GENTE? Um BRT em Belém precisou ser PARADO porque os passageiros estavam passando mal devido ao cheiro de um pum que um desconhecido soltou. pic.twitter.com/0YMNjdDFvN
— POPTime (@siteptbr) October 24, 2024
GENTE? Um BRT em Belém precisou ser PARADO porque os passageiros estavam passando mal devido ao cheiro de um pum que um desconhecido soltou. pic.twitter.com/0YMNjdDFvN
— POPTime (@siteptbr) October 24, 2024
O Aldo tá coberto de razão. Eu me lembro muito bem dessa época. pic.twitter.com/VGkqw6Hd1H
— 🏳️🌈🇮🇱🚩Shalom Barba (@MafinhaBarba) October 23, 2024

Novo DPVAT começa a ser cobrado em 2025
O novo DPVAT volta ano que vem com outro nome. Puseram um “S” no lugar do “D”, agora é SPVAT, é um “seguro” obrigatório. Vocês se lembram do extintor obrigatório, da placa padrão Mercosul? Parece invenção feita para beneficiar alguns por aí. Coisa de gente que não tem o que fazer e vai inventando; inventaram, por exemplo, uma tomada diferente, para todo mundo ter de trocar a tomada e a indústria ter de se adaptar.
O governo conseguiu votos na Câmara e no Senado para fazer o DPVAT voltar. É determinação federal: o carro não pode ser licenciado se o dono não pagar o DPVAT. Então, governadores começaram a dizer que, se é taxa federal, o governo federal que cobre. Os governadores de Santa Catarina, Jorginho Mello, e Minas Gerais, Romeu Zema, já disseram que não vão fazer a cobrança. Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, disse que não vai carregar ainda mais o bolso do pagador de impostos.
* * *
FMI diz que Brasil só equilibrará contas em 2027
Lula só tem duas coisas na cabeça: gastar mais e cobrar mais impostos. E Simone Tebet ainda acha que pode cortar gastos… O FMI não acredita nas metas de Fernando Haddad, e acaba de afirmar que não prevê déficit zero nem este ano, nem no próximo; só em 2027, diz o relatório. Isso significa o quê? Que déficit zero só vem com outro governante, com esse não dá. É complicado viver neste país. País da cobrança de impostos, do excesso de gastos que não revertem para a população. Se as pessoas estão pagando impostos, é para receber um serviço público, de segurança, saúde, ensino. Só que o Brasil não é assim.
* * *
Uma tragédia em Novo Hamburgo
O Brasil está imitando aquelas maluquices que de vez em quando acontecem nos Estados Unidos. Em Novo Hamburgo (RS), o pai de um sujeito avisou a polícia que estava sendo ameaçado pelo filho, e a polícia foi ver o que estava acontecendo. Pois o filho matou o pai, matou o irmão, matou um PM que o abordou, derrubou a tiros dois drones da polícia, ainda feriu PMs, guarda municipal, pessoas que estavam por ali – foram dez pessoas feridas por ele. Isso aconteceu de madrugada; quando chegou a manhã, ele foi encontrado morto. Ainda não se sabe se foi atingido pela polícia, ou se ele tirou a própria vida depois das loucuras que fez. Nós vemos tragédias assim nos Estados Unidos; será que vamos importar uma loucura dessas?
* * *
Provas da Odebrecht mandam ex-presidente para a cadeia – no Peru, não no Brasil…
O que aconteceu no Peru é importante para fazermos a comparação. A Justiça peruana, considerando as provas da Odebrecht, aquela lista de beneficiários de propinas, condenou o ex-presidente Alejandro Toledo a mais de 20 anos de prisão. Aquelas mesmas provas que fizeram muita gente devolver milhões, milhões e mais milhões aqui. Eles devolveram, mas depois acabaram descondenados. Como é que vamos entender?
Até agora, a dois meses de 2025, apenas cinco Estados aderiram ao “convênio” com o governo federal, por meio da Caixa, para tomar dos cidadãos os valores do “novo DPVAT”, seguro obrigatório ressuscitado como SPVAT por Lula (PT), para alegria das seguradoras.
Os Estados que irão cobrar seguro são Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba e Sergipe, de governadores obedientes ao presidente.
Lula recriou o DPVAT, mas tenta transferir o desgaste da cobrança aos Estados.
* * *
Sou totalmente a favor dessa volta.
Tem que ser cobrado mesmo.
