🚨URGENTE – Multidão de 7 pessoas cantam parabéns para o Lula na frente do Palácio do Alvorada! pic.twitter.com/9Mtt8Zworq
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) October 27, 2024
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Comentário sobre a postagem SIMPLES ASSIM
João Francisco:
É por isso que o Sistema quer regular a Internet.
Agora não precisa mais de atores, roteiristas, iluminação, diretores, diversas câmeras, maquiadores; para fazer esquetes ruins como era na Rede Goebbels.
Um celular, 10 meninos e 15 segundos de gravação já valem mais que ex toda a poderosa vênus platinada.
Isso é uma revolução inimaginável há 10 anos atrás.
* * *
Eleitores dikein? pic.twitter.com/ygrCNJT1VV
— MSP-Brazil (@mspbra) October 26, 2024
Por que há necessariamente o pensamento e a possibilidade da fuga quando nem sabemos o final da coisa?
Há tantas maneiras de partir sem precisarmos sair do lugar.
Não há cansaço que não passe com um banho, uma lavanda gostosa no corpo, uma cama confortável, uma xícara de chá ou café, e um livro de poesias para ser interpretado.
A janela aberta, ou o ar-condicionado no dezoito.
Viver é fácil.
Ouça mais, fale menos e, se possível, no intervalo de tudo dê vaga em seu pensamento para uma bela canção. A boa música expulsa pensamentos tolos, tirando a atenção das vontades torpes.
Ora, ora!
Por que essa demasiada necessidade louca de compreender o que existe para não ser entendido?
Eis a presunção humana em sua gênese: o homem nem compreende a si próprio e deseja desvendar os mistérios fora do seu eu.
Viver é fácil.
Implica em estar sempre com frescor no corpo, alma leve, coração em paz, nunca possuir mais que os olhos não possam cobrir e os braços abraçar de uma vez só. Sem almejar o que não se pode segurar nesse abraço.
Viver é fácil.
Envolve buscar tanto o riso quanto o amor em tudo. Isso sim é uma audácia vigorosa na arte de seu feliz.
Jamais esperar para fazer o bem amanhã, ou gozar apenas amanhã querendo ser dono exclusivo desse prazer.
Emprestar liberdade a tudo, e jamais cobrar a volta dela. Da liberdade.
Prender apenas a respiração quando algo for tão fantasticamente bom para nós, que queiramos eternizar o momento. O instante.
Mas, sempre ciente do amanhã vindo para ser outro dia. Embora mais uma vez seja um hoje. Saiba.
Banhos, perfumes, livros, chás ou café, música e sorrisos.
Um vinho? Quando merecer.
Isso basta.
Se somados a uma companhia não tratada como propriedade, para gargalhar da nossa gargalhada e podendo ser chamada de amor.
Isso é liberdade.
Não marque seu corpo nem a sua alma.
Marque os momentos.
Porque eles passam.
Viver não é apenas fácil. É simples.
Imposto do amor! Muitos destes professores fazem o L e agora estão em “modo” desespero. Foram sindicalizados automaticamente sem a devida autorização. Vai reclamar a quem ? Ao painho dos pobres! pic.twitter.com/NBCAJeYfgz
— Deputado Delegado Zucco (@DelegadoZucco) October 25, 2024
O petista na entrevista de emprego. pic.twitter.com/eXmt8Miadd
— Joaquim Ribeiro (@joaquimrib1801) October 26, 2024
Confirmada a história circulando em Brasília, de que só serão admitidos artistas ligados ao PT na novela de R$ 110 milhões, a ser financiada com dinheiro público na TV estatal.
Será o maior gasto em cachês do mundo.
* * *
O maior gasto em cachês do mundo!!!
Isto é a Republiqueta Banânica lulífera em estado puro:
Uma novela produzida com dinheiro público, pra ser exibida na TV estatal, protagonizada por artistas militantes canhotos.
Alguém ficou surpreso?
Normal, normal, normal.
Este magnífico trabalho será perpetrado dentro dos conformes do regulamento ladroatífero petralha.
Enquanto isso a obra inacabada faz 2 anos, mas a arte esta em dia! Não sufoquem o artista! kkk pic.twitter.com/Dba7RG0VpV
— ❌Gordao Ucrania (@Xgordaoucrania) October 26, 2024
“Maior que a alegria de sentir saudades do rincão, é a felicidade de saber que, um dia, descalço, se teve contato com o chão”. (JOR)
Vivem falando que, passear na roça, de férias ou não, é muito bom. Com certeza não é melhor que, nascer, crescer, viver e ser feliz na roça. Descalço, pisar no chão, tendo contato com a terra.
