Nos Santos óleos do luar, floria Teu corpo ideal, com o resplendor da Helade… E em toda a etérea, branda claridade Como que erravam fluidos de harmonia…
As Águias imortais da Fantasia Deram-te as asas e a serenidade Para galgar, subir a Imensidade Onde o clarão de tantos sóis radia.
Do espaço pelos límpidos velinos Os Astros vieram claros, cristalinos, Com chamas, vibrações, do alto, cantando…
Nos santos óleos do luar envolto Teu corpo era o Astro nas esferas solto Mais Sóis e mais Estrelas fecundando!
João da Cruz e Sousa, Florianópolis-SC (1861-1898)
Morei no Goiás, de 1989 a 2015, voltando lá duas a três vezes ao ano, depois desse período, onde ainda tenho residência.
Geralmente fico um a dois meses, cada estadia. Fico em média 3 a 4 meses, por ano.
Moro em uma cidade de Grande Goiânia, Trindade, famosa pela Romaria do Divino Pai Eterno, que ocorre no primeiro domingo de julho, de cada ano.
Trabalhei em um Órgão do Governo do Goiás por 23 anos, quando me aposentei.
Passei por diversos governos estaduais, uns mais ou menos outros ruins e outros péssimos,principalmente para o funcionalismo.
Sempre votei no Caiado (deputado federal e senador). Não votei para governador, pois transferi meu título para onde fico mais tempo e onde tenho minha ocupação atual.
Se tivesse continuado lá, seria voto certo para ele.
Porquê?
Em primeiro lugar, porque era o único político com expressão nacional que se orgulhava de ser produtor rural; porque defendia todas as pautas desse setor; porque era um aguerrido combatente do MST, do PT e puxadinhos e principalmente, por não ter seu nome envolvido em falcatruas e corrupção (tão comum no meio político nacional).
No dois governos do Goiás, posso atestar que a segurança pública é uma realidade; investimentos no setor rural, inclusive utilizando uma taxa sobre a produção rural (contestada pelo setor); salários pagos religiosamente (alguns setores se queixam de aumentos salariais aquém da inflação), escolas públicas, principalmente aquelas ligadas ao círculo militar de excelente qualidade, construção de hospitais regionais na modalidade policlínicas , tanto que tem uns avaliação positiva em torno de 80%, do eleitorado goiano, segundo pesquisas.
Será uma opção muito boa, para contrapor à esse pessoal que está aí.
Precisa se tornar mais conhecido aqui por nossas bandas (NE).
Da minha parte,vou providenciar adesivo para o meu carro e para quem pense como eu, com os dizeres:
A gente define monopólio como sendo a existência de uma única empresa vendedora. Por exemplo, a Petrobras é uma empresa monopolista, posto que somente ela tem, constitucionalmente, o poder de explorar petróleo no Brasil. O problema do monopólio é que ele gera um custo social por dois motivos: o preço cobrado pelo produto é maior do que o preço de um mercado competitivo; a quantidade de bens colocados no mercado é menor do que a quantidade que poderia ser ofertada num mercado competitivo. Assim sendo, que paga esse ônus é a sociedade. No monopólio há uma nítida dependência de uma empresa.
A relação de diversas economias com os Estados Unidos é quase nessa direção, ou seja, todo país deseja vender aos Estados Unidos numa relação econômica chamada monopsônio, ou seja, quando há um único comprador. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, em 2024 os Estados Unidos importaram, aproximadamente, US$ 3,30 trilhões de produtos de diversos países, dentre os quais, o México (US$ 839,89 bilhões), o Canadá (US$ 804,42 bilhões) e a China (US$ 758 bilhões). Dentre tantos os produtos importados pelos americanos, as máquinas e equipamentos elétricos e mecânicos representam quase 30% do valor total das exportações.
