CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO X

CAMPEÃO DE POPULARIDADE: VAI REGANHAR!

* * *

É por isso que o descondenado vive sendo abraçado pelo povão nas ruas, nas motociatas, nos becos, nos botecos, nas bicicleatas, nas esquinas, nas carreatas, nas praias e em tudo quanto é canto pra onde ele vai.

É popularíssimo!!!

Primeiro lugar na benquerença da população brasileira, conforme atesta essa pesquisa aí de cima, um trabalho de altíssima confiabilidade.

Lapa de Popular é um primeiro bem longe do segundo.

Adonde passa, ele é abraçado e aplaudido delirantemente.

Esta semana vou publicar fotos dele nos braços do populacho, carregado nos ombros da turba.

Pra facilitar o trabalho da Editoria desta gazeta escrota, peço aos nossos leitores que nos mandem as últimas de fotos de Lapa de Honesto misturado com o povão.

Bastam apenas fotos destes 13 (êpa!) primeiros dias do mês de março.

Tenho certeza que vai chover foto aqui na caixa de mensagem.

Fico no aguardo e agradeço antecipadamente a boa vontade de todos vocês.

WELLINGTON VICENTE - GLOSAS AO VENTO

NO DIA DA MULHER

Desenho de Perazo Castilho

As mulheres são as divas
Que nos dão inspiração!
Ao criar o Paraíso
Deus que fez tudo do nada
Não deu a Eva uma espada
Mas a dotou de um sorriso.
Adão se apaixonou
Foi aí que começou
O mister da Criação
E as formas evolutivas.
As mulheres são as divas
Que nos dão inspiração!

Nossas mães são as primeiras
A caminharem com a gente,
Em época subsequente,
As futuras companheiras.
A cada passo que damos
Com elas, sei que estamos
Corretos na direção
De mais expectativas.
As mulheres são as divas
Que nos dão inspiração!

Conselheiras exemplares
Dos filhos e dos maridos,
São os anjos escolhidos
À proteção dos seus pares.
Sempre antevendo o perigo,
Sem medo de erro, digo
Que é pela intuição
Nos alertam das derivas.
As mulheres são as divas
Que nos dão inspiração!

DEU NO JORNAL

COITADO DO CHILE…

A multidão reunida em Santiago, para a posse do novo presidente Gabriel Boric, de extrema esquerda, exibiu muitas bandeiras de partidos, movimentos sociais etc.

Viam-se poucas bandeiras do Chile.

* * *

Pelo menos tinha bandeiras do Chile.

Poucas, mas tinha.

Quando li esta notícia, eu se alembrei-se-me dos ajuntamentos mortadeleiros promovidos pelas zisquerdas aqui no Brasil.

Vê-se de tudo quando é bandeira.

Menos bandeira do Brasil, aquele querido símbolo da nossa pátria.

E para quem ainda não conhece, aqui vai uma foto com o lindo fucinho do novo presidente chileno.

Vejam que coisinha mais graciosa:

Gabriel Boric, presidente do Chile

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

A ÚLTIMA CHANCE

1

Sempre gostei de “suspense”. Li não sei quantos livros de Agatha Christie, e fiz do detetive Hércule Poirot um dos meus ídolos em quase todos os romances da escritora. Por gostar da forma como ele investiga as ações e as suspeições, sem correr riscos e sem desconfiar de ninguém, mas, suspeitando de todos ao mesmo tempo. Claro que o mérito é da criação da Agatha.

Nos anos 60/70 eu trocava qualquer ocupação para ver um filme de Alfred Hitchcock – para mim, o mestre do suspense. Vi várias vezes o filme “Cortina Rasgada”, dirigido pelo Hitchcock, e pouco me importo se alguns especialistas tecem críticas à fita. À mim, me bastava o suspense que provocava.

A cena da fuga num ônibus eu acho genial, pelo suspense que causa a cada momento que o veículo se aproxima de “uma barreira policial”.

