Arquivo diários:28 de setembro de 2024
DEU NO X
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
AUTORIDADE CLIMÁTICA II
DEU NO JORNAL
SÓ QUALIFICADOS
O deputado estadual Leonardo Siqueira (Novo-SP) entrou na Justiça para afastar seis dirigentes da Petrobras indicados por Lula.
O deputado defende que a turma não cumpre requisitos, como qualificação, para ocupar o cargo.
* * *
Ô povinho implicante e encrenqueiro.
Pare com essa picuinha, senhor deputado.
Gente qualificada ocupando cargos é o que mais existe no atual governo.
A começar pelos ministérios.
Um fato incontestável.
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
SOLITÁRIA CARAIBEIRA
DEU NO JORNAL
É MUITO POUCO
O governo Lula (PT) já torrou R$ 1,21 bilhão este ano com passagens aéreas e diárias pagas a servidores, comissionados, terceirizados e até “convidados eventuais” que realizaram viagens a trabalho em 2024.
* * *
Não entendo porque nessa nota aí de cima foi usado o verbo “torrar”.
E ainda mais se referindo a uma quantia tão mixuruca, apenasmente R$ 1,21 bilhãozinho.
Uma nota muito tendenciosa.
Os gastos do governo com passagens e diárias são pouquíssimos e muito bem empregados.
Que o diga a nossa econômica e severa primeira dama.
MARCOS MAIRTON - CONTOS, CRÔNICAS E CORDEIS
FALEI DE IR PARA O CÉU E ENCONTREI O GOIANO
O fato é que preparei o clipe e passei um ano sem coragem de postar. E por quê?. Porque, embora sendo uma brincadeira, mexe com religião. E eu me preocupo em não ofender a fé das pessoas. É um tema delicado para se falar. Ainda mais em tom de brincadeira.
Até que criei coragem e tornei público o vídeo, que até então era privado. O título: “Quero ir pro céu, mas hoje não”.
Está lá, no YouTube, E a repercussão foi bem melhor do que eu imaginava. Todo mundo entendeu a brincadeira. Pelo menos até agora.
No fim das contas, a grande surpresa veio em forma de comentário ao vídeo. Pelo conteúdo e pelo autor, Do nada, surgiu o nosso querido Goiano para dizer:
“Amigo velho, sumido, teríamos outras coisas em comum, mas como estou aposentado de algumas temos a música a nos “parear”, o que é uma vantagem! Você é o bicho, e é uma felicidade que esteja desgarrado das coisas “modernas”, tipo essa porcariada que andam fazendo por aí, e se ligue em um som mais, digamos assim, permanente. E não posso deixar de notar a produção! Muito caprichada! Na minha plataforma minhas coisinhas são bem simples, voz, celular e violão rsrsrs. Aceita sugestão? Não dê explicações! Cada um tome como quiser, se achar que é crítica a religião, que seja, e que vão se lascar. Gostei da inclusão do K, mas ainda vou sugerir mais uma coisa: que tal Markos Maitron, ou Maytron? (Tem gente que se mete em tudo, não é mesmo? Quando eu cantava na noite e fazia gravações semi-profissionais, quis mudar meu nome, achava que Goiano não era muito artístico. Não deixaram! Eu poderia ter sido um Roberto Braga, mas fiquei Goiano mesmo rsrsrs. Ah, acionei o sininho, para não perder nada (e o JBF, continua valendo? O Cícero Tavares escreveu um texto sobre minha humilde, mas não muito, pessoa; eu tentei ir lá e participar, comentar, agradecer, mas acho que fui definitivamente bloqueado lá, meu comentário não saiu. Eu queria pelo menos agradecer ao Cícero suas gentis referências a minha pessoa, mas caiu no vazio – se você tiver como dizer isso para ele, por favor, ajude o companheiro de jornadas literárias e de cachaçadas em Paris, digo vinhadas!) Grande abraço! Recomendações. Deixo de referir-me nomeadamente para não invadir privacidades, que hoje a Internet é um saco de gatos, um terreno minado.”
Nessa parte final, Goiano se refere ao vinho que tomamos, certa vez, em Paris, devidamente acompanhado das esposas.