O Brasil exportou para os Estados Unidos um volume total de recursos da ordem de US$ 40 bilhões, fato que representou um aumento de quase 10% quando comparado ao ano de 2023. Cabe destacar que dentre os nossos produtos o de maior valor observado, US$ 5,8 bilhões, se refere a óleos brutos de petróleo. O valor exportado de aço beirou os US$ 2,7 bilhões. Acrescente-se que tivemos também: café não torrado (US$ 1,9 bilhão), aeronaves (US$ 1,4 bilhão), celulose (US$ 1,5 bilhão) e carne bovina (UD$ 855 milhões). Discrimino desse jeito para que você perceba que os produtos que exportamos não agregam tecnologia de máquinas elétrica, razão pela qual somos absolutamente tímidos perante os Estados Unidos. Compare com o México, Canadá e China e você vai entender o impacto do aumento da tarifa imposta por Trump tem o mesmo efeito de um tsunami, na nossa economia.
Sem dúvidas, as políticas tarifárias implementadas por Trump, geram repercussões significativas tanto para a economia americana quanto para parceiros comerciais, incluindo o Brasil. O anúncio de uma tarifa de 10% sobre tudo que é importado, tem como justificativa a proteção das empresas americanas, ou seja, o presidente busca tornar as empresas americanas mais competitivas, mas especificamente no caso brasileiro, o desafio é considerável.
A desvalorização do Real, impulsionou as exportações e Trump viu isso como uma forma de obter vantagens comerciais e, como consequência, anunciou a retomada de tarifas sobre o aço e o alumínio brasileiros. Em adição, alegou que o Brasil impõe tarifas excessivas sobre produtos americanos, razão pela qual está promovendo essa equalização.
Obviamente, que tais ações geram, em todas as economias, reações adversas, incluindo o papo de “reciprocidade”. No meu entendimento, as consequências dessas políticas para o Brasil afetarão a competitividade de produtos brasileiros no mercado americano devido ao aumento de custos, potencial diminuição das exportações e possíveis perdas de empregos em setores afetados, como o siderúrgico e o agrícola (será que o MST tem capacidade de suprir a baixa oferta do agronegócio?). No entanto, o que é mais complicado é que num cenário de incertezas, os investidores reduzem seus investimentos, ou seja, isso afetará negativamente o crescimento econômico do país.
O outro lado da moeda é o efeito de tudo para os americanos. A depender da importância dos produtos brasileiros para os Estados Unidos, é natural que haverá aumento de custos, fato que pode gerar inflação, mas ao contrário do que acontece aqui, lá a taxa de inflação acumulada de fevereiro de 2024 a fevereiro de 2025, chegou a 2,8%, menor do que os 3% de janeiro desse ano.
Com base nisso, o Federal Reserve monitora, de forma cautelosa, os impactos das tarifas e outras mudanças políticas antes de ajustar as taxas de juros, que está na faixa dos 4,25% ao ano, enquanto no Brasil chegamos a 14,25%.
Parafraseando Isac Newton, “a cada ação corresponde uma reação igual e oposta” e nesse sentido, diversos países, incluindo o Brasil irão partir para o confronto aumentando as tarifas sobre os produtos americanos. Até o Brasil aprovou um pacote de medidas nessa direção. Então, se há risco de inflação nos Estados Unidos, não haveria risco de inflação no Brasil? O princípio é o mesmo. Confesso que o Brasil deveria tentar outra medida. Pelos números apresentados e pela dependência que nós temos, a gente precisa mais deles do que o contrário.
Me faz lembrar Zé do Leite No município de Altinho Com seus dois tonéis de zinco No lombo do jumentinho. Rabicó grita do muro: – Ô! Zé, esse leite é puro? – Puro só pro bezerrinho!
Luiz Vicente de Sousa Queiroz nasceu em 12/6/1849, em São Paulo, SP. Agrônomo, empresário, precursor do agronegócio, fomentador da pesquisa científica e pioneiro no ensino superior na área agricola. Doou parte de suas terras ao Governo de São Paulo afim de criar a ESALQ-Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz em Piracicaba, em 1901.