Protagonistas do filme Cortina Rasgada

2

Um jogo de futebol entre dois clubes considerados grandes (da elite), foi realizado numa tarde de domingo. Digamos, um Fluminense x Flamengo. Apelidado popularmente de Fla x Flu.

Durante uma semana inteira, os dois elencos treinaram em preparativos finais para a programada decisão da tarde dominical. Lances de real perigo para ambos os lados, mas a má pontaria dos jogadores na hora das conclusões em gol, nunca tiveram êxito. O jogo terminou sem gols. 0 a 0.

A decisão vai acontecer na tarde do próximo domingo, podendo acontecer até depois da cobranças de cinco penalidades máximas para cada equipe, caso o jogo termine sem vencedor no tempo normal.

Os elencos folgaram na segunda-feira. Se reapresentaram na manhã da terça-feira, para o reinício dos treinamentos com vistas à decisão. Treinos em dois expedientes. Repetem na quarta-feira, novamente em dois períodos. Na quinta-feira, apenas no período da tarde e, na sexta-feira, novamente em dois períodos, sendo que, na parte da tarde, o “treino apronto” para o jogo da tarde de domingo.

Concentração em hotéis de luxo a partir da noite de sexta-feira e descanso total durante o dia de sábado. Na manhã de domingo, após o café da manhã, a preleção do Técnico e a preparação psicológica. Revisão médica. Todos estão aptos para entrar em campo em busca do resultado que lhes garanta a vitória e o título. Mais uma chance para o título – que pode ser a “última chance” para alguns veteranos que já pensam em aposentadoria.

Lances de perigo para as duas defesas. Ninguém marca gol, graças aos bons desempenhos dos goleiros. Tempo normal esgotado. Mais 30 minutos de prorrogação. Mais 3 minutos de acréscimo. O placar não é movimentado e a decisão será através da cobrança de penalidades máximas. Cinco cobranças para cada time.

O time de uniforme branco converteu quatro cobranças e desperdiçou uma. O time de uniforme vermelho desperdiçou a primeira cobrança e o capitão vai cobrar a quinta e última penalidade. Se converter, garante o empate e a continuação das cobranças.

Jogador se prepara para cobrar a quinta penalidade

Tudo pronto. Estádio em silêncio e os torcedores do time de vermelho, contritos, rogam à Deus pelo acerto do batedor. É a última chance depois de dois jogos difíceis, muito disputados e duas semanas de treinamentos intensivos.

O árbitro autoriza a cobrança. O goleiro adversário “catimba” e se movimenta de um lado para outro. O capitão toma distância. Parte para a bola e desfere um verdadeiro petardo. A bola vai de encontro ao travessão vertical e se oferece para a defesa do goleiro. Era a última chance. Foi desperdiçada e o título fica para o time de uniforme branco.

Às vezes, aquela que parece ser apenas a primeira chance, poderá ter sido a última. A tensão vivida durante as duas semanas de preparativos não poderia ter sido desconsiderada.

Era aquela a última chance.

3

A tensão se torna cada vez maior. A deflagração da guerra pode acontecer a qualquer minuto, até com um sorriso. Desde que seja entendido como irônico.

Os homens nunca se entendem, por um único motivo. Eles decidem pela guerra, mas não vão ao “front” nem pegam em armas. São medrosos e muito inteligentes para isso – decidem a guerra mas não guerreiam.

As embaixadas representativas recebem orientação para que todos os cidadãos civis que vivem na cidade motivo da “briga” deixem tudo que lhe pertence por conquista e saiam dali sem demora. A tensão cresce mais ainda. A Embaixada não tem condições de atender a todos. Não há transporte aéreo. Foi tudo embargado pela possibilidade de bombardeio aéreo. Melhor não arriscar.

