Arquivo diários:10 de fevereiro de 2025
DEU NO JORNAL
DEU NO X
NOVO PROGRAMA
DEU NO X
ESSE FILME VAI ROUBAR O OSCAR
COMENTÁRIO DO LEITOR
UMA PENA… NADA PRA NÓIS…
Comentário sobre a postagem TUDO NOS CONFORMES
Marcos Mairton:
Tem gente poderosa procurando o JBF entre os beneficiados pela USAID.
Duvido que encontrem.
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
A TORMENTA SE AVIZINHA
DEU NO X
A DIFERENÇA DA DIREITA DE MILEI PRA ESQUERDA DE LULA
O Milei devolveu o poder de compra ao povo argentino e o Lula retirou o nosso. pic.twitter.com/0r9VfHqse0
— Paulo de Tarso (@paulodetarsog) February 10, 2025
DEU NO JORNAL
TÁ NO GUVERNO CERTO
DEU NO JORNAL
RELEMBRANDO A TAPIOCA…
Com a maior parte dos valores escondida por decreto de sigilo, a gastança com cartões corporativos da Presidência da República ultrapassou os R$ 26,2 bilhões em 2024, mas segue de vento em popa e já nos primeiros dias de 2025 torraram R$ 1,4 milhão.
A CGU diz que o uso do cartão deve observar “princípios” da Administração como a “publicidade”. Lorota desmentida pelo sigilo.
Ficam expostas apenas pequenas despesas, como R$ 7 gastos em uma loja de tinta de Brasília.
De toda grana gasta usando cartão corporativo em 2025, o governo Lula mandou esconder do pagador de impostos misteriosos R$ 1.396.933,44.
Totalizou R$ 166.750,00 uma das compras intrigantes da Presidência.
Ninguém poderá saber o que motivou a despesa, colocada sob sigilo.
São muitas as compras de valor elevado, como uma de R$ 116.425,74.
Mas o contribuinte está proibido de saber o que pagou.
Os petista não têm piedade de dinheiro público.
Já no primeiro governo Lula, o cartão foi usado até para pagar tapioca para ministro.
* * *
De fato, como diz a nota aí de cima, o petralhismmo não tem piedade alguma quando gasta nosso suado dinheirinho.
Antigamente os luleiros gastavam com tapiocas.
Hoje em dia a torração de dinheiro é com artigos de luxo caríssimo, como café e picanha.
Isso sem falar do esbanjanjamento da cuidadora presidencial.
Eu gosto de ver é a cara dos pagadores de impostos que fizeram o “L”.
PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA
TOLEDO – Florbela Espanca
Diluído numa taça de oiro a arder
Toledo é um rubi. E hoje é só nosso!
O sol a rir… Vivalma… Não esboço
Um gesto que me não sinta esvaecer…
As tuas mãos tacteiam-me a tremer…
Meu corpo de âmbar, harmonioso e moço
É como um jasmineiro em alvoroço
Ébrio de sol, de aroma, de prazer!
Cerro um pouco o olhar onde subsiste
Um romântico apelo vago e mudo,
– Um grande amor é sempre grave e triste.
Flameja ao longe o esmalte azul do Tejo…
Uma torre ergue ao céu um grito agudo…
Tua boca desfolha-me num beijo…

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)
DEU NO X

