— Roger Rocha Moreira (@roxmo) October 18, 2023
— Roger Rocha Moreira (@roxmo) October 18, 2023
Comentário sobre a postagem O QUE O JBF NÃO FAZ, HEIN!
d.Matt:
OLÁ PESSOAL !!!!
Cheguei à conclusão de que não tem nenhum outro espaço na Internet, igual qui nem qui esse !!!!
Que gente fantástica, todos se unem para abraçar o seu próximo colega, articulista, comentarista ou responsável pelo espaço que ocupamos.
As maiores palmas devem ser dirigidas ao responsável pelo Blog da Besta Fubana.
Um grande escritor, UM DOS MAIORES DO BRASIL, EU O CONSIDERO GENIAL.
Pois quem escreveu livros tão fabulosos só pode ser um gênio.
Ele não se preocupou em ser estilista no fraseado, ser elegante, ser um classissista, e sim simplesmente ser um escritor brasileiro, falando sobre o Brasil e dos brasileiros.
Eu sempre admirei o Berto porque ele nunca quis ou procurou ser internacional, mas sim sempre brasileiro, falando das coisas nossas sem nenhum elitismo.
Lí todos os seus livros e, sem desmerecer os demais, cito como o meu favorito A PRISÃO DE SÃO BENEDITO, livro enorme que posso afirmar que qualquer um dos grandes escritores brasileiros ficaria muito feliz se tivesse escrito essa obra prima da literatura.
Não pelo elitismo, mas certamente pela grande comunicação, pois esta é uma das grandes qualidades de um escritor, o de saber se comunicar com o leitor.
O Berto se comunica com a maior facilidade.
Quem ainda não leu, não sabe o que perdeu.
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Êita peste!!!
Fiquei foi muito ancho com esta generosíssima apreciação do nosso estimado leitor d.Matt.
E vou pegar carona no seu comentário pra fazer meu comercial:
Quem quiser adquirir todos os meus títulos, via internet e receber pelos correios, é só acessar a página da Editora Bagaço clicando aqui.
Gratíssimo pela força, meu caro!
Um grande abraço nordestinado pra você e pra todos os leitores desta gazeta escrota!!!

Cena do hospital Al Ahli, em Gaza, após a explosão cuja autoria é ligada à Jihad Islâmica por Israel e EUA
Tragédias contínuas, por décadas, seguem afligindo Israel e suas fronteiras difíceis. Agora temos o caso do hospital atingido. Segundo as últimas versões, satélites e drones dizem que não foi um míssil, mas um foguete que veio da artilharia palestina. O foguete é burro, atinge quem quer que seja; se estiver mal carregado, se a carga propulsora tiver algum defeito, ele cai pelo caminho. Este foguete teria caído no estacionamento de um hospital com 80 leitos, e matou muita gente. Consta também que o hospital não foi destruído; a capela do hospital é que teria recebido o impacto. Não se sabe até agora quantos mortos houve. Mais uma tragédia, atingindo civis, pessoas que não participam da guerra como soldados.
Entre as vítimas do lado israelense, agora se descobriu o caso de Celeste Fishbein, israelense filha e neta de brasileiros. Ela tem 18 anos, mas não servia o exército de Israel; o corpo dela estava cheio de estilhaços de foguete, na zona de Gaza. Foi atingida no kibutz onde trabalhava cuidando de crianças. Foi sequestrada como refém e assassinada depois. Não sei por quais torturas ela pode ter passado, já vimos tantas… Não é a primeira vez que a família sofre com o terrorismo; a tia de Celeste mostrou que, em 2001, foi vítima de um atentado suicida numa pizzaria em Israel que matou 18 pessoas, inclusive o marido da tia. Ela ficou 17 dias no hospital.
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Câmara quer saber por que diplomacia brasileira está poupando o Hamas
A Comissão de Relações Exteriores da Câmara está convidando o Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o ministro de facto, Celso Amorim, que é o autor da política externa brasileira e assessor de Lula para assuntos internacionais, uma espécie de Marco Aurélio Garcia. A Câmara quer que eles expliquem as posições brasileiras, como o pedido de cessar-fogo, que os Estados Unidos e o Conselho de Segurança da ONU recusaram. Primeiro o Hamas ataca; quando Israel vai revidar, o Brasil pede cessar-fogo.