Naquele dia, só o transporte ferroviário será possível. O comboio único tem saída marcada para as 13 horas. Seis vagões e pelo menos 30 mil fugitivos que, em poucos minutos serão refugiados – vão para outra cidade, provavelmente onde será possível embarcar em voo aéreo.

Como transportar 30 mil fugitivos em seis vagões?

Trem descarrilhado no transporte de fugitivos

Para muitos entre os 30 mil, aquela será a “última chance”. Não há como correr o risco de desperdiçá-la. Todos se dirigem à gare e a algazarra entre mulheres e crianças é muito grande.

O trem está chegando. Empurrões. Pisoteamento. Choro de crianças e lamento de idosos. As portas dos vagões se abrem e, por onde entram apenas duas pessoas, duzentos lutam para entrar. Alguns esquecem que conduzem crianças e, quando lembram, voltam para apanhá-las. Em fração de segundos os vagões estão superlotados.

Ninguém quer perder aquela que pode ser a “última chance”.

O trem dá sinal de partida. Não há tempo a perder, pois a viagem até a fronteira será longa e perigosa por conta da possibilidade de bombas.

As portas se fecham e, com certeza, dos mais de 30 mil que se aglomeravam, pouco mais de 3 mil conseguiram embarcar, aproveitando aquela que, com certeza será a última chance de sair daquele inferno.

A noite chega. Tudo escuro e a via férrea iluminada apenas pelo farol do trem. A linha férrea fora atingida por uma bomba e o comboio com seis vagões sofre um pavoroso acidente. Incontáveis os óbitos.

Seria aquela fuga, a “última chance”?

JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

AS BRASILEIRAS: Leolinda Daltro

Leolinda Figueiredo Daltro nasceu em Salvador, BA, em 14/7/1859. Professora, escritora, política, indigenista, pioneira na luta pela emancipação das mulheres com direito ao voto e pioneira no reconhecimento do indígena como elemento constituinte da nação e sua integração na sociedade. Atuou na fundação do PRF-Partido Republicano Feminista e batalhou por um sistema de alfabetização laica dirigido aos índios. Era uma “antropóloga amadora”.

Casou-se ainda jovem, teve 2 filhos, mas logo separou-se do marido e pasou a estudar a fim se tornar professora. Aos 24 anos, casou-se de novo, teve mais 3 filhos e mudou-se para o Rio de Janeiro. Pouco depois separou-se de novo ou ficou viúva, não se sabe ao certo. Porém, sabe-se que criou os filhos sozinha na condição de professora. No Rio, tornou-se próxima de Quintino Bocaiúva e amiga pessoal de Orsina da Fonseca, esposa do presidente Hermes da Fonseca.

Como professora, passou a se interessar pelos índios e defendia sua incorporação à sociedade através da alfabetização laica. Em 1896 iniciou um ambicioso projeto de percorrer o País levando suas ideias. Deixou os filhos com parentes e partiu em direção à São Paulo, onde encontrou, inclusive apoio financeiro, da elite paulista: a família Prado. Prosseguiu viagem até o Triângulo Mineiro e seguiu para os sertões de Goiás, chegando até o Maranhão e Pará. Em 1902, procurou o Instituto Histórico Brasileiro, de Goiás, para propor a criação de uma associação civil de amparo aos indígenas, mas foi impedida de participar da reunião sob a alegação de que era mulher.

De volta ao Rio de Janeiro, fundou o Grêmio Patriótico Leolinda Daltro, para defender a catequisação dos índios sem a interferência da Igreja. Com esta “bandeira”, passou a participar cde movimentos cívicos, ganhou notoriedade na imprensa e o tema dividia a opinião pública. Nessa época foi muito criticada e rdicularizada com suas ideias referentes à educação indígena. De qualquer modo, o Governo criou o Serviço de Proteção ao Índio-SPI, em 1910, mas ela não foi convidada para a cerimônia de fundação. Mesmo assim, ela comemorou esta pequena vitória no cuidado com os índios.

