DEU NO JORNAL

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

UM ASQUEROSO APOIADOR DE TERRORISTAS

Político incapaz de um gesto generoso, como telefonar às famílias dos brasileiros executados, o presidente Lula (PT) sinalizou mais uma vez que deve solidariedade aos terroristas do Hamas e não às vítimas.

* * *

A nota aí de cima começa dizendo que Lula é um político incapaz de um gesto generoso.

Se a gente for somar o tanto de itens nos quais Lula é incapaz, a lista vai ser extensa.

A começar pelo item  “falar a verdade”.

O item “não roubar” é outro de grande destaque.

O fato de não se solidarizar com as famílias dos brasileiros assassinados por terroristas e, mais que isso, apoiar os terroristas, é um fato asqueroso, repugnante, repulsivo.

Tô aqui na fila quilométrica pra mandar você tomar no olho do toba, seu canalha safado!!!

DEU NO JORNAL

DEPOIS DO TRIPÉ, O TRIPLEX

Editorial Gazeta do Povo

O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha

O governo Fernando Henrique Cardoso, no processo de consolidação da estabilização econômica trazida pelo Plano Real, adotou o chamado “tripé macroeconômico”, composto por superávit primário nas contas públicas, metas de inflação que deveriam ser perseguidas, e câmbio flutuante. Essas três ferramentas dariam ao país condições de buscar um crescimento sustentável, sem artificialismos nem voos de galinha; o abandono do tripé, trocado pela “nova matriz econômica” a partir do fim do segundo governo Lula, levou o país ao descontrole fiscal e à maior recessão de sua história, já com Dilma Rousseff na Presidência. Agora, o ministro Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, resolveu lançar um “tríplex” formado por crescimento econômico, controle da inflação e redução do desemprego.

A escolha do termo é bastante peculiar, levando em conta o histórico de Lula com a Operação Lava Jato; intencional ou não, fato é que o “tríplex” de Padilha consiste em objetivos que o governo quer buscar, enquanto o tripé de FHC consistia nas ferramentas para atingir metas que, no fim das contas, são as mesmas do “tríplex”: crescimento com pleno emprego e inflação baixa. E, de certa forma, é exatamente aí que mora o problema. Lula, Padilha, Fernando Haddad e os demais formuladores da política econômica até sabem aonde querem chegar, mas o caminho que traçaram está repleto de dificuldades, e isso por uma escolha própria cujos defeitos os ministros insistem em ignorar, acreditando piamente que basta o Congresso aprovar algumas reformas e projetos de lei para que o sonho se torne realidade.

Reforma tributária, taxação de fundos offshore e fundos exclusivos, retorno do voto de qualidade no Carf – essas continuam a ser as grandes apostas do governo para fechar as contas; meses depois da apresentação do arcabouço fiscal desenhado para substituir o teto de gastos, continuam fora de cogitação quaisquer medidas que ataquem a despesa, eliminando privilégios, redundâncias ou programas ineficientes. Não surpreende que, mesmo diante do discurso otimista de Haddad, para quem o déficit zero em 2024 depende apenas de o Congresso não barrar os planos do governo, haja vozes pessimistas como a da Instituição Fiscal Independente (IFI), vinculada ao Senado, que alerta para uma chance real de desarranjo fiscal num futuro próximo.

Também muito preocupantes são as projeções do Fundo Monetário Internacional para a dívida pública brasileira. O critério do FMI é diferente daquele usado pelo Banco Central, pois inclui na conta os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional que estejam em poder do BC. A edição de outubro do Monitor Fiscal aponta que, em 2023, a dívida pública brasileira corresponderá a 88,08% do PIB, e continuará crescendo ano após ano até chegar a 96,02% em 2028. Isso corresponde a cerca de 20 pontos porcentuais acima da média da dívida das nações emergentes, que compartilham o mesmo perfil do Brasil. É especialmente interessante ressaltar que essas projeções consideram que o país ficará perto de cumprir as metas de resultado primário propostas no arcabouço de Haddad, o que já é uma premissa bastante arriscada nas circunstâncias atuais.

