Arquivo diários:16 de outubro de 2024
DEU NO JORNAL
DEU NO X
NÃO DEU PRA SEGURAR A CAGANEIRA
Quando você tá com uma caganeira braba, não dá pra segurar! 💩 pic.twitter.com/i8sKRTjklX
— PÁTRIA MAMADA 🤣 PARÓDIA (@PATRIA_MAMADA_) October 16, 2024
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
VEM AÍ A NOVA FROTA DO PALÁCIO
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE
ANIVERSÁRIO DE BÊ
Claro que fiquei feliz com a festinha de aniversário e a alegria de Bernardo, 11 anos.
Jogaram futebol, ele e seus amiguinhos do Santa Maria e do Santa Emília, no campinho do PSG.
Mas um episódio, em particular, me encheu de vaidade e orgulho.
No final, quando fui entregar medalhas e troféus dos participantes e anunciei a taça de goleiro para Bernardo, ele a recebeu e disse em meio aos colegas:
– Não, Vô, essa taça é pra Daniel. Hoje ele foi melhor do que eu.
E passou a premiação que o avô ‘babão’ lhe conferira às mãos do coleguinha.
Como se não bastasse a emoção do gesto, ao final de tudo, após o cantar de parabéns, o mesmo Daniel devolveu o troféu a Bernardo, dizendo-lhe:
– Bernardo, este é meu presente de aniversário para você.
Como são sábios e honestos esses meninos. Aprendamos com eles.
DEU NO JORNAL
VAI ESBANJANJAR NA RÚSSIA
Guilherme Boulos (Psol) que contava com um ativo Lula no segundo turno da eleição para prefeito de São Paulo, ficou a ver navios.
Semana que vem, reta final da campanha, o petista se manda para Rússia.
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O Descondenado num bota a cara na rua de modo algum.
Se caga de medo.
Quando muito, aparece num navio, segurando uma imagem, e ouvindo as vaias de longe.
Quero ver ele fazer igual a esse sujeito inxirido fez ontem em Manaus.
Vejam:
NÓS DERROTAMOS O BOLSONARISMO.
Manaus 15/10 pic.twitter.com/r7ad75TkOV— Freu Rodrigues (@freu_rodrigues) October 15, 2024
DEU NO X
UM PARLAMENTAR BANÂNICO
Espero que vocês tenham estômago para assistir esse episódio do Otoni de Paula!!! pic.twitter.com/x2FQCW6C5a
— Pavão Misterious 𝕏 🇧🇷 (@misteriouspavao) October 15, 2024
DEU NO X
O GOSTO AMARGO DA VOLTA DO X
Jocelaine Santos

Faz pouco mais de uma semana que o X foi “autorizado” a voltar a funcionar no Brasil. Ficamos um mês na mesma situação das ditaduras onde o X é proibido – como na Venezuela, na Rússia ou na Coreia do Norte. Por aqui, tivemos até um gostinho a mais: quem tentasse burlar o bloqueio nacional por meio do uso de uma ferramenta de VPN ficou sujeito a pagar uma multa de R$ 50 mil, mesmo que fosse só para dar uma espiadinha no que o restante do mundo andava publicando na rede social.
Agora o X voltou – mas não como uma conquista da democracia, do respeito às liberdades ou ao Estado Democrático de Direito. Ao contrário, a volta do X vem com o gosto amargo do avanço do autoritarismo judicial, do achincalhamento da lei e – talvez pior que tudo – da indiferença da sociedade. Não há nada de normal na volta do X, assim como não é nada normal que a maioria das pessoas não seja capaz de entender a gravidade do que ocorreu.
Um mês atrás, o X foi bloqueado no Brasil por ter se recusado a se curvar diante de exigências absurdas de um ministro do STF. (Aqui, um pessoal que gosta de autoritarismo, como os pseudo-jornalistas que só sabem aplaudir os desmandos do STF vão chiar com aquele blá-blá-blá de sempre, dizendo que o problema foi o X não ter representante legal no país e que Musk queria “ferir a soberania nacional” – mas sabemos que não foi isso). E agora, após o primeiro turno das eleições, foi desbloqueado justamente porque se sujeitou às vontades do ministro supremo – que, aliás, inventou mil e um impedimentos para que o retorno da rede social demorasse ainda mais.
Nesse meio-tempo, o que mais se viu, salvo algumas manifestações de repúdio aqui e ali, foi uma inação preocupante. Imagine-se em um barco, junto de uma ou duas dezenas de pessoas, e, nesse barco, começam a surgir pequenos buracos, pelos quais a água invade lentamente. Pois bem, agora imagine que todos ao seu redor permanecem absolutamente indiferentes à água que continua a entrar no barco. E há alguns que vão além, divertindo-se com cada novo buraco que se abre no casco do barco, aplaudindo alegremente a água que entra – e, que, caso nada seja feito, fatalmente levará o barco e seus passageiros ao fundo do rio ou do mar.