A partir daí passou a lutar pela conquista do direito ao voto da mulher e requereu seu alistamento eleitoral. Coma a recusa do pedido, fundou em 1910 o Partido Republicano Feminino para integrar as mulheres no movimento sufragista. Para isso contou com a participação da poeta Gilka Machado e colaboração de sua amiga, a primeira dama Orsina da Fonseca. Lembremos que o movimento sufragista das mulheres só tomou corpo 12 anos depois com Bertha Lutz e a criação da FBPF-Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, e que o direito ao voto das mulheres (alfabetizadas e assalariadas) deu-se apenas em 1932, com o governo Vargas, e que o direito ao voto de todas as pessoas alfabetizadas e maiores de 18 anos, deu-se apenas em 1946.

Com sua experiência de professora, assumiu a direção da “Escola de Ciências, Artes e Profissões Orsina da Fonseca” e passou a atuar junto com as amigas Gilka e Orsina em defesa da igualdade entre os sexos, contando com apoio de alguns intelectuais, entre estes o famoso jornalista Carlos de Laet. Em 1919, lançou-se candidata à Intendência Municipal (atual prefeito) numa campanha simbólica argumentando: “Como mulher que sou, com um sentido superior de altruísmo, tenho me preocupado com a necessidade de minorar o sofrimento humano e de se atingir uma melhor distribuição da Justiça.” No ano seguinte registrou suas andanças pelos sertões e experiências com os índios e publicou o livro Da catequese dos índios do Brasil (notícias e documentos para a história) 1896-1911 pela tipografia da Escola Orsina da Fonseca. Em 1911, João do Rio publicou uma crônica citando sua coragem: “O Brazil é dos índios. E tanto o Brazil é dos índios, que, ao pensar em symbolizar o Brazil, logo os desenhistas pintam um jovem índio de casaca, claque alto e tanga emplumada… Como nunca tive a coragem civilisadora da professora Daltro, só consigo aproximar-me dos authenticos proprietários deste paiz quando por cá aparece alguma caravana de sujeitos de nariz esborrachado, a pedir ao Papae Grande instrumentos agrários. Essas caravanas são conduzidas por jesuítas dedicados”.

Mais tarde ela declarou que estava feliz e que podia morrer vitoriosa na luta pela emancipação política da mulher pelo fato de alcançarem o direito ao voto em 1932. Com mais de 70 anos, ainda participou da luta feminista na década de 1930, integrando a “Aliança Nacional de Mulheres” e veio a falecer num acidente de automóvel em 4/5/1935. A revista “Mulher”, da FBPF noticiou que “teve ela que lutar contra a pior das armas de que se serviam os adversários da mulher: o ridículo. Talvez isto a houvesse magoado profundamente tanto que se afastou das lides feministas. Mas a sua obra patriótica não parou aí: dedicou-se à obra da alfabetização no meio desses milhões de analfabetos, nela consumindo a sua velhice”.

Em junho de 1935, a revista “Ilustração Brasileira” também publicou seu necrológio. A lembrança de seu legado e a merecida honra que lhe foi atribuída muito mais tarde, em 2003, quando a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou a Resolução nº 233, instituindo o “Diploma Mulher Cidadã Leolinda de Figueiredo Daltro”, outorgado todo ano a 10 mulheres por seu destaque na vida pública e na defesa dos direitos femininos. Procurei alguma biografia sua na Internet e não encontrei. Achei apenas alguns estudos acadêmicos, dissertações e teses sobre sua vida e legado e outros verbetes que me ajudaram a compor esta síntese biográfica. Infelizmente ainda não despertou o interesse das feministas ou historiadores numa biografia mais completa.

DEU NO X

DEU NO X

FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES - SEM OXENTES NEM MAIS OU MENOS

PAPOS ELETRÔNICOS

Dias atrás, numa reunião de amigos comprometidos com uma prática política pra lá de bem regada a discussões fraternalmente acaloradas, buscava-se analisar os comportamentos de líderes e agremiações partidários diante de algumas configurações sugeridas para as próximas eleições deste ano.