Bem, a parte de não conseguir postar comentários no JBF o Berto já me esclareceu. Não passou de um mal entendido. O restante do comentário, guardarei para o resto da vida, como recordação de um amigo querido que é o Goiano.
O que falta, então, para concluir essa postagem? Quase nada. Só passar o link do vídeo, para que vocês também cliquem no polegar pra cima e deixem seus comentários. Como fez o Goiano.
Em tempo: Cícero, se quiser mandar um alô para o Goiano, escreva nos comentários que eu repasso, via YouTube.
CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA
RONALDO LUPO
Ronaldo Lupo
Talvez nem nosso colunista Peninha se lembre do grande cantor brasileiro Ronaldo Lupo, que no Recife se apresentou várias vezes, com o maior sucesso.
Na década de 1960 os maiores espetáculos de canto e dança ocorriam nos teatros e auditórios das duas emissoras de Rádio: a Rádio Jornal do Comércio e a Rádio Clube de Pernambuco.
Era o tempo em que a juventude que apreciava os programas de rádio se identificava como “macacos de auditório”; e eu fui um deles. Aos domingos, na emissora do Dr. Pessoa de Queiroz, na Rua Marquês do Recife, as tardes eram recheadas de atrações, principalmente no “Programa Ernani Seve”.
No auditório, um luxo! As pessoas bem vestidas, jovens entusiasmados e até o casal, dono da emissora, Dr. Pessoa e D. Lotinha, ali estavam presentes com outros convidados de fino trato.
Anos antes, os espetáculos que se notabilizaram aconteciam no Palácio do Rádio Oscar Moreira Pinto, na Av. Cruz Cabugá, sede da PRA- 8. As duas emissoras disputavam as tardes domingueiras.
Lembro-me de certa apresentação do cantor paulista, Ronaldo Lupo, quando Ernani Seve aproveitou um dos intervalos para entrevistá-lo e logo a “macacada” começou a gritar: “Canta, canta, canta!”
Foi um fato tão raro que o Dr. Pessoa de Queiroz levantou-se, como sendo um bedel de escola, para pedir silêncio àqueles jovens tão entusiasmados, para que o público pudesse ouvir a voz maravilhosa.
Mas, lembro-me bem, somente naquela entrevista soubemos um pouco da vida do artista. Seu nome verdadeiro: Ronaldo Lupovici Lito, nascido em Campinas, que era um mestre no palco, porque tinha qualificações como cantor, compositor, roteirista, artista de cinema e produtor de Teatro de Revista.
Era cantor contratado das emissoras: Mairink Veiga, Tupi e Rádio Nacional, esta última muito ouvida no Recife, através das Ondas Curtas.
Ronaldo Lupo consolidou sua fama nas cidades por onde se apresentou porque, na propaganda de seus espetáculos, dias antes, ele criou um artifício para homenagear o lugar e as rádios tocavam várias vezes, como chamariz.
Assim, antes de vir ao Recife, as rádios tocavam uma espécie de paródia de sua melhor música: “Linda Cidade”:
Meu Pernambuco tu resumes
Do meu Brasil os teus perfumes
Na graça da mulher e na força varonil
És a imagem do meu Brasil!
Muito organizado, mantinha no bolso do paletó um caderninho e um lápis. Ao terminar o espetáculo formava-se uma fila de rapazes e moças no térreo do edifício, para receber os autógrafos. Às moças, ele respeitosamente dava um beijo na testa. Tudo com muito critério.
Ronaldo Lupo foi famoso na época em que as emissoras de rádio e os discos de 78 RPM eram as únicas maneiras de propagação de sua arte.
Um dos seus maiores sucessos foi “Linda Cidade”, canção de sua autoria, que ele adaptava para saudar e homenagear cada cidade nas quais se apresentava.
Decorridos mais de 70 anos de vida, jamais esqueceremos a voz límpida do grande intérprete, que nosso jornal traz para os leitores se deliciarem com o jeito romântico de cantar a voz inimitável de Ronaldo Lupo.
PENINHA - DICA MUSICAL



