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ALEXANDRE GARCIA

INJUSTIÇA SOCIAL

O ministro Fernando Haddad em reunião do “Conselhão”, em junho de 2024.

O ministro Fernando Haddad em reunião do “Conselhão”, em junho de 2024

Esta semana reúnem-se no Rio ministros da Fazenda e presidentes dos bancos centrais dos países integrantes do Grupo dos 20, como preparatória da cúpula de novembro. O ministro Fernando Haddad quer taxar os mais ricos, em nome da justiça social. É gente que usou inteligência, inovação, descoberta, oportunidade e virou bilionária. Criou oportunidades, emprego, atendeu a milhões de consumidores, produziu muito e já paga muito imposto. Jorge Gerdau Johannpeter já pagava muito imposto antes mesmo de produzir a primeira tonelada de aço em suas refinarias. São pessoas que são exemplo para os jovens que sonhem em ter sucesso na vida. Mas a ideologia no governo os trata como maus exemplos que devem ser punidos com mais tributos. Isso é injustiça e não justiça social. E taxação faz mal ao investimento. Capitais buscam lugares amistosos e não punitivos.

Injustiçados por quê, se enriqueceram sem favores ilícitos, sem pagar propina para autoridades e partidos políticos, se movimentaram a economia, pagaram salários e tributos? Injustiça social é quando o Estado tira a renda de pessoas e empresas que precisam trabalhar o equivalente a cinco meses para cumprir a imposição de tributos, supostamente para prestar serviços que o Estado não presta ou presta mal, como saúde, educação, segurança, justiça, saneamento básico. Isso só é apenas injustiça porque o Estado faz isso baseado em leis. É o que impede de classificar isso como estelionato.

Também querem taxar mais as heranças e impedir que nossa previdência privada VGBL possa passar para nossos herdeiros indicados no banco diretamente, sem passar por inventário, como foi acordado no dia da aplicação. O Estado brasileiro vive de nossos impostos, mas gastá-los consigo mesmo, em mordomias, privilégios, gratificações, horário de trabalho, férias e aposentadorias maiores que as de quem o sustenta, é pura injustiça social, parecida com a relação entre senhores feudais e os servos.

Injustiça social é o que nos mostra o IBGE. Na população brasileira, os que produzem riqueza, pagam impostos e dão empregos são apenas 21% dos brasileiros – cerca de 43 milhões de empresários, empregados, empreendedores. Os que vivem de bolsa família são 56 milhões (28%); 53 milhões estão abaixo de 18 anos (26%); 39 milhões (19%) são aposentados e pensionistas que já pagaram a previdência; e 12 milhões (6%) são do serviço público, que não cria riqueza e tem a mania de atrapalhar quem cria. Quer dizer, 21% dos brasileiros sustentam quase 80%. É isso justiça social?

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

FRUTO PROIBIDO – Adelino Fontoura

Escravo dessa angélica meiguice
por uma lei fatal, como um castigo,
não abrigara tanta dor comigo,
se este afeto que sinto não sentisse.

Que te não doa, entanto, isto que digo
nem as magoadas falas que te disse.
Não tas dissera nunca, se não visse
que por dizê-las minha dor mitigo

Longe de ti, sereno e resoluto,
irei morrer, misérrimo, esquecido,
mas hei de amar-te sempre, anjo impoluto.

És para mim o fruto proibido:
não pousarei meus lábios nesse fruto;
mas morrerei sem nunca ter vivido.

Adelino Fontoura | Academia Brasileira de Letras

Adelino Fontoura Chaves, Axixá-MA (1859-1884 – 25 anos)

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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SÓ FUXICO

O ministro Rui Costa (Casa Civil) terá que explicar à Câmara a viagem que Lula fez à Cuba em 2023.

Alfredo Gaspar (União-AL) quer saber se tem relação com negócios fechados pelo filho do presidente na ilha.

* * *

Que povo fuxiqueiro…

O deputado alagoano quer saber se a viagem do Trambiqueiro Descondenado ao paraíso cubano tinha ou não tinha relação com os negócios do filho, o espancador de mulher.

Claro que não, senhor deputado!!!

Conhecemos muito bem o comportamento do nosso impoluto presidente, eleito eletronicamete, e sabemos que ele jamais se prestaria a esse tipo de safadeza.

Dois grandes estadistas democratas: o  cubano e o banano