De saída, foram relegados os disse-me-disses dos xexelentos, os posicionamentos dos asneirentos, os que menosprezam os talentos múltiplos locais e os miolos-de-fossa – muito enxerimento e pouca bimba – que anseiam por aparecer nos canais sociais, ainda que apenas postando um embornal de bosteiras (besteiras fétidas).

Os assuntos foram democraticamente expostos, na razão direta da densidade que os temas exigiam, em nada favorecendo descarrilamentos e desmotivações, sim um mínimo que se podia buscar numa consciência crítico-política. Que sempre está a necessitar de consistentes reoxigenações epistemológicas, criativamente cativadoras, para bem diferenciar amizade e aliança, afinidade ideacional e postura sobrevivencial, caminhada histórica e saudosismo ingênuo, alianças e adesismos autofágicos, respeito midiático e nhe-nhe-nhém tou aqui. Nem tampouco Mamãe Falei!, expressão usada por um deputado idiotizado paulista, travestido de polítibosta (político bosta)!!

Opinião unânime dos nove batepapeiros: é chegada a hora de se apostar na ampliação da cidadania brasileira, sem afobações puxasaquísticas nem os apedrejamentos dos que em tudo vêm desvios, tripúdios e cavilações, tudo virando satanização no vocabulário corrente.

Segundo opinião também geral, uma grande parte dos políticos brasileiros parece apreender os nossos principais problemas, mas não sabe como reagir. E terminam eles por optar pelas partidas-paradas, aquelas iniciativas que permanecem, concluídas as etapas finais, no mesmo ponto de antes de se começar.

Os resultados eleitorais dos últimos pleitos exigem a elevação da qualificação concorrencial de todos, favorecendo parcerias múltiplas e multifacetárias, tudo devidamente administrado por habilidades mentais que rejeitem ingenuidades, preconceitos, sectarismos e incapacidades de enxergar amanhãs mais socialmente responsáveis, beneficiando os excluídos de um mínimo de vida decente.

Os desafios não são intransponíveis, desde que abandonadas os mesmismos e as arapucas de sempre. No quatriênio político que se iniciará em janeiro 2023, equilíbrio emocional será a chave-mestra para se combater o detalhismo-futrica, posto que somente se chegará às soluções atentando-se para o fundamental.

Incrementar papos com não oportunistas, ainda que de opiniões diferenciadas, eis ainda um grande mote revivificador. Admirar os de pensamentos nunca nostálgicos, criadores de sadias atmosferas, abjurar ser dono da verdade e cultivar salutares ultrapassagens para superação de situações conflituosas faz um bem porreta para a saúde democrática do país.

O instante está a exigir novas iniciativas empreendedoras, onde o binômio competência política x criatividade solidária deve estar substancialmente vinculado a um comprometimento com o social edificado a partir de um planejamento governamental convincente de longo prazo. Ações capazes de fomentar um novo surto de desenvolvimento, mais social que apenas econômico, pois a solução dos cruciantes problemas brasileiros não surgirá do acaso, nem advirá de caminhos trilhados por pessimismos viróticos, tampouco triunfalismos liberais ingênuos.

À sociedade brasileira pensante como um todo caberá a intensificação racional do diálogo, da reflexão multiplicadora, das convergências compartilhadas, da compreensão maior dos derredores locais/regionais e da exaltação à paciência diante dos obstáculos aparentemente insolúveis. Num continuado estímulo para o reconhecimento dos erros e dos acertos, reanimando os omissos, superando despreparos, envolvendo todos num salutar processo de participação comunitária integrada.

A nação espera que os politicamente lúcidos exerçam serenamente os seus papéis conscientizadores, fazendo história sem sectarismos nem cavilosidades. Tampouco travestidos de diana de pastoril ou moleque de recado.

PENINHA - DICA MUSICAL