Arquivo diários:10 de outubro de 2024
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
DEU NO X
DECAINDO
DEU NO JORNAL
TUDO DENTRO DOS CONFORMES
ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!
LULA E A AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA
Pindorama esta semana estava bem animada, principalmente por causa das famigeradas eleições, em que o otário pagador de impostos financia um bando de canalhas para fazer propaganda enganosa, mentirosa e safada na cara dura e ainda exige aplausos, mas isso é o de menos. O que deixou ancho, este caeté, de peito estufado, regurgitando orgulho cívico foi a anunciação pelo Araribóia de plantão, o nosso amado líder, Mulamed Ladron, foi a criação da dita Agência Espacial Brasileira a fim de construir foguetes e levar o Ñambiquara nacional até Saturno.
O Brasil é um país de oxímoros – aquelas contradições violentas que, na linguagem cotidiana são irreconciliáveis, mas na poética nos deram pérolas de construções como na música Outra vez, cantada por Roberto Carlos, Roberta Miranda e que diz “você foi o melhor dos meus erros”, ou na poesia de Camões que diz que o amor “é dor que desatina sem doer” -, que, se um gringo analisar as situações aqui, vai pensar que viajou para um hospício e não uma nação soberana.
Veja-se o caso da ABIN, ou Agência Brasileira de Inteligência. Isso é uma piada. Já tinha dito, naquele covil de velhos sem vergonha que se reunia semanalmente, chamado Cabaré do Berto, que ABIN era um oxímoro, pois a agência, ou era brasileira, ou era de inteligência. Os dois adjetivos juntos não dão liga. Também podemos citar o caso da Indústria Brasileira de Processadores, aquela estrovenga gestada no governo Lula II e parida no governo da presidANTA que gastou 500 milhões de reais e apresentou um processador que custava quinze vezes mais que o mais vagabundo processador disponível no mercado e era duas mil e duzentas vezes menos potente. Botocúndia em estado puro.
Outro exemplo é o tal de CIEEDE, criando para “defender a democracia e combater as “feiquinius”, que eu batizei de GESTAPO – Gehein State Polizei, ou Polícia Política do Estado -, mais direto e mais fácil de se entender, mas parece que o nome foi rejeitado pelas “otoridades” do governo. Tá cheio de barnabé, não serve para nada, mas custas tubos de dinheiros do pagador de imposto.
Ora, um país cujo QI – Quociente de Inteligência – esta em 85, sendo mais baixo que a de um chimpanzé, segundo pesquisas de universidades de renome, já que aquele primata tem o QI de 87, preocupa aqueles “cidadões” que possuem QI pouca coisa mais elevada. O “cidadões” aí é uma homenagem à primeira gastadeira nacional, tá gente! Maurício Assuero, dotô em dinheiros, numerários e contabilidade que o diga, haja vista o desespero dele, em suas crônicas dominicais neste jornal.
Agora vem o gunverno nacional propor a criação de mais um cabidão de emprego nessa farsa chamada Agência Espacial Brasileira. Não dá. É preciso muita massa cinzenta, muita especialidade, desde o cargo de presidente dessa agência, até o contínuo que mantém o café quente todos os dias, para que essa estrovenga decole. E, conhecendo o governo como conhecemos, essa agência vai ser aparelhada por políticos malandros, gatunos e ratuínas da melhor qualidade.
O resultado dessa agência daqui a dez anos vai ser o consumo de bilhões de reais do contribuinte, uma folha de pagamento para lá de inchada, com pessoas sem qualificação alguma e que não entendem “niente” de pesquisa espacial, para entregar, no final, um traque de festa junina, e depois culpar o imperialismo dos Zistados Zunidos pelo fracasso de algo que já foi parido para ser um fracasso e só existirá para consumir dinheiro do pagador de imposto e enriquecer velhacos que estão igual a cavalo de parada – cagando e andando -, para o progresso nacional.
DEU NO X
SÓ MESMO NESSA NOSSA REPUBLIQUETA BANÂNICA
CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA
A TURISTA GAÚCHA
O casal sessentão todo ano planeja e realiza uma viagem internacional. Boa situação financeira, aproveitam a vida, ainda ajudam seus dois filhos e netos. Esse ano resolveram conhecer a Escandinávia, José Paulo e Tereza há três meses que estudam pelo Google o roteiro, as cidades, costumes, histórias da Dinamarca, Suécia e Finlândia. Seriam 21 dias organizados pela agência de turismo. Faltavam poucos dias para viagem, Tereza organizada, metódica, já havia arrumado as malas, checado passagens, passaportes, voucheres.
