Hermeto Pascoal, Arapiraca-AL, (22 /Jun/1936) – (13 /Set/2025) – 89 ANOS
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Dois ” bruxos ” dos sons.
Hermeto Pascoal e Dominguinhos
Paulo Briguet

O ódio retratado em “1984” tornou-se realidade: a esquerda festeja a morte de Charlie Kirk e confirma seu plano de censura e totalitarismo
Na genial distopia 1984, George Orwell descreve os Dois Minutos de Ódio, um ritual coletivo diário do qual os cidadãos de um país socialista são obrigados a participar: “Um êxtase horrendo de medo e vingança, um desejo de matar, de torturar, de esmagar rostos com um martelo parecia percorrer todo o grupo de pessoas como uma corrente elétrica, transformando cada um, mesmo contra a vontade, num lunático carrancudo a berrar.”
Alguém já disse que tudo acontece primeiro na literatura para depois acontecer na realidade. Confirmando essa tese, o trecho de Orwell que acabei de citar representa com perfeição a atitude do militante esquerdista moderno. Tivemos uma clara demonstração de tal comportamento mimético após o assassinato do influenciador conservador Charlie Kirk, na última quarta-feira.
As manifestações de êxtase e júbilo pela morte de Kirk, um brilhante debatedor de apenas 31 anos, foram vistas por toda parte. Nos Estados Unidos e no Brasil, militantes e mídias de esquerda celebraram a morte de Charlie Kirk — sem compaixão, sem vergonha. Para eles, esse é o destino merecido de todo cristão ou judeu conservador.
Ao longo das últimas décadas, a esquerda transformou os Dois Minutos de Ódio em um espetáculo permanente, que envenenou todo o tecido social. O ódio tomou conta da mídia, da cultura, do sistema de ensino, das instituições e, principalmente, da alma dos jovens. O único lugar em que o ódio esquerdista não consegue exercer domínio completo é a internet — e justamente por isso a esquerda quer censurar e eliminar os canais livres que ainda restam.
Todo esquerdista, se pudesse, assassinaria o oponente caso tivesse meios de ação e garantia de impunidade. Mas o militante sabe que esses meios e essa garantia, em algum momento, lhe serão oferecidos por regimes totalitários.
O que está sendo preparado pelo movimento revolucionário é um grande genocídio — uma matança que fará o assassinato de 150 milhões de vítimas do comunismo no último século parecer brincadeira. A morte de Charlie Kirk é um dos sinais desse grande colapso civilizacional.
Charlie Kirk morreu por exercer o seu direito de falar livremente. Na sociedade descrita por Orwell em 1984, o maior crime de todos é o crime de pensamento (em novilíngua, crimepensar). Em todas as sociedades comandadas pelo movimento revolucionário, como é o caso do Brasil, o simples fato de dizer alguma coisa (ou seja, expressar um pensamento) pode levar uma pessoa à prisão, à tortura e à morte.
Kirk é um mártir da liberdade, um jovem Sócrates do nosso tempo. Considero extremamente relevante o fato de que ele foi assassinado em uma universidade. Em todo o mundo, as universidades, que deveriam ser instituições dedicadas à produção de conhecimento e ao livre debate, foram transformadas em templos do ódio e do pensamento totalitário (aquele que impede a dialética, no sentido socrático).
O domínio da esquerda sobre as universidades é um fenômeno mundial — como se vê no Brasil. Um dia antes da morte de Charlie Kirk, uma horda de militantes esquerdistas impediu a realização de uma palestra do advogado (e comentarista da Gazeta) Jeffrey Chiquini e do vereador Guilherme Kilter na UFPR.
A propósito, onde se formaram os membros do Supremo Soviete, que acabam de protagonizar o maior vexame da história jurídica do Brasil, com o assassinato do devido processo legal e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de centenas de brasileiros inocentes por crimes impossíveis e inexistentes? Na universidade do ódio, é claro.
O poeta Marcílio Pá Seca Siqueira me enviou por Whatsapp:
Ao chegar bem em frente da porteira
A saudade renasce o olho chora
O meu peito batendo acelerado
O meu corpo procura uma escora
Relembrando o garoto sertanejo
Que deixou o sertão e foi embora
Eu lhe respondi pelo mesmo meio:
Quem deixou o Sertão e foi embora
Mas deixou o umbigo num mourão
Pode até enricar em outras terras
Mas jamais terá paz no coração
Vai viver de saudade em saudade
De lembrar e chorar pelo seu chão.
🚨URGENTE – Bolsonaro está a caminho do hospital DF Star, em Brasília, onde fará um procedimento cirúrgico, escoltado por policiais pic.twitter.com/a3eMks6gUq
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) September 14, 2025
A pena de 27 anos e 3 meses do ex-presidente Jair Bolsonaro é superior à soma das penas aplicadas em Lula (PT), atual presidente.
Ele foi condenado na Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
No caso do tríplex do Guarujá (SP), teve pena de 8 anos, 10 meses e 20 dias, após três instâncias, e 17 anos, um mês e 10 dias no caso do sítio de Atibaia (SP), após duas instâncias. Total: 26 anos.
A condenação de Lula no caso do sítio foi decidida quando o petista já estava preso pelo caso do triplex. Passou 580 dias em cana.
Lula tomou 9 anos em primeira instância, no caso do triplex, mas o TRF aumentou para 12. Voltou a ser reduzida no STJ, terceira instância.
Já no caso do sítio de Atibaia, Lula foi condenado a quase 13 anos pela juíza Gabriela Hardt na primeira instância. Passou a 17 anos no TRF.
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Números e mais números pra gente fazer contas e comparações neste domingo.
Deixo os comentários a cargo dos argutos leitores desta gazeta.
Passei um mês, um mês inteiro, fora
Do meu lar, sem ouvir meus passarinhos,
Sem ver o louro bando de amiguinhos
Que aí deixei! Cruel, longa demora!
Mas, afinal, eis-me de volta agora,
E na ânsia de ver os coitadinhos,
Que suspiram talvez por meus carinhos,
Fustigo o meu corcel, que o chão devora.
Avisto a casa além, dobro a tortura
Que dela me separa… Oh! que ventura
Eu sinto na alma ao ir-me aproximando!
Chego ao portal, puxo o ferrolho e entro,
E me recebem pela sala a dentro
Crianças rindo e pássaros cantando.

Padre Antônio Tomás de Sales, Acaraú-CE (1868-1941)
Bom dia.
Peço que publique este vídeo, por favor.
Ficarei muito agradecida.
Jorginho Melo, governador do nosso estado de Santa Catarina, se manifestou sobre a absurda condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Muito boas suas palavras.
Acertou em cheio!!
Governador de SC jorginho Melo fala sobre a condenação do presidente Bolsonaro, primeira vez que um presidente é condenado por não ter feito nada de errado!! pic.twitter.com/VtijqDTUgD
— Ednaldo Ferreira 🙏🇧🇷🇧🇷 (@Ednaldo40916743) September 13, 2025