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Relatório de Eliziane Gama na CPMI não surpreendeu ninguém
Na quarta-feira, no Congresso, a principal notícia foi a aprovação do relatório da senadora Eliziane Gama, que todo mundo dizia já estar pronto desde o primeiro dia da CPI. O texto foi aprovado por 20 votos a 11: os 20 governistas se juntaram, enquanto 11 estão votando um relatório paralelo de 400 páginas pedindo o indiciamento de Lula, de Flávio Dino e de Gonçalves Dias. O relatório de Eliziane Gama tem 1,3 mil páginas e pede o indiciamento de pessoas que nem foram ouvidas. Como é que alguém pode ser acusado de alguma coisa se não é sequer ouvido? O ex-presidente Jair Bolsonaro, os generais Luiz Eduardo Ramos, Paulo Sérgio Nogueira (que foi ministro da Defesa) e Freire Gomes (que foi comandante do Exército), o almirante-de-esquadra Almir Garnier (que foi comandante da Marinha). Não ouviram nem a deputada Carla Zambelli, que está ali na mesma casa. Não sei se tiveram medo de ela pintar e bordar, porque ela é muito eloquente, tem uma boa verve. O general Augusto Heleno, por exemplo, saiu de lá coroado.
Tudo isso vai agora para a Procuradoria-Geral da República decidir o que fazer. Eliziane Gama afirma no relatório, ao pedir o indiciamento de Bolsonaro, que ele foi o autor moral e intelectual da depredação nas sedes dos três poderes. Bolsonaro foi intimado a depor na Polícia Federal; foi até a sede da PF, mas não depôs, explicou que os advogados apresentariam a defesa por escrito. Acharam em celulares de apoiadores uma referência a “PR Bolsonaro 8”, que seria uma convocação para as manifestações do dia 8. Mas como ele vai responder pelo uso do nome dele em celulares? Bolsonaro disse aos jornalistas: “apontem uma ação minha que tenha sido fora da Constituição”. Além disso, o Supremo não é o juiz natural para este caso; é a primeira instância.
Leandro Ruschel

Ontem, um hospital foi atingido por explosão na Faixa de Gaza. Rapidamente, terroristas do Hamas acusaram Israel pelo ataque. Em poucos minutos, a imprensa global retransmitiu a mensagem dos terroristas, sem checar.
A resposta foi imediata: milhões de postagens nas redes, indignadas com o “genocídio” promovido pelos israelenses, que teriam chegado ao ponto de alvejar um hospital, e matado mais de 800 pessoas (número que também não foi confirmado por ninguém, além dos terroristas).
Em minutos, milhares de muçulmanos irados estavam nas ruas das capitais do Oriente Médio, exigindo uma reação dos seus líderes, o que significa uma guerra total contra Israel. Na Europa, esse mesmo furor já produziu alguns atentados terroristas de fundamentalistas islâmicos, o mais recente em Bruxelas, em que um imigrante ILEGAL tunisiano matou suecos para “vingar a morte de muçulmanos”.
Tudo indica que o ataque não foi levado a cabo por Israel, mas sim pelos próprios terroristas palestinos, cujos foguetes improvisados são menos confiáveis. É sabido que 20% a 30% dos foguetes disparados desde Gaza acabam não chegando até Israel, atingindo palestinos. Na lógica assassina dos terroristas, não há problema, pois eles costumem atribuir as mortes aos israelenses, da mesma forma que utilizam a população civil como escudo humano, com o mesmo fim.
Para provar a tese do foguete palestino, as Forças de Defesa de Israel apresentaram vídeos, um deles da televisão árabe Al Jazeera, mostrando, no mesmo horário da explosão, foguetes sendo lançados desde Gaza, e em seguida, uma explosão ocorrendo no hospital.