Filho de Francisca de Paula Souza e Vicente de Souza Queiroz, o Barão de Limeira, e neto do Brigadeiro Luís Antonio, um dos maiores proprietário de terras de São Paulo. Teve os primeiros estudos na Europa, para onde se mudou aos 8 anos e estudou nas escolas de agricultura de Grignon, na França e Zurique, na Suíça. Retornou ao Brasil em 1873, aos 24 anos, e herdou a fazenda Engenho d’Água, na antiga Vila de Constituição, atual Piracicaba.
Em meados da década de 1870, construiu seu palacete, em estilo parisiense, próximo ao salto do rio Piracicaba, que veio habitar após o casamento com Ermelinda Ottoni. Aproveitou o potencial hidráulico do rio para mover as máquinas da “Fábrica de Tecidos Santa Francisca” recém criada e amealhou uma fortuna com o cultivo de algodão e a fábrica de tecidos. As máquinas que geravam energia para a fábrica passaram a fornecer luz pública na cidade, muito antes da capital paulista, e promoveu a arborização da cidade.
Instalou a primeira linha telefônica da região e acolheu os primeiros grupos de imigrantes, destinados a substituir a mão de obra escrava. Como membro do Partido Republicano, presidiu a comissão abolicionista de Piracicaba e pregava abolir a escravidão em curto prazo. Assim, entrou em choque com os conservadores, liderado por Prudente de Moraes, favorável a uma emancipação gradual e com indenização aos proprietários de escravos.
Após a abolição, embarcou para a Europa e retomou o contato com a agricultura pautada na tecnologia. Ao retornar para o Brasil, mobilizou esforços para introduzir a racionalização científica da agricultura. Neste ponto surge o ideal de criar uma escola para difundir o conhecimento agrícola e treinar mão-de-obra rural qualificada. Tal ideal resultou na criação da Escola Superior de Agricultura. Sua iniciativa de transformar o que era propriedade sua em bem público, a serviço do país, foi um gesto reconhecido mais tarde com seu nome dado à escola.
Nesta época, a economia cafeeira passa a tomar a dianteira e alavancar o progresso com novas tecnologias, ampliação de estradas, incluindo as estradas de ferro, do navio a vapor e o surgimento de novas cidades. Nesse contexto surge a necessidade de se ampliar as instituições de ensino no Brasil, de modo a formar novos quadros para o sistema produtivo. Em 1889, adquiriu a Fazenda São João da Montanha, de 319 hectares com plantação de cana-de-açúcar e vários engenhos antigos. Em 1891, viajou para os EUA e Europa na busca de um projeto de edificação para sua escola e adquirir equipamentos para a usina hidrelétrica e a rede de iluminação pública da cidade. Na ocasião, contratou o arquiteto Alfred B. Hutchings para projetar a planta geral da escola em Piracicaba. Assim, foi projetado um edifício-sede para a escola e o internato, com mais de 100 quartos para acomodar os estudantes.
Em seguida contratou o professor de agricultura do Michigan Agricultural College, Eugene Davenport, para dirigir a escola por um ano. No entanto, as mudanças cambiais e o custo do frete reduziu seu capital, obrigando-o a pedir ajuda ao governo do Estado, que lhe foi negado. Para não perder todo o investimento, iniciou uma campanha em meio à opinião pública sobre a importância de seu projeto. Ao final, conseguiu a participação do Estado no projeto mediante um acordo: ele transferiu a Fazenda São João da Montanha ao poder público, em 17/11/1892, com a condição de construir a escola de agronomia, no prazo de 10 anos. Caso não ocorresse, a propriedade voltaria para suas mãos ou de sua família.
Não chegou a ver o sonho concretizado, faleceu em 11/6/1898, aos 48 anos. Dizem que a perda de sua riqueza e a negligência do Estado na construção da escola, levaram-no à depressão e à morte prematura. Três anos depois foi inaugurada a “Escola Prática de Piracicaba”, em 3/6/1901, faltando apenas pouco mais de um ano para o vencimento do acordo com o Estado. O acordo foi selado com o governador Bernadino de Campos, ressaltando o esforço da iniciativa privada em benefício da agricultura, base da riqueza do Estado. Após o acordo, se desfez de boa parte de suas posses e mudou-se para a capital, em 1894, acompanhando de longe a construção da escola e publicando artigos na Revista Agrícola.
