O governo Lula (PT) já torrou R$ 1,21 bilhão este ano com passagens aéreas e diárias pagas a servidores, comissionados, terceirizados e até “convidados eventuais” que realizaram viagens a trabalho em 2024.
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Não entendo porque nessa nota aí de cima foi usado o verbo “torrar”.
E ainda mais se referindo a uma quantia tão mixuruca, apenasmente R$ 1,21 bilhãozinho.
Uma nota muito tendenciosa.
Os gastos do governo com passagens e diárias são pouquíssimos e muito bem empregados.
Que o diga a nossa econômica e severa primeira dama.
O fato é que preparei o clipe e passei um ano sem coragem de postar. E por quê?. Porque, embora sendo uma brincadeira, mexe com religião. E eu me preocupo em não ofender a fé das pessoas. É um tema delicado para se falar. Ainda mais em tom de brincadeira.
Até que criei coragem e tornei público o vídeo, que até então era privado. O título: “Quero ir pro céu, mas hoje não”.
Está lá, no YouTube, E a repercussão foi bem melhor do que eu imaginava. Todo mundo entendeu a brincadeira. Pelo menos até agora.
No fim das contas, a grande surpresa veio em forma de comentário ao vídeo. Pelo conteúdo e pelo autor, Do nada, surgiu o nosso querido Goiano para dizer:
“Amigo velho, sumido, teríamos outras coisas em comum, mas como estou aposentado de algumas temos a música a nos “parear”, o que é uma vantagem! Você é o bicho, e é uma felicidade que esteja desgarrado das coisas “modernas”, tipo essa porcariada que andam fazendo por aí, e se ligue em um som mais, digamos assim, permanente. E não posso deixar de notar a produção! Muito caprichada! Na minha plataforma minhas coisinhas são bem simples, voz, celular e violão rsrsrs. Aceita sugestão? Não dê explicações! Cada um tome como quiser, se achar que é crítica a religião, que seja, e que vão se lascar. Gostei da inclusão do K, mas ainda vou sugerir mais uma coisa: que tal Markos Maitron, ou Maytron? (Tem gente que se mete em tudo, não é mesmo? Quando eu cantava na noite e fazia gravações semi-profissionais, quis mudar meu nome, achava que Goiano não era muito artístico. Não deixaram! Eu poderia ter sido um Roberto Braga, mas fiquei Goiano mesmo rsrsrs. Ah, acionei o sininho, para não perder nada (e o JBF, continua valendo? O Cícero Tavares escreveu um texto sobre minha humilde, mas não muito, pessoa; eu tentei ir lá e participar, comentar, agradecer, mas acho que fui definitivamente bloqueado lá, meu comentário não saiu. Eu queria pelo menos agradecer ao Cícero suas gentis referências a minha pessoa, mas caiu no vazio – se você tiver como dizer isso para ele, por favor, ajude o companheiro de jornadas literárias e de cachaçadas em Paris, digo vinhadas!) Grande abraço! Recomendações. Deixo de referir-me nomeadamente para não invadir privacidades, que hoje a Internet é um saco de gatos, um terreno minado.”
Nessa parte final, Goiano se refere ao vinho que tomamos, certa vez, em Paris, devidamente acompanhado das esposas.
Bem, a parte de não conseguir postar comentários no JBF o Berto já me esclareceu. Não passou de um mal entendido. O restante do comentário, guardarei para o resto da vida, como recordação de um amigo querido que é o Goiano.
O que falta, então, para concluir essa postagem? Quase nada. Só passar o link do vídeo, para que vocês também cliquem no polegar pra cima e deixem seus comentários. Como fez o Goiano.
Em tempo: Cícero, se quiser mandar um alô para o Goiano, escreva nos comentários que eu repasso, via YouTube.
Talvez nem nosso colunista Peninha se lembre do grande cantor brasileiro Ronaldo Lupo, que no Recife se apresentou várias vezes, com o maior sucesso.
