Só ouvi verdades! pic.twitter.com/MCRybIThwT
— Carla Zambelli (@Zambelli2210) December 28, 2024
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Tá cada vez mais difícil pic.twitter.com/bMR7AWTa1c
— Médicos Pela Liberdade (@MedicoLiberdade) December 27, 2024
Os números de desemprego do IBGE, presidido pelo militante petista Marcio Pochmann, geram desconfianças pelas exclusões malandras.
Se fossem incluídos os 37 milhões adultos desempregados do Bolsa Família, a taxa de desemprego seria mais próxima da realidade: 43%.
* * *
Um instituto de estatística presidido por um petralha…
Putz!
Imaginem só a seriedade dos números que são divulgados.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!
Xolinha de tabaca arrombada com os números do IBGE petralha
Açougues começam a oferecer parcelamento na compra de carnes. pic.twitter.com/PuLfhHXT83
— Médicos Pela Liberdade (@MedicoLiberdade) December 27, 2024
Leandro Ruschel
De acordo com o Estadão, Janja mantém uma “equipe informal” que gera custos superiores a R$ 160 mil mensais em salários, sem incluir despesas com viagens e outros encargos.
Não se trata apenas de desperdício de recursos públicos, mas também de possível desvio de finalidade.
Janja não foi eleita para qualquer cargo e tampouco ocupa posição oficial que a autorize a coordenar áreas do Executivo, como a reportagem sugere que esteja fazendo.
Ainda segundo o jornal, os servidores subordinados a ela estão formalmente vinculados à Presidência da República e à Secretaria de Comunicação (Secom). Isso indica que essas pessoas não estão exercendo as funções para as quais foram designadas, configurando uma clara irregularidade.
Esse tipo de prática é inaceitável e remete a comportamentos típicos de republiquetas bananeiras.
🚨🙏🏼 MULHER DESCOBRE TRAIÇÃO DO MARIDO COM IRMÃ DA IGREJA NO RJ.
🚨 A AMANTE CHEGOU A PASSAR O NATAL NA PRÓPRIA CASA DA MULHER TRAÍDA.
📍 CAMPOS – RJ pic.twitter.com/b5AGGorGrZ
— Blitz RJ Oficial (@blitzRJoficial) December 27, 2024
Nos dois primeiros anos do seu terceiro governo, o presidente Lula (PT) voltou a fazer História no quesito gastança.
Após bater recorde absoluto nas despesas do governo com viagens, em 2023, menos de um ano depois, em 2024, assumiu a segunda posição entre os maiores gastadores com viagens da História: R$ 1,78 bilhão.
Esse total não inclui as despesas específicas das viagens e passeios de Lula, Janja, os 40 ministros e outra autoridades que se utilizam dos jatinhos da FAB.
Desse total bilionário, cerca de R$ 263 milhões foram gastos em viagens internacionais dos funcionários do governo Lula.
Em 2023, o governo torrou R$ 2,3 bilhões com viagens, maior valor de todos os tempos; R$ 1,44 bilhão apenas com diárias.
Diárias pagas a funcionários deslocados nas viagens já custaram R$ 1,12 bilhão aos pagadores de impostos.
E o ano ainda não acabou.
* * *
O desgoverno do descondenado é campeão olímpico no setor gastança.
Só tem medalhas de ouro.
Um recorde histórico.
E o contribuinte que prepare as pregas: vai ter mais desperdício e esbanjanjamento ano que vem.
Cantinflas
Mário Moreno, o Cantinflas, famoso ator do cinema mexicano, parecia ter nas veias a comicidade. Não precisava nem falar. Logo ao se apresentar nos telões, com seu inimitável gorro, o bigode dividido ao meio, as calças arriadas até o “traseiro”, além dos inimitáveis trejeitos, não tinha concorrentes. Notabilizou-se.
Seu personagem ficou tão famoso que ele incorporou oficialmente à sua identidade civil, o nome: Cantinflas, que virou sua própria identidade artística – Mário Moreno Cantinflas – cujo nome de batismo era: Fortino Mario Alfonso Moreno Reyes.
No falar, fazia do idioma de sua pátria, o México, uma poderosa forma de conquistar o público. Era imbatível. Sabia harmonizar suas falas de forma que desse ao espectador a imediata sensação de que a história seria pitoresca.
O melhor é que tinha o cuidado de dar a cada filme, a expressão maior de verdadeiras aulas de boa educação moral e cívica. Por isso, também me encantava.
