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COMENTÁRIO DO LEITOR

PINDORAMA PODE ESQUECER

Comentário sobre a postagem A FOTO É O DE MENOS

Roque Nunes:

BRICS é união de países falidos, miseráveis e ditaduras sanguinárias.

Seu sonho é desbancar o dólar como moeda de troca.

Não vai dar certo.

Já escrevi aqui no JBF que o dólar é o que é, não pelo fato de ser moeda americana, mas sim pelo fato de ter credibilidade e boa-fé em qualquer lugar do planeta.

A China, apesar de ter um PIB de dar inveja a qualquer país cucaracha, é um tigre de papel, se for analisado o PIB per capita, que é o indicador de riqueza.

Aí, ela é sofrível.

Pindorama…. pode esquecer.

Nossos políticos trabalham incansavelmente pelo progresso de nosso atraso.

As ditaduras árabes tem petrodólares, é verdade, mas esse dinheiro pertence aos donos do país, como a família dona da Arábia.

Não é à toa que ela é saudita, ou seja, pertence à família Al-Saud.

Precisa dizer mais alguma coisa…..

Se até a Etiópia está nesse ajuntamento de países mortos de fome, nada mais precisa ser dito.

DEU NO X

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

O MAIOR BEM – Florbela Espanca

Este querer-te bem sem me quereres,
Este sofrer por ti constantemente,
Andar atrás de ti sem tu me veres
Faria piedade a toda a gente.

Mesmo a beijar-me a tua boca mente…
Quantos sangrentos beijos de mulheres
Pousa na minha a tua boca ardente,
E quanto engano nos seus vãos dizeres!…

Mas que me importa a mim que me não queiras,
Se esta pena, esta dor, estas canseiras,
Este mísero pungir, árduo e profundo,

Do teu frio desamor, dos teus desdéns,
É, na vida, o mais alto dos meus bens?
É tudo quanto eu tenho neste mundo?

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)

DEU NO JORNAL

O PRIMEIRO

Para fazer História, no Brics, Lula (PT) poderia ter defendido ontem em seu discurso uma “cláusula de exclusão” de países governados por ladrões e por ditadores.

Problema é que o grupo seria extinto.

* * *

Excelente sugestão.

Na exclusão de países governados pro ladrões, o primeiro da fila seria o Brasil.

Sem dúvida alguma.

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DEU NO JORNAL

O BOICOTE DE GLEISI HOFFMANN CONTRA O GOVERNO LULA

Guilherme Macalossi

Gleisi Hoffmann IBGE

Em breve, Gleisi Hoffmann deve deixar a presidência do PT. Foi uma das piores dirigentes da legenda, conduzindo-a para um desempenho humilhante nas eleições de 2024. Ideologicamente xiita, sua atuação, no mais das vezes, contribuiu para gerar mais problemas do que soluções ao governo Lula. De tal forma que, numa coluna anterior, após ela atacar a existência da Justiça Eleitoral, a lancei uma campanha para nomeá-la “musa do Bolsonarismo” no lugar de Joice Hasselmann e Carla Zambelli.

A deputada passou os dois primeiros anos do atual governo em pé de guerra com Fernando Haddad. Gleisi esteve entre as principais lideranças do PT a criticar o arcabouço fiscal. Queria, na contramão de qualquer responsabilidade, aumentar ainda mais os gastos públicos, defendendo o que chamou na época de política “contracíclica” e “expansionista”. Em outras palavras: defendia reciclar o fracassado modelo dilmista do “gasto é vida”.

Na última semana, Gleisi foi convidada para uma reunião na sede da XP, uma das maiores corretoras do país. Segundo o site BlogTrends, especializado em mercado financeiro, a petista “comentou sobre o comportamento de Gabriel Galípolo”, indicado por Lula para a presidência do Banco Central em substituição a Roberto Campos Neto.

Desde que foi nomeado como diretor, Galípolo tem votado pela manutenção dos juros junto com o atual presidente da instituição. Uma postura ortodoxa que surpreendeu muitos que esperavam uma posição “flexível” em linha com a de Lula, que tem defendido a queda da Taxa Selic. Gleisi garantiu, entretanto, que tudo não passa de teatro e que Galípolo “enganou o mercado”, deixando a mudança na política monetária para depois que assumir a função no lugar de Campos Neto. O efeito das declarações da presidente do PT fez o dólar disparar.

O que Gleisi pretendia ao contar ao mercado sobre as supostas intenções de Galípolo? Contribuiu apenas para minar a credibilidade de um quadro técnico que foi bem aceito e tem se posicionado com equilíbrio nas funções a que foi designado. Galípolo, aliás, deveria ser o primeiro a desmenti-la, já que ela agiu contra sua reputação.

A petista fez do boicote e do “fogo amigo” contra o governo uma verdadeira especialidade. Não é surpresa, portanto, o legado de fracassos que deixará quando encerrar seu mandato.