De qualquer maneira, essa evolução na dívida pública projetada pelo FMI mesmo em caso de cumprimento das metas fiscais do arcabouço não surpreende. Afinal, a regra fiscal de Haddad prevê aumento real da despesa independentemente da situação econômica do país, e trabalha com superávits primários – que não incluem os juros da dívida – bastante tímidos em comparação com o que seria necessário para conseguir o superávit nominal, aquele em que o país efetivamente arrecada mais do que gasta, incluindo aí os juros.

Em resumo, por mais belo que seja o desenho na prancheta – quem não quer crescimento com inflação baixa e emprego para todos? –, o tríplex econômico do governo Lula está assentado sobre um alicerce muito frágil, calcado apenas em um aumento de receita sem um esforço correspondente no corte de despesas. As rachaduras não demorarão a aparecer, colocando em risco o edifício todo. E, se ele ruir como ruiu em 2015-16, também graças ao caos fiscal, mais uma vez o país inteiro será castigado e precisará trabalhar muito para reerguer o que a inconsequência dos “engenheiros econômicos” de Lula terá causado.

DEU NO JORNAL

VÃO PAGAR CARO

O contorcionismo ideológico do governo Lula e do PT rebatizou de “movimento” o grupo terrorista Hamas, apesar de haver executado três brasileiros – o gaúcho Ranani Glazer, de 24 anos, e as cariocas Bruna Valeanu, 24, e Karla Stelzer, 42, três dos 260 assassinados porque se divertiam em uma festa rave.

Isso sem contar centenas de adolescentes e idosos, e até crianças, todos fuzilados ou sequestrados.

Covardes, por serem terroristas, perseguiram e mataram apenas civis desarmados.

Políticos e jornalistas sob influência do governo Lula também chamam os terroristas do Hamas de “combatentes” e até mesmo de “soldados”.

No esforço de “passar pano” nos terroristas, até veículos de mídia no Brasil já nem mencionam o começo de tudo: as atrocidades do dia 7.

Omitir as atrocidades do Hamas dez dias depois de cometidas é uma estratégia para escondê-las e retomar o discurso de ódio contra Israel.

* * *

É phoda!!!!

Bando de canalhas cretinos descerebrados esquerdóides.

Vocês vão tudinho tomar no olho do furico, seus porras!!!

Essa turma vai pagar caro quando chegar no reino de Satanás!

Suas bundas vão ferver nos caldeirões dos infernos com um ardor de uma intensidade à altura dos pecados horrendos que cometeram por aqui.

Direção da Caixa joga bancários em caldeirão - Bancários PB

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

O AVARENTO

Após um dia de trabalho intenso e cansativo com muitas corridas com a UBER, o ex traxista João da Silva resolve parar e recolher o carango para descansar e no dia seguinte pegar no batente cedo.

Chega a casa por volta das duas e meia da madrugada. Dá um beijo na mulher que o aguardava acordada. Toma um banho, janta, descansa um pouco em frente à televisão assistindo a um show de Bob Dylan – (Bob Dylan – Across The Borderline) (Live at Farm Aid 1986), de quem é fã incondicional. Cansado, pega no sono no sofá e depois desperta, se levanta e recolhe definitivamente à cama.

Mal se deita, o celular toca. Era um morador da mesma rua o chamando às pressas para socorrer a filha para uma UPA, que estava passando mal, com muita febre e vômito. O “ubeiro” não titumbeou um segundo, disse que sim e, cansado do jeito que estava, vestiu a mesma roupa com que trabalhou o dia inteiro e disse não ter problema. Mandou que o vizinho entrasse no carro às pressas com a filha e a esposa e “cantou” os pinéus.

Quando retornou da UPA com o vizinho e a filha já recuperada do mal-estar e medicada, o dia já havia amanhecido. Cobrou do vizinho apenas o valor da corrida, que ficou no “pindura” para ser pago no final do mês.

Dias depois, o “ubeiro”, precisando de umas vinte máscaras para trabalhar numa empreitada que havia firmado com um hospital para carregar paciente, sabendo que a esposa do vizinho, a quem havia prestado socorro à filha, era enfermeira de hospital e poderia conseguir as antefaces, procurou-o e contou-lhe da necessidade das máscaras. Prontamente o vizinho arranjou, mas quando o “ubeiro” lhe foi agradecer pelo “presente” ofertado, o vizinho “mala” advertiu:

– Não! Não! Não! Não! Não, amigo!