Na década de 1960 os maiores espetáculos de canto e dança ocorriam nos teatros e auditórios das duas emissoras de Rádio: a Rádio Jornal do Comércio e a Rádio Clube de Pernambuco.
Era o tempo em que a juventude que apreciava os programas de rádio se identificava como “macacos de auditório”; e eu fui um deles. Aos domingos, na emissora do Dr. Pessoa de Queiroz, na Rua Marquês do Recife, as tardes eram recheadas de atrações, principalmente no “Programa Ernani Seve”.
No auditório, um luxo! As pessoas bem vestidas, jovens entusiasmados e até o casal, dono da emissora, Dr. Pessoa e D. Lotinha, ali estavam presentes com outros convidados de fino trato.
Anos antes, os espetáculos que se notabilizaram aconteciam no Palácio do Rádio Oscar Moreira Pinto, na Av. Cruz Cabugá, sede da PRA- 8. As duas emissoras disputavam as tardes domingueiras.
Lembro-me de certa apresentação do cantor paulista, Ronaldo Lupo, quando Ernani Seve aproveitou um dos intervalos para entrevistá-lo e logo a “macacada” começou a gritar: “Canta, canta, canta!”
Foi um fato tão raro que o Dr. Pessoa de Queiroz levantou-se, como sendo um bedel de escola, para pedir silêncio àqueles jovens tão entusiasmados, para que o público pudesse ouvir a voz maravilhosa.
Mas, lembro-me bem, somente naquela entrevista soubemos um pouco da vida do artista. Seu nome verdadeiro: Ronaldo Lupovici Lito, nascido em Campinas, que era um mestre no palco, porque tinha qualificações como cantor, compositor, roteirista, artista de cinema e produtor de Teatro de Revista.
Era cantor contratado das emissoras: Mairink Veiga, Tupi e Rádio Nacional, esta última muito ouvida no Recife, através das Ondas Curtas.
Ronaldo Lupo consolidou sua fama nas cidades por onde se apresentou porque, na propaganda de seus espetáculos, dias antes, ele criou um artifício para homenagear o lugar e as rádios tocavam várias vezes, como chamariz.
Assim, antes de vir ao Recife, as rádios tocavam uma espécie de paródia de sua melhor música: “Linda Cidade”:
Meu Pernambuco tu resumes Do meu Brasil os teus perfumes Na graça da mulher e na força varonil És a imagem do meu Brasil!
Muito organizado, mantinha no bolso do paletó um caderninho e um lápis. Ao terminar o espetáculo formava-se uma fila de rapazes e moças no térreo do edifício, para receber os autógrafos. Às moças, ele respeitosamente dava um beijo na testa. Tudo com muito critério.
Ronaldo Lupo foi famoso na época em que as emissoras de rádio e os discos de 78 RPM eram as únicas maneiras de propagação de sua arte.
Um dos seus maiores sucessos foi “Linda Cidade”, canção de sua autoria, que ele adaptava para saudar e homenagear cada cidade nas quais se apresentava.
Decorridos mais de 70 anos de vida, jamais esqueceremos a voz límpida do grande intérprete, que nosso jornal traz para os leitores se deliciarem com o jeito romântico de cantar a voz inimitável de Ronaldo Lupo.
A Fundação Espírito Santense de Tecnologia – FEST, vem solicitar, com urgência, a retratação da nota publicada sob o título ONGs QUEIMANDO MILHÕES, publicada no dia 26 de setembro de 2024 pelo jornal PE Notícias, na qual a FEST foi citada e, indevidamente, classificada como sendo uma ONG que recebe repasses milionários do Ministério do Meio Ambiente, o que não procede.
A FEST é uma fundação de apoio à pesquisa científica, com mais de 25 anos de atuação no Espírito Santo, Brasil e no exterior, sendo atualmente a única fundação de apoio, sob égide da LEI Nº 8.958, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1994, à pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs). Além disso, é responsável pelo gerenciamento e/ou execução de mais de 1.277 projetos de ensino, pesquisa, extensão, desenvolvimento institucional, tecnológico e inovação.
