Arquivo mensais:outubro 2023
DEU NO JORNAL
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
GLOBOLIXO
DEU NO X
A CAGADA IN ENGLISH
RETWITTEM POR FAVOR, vídeo com legenda inglês!
Lula da Silva, President of the EXTREME LEFT in BRAZIL is always the 1st person who wants to stimulate HATE AND HAS NO RIGHT TO CRITICIZE ANY COUNTRY.
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Lula da Silva, Presidente da EXTREMA ESQUERDA no BRASIL… pic.twitter.com/lICL3YFzqU— Elise Wilshaw (@EliseWilshaw) October 25, 2023
DEU NO JORNAL
LULA MENTE SOBRE ATAQUES EM ESCOLAS E IGNORA SOLUÇÕES BASEADAS EM EVIDÊNCIAS
Deltan Dallagnol

Fachada da Escola Estadual Sapopemba, em São Paulo, onde ocorreu o ataque
Na última segunda-feira (23), o Brasil assistiu horrorizado a mais um ataque violento em escolas, desta vez, na Escola Estadual Sapopemba, em São Paulo. O ataque foi perpetrado por um aluno de 17 anos, que matou uma estudante e deixou outras três feridas. Nossos corações e orações vão para as vítimas e suas famílias, mas a cada novo ataque em escolas, a sensação é sempre de que a violência poderia ter sido evitada.
Imediatamente após o ataque, o presidente Lula politizou o caso, associando os motivos da tragédia ao acesso às armas: “Não podemos normalizar armas acessíveis para jovens na nossa sociedade e tragédias como essa”, disse. Lula está certo ao culpar o acesso a armas de fogo pela tragédia? E se está errado, o que pode ser feito?
Lula está errado. Sua fala é uma manipulação emocional mentirosa, que busca colocar a culpa de todas as mazelas sociais que seu governo não consegue resolver nas costas do governo Jair Bolsonaro, em vez de buscar soluções a partir de políticas públicas que tenham base em evidências e nas melhores experiências.
A mentira de Lula fica nítida ao observarmos os números e dados oficiais sobre o fenômeno. Segundo levantamento do Instituto Sou da Paz, os ataques em escolas acontecem no Brasil desde 2002 – muito antes do governo Bolsonaro, portanto.
Desde 2002 ocorreram 27 ataques no total, sendo que 14 deles foram de agosto de 2022 até a data de hoje. Dentre os 27 ataques, 13 foram com armas de fogo e 11 com armas brancas (como facas de cozinha), o que desmente a afirmação do presidente de que a culpa dos ataques recai no acesso às armas.
Se a razão dos ataques fossem as armas de fogo, Lula deveria culpar também o acesso dos alunos às cozinhas. A forma do ataque – tipo de arma usada – pode impactar sua letalidade, mas certamente não é a causa do problema. Qual seria, então, a principal causa dos ataques em escolas?
Estudos e levantamentos realizados ao longo de anos pelo Serviço Secreto americano e o Departamento de Educação dos Estados Unidos apontam que a maior parte dos ataques (45%) se relacionam com mágoas e conflitos entre estudantes, incluindo, aí, o bullying, razão pela qual 51% dos alunos que realizam ataques têm alvos específicos.
O perfil dos alunos que atacam escolas não é homogêneo, mas 94% deles, ao planejar os ataques, comunicam suas intenções para outras pessoas. Esse dado aponta que as pessoas mais bem posicionadas para antecipar ataques e riscos à segurança são os próprios colegas, o que não exclui o papel dos pais, da família, dos professores e da comunidade em identificar riscos.
Se há uma comunicação prévia, isso significa que os ataques são evitáveis. Como método de prevenção de novos ataques, recomenda-se a criação de um ambiente mais saudável entre os alunos, por meio de campanhas de conscientização anti-bullying e de projetos que desenvolvam virtudes essenciais à vida em sociedade, assim como a promoção de políticas que favoreçam a comunicação de suspeitas por alunos para profissionais das escolas.
As pesquisas e medidas levadas a cabo por anos nos Estados Unidos, país mais afetado por ataques em escolas, tiveram resultados concretos: 67 tentativas de ataques foram impedidos de 2006 a 2018, a partir de um conjunto de práticas que envolve a identificação antecipada da ameaça e intervenção precoce junto ao aluno com base em acolhimento e apoio, evitando-se punições disciplinares.
Dentre as 67 ameaças que foram impedidas, 8 ocorreram em razão da comunicação entre familiares, o que mostra quão crucial é o papel dos pais dos alunos e das famílias em identificar riscos. Os próprios pais que possuem armas em casa precisam ter cuidado redobrado para que seus filhos não tenham acesso às armas.
Os estudos ainda recomendam uma atenção especial com alunos que se interessam de repente por assuntos como nazismo, Hitler, supremacia racial ou violência. Após a identificação de potenciais agressores, deve haver o acolhimento do aluno e o acesso a tratamento psicológico, se necessário.
Outro fator importante na prevenção é a presença de agentes de segurança nas escolas, que não precisam ser necessariamente policiais: em 31% dos 67 casos em que ataques foram impedidos, os agentes de segurança presentes tiveram um papel preponderante.
A experiência americana mostra que há, sim, o que fazer para evitar e diminuir a violência em nossas escolas, mas o governo Lula parece estar sempre na contramão de todas as boas práticas internacionais, desde o combate à corrupção até a segurança pública.
Em vez de fazer um trabalho sério de estudo de casos para identificação de causas e medidas preventivas, que incluem guias de análise de riscos a serem realizadas em cada escola, como ocorre nos Estados Unidos, Lula usa politicamente a tragédia para atacar seu opositor.