Em 1931 a escola recebeu o nome de seu idealizador e construtor, passando a se chamar Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz-ESALQ. Em 1934, saiu da Secretaria de Agricultura e passou a integrar a USP-Universidade de São Paulo. Em 1964, Os restos mortais do casal Queiroz foram transferidos para Piracicaba e foram sepultados de frente ao edifício central da Escola, onde foi construído um mausoléu com a inscrição “A Luíz Vicente de Souza Queiroz, o teu monumento é a tua escola”. Em 2004, Marly T. Germano Perecin publicou, digamos, a biografia da ESALQ: Os passos do saber: a Escola Prática Luiz de Queiroz, pela Editora da USP.
Eu seu discurso de posse como presidente dos Estados Unidos, em janeiro de 1981, Ronald Reagan fez uma declaração dura, dizendo que “o governo não é a solução de nossos problemas; o governo é o problema”. Essa frase viria a ser tema de debates nos meios acadêmicos e políticos em várias partes do mundo, sobretudo por colocar em xeque a capacidade do governo de ser o motor do crescimento econômico e do desenvolvimento social, não só nos Estados Unidos, mas nos países em geral. Um dos efeitos da declaração de Reagan foi levantar sérias dúvidas quanto à crença disseminada de que a concentração de poder nas mãos de uma elite governamental seria necessária e útil para enfrentar, com chance de sucesso, os problemas e a complexidade da sociedade moderna.
No Brasil de hoje, o governo é exemplo cabal da sentença de Reagan, pois o sistema estatal em seu conjunto desenvolveu enorme lista de problemas, distorções e vícios estruturais cujo resultado é dificultar o crescimento econômico e a redução do grau de pobreza nacional. Os vícios estruturais, que passaram a fazer parte da essência do setor estatal, facilitaram a criação de bagunça conjuntural, que são os problemas e as políticas públicas ruins contidas na administração governamental diária nas esferas federal, estadual e municipal.
A soma de defeitos estruturais com ineficiência conjuntural resulta em déficits fiscais elevados, dívida pública alta e em trajetória crescente, inchaço da máquina pública, baixa produtividade do serviço público, ineficiência administrativa, constituição de castas de funcionários que ganham salários astronômicos, desperdício de dinheiro público e muita corrupção. O tamanho do desgaste do terceiro mandato de Lula (o quinto do PT) é consequência óbvia do discurso e das más decisões que promoveram o aumento assustador da quantidade de repartições públicas, cargos e funcionários, ao lado de incompetência na gestão do dinheiro público.
A rápida queda de popularidade de Lula é o reflexo de um governo que, mesmo que quisesse, não consegue se desvencilhar das armadilhas que construiu para seu mandato. Ademais, rever conceitos, recuar em suas políticas públicas erradas e tomar o caminho da austeridade e ter alguma eficiência é algo que certamente Lula e o PT não querem e não farão. Reorganizar a estrutura governamental, abandonar práticas erradas e corrigir os rumos é impensável para um governo que nunca admite estar errado, é especialista em julgar a culpa nos outros e, adicionalmente, não tem nível intelectual, técnico e moral para fazer o que é certo e necessário.
Além de se saber que a tarefa de dirigir um país de dimensões continentais não é tarefa fácil e que não há milagres de curto prazo, grandes teóricos de várias áreas têm se dedicado a entender o funcionamento das estruturas do Estado, da política, do poder e do governo, e afirmam que as gigantescas estruturas governamentais e a complexidade da máquina do governo resultam na ineficácia do planejamento central, principalmente porque o conhecimento e as informações necessárias para a tomada de decisão estão dispersos pela sociedade e não podem ser dominados por uma única autoridade. Ademais, como afirmou o economista Milton Friedman, um governo não poderá jamais replicar a variedade e a diversidade da ação humana, de forma que, mesmo em governos considerados relativamente bons, a administração nunca será racional, eficiente e moralmente elevada.
