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COMENTÁRIO DO LEITOR

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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RELEMBRANDO A TAPIOCA…

Com a maior parte dos valores escondida por decreto de sigilo, a gastança com cartões corporativos da Presidência da República ultrapassou os R$ 26,2 bilhões em 2024, mas segue de vento em popa e já nos primeiros dias de 2025 torraram R$ 1,4 milhão.

A CGU diz que o uso do cartão deve observar “princípios” da Administração como a “publicidade”. Lorota desmentida pelo sigilo.

Ficam expostas apenas pequenas despesas, como R$ 7 gastos em uma loja de tinta de Brasília.

De toda grana gasta usando cartão corporativo em 2025, o governo Lula mandou esconder do pagador de impostos misteriosos R$ 1.396.933,44.

Totalizou R$ 166.750,00 uma das compras intrigantes da Presidência.

Ninguém poderá saber o que motivou a despesa, colocada sob sigilo.

São muitas as compras de valor elevado, como uma de R$ 116.425,74.

Mas o contribuinte está proibido de saber o que pagou.

Os petista não têm piedade de dinheiro público.

Já no primeiro governo Lula, o cartão foi usado até para pagar tapioca para ministro.

* * *

De fato, como diz a nota aí de cima, o petralhismmo não tem piedade alguma quando gasta nosso suado dinheirinho.

Antigamente os luleiros gastavam com tapiocas.

Hoje em dia a torração de dinheiro é com artigos de luxo caríssimo, como café e picanha.

Isso sem falar do esbanjanjamento da cuidadora presidencial.

Eu gosto de ver é a cara dos pagadores de impostos que fizeram o “L”.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

TOLEDO – Florbela Espanca

Diluído numa taça de oiro a arder
Toledo é um rubi. E hoje é só nosso!
O sol a rir… Vivalma… Não esboço
Um gesto que me não sinta esvaecer…

As tuas mãos tacteiam-me a tremer…
Meu corpo de âmbar, harmonioso e moço
É como um jasmineiro em alvoroço
Ébrio de sol, de aroma, de prazer!

Cerro um pouco o olhar onde subsiste
Um romântico apelo vago e mudo,
– Um grande amor é sempre grave e triste.

Flameja ao longe o esmalte azul do Tejo…
Uma torre ergue ao céu um grito agudo…
Tua boca desfolha-me num beijo…

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)

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