Arquivo diários:25 de outubro de 2023
DEU NO X
DEU NO JORNAL
EXPLICAÇÃO
“Como explicar que Flávio Dino não se sente seguro dentro da Câmara dos Deputados, mas se sente seguro no Complexo da Maré?”, quis saber Júlia Zanatta (PL-SC) após o ministro ignorar outra convocação.
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A explicação é simples:
O Buchudo, além de cumunista, é ministro do Ladrão Descondenado.
Ministro da Justiça e Segurança Pública !!!!
Logo, consequentemente, se sente seguro em qualquer local controlado por bandidos e criminosos.
E isto dito, tá dito tudo.

O balofo ministro luloso vagueando em território amigo
ALEXANDRE GARCIA
MINISTÉRIOS E ESTATAIS DE LULA TÊM PAIXÃO POR ARTE DE BAIXO NÍVEL

Exposição mostrava imagem de Lira, Damares e Guedes dentro de um cesto de lixo coberto pela bandeira do Brasil
Vocês se lembram: faz pouquíssimo tempo que fizeram aquele espetáculo deplorável, vulgar, de baixíssimo nível, num evento do Ministério da Saúde. Pagaram um dinheirão para um grupo apresentar arte da maior sujeira, mau gosto e vulgaridade. Pois não é que isso se repetiu? Não exatamente do mesmo jeito, mas na Caixa Econômica Federal fizeram uma exposição de arte que inclui uma colagem em que aparecem, jogados no lixo, a bandeira nacional, o ex-ministro Paulo Guedes, a senadora Damares Alves e o presidente da Câmara, Arthur Lira, que já ficou sabendo e não passou recibo.
A Caixa – parece que a diretoria não sabia – suspendeu a exposição, mas feriu as relações entre Centrão e governo; como se sabe, o governo depende do Centrão para as votações do Congresso. E mais forte ainda que o Centrão é a Frente Parlamentar da Agropecuária, que tem 303 dos 513 deputados e 51 dos 81 senadores. É muita gente disposta a derrubar o veto do presidente ao projeto de lei do marco temporal. Enfim, o governo não pode estar sujeito a esse tipo de problema em uma empresa estatal ou em um ministério.
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Lula volta a tomar o lado dos palestinos contra Israel
O próprio presidente da República, que demitiu o presidente da Empresa Brasil de Comunicação porque retuitou um texto chamando de “idiotas” os que apoiam Israel, claramente ficou do lado do Hamas e contra Israel na live “Conversa com o Presidente”. São palavras dele: “Não é porque o Hamas cometeu um ato terrorista contra Israel que Israel tem de matar milhões de inocentes”. De onde ele tirou esse “milhões”? É aquele mesmo Lula que falou uma vez para Jaime Lerner que “a gente chuta o número”, dizendo que havia 25 milhões de meninos de rua no Brasil.
Lula ainda diz que é preciso garantir que não se mate mais crianças. Quem está matando criança é Israel? Investiguem como foram encontrados as crianças e bebês israelenses mortos. Eu não tenho coragem de dar detalhes aqui. Nunca imaginei que alguém do gênero humano fosse capaz de uma coisa dessas. É vilipêndio de cadáver.
E Lula segue culpando Israel: “Todo dia a gente vê colonos de Israel invadindo a terra da Palestina”. Depois fala sobre os brasileiros em Gaza: “Vamos dar a eles o que não conseguiram morando em Gaza com a truculência que está acontecendo com os bombardeios”, continua, ainda culpando Israel.
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Ao contrário de Lula, Macron fica do lado certo
Agora, vejam o que diz Emmanuel Macron, presidente da França, que é amigo de Lula, há uma admiração mútua entre eles. Visitando Israel, ele disse: “o Hamas tem de libertar reféns porque é um crime horrível jogar com a vida de crianças, adultos, idosos, civis e soldados”. O francês prometeu propor uma coalizão internacional contra o Hamas, e disse aos israelenses: “estamos ombro a ombro com vocês”. E ainda ameaçou o Hezbollah: “Estamos acompanhando de perto o que acontece no Líbano, com o Hezbollah brincando com fogo”. O presidente da França ainda vai falar com o presidente da Autoridade Palestina na Cisjordânia, que não está mandando mais nada, já que o Hamas tomou conta de Gaza.
Comparem a forma como se porta um líder internacional e o chefe de Estado do Brasil, que deve estar deixando o Itamaraty desesperado porque, economicamente e cientificamente, o Brasil deve muito a Israel.
DEU NO JORNAL
É DE LASCAR !!!
DEU NO JORNAL
A IMPRENSA OCIDENTAL E O TERRORISMO COMO FONTE DE INFORMAÇÃO
Guilherme Macalossi