Possuia u’a marca infalível para provocar gargalhadas: se deslocava sobre o próprio eixo do corpo e dava repentinas paradas na ponta dos pés, como se bailarino fosse. Logo nos fazia rir.
Muito cedo começou a trabalhar, como engraxate. Cativava os clientes com seus trejeitos e piadas, deixando a todos, sorridentes. Tentou várias profissões, começando com engraxate, depois, aprendiz de toureiro, motorista de táxi e pugilista. Aproveitou essas experiências para criar histórias hilariantes.
Aos 20 anos, sua vida deu um pinote. Trabalhando no serviço de limpeza de um teatro, em Acapulco, no México, por ser muito simpático e atrair sorrisos, substituiu um apresentador de variedades e foi contratado como ator.
Invertia frases, trocava palavras e abusava do improviso. Conquistou a população hispânica de seu país e foi atraído por Hollywood. Inteligente, levou consigo, para a fama, o escritor e amigo Jaime Salvador, que escreveu seus filmes de maior sucesso.
Nascido em 12 de agosto de 1911, oriundo de família muito pobre, tinha 12 irmãos. Ao começar a receber salário regular, passou a ajudar os pais nas despesas do lar. Foi abençoado e logo ficou famoso como ator cômico.
Com mais de 40 filmes de sucesso, foi residir definitivamente na América, onde fundou sua própria empresa cinematográfica. Em 1956, com A Volta ao Mundo em 80 Dias, marcou definitivamente a carreira internacional, recebendo o Oscar de melhor filme.
Sua carreira se estendeu até 1980. A crítica registrou que entre as décadas de 1940 e 1950 seus melhores filmes, foram: Os Três Mosqueteiros, O Circo, El Supersabio, O Mágico, O Bombeiro Atômico e Se Eu Fosse Deputado.
Em 1957 ganhou o Golden Globe Award. como melhor ator de comédia musical. Fechou os olhos para sempre em 20 de abril de 1993, aos 81 anos, ao retornar à Cidade do México. Como pessoa, só deixou bons exemplos, favorecendo o público de vários continentes, com sua alegria, quenas entrelinhas de percepção dava aulas de vida.
Com sua maneira incomum de fazer graça, introduziu no cinema seu tipo famoso. Bem mereceu ser imortalizado em notáveis museus do mundo. Sua imagem na Middle American Gallery, em 1961, chama a atenção, no catálogo fotográfico do Museu.
Quando fui levado pelo amigo John Clifford Lawrence Jr. e sua esposa, Eliane, a Hollywood, pisei com o maior respeito na “Calçada da Fama”, onde estão simbolizados os grandes nomes da cinematografia internacional.
Segundo a Imprensa americana, Mário Moreno Cantinflas, como comediante, não teve igual na América Latina.
Em cada um dos seus filmes há uma forte recordação de momentos tão deliciosos, vividos, por mim e meus coleguinhas, frequentadores do Cine Eldorado, nos anos 1950. Dos cômicos, aquele mexicano de nome muito comprido – Fortino Mario Alfonso Moreno Reyes – nos fazia chegar à fila da bilheteria uma hora antes, mesmo quando o sol estava a pino.
Lembro-me bem que na “Calçada da Fama”, em Hollywood, ao ver seu nome, fiz uma oração em agradecimento e louvor, ao inimitável Mário Moreno Cantinflas!
Que Deus guarde esse amigo que conheci apenas através dos telões do Cine Eldorado, nas saudosas tardes de domingo, no Recife!
Editorial Gazeta do Povo

Quem acompanhou o pronunciamento oficial de Lula exibido em cadeia nacional na noite de 23 de dezembro pôde comprovar que o presidente realmente está em boa forma. Ao menos quando se trata de enumerar mentiras e tentar a todo custo incutir em seus interlocutores a visão fantasiosa de que o Brasil navega em águas calmas e paradisíacas, e que não há qualquer problema no horizonte. No mundo da imaginação – ou cinismo – do presidente petista, estamos em meio a uma economia que só cresce, uma democracia cada vez mais consolidada e um governo “eficiente”, que “cuida de todos” e governa com base no diálogo e harmonia entre os poderes.
