

Os supremos togados irão consultar Chacrinha antes de decidir
Aline vive futucando e pesquisando de tudo neste mundo fantástico chamado Internet.
Uma atividade que ela exerce com grande competência e meticulosidade.
Me dá uma ajuda danada quando preciso catar uma informação pra embasar alguma postagem nesta gazeta escrota.
Pois de vez em quando, ela vai atrás das coisas que são publicadas sobre este marido que ela tanto adora, e também sobre os seus livros.
No começo deste mês de março, ela descobriu um certo Calendar of Literary Facts, publicado lá nos zisteites.
Um negócio minucioso e bem detalhado, como costumam ser as coisas daquele povo quando se trata de literatura.
Vejam só o que está escrito na capa:

Pois botaram lá neste tal de Calendar, no item Nascimentos de 1945, que eu atravessei a porteira do mundo neste ano ímpar.
Quando, na verdade, Quiterinha me pariu em 1946.
Um ano par e cuja dezena, 46, é uma marca que me protege e me guia, me dando força e inspiração.
Além, evidentemente, da grande beleza que é a marca registrada no meu fucinho!!!
É nessa dezena que costumo fazer minhas apostas no jogo do bicho.
Até no Exército, quando incorporei, me deram o número 246.
Que é também o final da placa do meu carro!!!
Este número é parte integrante do meu viver.
Vejam só o erro que saiu lá na publicação dos galêgos:

Ou seja, me envelheceram um ano. Me botaram como tendo nascido em 1945.
É de lascar!
Fiquei completamente emputiferado.
Eu querendo diminuir a idade, ficar mais mocinho, e esses editores lá dos Zistados Zunidos me envelhecendo.
Vou escrever pra lá fazendo um veemente protesto e avisando que vou processá-los por calúnia e difamação, exigindo uma gorda indenização.
Vão se lascar, seus tabacudos.
Eu sou novinho, novinho!!!


* * *
Eu tinha acabado de chegar em casa com Aline quando abri o computador pra ler os fuxicos e fofocas do dia.
Aí me deparei com essa postagem aí de cima no Twitter, feita pelo imbroxável Bozó.
E o que é que eu fui fazer na rua com Aline?
Fomos a um cartório, providenciar uma cópia de certidão do nosso apartamento, para fins de declaração do imposto de renda.
Depois de tudo resolvido, a moça que nos atendeu falou o valor que tínhamos de pagar e nos deu um boleto, impresso na hora.
E ali mesmo, dentro do cartório e usando o celular, Aline fotografou QR Code do boleto e providenciou o pagamento pelo PIX. Via celular.
Sem taxas e sem mais nada. Só mesmo o valor do boleto.
E o pagamento foi automaticamente debitado na nossa conta corrente.
Dali mesmo do celular, Aline enviou pro cartório cópia do comprovante de pagamento.
Enviou para o e-mail que a moça que nos atendia informou qual era.
A funcionária do cartório recebeu o e-mail na mesma hora e ficou tudo resolvido.
Saímos com a certidão e viemos pra casa.
Só isso. Podes crer.
Comentário sobre a postagem CAMPEÃO DE POPULARIDADE: VAI REGANHAR!
Beni Tavares:
Sempre houve feiquiniu
Mas, no meu tempo saudoso
Tinha um nome diferente
Era “história de trancoso”
Tanto antes como agora
Por esse mundão afora
Tá cheio de mentiroso.
A explícita apologia ao abuso sexual infantil protagonizada pelo Fábio Porchat no filme em cartaz na Netflix é uma afronta às famílias e às nossas crianças.
Utilizar a pedofilia como forma de “humor” é repugnante! Asqueroso! pic.twitter.com/rcHSYPsqKO— MarioFrias (@mfriasoficial) March 13, 2022