Já se multiplicam no X, antigo Twitter, vídeos de deputados e testemunhas denunciando que a oposição não consegue entrar nas instalações das mesas eleitorais nos centros de votação da Venezuela.
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Alguma surpresa?
Nada de novo na ditadura adorada pelos esquerdóides.
E apoiada pelo descondenado aqui de Banânia.
“Tu vai ganhá, cumpanhero. As urna que elege nóis num falha”
Enquanto a equipe econômica corre com o corte de gastos para sonhar atingir a faixa inferior da meta fiscal – que é um rombo nas contas públicas de ‘apenas’ R$ 29 bilhões -, o governo Lula já conseguiu torrar mais de R$ 140 milhões, somente no mês de julho, com passagens aéreas e (especialmente) diárias pagas a servidores em “viagens a serviço”.
No total do ano, a conta para o brasileiro pagador de impostos já é de R$ 837 milhões, segundo informações do Portal da Transparência.
Nos últimos 10 dias, plano mês de férias escolares, recesso parlamentar e no judiciário, o governo federal gastou R$ 44 milhões com viagens.
Há dez dias o total de despesas para o mês de julho era de R$ 96 milhões e o total não inclui viagens de Lula, Janja, ministros etc.
Em 2023, o governo Lula bateu o recorde absoluto em gastos com viagens: R$ 2,3 bilhões, mais de R$ 1,4 bilhão só com diárias.
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Um governo esbanjanjeiro como nunca se viu!
PQP! (Puxa, Que Porrada)
O recorde batido ano passado com gastos de viagens, na casa dos bilhões, é simplesmente impressionante.
E não se esqueçam: somos nós, os contribuintes, que pagamos tudo.
Na última semana, o ditador Nicolás Maduro afirmou em um comício que pode haver “banho de sangue” e “guerra civil” na Venezuela caso ele não vença as eleições no próximo dia 28. A fala, de forma óbvia, não repercutiu bem para aqueles que de fato defendem a democracia. Por outro lado, nada disso é novidade partindo de um tirano, apoiado por Lula e pela esquerda brasileira.
Para quem não se lembra, em 2019, durante as manifestações contra a ditadura de Maduro lideradas por Juan Guaidó, viralizaram imagens que mostravam blindados da Guarda Nacional da Venezuela atropelando manifestantes nas ruas. Além disso, o regime chavista havia censurado e interrompido transmissões de emissoras de rádio e TV a cabo que cobriam as manifestações. Fatos absurdos, mas que para os adeptos da democracia relativa, golpe mesmo é portar bíblias.
Em janeiro deste ano, Maduro afastou María Corina Machado, franca favorita para derrotá-lo, após uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça, alinhado à tirania venezuelana. A manipulação do chavismo a deixou inabilitada de ocupar cargos públicos por 15 anos. Mais um avanço para afastar opositores do caminho do déspota. Corina agora apoia a candidatura do oposicionista Edmundo González, cotado por três institutos de pesquisa para ganhar o pleito com ampla margem.
O tal “banho de sangue”, é só mais uma fala lamentável no currículo do autocrata, que inclusive foi relativizada por Celso Amorim, assessor especial da Presidência para assuntos internacionais. Demorou quatro dias para Lula enfim se manifestar e se dizer “assustado” com o discurso de seu aliado. Hipocrisia pura.
Como se não bastasse, em outro comício na última terça-feira (23), o ditador venezuelano questionou os sistemas eleitorais do Brasil, Estados Unidos e Colômbia, afirmando que não são auditados. A velha mídia brasileira parece ter ficado mais indignada com isso do que com as atitudes ditatoriais de Nicolás. E, de forma vexatória, tentaram associar a fala do chavista ao “bolsonarismo”.
Em casos como este, constatamos mais uma vez como lamentavelmente alguns jornalistas preferem militar em vez de informar. Ficaram calados quando o ex-ministro da Justiça, e atual integrante do Supremo Tribunal Federal, duvidou das urnas eletrônicas, mas não pensam duas vezes antes de criar uma narrativa contra a temida “extrema direita”. Vale ressaltar que nem assim a imprensa militante foi capaz de chamar Maduro do que ele realmente é: um DITADOR, e não um presidente.
Você, leitor, lembra da fala do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, em 2021, que, ao criticar o regime bolivariano venezuelano, afirmou que a Venezuela era uma “tirania de direita com discurso disfarçado”? Pois é. Isso me lembra quando um militante progressista afirma que o socialismo é falho porque nunca foi realmente implementado, quando na verdade ele falhou em todos os locais onde foi executado. Quando não há mais como defender o fracasso, jogam a culpa nos outros.