Além disso, imagens de um drone israelense, e imagens postadas por civis, mostram que o estacionamento do hospital foi atingido, e o prédio principal do hospital não chegou a ser derrubado, o que seria condizente com o estrago causado por foguetes utilizados pelo Hamas e outros grupos. Tais imagens colocam em dúvida a contagem de 800 mortos apresentada pelos palestinos…
O episódio deixa mais evidente a importância da propaganda numa guerra. Neste caso, não há dúvidas: a imprensa está ao lado dos terroristas, porque quem está sentado nas redações, há muito tempo, são militantes de redação de esquerda, cada vez mais radicalizados.
A esquerda global trata os palestinos como “oprimidos”, “vítimas de genocídio” e de um regime análogo ao apartheid sul-africano. Os israelenses seriam os “opressores”, responsáveis finais pelo sofrimento do povo palestino, legitimando qualquer reação.
Essa mentira foi promovida ao longo de décadas, principalmente pela inteligência soviética, que pegou um egípcio como garoto propaganda da causa, que chamaram de Yasser Arafat. Todo o aparelho de propagada comunista foi usado por décadas para espalhar a narrativa dos palestinos como vítimas, escondendo o público o fato dos palestinos NUNCA terem aceito a solução de dois estados, e que Israel teve que lutar pela sua existência desde a declaração de independência, contra o claro objetivo dos árabes muçulmanos de fazer valer as últimas palavras do profeta, contra a existência de duas religiões na Arábia.
Ao promover o maior extermínio de judeus desde o Holocausto, o objetivo do grupo terrorista Hamas era provocar a resposta de Israel, para assim exortar o mundo muçulmano a entrar em guerra contra os judeus, que promoviam há décadas uma aproximação com vários países islâmicos, como a Arábia Saudita. O maior promotor dessa guerra é o xiita Irã, que sentiu a ameaça de isolamento entre outros países sunitas. Irã não está sozinho nessa empreitada, contando com a China e a Rússia como principais aliados, e mais recentemente, com o Brasil, comandado por Lula.
Para alcançar o objetivo de instigar o mundo islâmico contra Israel, a propaganda é uma ferramenta primordial. E para isso, contam com a simpatia da imprensa ocidental pela causa palestina.
Tal simpatia é observada quando num primeiro momento os militantes de redação se negam a tratar o Hamas como grupo terrorista, e justificam a barbárie do assassinato em massa de 1400 pessoas, incluindo bebês degolados, estupros e sequestros como “resistência legítima” à “opressão” israelense. Isso quando não há um apoio aberto à prática, como fez o blogueiro e ativista petista Breno Altman, que disse o seguinte: “muitos podem não gostar dos métodos do Hamas, mas o que importa é que eles são instrumento importante para a “descolonização”. Não importa a cor dos gatos, mas que cacem os ratos”.
Temos que parabenizar Altman pela franqueza, deixando claro a mentalidade extremista da esquerda: em nome da luta contra uma suposta “opressão”, vale tudo, até mesmo o assassinato de bebês. Foi exatamente essa forma de pensar que levou à montanha de 100 milhões de cadáveres produzida pelo comunismo, apenas no século XX.
Aquilo que Altman expõe abertamente, está na cabeça da esmagadora maioria dos militantes de redação, que escondem sua visão extremista com condenações protocolares ao Hamas, sempre trazendo no texto o “mas”, seguido de críticas mais pesadas contra Israel. Foi exatamente o que fez o PT, que numa nota sobre o conflito, condenou os crimes do Hamas, mas sem usar o termo “terrorista”, enquanto chamou Israel de genocida.
O esquerdismo radical opera como um câncer no Ocidente, há muito tempo. O ataque a Israel apenas mostrou a extensão da postura anti-ocidental na imprensa, e na academia, onde se formaram os jornalistas.
O ódio ao Ocidente é tão intenso que viabiliza essa aliança profana entre a esquerda e o fundamentalismo islâmico, que oprime mulheres, e joga gays de cima de prédios. Nessas horas, percebemos que qualquer discordância é deixada de lado pelo objetivo maior, que é a derrubada do “capitalismo colonialista e racista ocidental”.
A esquerda acredita que pode utilizar o fundamentalismo islâmico como instrumento revolucionário.
Acabará sendo engolida pelo monstro que alimenta.