Enquanto a bandidolatria, a lacração, a polarização e o identitarismo woke forem as bases sob as quais Lula e seus ministros governam, mais preocupados em atacar adversários do que promover políticas saudáveis de segurança pública, não veremos avanço significativo algum nessa área.
DEU NO JORNAL
O CRIME É ACOITADO POR SUA INSOLÊNCIA
O governador Cláudio Castro (PL) visitou várias autoridades de Brasília, em busca de socorro e parceria para o combate ao crime que atormenta o Rio de Janeiro, mas deveria ter centrado suas cobranças no presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, cuja gaveta acumula, somente na área de segurança pública, 817 leis aprovadas na Câmara dos Deputados desde 1993, mas pendentes de votação dos senadores.
Propostas como o fim de “saidinhas” ou “saidões” e a extinção de medidas que reduzem a permanência de bandidos na cadeia, a título de “progressão de regime”.
Pacheco tampouco permite que os senadores avaliem e votem, por exemplo, o fim da maioridade penal, aprovada na Câmara desde 2015.
Muitos crimes poderiam ter sido evitados com o endurecimento das penas e o restabelecimento do temor dos bandidos à lei e à Justiça.
Cláudio Castro pode ter pregado no deserto, ao cobrar de Lula ações contra o ingresso de armas e drogas nas fronteiras desguarnecidas.
* * *
Nada a comentar.
Nada a declarar sobre este absurdo senatoreiro.
Só quero gritar:
Puta que pariu!!!!!!!!!!!!!
Porra!!!!
Caralho!!!
DEU NO X
NÃO FALOU NOVIDADE ALGUMA
DEU NO JORNAL
O CRIME TOMOU CONTA DO BRASIL
Nikolas Ferreira

35 ônibus queimados em um dia; prejuízo de mais de R$ 35 milhões; comércio, escolas e hospitais fechados e população aterrorizada. Estas foram algumas das situações decorrentes da retaliação de verdadeiros terroristas após a morte de um criminoso durante uma troca de tiros com a Polícia Civil no Rio de Janeiro. Só mais um exemplo de algo que infelizmente já é fato: o crime tomou conta no Brasil.
Enquanto quem deveria combatê-los segue se preocupando em censurar e perseguir opositores políticos, até mesmo a velha mídia já divulga as críticas dos analistas, que pontuaram o que não é tão difícil perceber: o governo Lula não tem o menor planejamento para a segurança pública.
Há pouco tempo, o soldado da ROTA Patrick Bastos Reis foi baleado e morto por um traficante em Guarujá (SP). Em resposta, os ministros do atual governo optaram pelo silêncio, pelo menos até a polícia revidar contra os criminosos. Se tem uma coisa que parece incomodar a esquerda, tanto quanto uma idosa carregando a bíblia em uma manifestação popular, é a morte de bandidos. Não demorou muito para os ataques às ações policiais aparecerem, partindo até mesmo do ministro da Justiça, que deveria ser um dos primeiros a se posicionar contra o crime.
Ao mesmo tempo em que tentavam fazer palanque político em cima do caixão de mais um agente da segurança pública, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostrava a realidade da Bahia, que além de ter seis das dez cidades mais violentas do país, é o estado mais violento do Brasil. O detalhe que chama a atenção é que o estado nordestino é governado pelo PT há 16 anos, fato que impede a tentativa de jogarem o problema para o outro lado, como costumam fazer. Com uma nova onda de crimes, a cidade de Salvador, que eu tive a honra de visitar e ser muito bem recebido em 2022, infelizmente parece estar cada vez mais refém da criminalidade.
Não é difícil perceber que a bandidagem está bem à vontade nesses tempos em que ‘’o amor venceu’’. Da queda recorde no número de assassinatos durante o governo Bolsonaro, regredimos para uma realidade em que voltou a ser comum as facções fazerem abertamente treinamento de guerrilha e assassinarem inocentes a sangue frio, sem ao menos confirmar a identidade dos seus alvos (não que isso justifique).
Claro que isso não ganha o destaque merecido, afinal o alvo principal do progressismo é atacar as instituições responsáveis pela segurança pública e, enquanto a sensação de impunidade aumenta, irão afirmar que o estado é completamente capaz de zelar pela sua proteção, quase como se fosse uma historinha com final feliz, daquelas narradas por quem ama falar mal da polícia, afirmando inclusive que não são gente, mas pede escolta armada na primeira oportunidade que surge.
O mundo paralelo petista é tão grotesco que a justificativa de Flávio Dino para faltar mais uma vez a uma sessão da Comissão de Segurança Pública foi a de que estava sendo ameaçado por parlamentares que andariam armados. O ministro comunista quer mesmo que você acredite que é mais perigoso para sua integridade física aceitar uma convocação da Câmara dos Deputados do que visitar uma comunidade dominada pelo tráfico, como ele fez em março deste ano.
Enquanto as regalias e a falta de punições justas para a criminalidade continuarem, os brasileiros seguirão com a certeza de que aqui o crime não só compensa como pode te levar ao cargo de presidente da nação algum dia. A vontade de alguns em mudar essa realidade esbarra na inércia daqueles que contam com uma segurança reforçada e mal têm contato com a população no dia a dia. A tarefa não é fácil, mas desistir não é uma opção.
DEU NO JORNAL
CALMA: NEM ACABOU O PRIMEIRO ANO
PENINHA - DICA MUSICAL
BANDA CARRAPICHO
DEU NO X


