
Hoje é 31 de março.
Terminou o terceiro mês deste ano da graça de 2022.
Quero registrar que o Complexo Midiático Besta Fubana fechou este mês com todas as contas pagas, graças à generosidade dos fubânicos que fizeram suas doações, já que não contamos com qualquer patrocínio público ou privado.
Além de cumprirmos nossa obrigação mensal com a empresa Bartolomeu Silva, que nos dá hospedagem e suporte técnico, também foram pagos os salários da secretária Chupicleide e do faxineiro Bosticler.
O nosso estimado jumento Polodoro teve ração suficiente para se manter firme e forte, relinchando e enfiando a pajaraca nas jumentas que passam o tempo todo assediando o bichinho.
Isso sem falar nos corruptos, que ele enraba sem pena.
Uma serventia muito especial das doações dos fubânicos foi propiciar a compra da pomada Hipoglós, que Chupicleide com muita habilidade passa na tabaca da nossa mascote, a cachorra Xolinha.

A coitada tem a sua xereca permanentemente arrombada. Isso por conta das violações constitucionais diárias praticadas por Xandão e seus comparsas do SPTF.
Um absurdo inominável e de tal monta que é até difícil de acreditar.
Xolinha fica com a tabaca ardendo de tanto patifaria suprema.
Agradeço as doações feitas nesta última semana pelos fubânicos Élvio Martins, Eurico Schwind, Mário R. Campello e Magnovaldo Santos
Vai voltar tudo em dobro pra vocês na forma de paz, saúde, prosperidade e longa vida.
E, pra alegrar e iluminar a nossa tarde de quinta-feira, vamos fechar a postagem com uma gostosa roda de choro.
Boa Tarde Sr Marcelo Bertoluci
Sou Márcio Zabaleta – Tenente Coronel – e sou Diretor da Revista do Clube Militar.
Recebemos um artigo atribuído ao senhor, o qual salvamos com o título O QUE VAI ACONTECER COM A UCRÂNIA, publicado em 9 de março de 2022, no Jornal da Besta Fubana.
Gostaríamos de publicá-lo na Revista do Clube Militar.
O Sr confirma a autoria?
O texto está completo? Podemos colocar este título sugerido?
O site a ser citado na matéria é o do Jornal da Besta Fubana
O Sr nos autoriza a publicá-lo em nossa revista?
Atenciosamente,
R. Sr. Tenente Coronel Márcio Zabaleta, antes de mais nada receba a continência deste Editor, Sargento da reserva do nosso glorioso Exército.
A mensagem acima, enviada aqui para o nosso jornal, já foi devidamente encaminhada para o colunista Marcelo Bertoluci, que certamente atenderá ao vosso pedido.
Saiba que é uma grande honra e uma satisfação enorme termos um texto de um colaborador nosso reproduzido na Revista do Clube Militar.
Disponha sempre.
E que o senhor tenha muito sucesso na direção dessa prestigiosa publicação, a revista do centenário e legendário Clube Militar.
Estimado editor Luiz Berto,
O podcaster Fred Rodrigues, que tem um canal no YouTube, fala da podridão que rolava nos bastidores da Rede Globo Lixo, antes da decadência total.
Para isso ele comenta uma entrevista que a atriz Samara Felippo, que trabalhou na Globo por mais de 15 anos, deu detalhes assustadores de como funcionava o esquema de abusos sexuais dos poderosos contra atores e atrizes novatos na emissora.
Algo que já havia sido denunciado por vários outros ex-funcionários da empresa. Em entrevista ao podcast Mais que 8 Minutos com Rafinha Bastos, Samara relatou que várias de suas colegas não conseguiram papel nas novelas pois se recusaram a dormir com o diretor. Ela ainda relata outras situações como toques e conversas inapropriadas!
Fica cada vez mais fácil entender porque a programação da Globo Lixo é tão nociva aos brasileiros. Com bastidores assim, não poderia ser diferente.
Essa é a emissora que quer nos ditar regras, dizendo como viver nossas vidas, como votar e como educar nossos filhos?
Faça sua parte e ajude a restabelecer a decência.
Jones Rossi

No último sábado, (26/03), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que já tentou transformar o Brasil em uma Albânia, completou 100 anos. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na comemoração do centenário, e sua presença não causaria maior alarde se não fosse um detalhe compartilhado nas redes sociais: uma foto do braço de Lula ostentando um relógio Piaget com valor estimado em R$ 80 mil.