Manifestantes pró-Palestina saíram às ruas de Brabrand, na Dinamarca, em apoio ao Hamas
Desde que foi feito o primeiro registro da explosão ocorrida no hospital Al-Ahli, na Faixa de Gaza, parte considerável da imprensa ocidental passou a responsabilizar Israel acusando o país de massacrar os palestinos. O fogo que emanava do meio da escuridão de uma região sob cerco militar e bombardeios intensos somado ao potencial número de vítimas criou um fato poderoso o suficiente para ampliar a demonização do Estado Judeu, inflamar manifestações pelo mundo inteiro em favor da “resistência palestina” e esvaziar a agenda do presidente americano Joe Biden, que estava em viagem para a região. Mas era tudo mentira, como as evidências foram mostrando ao longo dos dias que se seguiram.
O grupo terrorista Hamas vendeu sua versão dos fatos e os jornalistas a compraram pelo valor de face. Sem contestação, sem critério analítico, sem checagem, sem qualquer desconfiança em relação à origem da informação. Ao contrário, houve até esforço em dar até um verniz de institucionalidade e ar de legitimidade política aos extremistas que, poucos dias antes, estavam a degolar bebês. O noticiário foi inundado de manchetes como “autoridades de Gaza informam”, “segundo o Ministério da Saúde de Gaza”, dentre outras variações que circularam com força em alguns dos mais prestigiados veículos dos Estados Unidos, da União Europeia e do Brasil.
Já no dia seguinte, alguns poucos analistas e voluntários especialistas em geolocalização começaram a montar o quebra-cabeça do ocorrido, recuperando vídeos diversos e cruzando-os com mapas e cálculos de possíveis trajetórias do projétil. A própria luz do dia se encarregou de evidenciar a fraude difundida pelo Hamas. Uma foto da BBC mostrava o estacionamento do local e os destroços de veículos, mas nada de grave com os prédios do entorno. O hospital jamais fora atingido, nem mesmo é possível dizer quantos de fato morreram (se é que alguém morreu).
Tudo não passou de propaganda de guerra, devidamente difundida por meios de comunicação ocidentais ansiosos em encontrar elementos a sustentar a narrativa de uma falsa simetria entre dois lados com dimensões morais e civilizatórias distintas. E aqui é necessário evidenciar que não apenas as informações saídas da boca dos jihadistas foram aceitas de pronto como, por outro lado, as negativas de Israel foram tratadas com absoluta desconfiança. Fez-se a opção de dar credibilidade a uma súcia de bárbaros e não a um país democrático.
O primeiro mea-culpa veio do New York Times, que havia dado capa para a versão do Hamas. Os editores publicaram uma nota admitindo que o conteúdo original “incluindo as manchetes, alertas de notícias e canais de mídia social, dependeram muito das alegações do Hamas e não deixaram claro que essas alegações não podiam ser verificadas imediatamente”, e que “os editores do The New York Times deveriam ter tido mais cuidado com a apresentação inicial e sido mais explícitos sobre quais informações poderiam ser verificadas”.
Ainda que a errata seja necessária, não se trata de um equívoco banal, de uma barrigada daquelas que se corrige apenas pedindo desculpas. O maior importante jornal do planeta panfleteou uma mentira grotesca que serviu para fomentar o ódio a Israel. Repassou um press release fabricado por terroristas e, pela sua influência, fez com que outras publicações dessem o mesmo foco em suas respectivas coberturas.
O episódio é revelador de um antissemitismo velado disfarçado de antissionismo a inocular as redações e orientar, ainda que involuntariamente, parte da mídia no Ocidente. Será necessário buscar um meio de extirpar esse vício estrutural de perspectiva de forma a regatar a credibilidade da imprensa que acabou como caixa de ressonância do Hamas. Não se faz jornalismo cultivando fontes nos túneis da Faixa de Gaza.
PENINHA - DICA MUSICAL