Que as eleições do próximo domingo possam ocorrer de forma justa – apesar de já terem sido construídas de forma arbitrária – e que a democracia seja verdadeiramente respeitada, algo que infelizmente parece distante para os venezuelanos. Eles não precisam de uma guerra civil, mas sim que ditadores, como Nicolás Maduro, não estejam no poder.
Outro dia conversando com um intelectual chegamos à conclusão de que “vaidade não é virtude e sim defeito”.
E examinando meus defeitos notei que carrego, já por vários anos, uma penca de vaidades; das mais simples e ocultas, às mais visíveis. Todavia, sinto-me mais orgulhoso do que vaidoso.
Acredito que orgulho é coisa que provém do sentimento de realização. Por exemplo: sinto-me orgulhoso por estar aparecendo todos os sábados neste jornal, onde estão profissionais os mais representativos da antiga Imprensa, de renomados escritores – como o nosso editor Luiz Berto – além de comunicadores e artistas os mais competentes da atualidade.
Há anos, olhando as prateleiras de um sebo, descobri dois exemplares do livro sobre a AIP – Associação da Imprensa de Pernambuco, magnificamente escrito por Carlos Leite Maia. Comprei os dois, principalmente porque fui encontrar meu nome numa relação de associados, coisa que me encheu de orgulho.
Em outros tempos adquiri um, em livraria normal, que citava meu nome na bibliografia, e calculando a importância da referência, fiquei animado, face ao orgulho. Levei-o para casa, por compreender que a citação fazia referência a vários trabalhos publicados.
Como sou um inveterado frequentador de sebos, catei outro, de autoria de Valter da Rosa Borges, que traçava a história do Grêmio Cultural Joaquim Nabuco, onde também constava meu nome.
Nestas três atitudes não se pode dizer que foram apenas iniciativas para elevar meu ego, mas formas de comprovar alguma atividade que viesse a dar aos meus netos uma ideia de minha trajetória intelectual, o que muito me orgulhava.
Quem não fica orgulhoso em poder provar que sua atividade intelectual tem sido registrada em vários livros, jornais e revistas? Se isto for pecado vou sair “desta para u’a melhor” carregado de bagagens. Mas acho que não chega a ser apenas vaidade, embora muitos assim se afirme.
Desde jovem costumo guardar recortes de jornais e revistas onde foi publicado o meu nome. Isto talvez já significasse minha atividade de cronista aflorando.
Aos 15 anos, quando estive com o Teatro de Amadores de Pernambuco, no Rio de Janeiro, a revista “O Cruzeiro” (o principal orgão dos Diários Associados) publicou uma reportagem de José Alberto Gueiros, intitulada “Pernambuco exporta teatro”, na qual constava a relação dos atores e meu nome lá estava. Guardei até hoje, cheio de orgulho.
Ao saber que vaidade é a qualidade do que é vão, vazio, firmado sob aparência ilusória, sinto-me, então, orgulhoso por essas publicações, porque, orgulho é um sentimento de prazer, de grande satisfação com o próprio valor, com a própria honra.
Segundo os dicionaristas, orgulho é um sentimento gerado pelo reconhecimento do valor de uma pessoa ou de algo, em geral, relativa a si próprio ou a alguma conquista pessoal.
De resto, são coisas distintas, orgulho e vaidade.
1. Na antiga Grécia, as guerras paravam para a realização dos jogos, que eram considerados sagrados. Nos jogos de hoje, as guerras prosseguem normalmente. Um dos países que está em uma das guerras está excluído dos jogos, porque foi considerado (por quem?) “do mal”. Na outra guerra, os dois países envolvidos participam porque foi decidido (por quem?) que é um caso diferente, e ambos são bonzinhos, apesar de estarem se matando mutuamente.
2. Paris demonstrou ter vergonha de ser francesa e européia e decidiu enfatizar, a cada minuto, a “diversidade” e a “inclusão”. Mas essa diversidade só incluiu a África sub-saariana. Não vi rostos que representassem etnias das Américas, ou da Ásia, ou mesmo do norte da África (com exceção de Zidane). Se a intenção foi se penitenciar pela época do colonialismo, poderia ter trazido alguém do Quebec, ou da Louisiana, ou do Líbano, ou do Vietnam, ou da Índia, ou do Caribe.
3. Poucas coisas simbolizam tão bem os tempos em que vivemos como ver uma delegação de atletas olímpicos, fazendo parte de uma elite que abrange 0,0001% da população do mundo, desfilando pelo Sena, sendo vistos por mais de 300.000 pessoas ao vivo e mais de um bilhão pela TV no mundo inteiro, e constatar que muitos desses atletas, ao invés de olhar para este momento único com seus olhos, prefere filmar ou fotografar com seu smartphone.