– Você não entendeu! Essas máscaras que eu estou lhe passando, custa um real cada uma! Portanto, como na caixa tem vinte, são vinte paus a caixa! Aqui está a caixa com as vinte máscaras, mas a entrega só será concretizada mediante o pagamento dos vinte “mangos!” Morou??!!!

Até hoje o “ubeiro” João da Silva não compreendeu a atitude tacanha do vizinho, avareza sem tamanho, a quem lhe havia prestado um grande favor meses antes, levando à filha a uma UPA sem cobrar nada em troca.

Bob Dylan – Across The Borderline (Live at Farm Aid 1986)

DEU NO JORNAL

CELSO AMORIM É CONTRA CLASSIFICAÇÃO DO HAMAS COMO TERRORISTA

Leandro Ruschel

Uma vez anão diplomático, para sempre anão diplomático.

Celso Amorim, o definidor na prática da política externa brasileira, defende a posição do governo de não designar o Hamas como grupo terrorista, mesmo depois do extermínio de 1400 civis israelenses, incluindo até mesmo bebês. Alguns foram queimados vivos, outros foram estuprados e levados como reféns, entre outras atrocidades.

A desculpa do pateta, que chegou a escrever o capítulo de um livro simpático ao Hamas, é que o Brasil segue a definição de grupo terrorista dada pela ONU.

Ora, o argumento é ridículo.

A ONU nem tem um órgão específico para designar grupos terroristas, e ainda sofre com a inoperância dada pelo impasse para definir tais grupos em resoluções, que podem ser vetadas por uma das cinco potências.

O Brasil, como país soberano, pode muito bem designar um grupo como terrorista, independente de qualquer posição da ONU.

Para piorar a situação, ele faz uma confissão:

“recebíamos pressão para designar as FARC como grupo terrorista, […] mas veja como agora as FARC tem gente no governo, tem gente no parlamento”.

Os petistas brasileiros, como Amorim, operaram junto aos seus parceiros cubanos no Foro de São Paulo para transformar o grupo terrorista FARC num partido político, mesmo CONTRA votação do povo colombiano, em referendo sobre o tema.

Isso quer dizer que as FARC não traficam mais drogas, sequestram pessoas, e executam adversários? A diferença é que agora eles estão no poder, e tem mais meios de ação, assim como ocorreu na Venezuela, em que outros amigos de Amorim e de Lula exercem uma ditadura brutal, e cometem os mesmos crimes das FARC.

A verdade é uma só: cada vez fica mais claro o alinhamento da esquerda com o que há de pior no mundo, incluindo o terrorismo e o antissemitismo. Não há mais como esconder.

* * *

PT lança nota DESPREZÍVEL sobre ataque de Hamas à Israel

É VERGONHOSA a nota que o PT divulgou em seu site sobre o ataque terrorista aos Israelenses e a reação do país contra o Hamas.

Em primeiro lugar, tentam se afastar do Hamas, afirmando que nunca mantiveram relações formais com o grupo, ocultando as fortíssimas ligações informais, ao ponto de vários figurões do partido terem assinado manifesto em defesa do Hamas, quando o governo britânico definiu o grupo como terrorista.

Perceba que em nenhum momento usam o termo “terrorista” contra o Hamas na nota, além de forçar uma falsa equivalência criminosa entre os bárbaros do Hamas, com o estado israelense, que estaria promovendo um “genocídio” em Gaza. A comparação é absurda. O objetivo do Hamas declarado é o extermínio do povo judeu. Já Israel NUNCA promoveu ataques direcionados a civis, usados pelo Hamas como escudo humano.

Finalizam a nota defendendo o direito dos palestinos a uma vida pacífica, com soberania. Aparentemente, os israelenses não devem contar com esse direito, segundo o PT.

Fica evidente o alinhamento do partido com os interesses do terrorismo fundamentalista islâmico. A condenação protocolar dos “crimes” do Hamas servem apenas como escudo de críticas e nada mais.

PENINHA - DICA MUSICAL