Cada um desses projetos é coordenado por professores e pesquisadores da ICT a qual é vinculada, que atuam tanto no desenvolvimento da pesquisa do país, como na formação de alunos de iniciação científica, mestres, doutores e pós-doutores.
Portanto, a publicação foi superficial e leviana ao apresentar um panorama distorcido sobre a natureza da Fundação, instituição essa que, há menos de uma semana, apresentou a diversos jornais do país uma série de informações sobre o Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA), um dos maiores programas de pesquisa do país, que há seis anos coleta e analisa dados referentes ao desastre do rompimento da barragem de Mariana/MG, cuja realização se dá mediante apoio da FEST.
Em relação ao assunto da nota, a FEST, em cumprimento às determinações da lei 8.958/94 e do decreto 8.241/14, atua na captação de recursos para as pesquisas desenvolvidas pela Universidade Federal do Espírito Santo. Desse modo, todos os recursos captados junto ao Ministério do Meio Ambiente foram direcionados para pesquisas registradas na Universidade e todos os gastos são públicos, seguindo toda a determinação legal e o princípio da publicidade.
Sendo assim, a nota apresentada sem contexto, além de uma afronta à história da Fundação, é um grande desserviço à pesquisa no país, em um momento de tão baixo investimento e descrédito das nossas instituições superiores, de modo que se faz imprescindível a retratação por este meio de comunicação e por parte do Autor.
Por fim, a FEST requer a publicação da presente nota de esclarecimento para que os cidadãos possam de fato tomar conhecimento do trabalho que realiza.
Estou à disposição para fornecer mais detalhes sobre a atuação da FEST e qualquer outra informação necessária.
Atenciosamente,
R. Como Editor desta gazeta, quero informar que apenas transcrevi a notícia que foi publicada na página do jornalista Cláudio Humberto.
Notícia que foi postada aqui na nossa seção “Deu no Jornal” e por mim comentada.
Se foi cometida alguma injustiça, peço sinceras desculpas.
E coloco à disposição dessa entidade o espaço aberto e democrático deste blog.
Marcinho Pokemon foi colocado na presidência do IBGE com uma missão: fabricar números favoráveis ao governo do PT.
Dito e feito, uma de suas primeiras decisões foi criar um IBGE paralelo, com gente sua, uma vez que não podia mexer com os concursados do Instituto.
A importância dos números do IBGE são de fundamental importância para a definição de políticas públicas.
Só um exemplo: o Banco Central do Brasil usa dos dados gerados por este instituto para projetar a taxa de juros CELIC da economia.
Este é apenas um dos exemplos da manipulação de dados do atual governo.
Hoje não se sabe mais os dados de indígenas mortos, de violência contra as mulheres, mortos por covid-19 deixaram de ser divulgados (a doença não acabou).
Se Bolsonaro tivesse feito algo parecido com isso, o mundo cairia.
Um assunto que nunca me preocupou foi aposta. Nunca apostei na minha vida – melhor dizendo, nunca apostei em outras coisas, sempre apostei em mim. Sempre ganhei, e nunca perdi com dinheiro de aposta. Mas vejo que as pessoas mais pobres estão apostando na internet – eu me recuso a dizer o nome em inglês, porque estou no Brasil e o artigo 13 da Constituição diz que a língua daqui é o português. Mas são apostas digitais esportivas.
Estão dizendo que 20% das pessoas que recebem Bolsa Família estão apostando. Um em cada cinco, gastando dinheiro em apostas. Outros estão se endividando para apostar, pedindo dinheiro emprestado. E a maioria é de mais pobres também. Já houve até gente presa, gente de que eu nunca ouvi falar, não conheço e não tenho o menor interesse em conhecer, porque não creio que seja gente interessante.
