Dentro do imenso mar mora um pouco do meu rio. Ainda que uma gota apenas seja, está lá o Capibaribe, junto a tantas outras águas, lavando mágoas, levando sorrisos, louvando almas, bravas, às vezes, às vezes calmas …
Sua estrada molhada vem desde a serra do Jacarará, banhando margens e capivaras, palafitas e palácios, até o sereno entardecer na ‘belAurora’, antes de entregar-se ao verde mar, docilizando-o …
E aí, delicadeza branda e terna, faz sorrir quem o contempla, felicita o povo altivo, vendo o rio, seu mar vivo, ‘doceaguado’ oceano vigiado pelos altos coqueiros, lembrar seu bravos guerreiros, uma gente coberta de glória, fonte da vida e da história!
Temendo que a oposição faça maioria no Senado, em 2026, e os torne alvos de impeachment, ministros do STF articulam nova intepretação criativa da Constituição que neutralize esse poder do Senado.
O senhor grisalho que vende flores está fazendo ótimos negócios. Já o vi despachando vários clientes. Eu sinto, daqui de onde estou sentado, o aroma agradável de suas flores naturais. Elas são coloridas e de diversas formas.
Um ceguinho hoje resolveu parar na praça, viola na mão, Mílton Nascimento na voz, sentimentos puros no coração. Os olhos por trás dos óculos pretos não conseguem enxergar o dia lindo. “Todo artista tem que ir aonde o povo está”, canta o cego sem importar-se com o tilintar das moedas jogadas pelos transeuntes. Até o senhor das flores veio lhe deixar algum dinheiro.
Mais à frente do cego, um grupo de homens joga dominó sobre a mesa de pedra.
Noutro canto há o jogo de gamão bem disputado por dois senhores. As damas são mexidas mais à direita, por taxistas observados por alguns companheiros.
Um cão dorme sob a proteção do banco de granito. A sombra caminha devagar para sair dele.
Alguns pombos voam e voltam. Uns vão, outros vêm…
Uma folha seca cai da castanhola e segue levada pelo vento, em parábolas abstrusas, indo descansar ao lado do cão.
Acaso.
Ainda imitando a voz de Mílton Nascimento, o cego parece fazer um juramento através dos versos “se eu morrer primeiro, tu me prometes sobre o meu peito inerte deixar cair todo pranto que mostra tua tristeza. Para que todos saibam do teu querer”.
Eu me levantei. Estiquei braços e costas. Pretendo caminhar em círculos pela praça. Seguirei em linha reta na vida sabendo de mim tanto, quanto o cão sabe da sombra e da companhia da folha seca.
Que loucura!
COMO vamos querer competir com os EUA ,nunca chegaremos próximos ,são 40 anos sendo governado por comunistas. Qdo achamos que íamos começar a decolar colocam o descondenado no poder novamente. pic.twitter.com/vdoQ70UqQW
Está no Tribunal de Contas da União (TCU) um pedido de auditoria nas viagens de pessoas sem cargo público no governo federal.
O pente-fino, solicitado pelo deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT), destaca, por exemplo, a disparada de 213% na gastança com diárias e passagens de “colaboradores eventuais” nos dois primeiros anos da gestão Lula, chegando a R$ 392,6 milhões.
Em 2021-2022, mesmo com o gasto já corrigido pela inflação, o valor fica bem abaixo, R$ 125,1 milhões.
Na representação, o Rodrigo da Zaeli cita passagens de R$ 237 mil pagas para a primeira-dama Janja, que não ocupa cargo público.
Se incluir servidores, a fatura fica ainda mais salgada.
O primeiro biênio de Lula custou ao País R$ 4,5 bilhões só em viagens.