José Paulo naquela tarde ensolarada passou no hotel para comprar euros. Era pouco mais de duas da tarde quando a moça da loja de câmbio vendeu-lhe 3.000 euros. Depois de conferir, colocou-os cuidadosamente dentro de um envelope, dobrou-o e enfiou no bolso da calça.
Na saída do hotel, uma jovem, aparência simplória, chegou-se perto perguntando com sotaque sulista onde ficava o Mercado de Artesanato. José Paulo, gentil, ofereceu-lhe uma carona, era seu caminho. Atravessaram a rua, entraram no carro. A jovem agradeceu a gentileza, ele percebeu o decote generoso da gaúcha, o sangue ferveu na veia. Simpática, Vera Lúcia conversou bastante, estava hospedada com duas amigas no hotel, vieram para o Congresso de Enfermagem. Tinha adorado as praias, a cidade, o povo hospitaleiro, ficaria até domingo, não sabia se havia tempo para conhecer tantas praias bonitas.
Ao chegar na Feirinha de Artesanato da Pajuçara, José Paulo freou o carro. A jovem olhou-o nos olhos, perguntou se gostaria de dar uma volta, mostrar-lhe as praias, ainda era cedo. José Paulo, encantado com a moça, aceitou a sugestão já com outra intensão. Partiram para o Litoral Norte, conversando, sorrindo, em vez em quando Vera Lúcia soltava uma piadinha provocativa, segurou de leve a mão do coroa. José Paulo mostrou as praias, Jacarecica, Guaxuma, Riacho Doce, Ipioca, ela fotografava tudo. Em Paripueira sentaram numa barraca beira-mar, cervejinha gelada, conversa descontraída. Certo momento Vera Lúcia segurou a cabeça do coroa com as duas mãos, beijou-lhe a boca, ele perdeu a cabeça.
Pagou a conta do bar e partiu para região de motéis de Jacarecica. Embaixo daquele simples vestido havia um corpo sensual, deixou José Paulo louco. Aconteceu uma bela e voluptuosa tarde de amor, inesperada. Ao entardecer ele deixou Vera Lúcia na Feirinha de Artesanato, marcaram encontro, dia seguinte às 15 horas no hotel. O sessentão partiu alegre lembrando os carinhos quentes da jovem, loucura também é preciso, pensava.
Entrou em seu belo apartamento ao tirar a roupa para um banho e vestir um pijama, sentiu a falta do envelope, colocou a mão no bolso, percebeu que tinha sido roubado. Veio-lhe a imagem da gaúcha com cara de menina tola. Desceu no elevador, dirigiu ansiosamente até o hotel. Na portaria perguntou por Vera Lúcia, uma hóspede, jovem, gaúcha, fazendo o Congresso de Enfermagem. A atendente procurou no computador, não havia essa hospede e nem sabia desse Congresso. José Paulo, fulo de raiva, retornou ao apartamento.
Ao chegar, Tereza tomava banho, foi perguntando.
– Comprou os euros, José Paulo?.
– A loja de câmbio do hotel só abriria ás 3 horas, eu fui ao shopping fazer hora, me demorei quando passei no hotel já havia fechado o câmbio, amanhã eu compro, logo cedo.
– Você não toma jeito, é a velhice chegando. Qualquer dia perde a cabeça na rua!
– Perdi a cabeça, é verdade.
– Na transa mais cara do mundo, (disse para si mesmo).
DEU NO X
A MILITÂNCIA DE REDAÇÃO ESQUERDÓIDE
DEU NO JORNAL
VARRIDO DO MAPA
O PT de Lula não elegeu um prefeito sequer em sete Estados:
Acre, Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima.
E na Paraíba venceu num único município.
* * *
A vassoura passada nestas últimas eleições municipais foi muito boa.
O PT tá igual peido de aviador: sumindo nos ares.
JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE
COISAS PRA SE DIZER BENZÓ DEUS
A PALAVRA DO EDITOR






