ALEXANDRE GARCIA

A NAÇÃO QUE ACORDOU

7 de setembro de 2024

Multidão se reúne em torno do carro de som onde Jair Bolsonaro discursou, na Avenida Paulista, em 7 de setembro de 2024

Não acredito nas teorias de conspiração que pululam nas redes sociais. Mas, como diz a sabedoria espanhola, no creo en brujas, pero que las hay, las hay. O fato que se sente nas entranhas é que o Estado cada vez mais quer ser mais importante que a nação; quer mandar na nação. O Estado existe depois da nação, criado pela nação para haver uma ordem, administrada pelo Estado, com autoridades escolhidas pela nação. O Estado está a serviço da nação e é sustentado por ela para prestar bons serviços públicos. Todos os recursos do Estado são da nação, que produziu esses recursos. Estado não cria riqueza, apenas a distribui. O Estado não é o dono da nação, nem seu patrão; ao contrário, a nação é a dona do Estado e sua mandante. Para ficar mais claro: o Estado são os governos, em seus três poderes; e a nação é o povo, os cidadãos, eleitores e pagadores de impostos.

Isso posto, voltemos ao que se observa. Os integrantes do Estado estão cada vez mais invertendo a ordem da democracia. E, assim, deixa de haver uma democracia para imperar o totalitarismo, tal como o que foi posto em prática na União Soviética. A sátira de um regime assim está no livro 1984, de George Orwell, que hoje mais parece uma profecia. Agentes do Estado tentam sufocar a nação pela censura e pelo medo. O teste feito durante a pandemia mostra que, com apoio da mídia, criando pânico, é possível impor obediência cega e até suspender direitos fundamentais previstos em cláusula pétrea da Constituição.

Nada disso precisaria ter sido feito se não tivessem surgido as redes sociais e um deputado cancelado por décadas, chamado Jair. As redes permitiram que as pessoas isoladas em suas convicções passassem a trocar opiniões e descobrirem que eram muitos. Enquanto isso, o deputado virou candidato a presidente, soprou oxigênio na brasa dormida e catalisou a maioria antes silenciosa. A cidadania passiva ficou ativa e a tranquilidade da ideia única imposta nas escolas e na mídia acabou. Reclamaram bastante contra a polaridade – como se sabe, polaridade só existe quando já não há um, mas dois. O controle, que vinha calando consciências, entrou em emergência e se tornou agressivo. Os direitos constitucionais foram ultrapassados para punir os que usaram a liberdade de expressão, que é a arma mais eficaz contra o totalitarismo.

Já não se usam fuzis e canhões para impor-se a corações e mentes. Começaram, então, a usar armas para enfraquecer a família – até as palavras sagradas mãe e maternidade se tenta banir via Supremo, numa ação movida pelo PT. Os valores cristãos são os mais atacados, com vistas a enfraquecer as ideias que solidificaram a cultura ocidental. Por sorte o Estado está tão desmoralizado e a mídia que opera essa ação está tão desacreditada que essa união não tem força para acorrentar a nação, que é maioria na prática de princípios éticos e libertários. Há consciência de que o controle é o mal, que quer calar e escravizar.

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

ELES ESTÃO MUITO QUIETOS

Os “donos do mundo” tem várias hecatombes engatilhadas e atualmente, o calor de El Nino está colaborando muito com eles.

Só essa seca está chegando ao fim.

La Nina vem aí e se isso é bom para o mundo, é muito ruim para os planos globalistas.

Então, aguardem. A OMS vai “socorrer” o mundo mais uma vez.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

PROMOÇÃO

Líderes do PT tentam convencer Lula a se livrar da ministra mosca-morta do Meio Ambiente, Marina Silva, agora que ela finalmente admitiu ter sido “insuficiente” a ação do governo contra os incêndios de matas e florestas no Brasil, os mais devastadores em 20 anos.

O PT nunca engoliu a nomeação de Marina porque ela abandonou o partido para criar o Rede e sempre desdenhou da liderança de Lula.

Agora, o PT admite Marina na “Autoridade Climática”, desde que deixe o cargo de ministra.

* * *

Subiu muito a simpática ministra.

Passou de ET para “mosca-morta”, conforme consta nessa notícia aí de cima.

Uma promoção muito justa.

Ela merece.

HÉLIO CRISANTO - UMA LUA, UM CAFÉ E UM BATENTE

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS MAIRTON – BRASÍLIA-DF

Berto, querido amigo,

Semana passada, o poeta Mundim do Vale deixou esse mundo material no qual nos encontramos.

Conheci Mundim há muitos anos, por intermédio do seu irmão Ricardo Morais, um grande amigo em quem já devo ter falado aqui outras vezes.

Tendo como nome de batismo Raimundo, Mundim era também chamado pelos mais próximos de Nanum. Era tudo a mesma coisa. Um coração de poeta traduzindo para este mundo as belezas que só os poetas conseguem ver.

No dia do seu falecimento, seu irmão Joaquim Morais escreveu esses versos, que ora compartilho com os amigos fubânicos, como forma de prestar homenagem a esse amigo querido que partiu para o céu dos poetas.

O POETA NOS DEIXOU

Na terra, a luz se abateu
o pássaro não cantou
o roseiral se fechou
o jardim escureceu
o riso se recolheu
o beija-flor não beijou
um vento frio levou
a força da alegria
tudo foi triste no dia
que o poeta nos deixou

A correnteza secou
o arco-íris não veio
o coreto ficou feio
a bandinha não tocou
a cigarra se calou
a borboleta sofreu
a lua se escondeu
o oceano parou
o povo todo chorou
quando o poeta morreu

Até que desceu um Santo
mostrou o valor da fé
falou que o poeta é
uma fonte de acalanto
uma reserva, um recanto
sagrado e consagrado
que Deus quer sempre do lado
pra derramar poesia
e renovar todo dia
o valor desse legado

Mundim do Vale voou
nas asas de Gabriel
foi chamado lá no céu
por Jesus, Nosso Senhor
pra fazer versos de amor
de alegria e liberdade
recitar felicidade
rimando o azul do manto
com a grandeza do encanto
que existe na caridade

O arcanjo Rafael
já mostrou seu pessoal
Iraci, Pedro Piau
Cecília e Ezequiel
Morais quer ouvir cordel
cantado em comunhão
Sérgio toca o violão
pra amigos e parentes
Santos e Anjos presentes
vão cantar com o coração

PENINHA - DICA MUSICAL