Ronald Reagan alertou também para outro aspecto importante da vida econômica nacional ao dizer que, quando uma empresa ou uma pessoa gasta mais do que fatura, ela vai à falência, mas, quando o governo faz o mesmo, ele envia a conta ao povo e, ao fazer isso por décadas, a conta chega inevitavelmente de duas maneiras: maiores impostos e mais inflação. O Brasil serve de testemunha ao mundo de que a realidade citada por Reagan é a consequência inescapável daqueles que acreditam que o governo é a solução e tem de ser cada vez maior e mais gastador. Lula segue à risca esse figurino deletério e prejudicial ao progresso nacional, como provam suas declarações, em alto e bom som, segundo as quais não faz diferença ter um déficit um pouco maior nem uma inflação um pouco mais alta, e os problemas se revolvem por meio de aumentos de tributos.
Em relação ao Brasil, além de o governo não ser a solução dos problemas nacionais, mas ser ele próprio o problema, o atual governo segue firme na trajetória de deterioração dos principais indicadores econômicos, com a colaboração direta do chefe da nação.
Sempre almejei contemplar um Pernambuco bem pensante, criativo, empreendedodor e multiplicador de iniciativas humanistas e tecnológicas ajustadas aos desafiadores amanhãs regionais. Por isso, imaginei, outro dia, um CEPCC – Curso de Especialização em Pedagogia Crítico-Construtiva, de responsabilidade compartilhada pelas universidades pernambucanas, com três anos de duração, com QI mínimo exigido para seleção, períodos noturnos, em área de fácil acesso devidamente equipadas, sem nenhuma vinculação com as atuais estruturas curriculares do Conselho Federal de Educação. Um curso de especialização de legitimidade exclusivamente estadual, constituído por uma estrutura curricular amplamente compatívelm com as exigências de um desenvolvimento estadual socialmente solidário e economicamente desenvolvimentista.
A estrutura curricular do inovador CEPCC seria composta de disciplinas ainda não componentes de outras especializações em Educação similares, muito embora devidamente reconhecida pelo Conselho Estadual de Educação.
Algumas das disciplinas integrantes do currículo do CEPCC: Composição escrita e oral em Língua Portuguesa, Cálculos Matemáticos Básicos, Fundamentos e Aplicações de Logoterapia, História Pernambucana, Empreendedorismo, Filosofia Viva, Espiritualidade Não Religiosa, Comunitarismo, Ética Comportamental, Questões Raciais e Culturais Contemporâneas, entre as que muito ampliariam uma Profissionalidade Magisterial capaz de consolidar uma crescente mentalidade cidadã nos discentes dos dois primeiros graus de ensino.
A seleção dos camdidatos em nenhum momento utilizaria os resultados do Enem, havendo ampla divulgação dos requisitos exigidos para a seleção. E os diplomados pelo CEPCC deveriam ter um regime salarial específico, em legislação aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco.
Sem precipitação nem populismos eleitoreiros, seria instituída uma Comissão Instituconal do CEPCC pelas universidades componentes, coordenada pela dupla UPE/UNICAP, que se encarregaria de implementar o Projeto CEPCC, bem como seus futuros desdobramentos técnico-científico-culturais.
Sonhar só é apenas um sonho, embora sonhar com mais alguns outros pensantes seja um bom começo de realidade, um excelente mote para se dar os primeiros passos, que muito poderiam catapultar Pernambuco para muito além das propagandas televisivas eleitoreiras, consolidando ideários educacionais de personalidades que enobreceram os ontens maurícios predominantemente libertários.
Lamentavelmente, muitos darão um muxoxo diante da proposta acima. Mas continuarei a sonhar, a la Fernando Pessoa: “Isso exige um estudo profundo. Uma aprendizagem de desaprender.” E permanecerei militante da área educacional, a perceber, como Pessoa, que “quanto mais eu abro as asas mais sei que não vou voar.” Entretanto, apesar dos amanhãs negativados, continuarei freicanecamente sonhando até meus últimos dias.