Otávio: “Qual é o dado objetivo, a prova objetiva de que o Alexandre de Moraes é um inimigo do Bolsonaro? Qual a declaração? qual o xingamento? Qual a medida? Não tem.
Em que planeta vive esse blogueiro? Cara de fuinha!!
Vamos falar do dólar acima de 6. pic.twitter.com/aYmA9zhDwl
As grandes cidades brasileiras, em geral, não sabem o que se passa no grande Brasil, no Brasil maior do interior, daquele Brasil que surgiu depois de Brasília, que antes era um ermo e depois foi sendo conquistado pelos brasileiros. Eu queria falar de Jacareacanga (PA), porque as pessoas de lá me contam o que anda acontecendo. Quem estuda a história contemporânea brasileira sabe que, em 1956, houve uma rebelião da Força Aérea em Jacareacanga para impedir a posse de Juscelino Kubitschek. Não conseguiram, houve bombardeio e Juscelino anistiou a todos, trouxe a paz política.
Hoje, lá em Jacareacanga, ainda existem incursões aéreas das autoridades federais, que usam helicópteros para procurar garimpo em um território indígena, a terra Munduruku. Mas, de cada 100 garimpos, 40 são de indígenas. A Reuters esteve lá e relatou: as autoridades atacaram o garimpo, e os indígenas, brasileiros de etnia Munduruku, ouviram o barulho e fugiram. O helicóptero pousou, ainda havia panela quente sobre o fogão a gás; destruíram as bombas, os geradores, os motores, os filtros. Estavam tirando ouro de lá e vendendo, ganhando dinheiro com o ouro. Tem um Munduruku que descobriu, no ano passado, 50 gramas de ouro numa pepita. Aí eu me pergunto: vão fazer o quê? A matéria fala em “brancos”, mas são garimpeiros de todas as cores. Vão dizer que são garimpeiros “integrados” e o Munduruku não é integrado, mas por que ele não é integrado à sociedade brasileira?
E tem pobreza lá… “Ah, tem caminhonete”, vão dizer; mas caminhonete é para uns 5%, a picape, a caminhonete passa, chama atenção, mas a pobreza está lá também. São pessoas que precisam de energia elétrica, das coisas da civilização, da modernidade, do progresso. Eles querem ter celular, parabólica, Starlink, querem poder comprar picape e querem saber: como é? E o ouro que está aqui?
A Constituição brasileira diz que o subsolo é do Brasil. E isso nos leva à mina de Pitinga, no Amazonas, e pessoas de lá também me contam o que há essa mina. São muitas terras raras, minerais preciosíssimos. Nióbio, urânio, estanho e tântalo. Meu interlocutor me disse que o que a China quer mesmo é o tântalo, que no mundo digital, eletrônico, é muito valioso. Dizem que, em termos de variedade de minerais, a mina de Pitinga, que os chineses compraram, é uma das melhores do mundo.
Na mina de Pitinga há urânio, e aí eu vejo uma exposição da indústria básica de defesa do Brasil, a necessidade de explorarmos energia nuclear não apenas para submarinos nucleares, mas também para fins científicos, médicos. Temos de criar cérebros e mantê-los aqui para que não aconteça como quando os norte-americanos levaram mais de mil cientistas alemães, junto com Wernher von Braun, para trabalhar para os Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Nenhum deles virou prisioneiro de guerra; Von Braun chegou de braço quebrado lá. O Brasil perde cérebros assim: aqueles que despontam aqui não encontram mercado, não encontram caminhos, não encontram apoio, não encontram um bom laboratório de pesquisa, e vão para os Estados Unidos. Vi que existe isso aqui, no Brasil, nessa base industrial de defesa, mas não temos uma cultura para estimular os cérebros. Pensamos muito pequeno. Subdesenvolvimento é algo muito pesado, e pega na cabeça.
Sou nordestina arretada Nunca fujo da labuta Assim é minha conduta Na força sou preparada Não desisto de jornada Aguento qualquer rojão É grande a disposição Que tenho pra trabalhar: Se for para labutar, Na chibanca ponho a mão!
Quando um ministro tipo Rui Costa (Casa Civil) divulga a fantasia de que o dólar disparou para R$ 6,10 por culpa do feriado de Ação de Graças nos EUA, tem razão Rubens Ometto, da Cosan:
“Estamos ferrados”.
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Estamos bem mais que ferrados, Sr. Ometto:
Tamos fudidos!!!
Ter o PT no comando deste país é um filme de horror.
FORMATURA – Lorenzo, um estudante de engenharia de produção na Universidade Federal de Ouro Preto, carregou um botijão de gás em homenagem ao pai em sua formatura em Minas Gerais.
“Pai, não tem como expressar em palavras o quanto sou grato por tudo que faz por mim. –Esse… pic.twitter.com/M3sZ9YEFeK