Raimunda Buretama, minha falecida Avó materna, que nunca passou sequer na porta de uma escola, mas teve a inteligência que Deus lhe deu, tinha a “audácia” de dizer que, “a gente precisa pisar no chão, para pegar as bactérias que nos defenderão de males maiores”.
Hoje, muitos anos depois do vaticínio de Vovó, eu tenho certeza disso. Pisando no chão, recebemos e transmitimos a áurea da liberdade, da existência e do contato físico, e, em troca recebemos a vida.
A cidade grande, asfaltada, com regras esdrúxulas que limitam a convivência e a liberdade pelas quais você tanto lutou, jamais te proporcionará o prazer de partir uma lata grande de querosene, fazendo dela um tacho para assar castanhas de caju. Jamais terás o prazer de sentar com uma pedrinha, quebrar e comer essas castanhas – terás que ir a um supermercado ou loja apropriada.
Assando castanhas de caju
Criança, de férias escolares ou não, passeando na roça terão apenas alguns dias de diversão e prazer que é o “pegar uma baladeira (ou estilingue) e um bornal com pedrinhas, e sair para caçar passarinhos – eu fiz isso, por pura necessidade de completar a comida diária”. Tinha até a alternativa de escolher as aves a serem abatidas. “Essa não. Aquela outra, também não”. Rolinhas e avoantes, sim. Eram as preferidas por serem bastantes “carnudas”.
Até aprendi, o cântico da rolinha “caldo-de-feijão” (fooogo-pagoou, fooogo-pagoou!), ou da conhecida rolinha “cascavel” por conta de ter as penas mariscadas feito a cobra.
Menino “caçando” de baladeira
Mas, a vida da criança e do adolescente nascido, criado e vivido na roça não se resume a esses “prazeres”. Além da convivência familiar e com a natureza, existem as amizades que, via de regra, continuarão até a eternidade. As “arengas” (ou rixas e ainda desentendimentos) fazem parte da convivência e, na maioria das vezes, das próprias brincadeiras.
Mas, nisso, existe um alto grau de felicidade construída no respeito mútuo e na humildade e hombridade da aproximação para as desculpas de ambos os lados. E isso, queiramos nós ou não, é parte da construção individual das pessoas.
Rolimã improvisado em pedaços de tábuas faz a alegria de cinco crianças
As peraltices são partes do contexto da vida infantil. Criança que não é peralta vai ter a doença moderna da depressão. É equívoco imaginar que, na roça, as crianças não fazem nada além de brincar. Elas têm suas obrigações individuais, sim. E aquele que não as cumpre, sabe que vai ser castigado, sim senhor. Não vai ser beneficiada com um novo celular nem com uma viagem para a Disneylândia. Vai, sim, passar uma semana de castigo, saindo só para buscar água no açude.
E desde sempre, é assim que avós bons ou maus constroem suas famílias: no bom caminho do respeito e da retidão nas atitudes. Sem concessão e sem mimimis.
Vovó dizia que, “o perdão a uma malinagem fora de hora, acostuma mal, gera desobediência e desrespeito aos mais velhos”.
A foto anexada a seguir, mostra um verdadeiro “pé de meninos”. São doze. Contei meticulosamente. Observei todos descalços, sem tatuagens e sem celulares – mas com sorrisos mais largos que a boca. É uma felicidade contagiante, tanto quanto o voar das aves em liberdade.
Árvore “pé-de-menino”
O botar o pé no chão é a “senha” da felicidade e a chave para usufruir da liberdade. O machucado possível, é na carne, e não na alma, ou no status quo. É, para os que ali moram, “formatar a concavidade dos pés” tão necessária para evitar problemas ortopédicos. Vai além do contrair bactérias, e ainda movimenta de forma lúdica e necessária as panturrilhas, o nosso segundo coração.
E o que dizer do banho nu no açude?
Alguns dirão: mas em muitos (nem todos) banhos os corpos estão nus. Banhar nu no açude é uma terapia diferenciada. Aparentemente privilégio da infância, mas, se entrarmos no arquivo fotográfico das nossas memórias, encontraremos as figuras das nossas mães, nossas avós, e, até mesmo das nossas futuras e pretensas namoradas banhando de vestidos. Aqueles vestidos, molhados, acabam aderindo aos corpos e se tornam transparentes desnudando as mais belas virtudes corporais femininas.
Foto 5 – As peraltices do banho nu no açude