O poeta Marcílio Pá Seca Siqueira me enviou por Whatsapp:
Ao chegar bem em frente da porteira
A saudade renasce o olho chora
O meu peito batendo acelerado
O meu corpo procura uma escora
Relembrando o garoto sertanejo
Que deixou o sertão e foi embora
Eu lhe respondi pelo mesmo meio:
Quem deixou o Sertão e foi embora
Mas deixou o umbigo num mourão
Pode até enricar em outras terras
Mas jamais terá paz no coração
Vai viver de saudade em saudade
De lembrar e chorar pelo seu chão.
Jesus, eu já disse 200 vezes. Converse com Marcílio e escrevam um livro. Eu posso até sugerir: uma parte de sofrência, daquelas que deixaria marília mendonça sem sair de casa, e uma parte para falar das coisas do sertão.
Chamarei Marcílio para uma prosa.