Difícil imaginar que os brasileiros que assistem ao dólar disparar e sentem na pele os efeitos da inaptidão completa do governo federal em manter uma política fiscal séria vão concordar com o otimismo de Lula durante o pronunciamento. O fracasso do pacote de corte de gastos – composto muito mais por marketing do que por medidas para frear a gastança sem fim do governo – foi apenas uma amostra do total descompromisso da administração petista com a economia nacional – e, em consequência, com o bolso dos trabalhadores. Não foi sem motivo que o anúncio do desastroso pacote fez o dólar disparar no mercado – o que, claro, na visão do petismo, aconteceu por qualquer outro motivo, menos a incompetência do governo Lula.
Desde o início do terceiro mandato de Lula, a gastança sem limites foi a norma dentro do governo petista, que sempre empurrou a responsabilidade dos problemas na economia para os outros – Roberto Campos Neto, os empresários, a “Faria Lima”, as fake news. Mais recentemente, até o Google foi interpelado pela Advocacia-Geral da União (AGU) sobre uma suposta “desordem informacional econômica”, depois de divulgar a cotação do dólar a R$ 6,38 no feriado de Natal, dia em que não há operações de câmbio no Brasil. Para o governo, o erro do Google poderia “comprometer a eficácia da política pública federal de estabilização cambial” – como se realmente houvesse uma política séria de estabilização cambial em andamento.
Se a economia ainda caminha, é por conta da insistência do setor produtivo, aquele mesmo que frequentemente é alvo de ataques do presidente petista e seus ministros, e que encontra, desde o início do governo petista, muito mais entraves do que estímulos. Segundo o Índice Firjan de Competitividade Global, no primeiro ano do terceiro mandato de Lula, o Brasil regrediu em termos de eficiência do Estado, infraestrutura e ambiente de negócios. Entre 66 países pesquisados, o Brasil ficou na 46ª posição. No quesito “eficiência do Estado”, que avalia controle da corrupção, qualidade dos serviços públicos, respeito aos contratos e funcionamento do Judiciário, o Brasil é ainda pior, amargando o 52º lugar.
Tão falso como o Brasil estável economicamente graças à administração petista é o “governo para todos” mencionado por Lula durante o pronunciamento. Evocando o Natal e os ensinamentos de Cristo, como “a compaixão, a fraternidade, o respeito e o amor ao próximo”, Lula fez questão de pregar reconciliação: “Que cada um de nós reconheça no outro o seu semelhante. Que o irmão se reconcilie com o irmão. Que as famílias possam celebrar em comunhão”, foram as palavras do petista. Uma mensagem condizente com o espírito natalino, e que certamente poderia render bons frutos se fossem colocadas em prática pelo próprio Lula.
A “reconciliação” petista só existe nos slogans e peças publicitárias. A perseguição desenfreada aos críticos, que inclui o uso da máquina pública para descobrir possíveis opositores, a sanha por controlar o que pode ou não ser dito nas redes sociais, o ódio escancarado contra qualquer um que ousa não compactuar com o petismo, tem sido a regra da administração lulista. Infelizmente, ao contrário do discurso de que “governar é cuidar de todos”, no Brasil sob o petismo parecem existir duas classes de brasileiros: a dos apoiadores e aliados, e todos os demais, a quem nem mesmo as prerrogativas constitucionais são garantidas, como se vê com frequência cada vez mais assustadora.
Se tivesse realmente alguma vontade de trabalhar pela reconciliação do país, Lula poderia ter incluído no indulto presidencial de Natal os condenados pelos atos de vandalismo às sedes dos Três Poderes. Mas, desde o ano passado, quando concedeu o primeiro indulto de Natal de seu terceiro mandato, o governo petista fez questão de proibir expressamente o perdão presidencial aos presos por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Já comentamos neste espaço sobre as inúmeras arbitrariedades nos processos envolvendo os presos do 8 de janeiro, muitos condenados sem individualização das condutas, a penas desproporcionais aos atos que realmente cometeram. A extensão do indulto natalino a essas pessoas seria uma prova de que o governo realmente trabalha pela reconciliação e superação e não pela manutenção do ódio e do divisionismo. Mas, mais uma vez, prevaleceu o ódio e o espírito de vingança petista.
Em meio a tantas inverdades, porém, Lula mencionou pelo menos um fato. No encerramento de seu pronunciamento de três minutos, Lula disse que “estamos colhendo os frutos” da administração petista. Nada mais correto: a ingerência nas contas públicas, a gastança desenfreada, a alta do dólar, a falta de respeito ao Estado Democrático de Direito, o ambiente de divisionismo político são alguns dos frutos amargos do petismo a que os brasileiros são obrigados a desfrutar – e que, se depender de Lula, vão continuar no próximo ano.