Mas com um detalhe importante:
Deve ser cobrado apenas de gente que fez o “L”.
Uma medida de justiça.
Editorial Gazeta do Povo

Reunião dos Brics na Rússia; na ausência de Lula, o Brasil está sendo representado pelo chanceler Mauro Vieira (de costas, ao centro)
O acidente doméstico sofrido pelo presidente Lula o impediu de viajar para a cúpula dos Brics, na Rússia, iniciada na terça-feira, dia 22; sua participação acabou limitada a um discurso lido por meio de videoconferência nesta terça-feira. Como apontaram acertadamente vários comentaristas, o petista acabou se livrando de aparecer sorridente em fotos com Vladimir Putin, o valentão da vez e pária entre as nações democráticas devido à invasão da Ucrânia; ou com o novo presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, líder de uma ditadura teocrática e financiadora do terrorismo internacional. Não que as imagens de congraçamento fossem um problema para Lula, que se sente muito à vontade nesse meio; mas elas certamente reduziriam ainda mais o já dilapidado prestígio do brasileiro diante do Ocidente.
Estando ou não em Kazan, Lula continua sendo um aliado dos anfitriões russos e dos demais ditadores e autocratas que estão nos Brics desde a sua fundação (como é o caso da China), ou os que acabaram de ingressar na recente expansão do bloco, como o Irã. O petista não precisa aparecer apertando a mão de Vladimir Putin para que o mundo saiba o que o brasileiro pensa sobre o conflito. Afinal, foram inúmeras as vezes em que Lula apelou para a falsa equivalência moral, considerando a Ucrânia e Volodymyr Zelensky tão responsáveis pelo conflito quanto Putin, igualando vergonhosamente o agredido ao agressor; da mesma forma, Lula já manifestou seu apoio ao plano de “paz” proposto pela China, que na prática equivale a uma rendição ucraniana, até mesmo no maior de todos os palcos globais, a Assembleia Geral da ONU.
A situação não é muito diferente em relação a um parceiro mais novo de Brics, o Irã. Na falta de uma foto de Lula com Pezeshkian na Rússia, já existe a imagem do vice-presidente Geraldo Alckmin ao lado de representantes da elite do terrorismo mundial na posse do presidente iraniano, em julho. Sem falar nas inúmeras notas do Itamaraty a respeito do conflito no Oriente Médio, em que as ações de Israel costumam ser condenadas nos termos mais duros, enquanto o recente ataque com quase 200 mísseis iranianos contra território israelense foi apenas acompanhado “com preocupação” – mesma expressão usada em abril, quando do primeiro ataque direto do Irã conta Israel, descrito candidamente como “relatos de envio de drones e mísseis do Irã em direção a Israel”.
Quem também está em Kazan é o ditador venezuelano, Nicolás Maduro. A Venezuela é um dos vários países que pretendem fazer parte dos Brics e conta com o apoio de China e Rússia, mas não está na lista de 12 países que os atuais membros estão analisando para uma possível adesão. Segundo informações de bastidores, seria justamente o Brasil o responsável por Venezuela e Nicarágua estarem de fora. Mas só os muito desavisados veriam na postura brasileira qualquer tipo de movimento para levar democracia aos venezuelanos e livrá-los do ditador. Todos sabem que Maduro jamais entregará os tais boletins de urna, e mesmo assim Lula não dá o passo que entidades supranacionais, os observadores internacionais do pleito de julho e outros presidentes de esquerda (como o chileno Gabriel Boric) já deram: afirmar que houve fraude na contagem dos votos e que a declaração de vitória de Maduro é ilegítima. Lula, que já defendeu o ingresso da Venezuela nos Brics em 2023, pode ter mudado de opinião sobre esse assunto específico, mas continua reconhecendo tacitamente a manutenção do ditador no poder.
Lula não está pessoalmente na Rússia, mas a delinquência moral com a qual ele e seu chanceler de facto, Celso Amorim, dirigem a política externa brasileira certamente se fará presente. Os Brics se tornaram um clubinho de autocracias comandado especialmente pela China e pela Rússia, dedicado ao antiamericanismo e com a intenção de bater de frente com o Ocidente democrático. Um pacote que inclui desprezo pelas liberdades e garantias individuais, imperialismo expansionista e até patrocínio ao terrorismo, e que conta com o apoio, às vezes mais dissimulado, às vezes mais explícito, do Brasil petista.