DEU NO JORNAL

APOLOGIA AO TERRORISMO

Espera-se que prospere na Câmara o projeto criminalizando a apologia do terrorismo, tanto quanto a do nazismo.

Um grupo de porraloucas, ontem, em Brasília, deu “vivas” ao Hamas.

Não respeitam nem a dor das famílias de jovens brasileiros executados covardemente pelos terroristas.

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Estes descerebrados que ontem cagaram sua bosta ideológica em Brasília, foram coerentes.

Em se tratando de esquerdistas, não poderiam agir de forma diferente.

Perpetrar absurdos e excretar psicopatias é atitude rotineira nesse antro bostoso dos canhotos

DEU NO X

DEU NO JORNAL

CONGRATULAÇÕES TENEBROSAS

Os 14 americanos vítimas do massacre em Israel foram mortos por “terroristas do Hamas”, segundo Joe Biden.

Até ele, sem meias palavras.

Já o presidente do Brasil evita chamar os assassinos pelo nome.

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“Cumpanheros”.

Esse é o nome usado pelo Ladrão Descondenado pra se referir aos terroristas do Hamas.

O ditadoreco petralha nunca decepciona: age sempre dentro do seu padrão bostoso.

Os parabéns dado pelo bando terrorista quando de sua eleição pelas nossas “urnas eletrônicas”, resume tudo.

DEU NO JORNAL

CONDESCENDÊNCIA CRIMINOSA

Apesar da comoção internacional provocada pelas atrocidades que incluem a execução de jovens brasileiros e a decapitação de 40 crianças e bebês em Israel, o governo Lula (PT) “passa o pano” no terrorismo.

Nem sequer tem a dignidade de responsabilizar o Hamas em suas notas de “solidariedade” pelo “falecimento” das vítimas.

A condescendência com o grupo terrorista é ainda mais grave porque ocorre quando o Brasil exerce a presidência do conselho de segurança das Nações Unidas.

Enquanto Lula se omite, seu chanceler Mauro Vieira continua sua turnê pelo Pacífico Sul. Após Jacarta, chega ao Camboja nesta terça (10).

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Revoltante, repugnante, esqueroso este tipo de comportamento do Ladrão Descondenado.

Como é de rotina em tudo que ele faz ou deixa de fazer.

Esse tabacudo nunca decepciona: age sempre dentro dos padrões de obtusidade petralha.

É de lascar!

DEU NO JORNAL

A INSUFICIENTE REAÇÃO BRASILEIRA AO TERROR

Editorial Gazeta do Povo

O presidente Lula durante discurso na 78º Sessão da Assembleia Geral da ONU

O Itamaraty, sob a gestão de Lula, não mencionou o Hamas em nenhum momento, nem se referiu a ele como grupo terrorista

Encerramos nosso editorial de segunda-feira manifestando a necessidade de “a comunidade internacional se unir em torno da condenação firme àquilo que é intolerável”. Felizmente, boa parte das nações do mundo, ao menos no que diz respeito ao Ocidente democrático, não hesitou em condenar veementemente o covarde e bárbaro terrorismo do Hamas, que no fim de semana fez centenas de mortos em Israel. Já o Brasil de Lula, mais uma vez, como já vinha fazendo no caso da guerra na Ucrânia, não se mostrou à altura.

Em suas mídias sociais, no sábado, o presidente da República se declarou “chocado com os ataques terroristas realizados hoje contra civis em Israel”; Lula omitiu o nome da organização responsável pelos ataques, mas, de certa forma, a menção ao Hamas está implícita; afinal, os terroristas em questão só poderiam ser os extremistas palestinos. Mais tíbio foi o Ministério das Relações Exteriores, que, em nota emitida na manhã de sábado, não chegou nem mesmo a usar o termo “terrorismo”; só foi empregar a palavra “atentados” nesta terça-feira, após a confirmação das mortes de dois brasileiros, ambos vítimas do Hamas; de resto, menciona apenas “últimos desdobramentos do conflito israelo-palestino”.

É verdade que poderia ter sido muito pior. Lula poderia ter seguido alas da esquerda brasileira que demonstraram toda a sua degradação moral nos últimos dias. Em vez de condenar o terrorismo, vários influenciadores, jornalistas e políticos direcionaram suas críticas apenas a Israel enquanto exaltavam o Hamas, usando termos como “resistência”. A deputada estadual Luciana Genro (PSol-RS) chegou ao cúmulo de fazer uma abjeta comparação entre a barbárie do fim de semana e o levante judeu no Gueto de Varsóvia, em 1943. Lula poderia, ainda, ter imitado alguns colegas latino-americanos como o colombiano Gustavo Petro, que chamou os israelenses de “neonazistas”. Não o fez e merece crédito por isso.

Mas, por outro lado, o brasileiro perdeu a chance de responder à situação com a ênfase que ela exigia. E há exemplos latino-americanos que Lula poderia ter imitado. O chileno Gabriel Boric demorou para se pronunciar e também criticou o que considera uma resposta desproporcional de Israel, mas afirmou na rede X (o antigo Twitter) que “condenamos sem reservas os brutais atentados, assassinatos e sequestros do Hamas. Nada pode justificá-los, nem se pode relativizar o mais enérgico repúdio”. Na Argentina, que já viveu na pele o terrorismo islâmico em 1994, o presidente Alberto Fernández usou a mesma rede para dizer que “repudiamos veementemente o ataque atroz que o Hamas perpetrou contra o povo israelita no sul do seu país”, e acrescentar que providenciou “o envio imediato de ajuda humanitária a Israel para apoiá-los neste momento difícil”.

O que Lula e a chancelaria brasileira parecem não compreender é que uma condenação firme, enérgica, sem meias palavras, sem omissões, chamando à responsabilidade os autores assumidos do terror, não é incompatível com a defesa do modelo de dois Estados, nem com a crítica a políticas do atual governo israelense – como a expansão irresponsável de assentamentos na Cisjordânia e os poucos esforços de Benjamin Netanyahu para solucionar a questão palestina –, nem com o repúdio a uma reação desproporcional de Israel que leve à morte de civis palestinos inocentes. É preciso, sim, mencionar explicitamente os responsáveis pela barbárie, reconhecer o direito de Israel a se defender de forma proporcional contra a ameaça do extremismo islâmico, e compreender que o Hamas não está nem um pouco interessado na paz, e sim no extermínio do Estado de Israel. Lula e o Itamaraty ficaram aquém disso.

Isso é muito pouco para uma nação que sonha em ter relevância internacional. Neutralidade não pode ser confundida com omissão, muito menos com o recurso a uma enganosa equivalência moral, como tem ocorrido no caso ucraniano e que o chanceler brasileiro de facto, Celso Amorim, invocou neste fim de semana em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. Não basta a Lula e ao Itamaraty serem apenas um pouco mais dignos que o restante da esquerda nacional; se quiserem que o Brasil seja respeitado internacionalmente, ainda precisarão melhorar muito.

PENINHA - DICA MUSICAL