O ministro Fernando Haddad fala nisso, o presidente Lula fala nisso, que é preciso dar um jeito. Mas ano passado fizeram uma lei no Congresso, que o presidente sancionou, regulamentando esse tipo de aposta digital esportiva, que está movimentando, aparentemente, R$ 20 bilhões por mês. Que maluquice é essa? E a Confederação Nacional do Comércio entrou no Supremo pedindo a suspensão da lei; a ação está com o ministro Luiz Fux. Vocês vão me perguntar: mas a CNC entrou no Supremo por quê? Com base em que artigo da Constituição? Pegaram o artigo 196, aquele que diz que saúde é direito de todos e responsabilidade do Estado, mas também estão dizendo que as apostas desviam dinheiro do comércio – no primeiro semestre foi R$ 1,1 bilhão –, fazendo com que as pessoas consumam menos porque estão apostando mais. Eu lembro de Delfim Netto almoçando comigo; ele me dizia, rindo, que quando tivesse uma diarreia processaria o Estado, porque a Constituição diz que saúde é dever do Estado.
Enfim, é incrível como as pessoas não pensam. Eu digo para as pessoas que jogam, que apostem em si mesmas porque vão ganhar sempre. Preparem-se, melhorem, qualifiquem-se, que vão ganhar mais e poupar o dinheiro da aposta. Mas a pessoa diz que não, que vai apostar e um dia ganha R$ 5 milhões. Pois é, deem uma olhada nesse pessoal que ganhou milhões, a infelicidade que ganharam também, o fim que tiveram, que triste.
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Não é só pelo vício: jogo também é contravenção penal
E aproveitem e deem uma olhadinha na Lei de Contravenções Penais; vocês verão que jogo de azar é contravenção penal, e o artigo que fala disso define “jogo de azar” como todo aquele jogo cujo resultado dependa da sorte. Futebol, vôlei, basquete, natação não são jogos de azar porque dependem da qualidade do atleta. Até o turfe depende da velocidade do cavalo. Mas o próprio governo, pela Caixa Econômica Federal, banca jogo de azar. Aí dizem que é diferente, que uma lei que permite porque o dinheiro vai para organizações beneficentes. Mas está contrariando a lei mesmo assim.
Esse é o Brasil. Escrevemos as coisas, escrevemos a Constituição, tem cláusula pétrea, em que ninguém pode mexer. Como assim? Já mexeram muito, já rasgaram tudo. Estamos em 131.º lugar em segurança pública – eu estou aqui em Portugal, que está em 7.º lugar, onde você pode sair à rua a qualquer hora do dia ou da noite, botar o dinheiro na mão e o celular no bolso de trás, e vai ter 0,00001% de possibilidade de ser roubado. Mas o Brasil não está lá atrás só em segurança pública; está mal em segurança jurídica também.
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Os exemplos do legado de Paulo Freire não param de chegar
Para encerrar, mais discípulos de Paulo Freire. Eu vejo aqui na agência oficial – ou seja, agência do governo – que “o Parque da Chapada dos Veadeiros foi fechado por conta de incêndios”. O incêndio vai apagar esse fechamento? A gente vai apagar o incêndio? A gente vai apagar o Paulo Freire? Certamente o jornalista quis dizer “por causa de incêndios”. Está muito difícil de ler jornal. Na prefeitura de Goiânia, li um jornal que dizia que “o chefe do Executivo estadual está apoiando tal candidato, mas o ex-presidente da República apoia tal candidato”; a reportagem segue falando dos candidatos, e no fim afirma que “o primeiro apoia Fulano, o segundo apoia Beltrano”. Eu já tinha me perdido, precisava ler tudo de novo para saber quem era o primeiro e quem era o segundo. É isso que estão ensinando nas faculdades? Não ensinam mais que jornalismo tem de ser claro, simples, objetivo?
Com metade do Brasil em chamas, o aspone Celso Amorim meteu Lula no mico de propor “assembleia constituinte” e retirar do poder, na ONU, os cinco países mais importantes do mundo.
Foi solenemente ignorado.
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Já não bastam as cagadas nacionais.
Banânia também ganha destaque lá fora com os tolôtes jogados nos ares pelo Descondenado e os componentes do seu bando.
Como esse seu ministro das relações exteriores de fato, o Assessor de Porrra Nenhuma – ASPONE, Amorinadozinho.