatro dezenas de ministros.
Tudo às nossas custas.
É de lascar!!!!

Tchau, bando de bestas !!!
Muito boa noite, Berto.
Caro editor, se possível, publique um fato ocorrido comigo, no final de novembro que passou, lá pelas bandas do sertão pernambucano.
Forte abraço!
* * *
O ENIGMA DO DNA POÉTICO DO SERTÃO
Fui a trabalho ao sertão de Pernambuco (região do Pajeú) e, após o cumprimento do dever, já no fim de semana, não pude me furtar ao prazer e a curiosidade de conhecer a região e alguns poetas do lugar, onde pude comprovar, in loco, o poder da criatividade e a inteligência daquela gente.
Convidado para um almoço, no sábado, na casa de um poeta sertanejo, regado a muita comida e bebida, lá pelas tantas, ele puxou uma viola e começou a contar, cantar e dedilhar de forma magistral o seguinte:
“Certa feita, consta que o locutor sugeriu ao poeta Louro Branco, fazer um verso bem bonito, pra uma moça bonita e distinta, que tava na primeira fila da platéia.
A moça percebeu, mas, para sua falta de sorte, ela se mostrou arrogante e boçal.
Ao ouvir a sugestão do locutor do evento, deu um DEDO pro locutor e para o poeta.
Louro Branco, então, se saiu com esse verso, assim, no improviso… na lata:
Eu admiro essa moça
Por ser de família nobre
Na beleza ela tá rica
Na educação, tá pobre
Que moça que dá o dedo
Dá até o que a calcinha cobre
No domingo, chegando ao sitio (em Tabira ou Carnaíba) do poeta popular Vonaldo Pontes, depois dos comes e bebes (haja fartura), fui apresentado ao poeta, como advogado da capital.
Depois de muita cantoria e poesias, pra me provocar, ele me recepcionou com essa maravilha de introdução:
O sujeito mata alguém,
Se torna um psicopata
No dia do julgamento
Vem um doutor de gravata
Pisa no sangue do morto
E dá liberdade a quem mata…
Dizem que, quem bebe das águas do Rio Pajeú, já é batizado com o dom da poesia.