Em conversa com deputados do PSOL (outro partido apêndice do PT) nesta quarta-feira (30), Lula justificou o uso do relógio daquele jeito típico dele, misturando papo de boteco e falsa humildade. “O Stuckert [fotógrafo de Lula desde o período em que foi presidente] quer que eu sempre tire foto dos quatro dedos e ninguém presta atenção no meu relógio, só nos quatro dedos, agora prestaram atenção em outra coisa”, afirmou, acrescentando que “disseram que vale R$ 100 mil. Ótimo, já paga metade da campanha”. Só para registro, em sua última campanha presidencial, em 2006, foram gastos R$ 90 milhões, o equivalente a 1.125 relógios iguais ao que usou no sábado.
A história do Partido dos Trabalhadores com relógios é longa. Ministro da Casa Civil durante o primeiro mandato de Lula, de 2003 a 2005, José Dirceu era paparicado em Brasília com vários mimos quando era o homem mais poderoso e influente do Brasil. Um desses presentes foi um Rolex dado pelo então presidente do PTB (partido que na época se tornou aliado do PT graças ao Mensalão), José Carlos Martinez (1948-2003).
Como conta o jornalista Otávio Cabral no livro “Dirceu”, biografia lançada em 2013 pela Editora Record, o ministro “quis ficar com o presente, mas foi avisado por assessores de que o código de ética proibia mimos de valor elevado. Resolveu, então, doá-lo ao Fome Zero, programa que era a principal peça de marketing do início do governo. Meses depois, a decepção. A Caixa, que leiloaria o relógio, descobrira que era uma falsificação: ‘Martinez, te enganaram. O Rolex que você me deu de presente é falso’ — avisou por telefone, ao receber a notícia.”
Big Brother Brasil
A história se espalhou por Brasília e, em 2004, um ministro bastante agradecido pelo cargo que ganhou graças à insistência de Dirceu junto a Lula queria retribuir o favor com um presente à altura. Até pensou em repetir o presente de Martinez, mas desistiu ao lembrar do episódio do relógio falsificado. É bom lembrar que em Brasília morava a famosa “promotora de eventos” Jeany Mary Corner, que ficou conhecida como pivô da queda de outro poderoso ministro de Lula, Antônio Palocci. Ela organizava festas com garotas de programa de luxo para políticos da capital, e foi presa em 2013 acusada de vários crimes, inclusive lavagem de dinheiro. Foi nesse ambiente que surgiu a ideia do presente “perfeito”, vinda de um assessor do ministro: “Conheço uma moça em São Paulo que agencia as melhores mulheres do Brasil. Coisa de primeira, tem até Miss Brasil e atriz da Globo”, conforme conta Cabral em seu livro.
O ministro ligou para a cafetina e recebeu como resposta que havia uma participante do reality show Big Brother Brasil que havia posado nua para uma revista. Preço por uma noite: R$ 30 mil. Como o ministro interessado em presentear Dirceu era rico, além dos R$ 30 mil não serem um problema, ele enviou a modelo em um jatinho particular para Brasília, onde ficaria hospedada na suíte presidencial de um hotel de luxo. O ministro telefonou para Dirceu e passou as instruções. “Seu presente chegou. Está na suíte presidencial do Hotel Naoum. É só chegar lá e bater na porta.”
De acordo com o relato de Cabral em seu livro, “Dirceu seguiu as instruções e encontrou a inesquecível lembrança deitada na cama. Passaria as duas horas seguintes na suíte. Na saída, enquanto esperava seu motorista, telefonou ao ministro para agradecer: ‘Cara, você é maluco! Que presente foi esse? Foi a melhor coisa que eu ganhei na minha vida!’”.
Por que relembrar essa história agora? Em Brasília, presentes de vulto são uma forma de demonstrar apreço por quem está no poder. Lula quis dar a entender aos parlamentares do PSOL que o relógio de R$ 80 mil era apenas um entre vários que recebeu enquanto esteve na presidência, algo quase sem importância. A história por trás do Rolex falsificado de José Dirceu, 18 anos anos atrás, mostra que nem sempre um relógio é apenas um relógio.