É essa a sensação que se tem ao assistir ao silêncio e à conivência, especialmente daqueles que teriam a obrigação de zelar pela democracia (a real, fundamentada na Constituição, nas leis, na liberdade de expressão e pensamento, não a democracia de mentirinha), diante do bloqueio e agora desbloqueio do X no Brasil. A história do sapo sendo lentamente fervido, sem perceber o aumento gradativo da temperatura da água, parece ser mesmo verdade.
Exatamente esse silêncio, essa apatia e inação é o que permite que cada vez mais buracos sejam feitos na já tão maltratada democracia brasileira. É fato conhecido que todos os que flertam com o autoritarismo, seja onde for, adotam a censura como estratégia, reprimindo as vozes discordantes e criando crimes inexistentes, só para perseguir aqueles que insistem em reagir e se manifestar contra os avanços contra o Estado de Direito e as liberdades. O silêncio da população, das instituições e das lideranças é o melhor alimento para os desmandos dos tiranos.
DEU NO X
DICAPRIO ESQUECEU A AMAZÔNIA
A PALAVRA DO EDITOR
SERRA EM IGATU
ALEXANDRE GARCIA
RESGATE SEU DINHEIRO ESQUECIDO ANTES QUE O GOVERNO COLOQUE AS MÃOS NELE

Prazo para pedir transferência de dinheiro esquecido termina nesta quarta-feira
Nesta quarta-feira termina o prazo para os donos do dinheiro esquecido retirarem os seus R$ 8,6 bilhões que ficaram nos bancos, ou o governo vai meter a mão nesses valores, em uma atitude pragmática, porém sem ética. Vocês sabem: nos “achados e perdidos” de aeroportos, metrôs, estações ferroviárias do mundo inteiro, os objetos ficam à disposição por anos. O sujeito vai buscar um guarda-chuva, um par de sapatos, que perdeu dois anos atrás. Mas o governo quer se apossar de muito dinheiro, de muita gente: 6 milhões de pessoas têm dinheiro parado que vai de R$ 100 reais até R$ 1 milhão.
E o governo já tirou dinheiro das pessoas em ocasiões anteriores, a cada vez que inventavam uma moeda nova, tirando zeros e zeros. Eu fui prejudicado nisso: quando era menino, meu avô depositava uma quantia todo ano, no meu aniversário, na caderneta de poupança da Caixa Econômica Federal. Depositou o equivalente a uns US$ 70 mil. Cresci, fui lá ver a conta, tinha centavos. E, se fossem cobrar comissão de permanência, ainda ficaria devendo. Isso é confisco. E o governo tira também pela inflação, que hoje está em 4,5% no acumulado de 12 meses: é isso que sai do bolso das pessoas, dos depósitos em conta corrente. Isso não é ético, e ainda menos ético é pegar os impostos e não prestar serviços públicos à altura do que cobra.
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A imunidade parlamentar novamente sob ataque do STF
O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) denunciou na Câmara que está sendo alvo de um inquérito por ter feito um discurso na tribuna sobre um delegado federal, Fábio Shor. O caso está no Supremo e o relator, ministro Flávio Dino, diz que “numa primeira análise os fatos podem ultrapassar as fronteiras da imunidade parlamentar”, que poderia haver crime contra a honra. Não entendo, então, por que está escrito no artigo 53 da Constituição que “deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer palavras”. Quaisquer palavras. Pode falar da mãe do papa ou da mãe do presidente da República, não importa: são quaisquer palavras.
Eu cobri a Constituinte e me lembro dessa discussão. Um dos que participaram, por exemplo, foi o jurista Ives Gandra Martins, e houve muito debate para colocar o termo “quaisquer”, porque a imunidade do parlamentar não é dele, pessoal; é daqueles que ele representa. Ele tem de ter imunidade para poder representar bem o povo e dizer o que quiser. E, no caso de Van Hattem, o discurso dele foi na tribuna, no lugar específico para isso no plenário. Cada interpretação que estão dando à Constituição Cidadã, que é claríssima, simples, fácil de entender…
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Dólares fogem do Brasil em sinal de falta de confiança no país
Estamos vendo um sinal grave de falta de confiança na economia brasileira, na política brasileira, na estabilidade de leis e de decisões, na previsibilidade de decisões judiciais. Lula disse uma vez para um japonês que tudo aqui era previsível, mas só nos primeiros nove meses deste ano, até 30 de setembro, foram retirados na conta financeira do Brasil US$ 52,4 bilhões. Esse número só foi superado no ano da pandemia, em 2020.



