🚨A VENEZUELA está em peso nas ruas!
A VENEZUELA está lutando por seus direitos.
Força aos irmãos da VENEZUELA. 🇻🇪 pic.twitter.com/QQByqYeGKl— Roberto Brasil🐦 🇧🇷 (@RobertoRJBrasil) July 29, 2024
🚨A VENEZUELA está em peso nas ruas!
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Força aos irmãos da VENEZUELA. 🇻🇪 pic.twitter.com/QQByqYeGKl— Roberto Brasil🐦 🇧🇷 (@RobertoRJBrasil) July 29, 2024
Momento exato em que roubam a esperança do povo Venezuelano.
A nossa liberdade vale mais do que a nossa própria vida! pic.twitter.com/Sj7riRocVp— MarioFrias (@mfriasoficial) July 29, 2024
Comentário sobre a postagem HÁ TRÊS ANOS
Marcos Pontes/DF:
Berto, foi por Ricardo Setti que tomei conhecimento desta gazeta super escrota.
E nunca mais parei de acessar todos os dias (várias vezes) e não me arrependo.
O jeito descontraído e “muleque” que você emprega ao editar artigos e comentários, faz desta gazeta algo único e porque não dizer exclusivo nesta imprensa fajuta e vendida.
Vida longa a você e a nossa gazeta!
* * *
🚨 URGENTE: Imagens mostram Nicolás Maduro vencendo as eleições venezuelanas. pic.twitter.com/n9Zb22iVGM
— MSP-Brasil (@mspbra) July 29, 2024
Diogo Schelp

Lula e Maduro durante visita do ditador venezuelano ao Brasil em 2023
Não há nenhuma surpresa no desfecho dessas falsas eleições que foram realizadas na Venezuela. A oposição caiu nesse engodo da farsa eleitoral mais uma vez, aceitando participar dele, por dois motivos: por desespero, por não ter outra opção, e porque, na pior das hipóteses, como de fato aconteceu, iria poder escancarar mais uma vez o caráter ditatorial do regime de Nicolás Maduro.
A farsa eleitoral na Venezuela começou muito antes da votação. Um dos pontos críticos foi quando María Corina Machado, a candidata escolhida pela oposição em um processo democrático, foi impedida de concorrer pela Justiça, que é inteiramente controlada por Maduro, com base em acusações estapafúrdias. Isso aconteceu no final do ano passado. De lá para cá, outros candidatos oposicionistas também foram afastados e muitos integrantes da oposição foram presos. Houve intimidação, houve chantagem e houve variados métodos para atrapalhar uma campanha justa por parte da oposição.
Um em cada quatro eleitores venezuelanos já haviam votado com os pés contra Maduro. São os milhões de venezuelanos que partiram para o exílio por motivos políticos ou por causa da fome. A grande maioria deles foi impedida de votar no exterior. Isso também é fraude.
Então veio o dia da votação. Como já aconteceu em outros desses momentos de farsa eleitoral montados pelo chavismo, o regime deixa a oposição se refestelar na esperança de que é possível virar o jogo pela via da normalidade, convocando seus apoiadores às urnas. Mas, por trás da aparente tranquilidade, começam os problemas.
Uma sessão eleitoral foi fechada com apenas uma hora de funcionamento, e os eleitores ficaram do lado de fora na filha gritando, dizendo que querem votar. Aqui e ali, houve episódios de intimidação contra eleitores, motoqueiros dando tiros para o alto em frente a centros de votação e fiscais da oposição sendo impedidos de acessar os locais de votação.
Mais para o fim do dia, antes mesmo do fechamento das urnas, lideranças chavistas começaram a cantar vitória antes da hora.
Então veio a manipulação do resultado propriamente dita. Esta ocorreu dentro do CNE, que é o órgão eleitoral venezuelano, controlado por Maduro.
Os observadores da oposição foram impedidos de entrar na sala do CNE onde é feita a totalização de votos e também não receberam as atas das urnas em proporção suficiente para conferir com a somatória dos votos.
Esse ponto é muito importante, porque mostra como o sistema de divulgação de boletins de urna serve para auditar uma eleição. Além disso, na Venezuela, o voto é eletrônico mas ele também é impresso, o que, tese, deveria permitir a auferir a contagem final.
Além disso, deveria ser possível comparar esses boletins de urna com os números que seriam divulgados pelo CNE e que servem para totalizar os votos oficialmente. É dessa forma que se evita que haja fraude da hora de somar os votos de todas as urnas.
E foi nesse ponto que deu chabu, como já era esperado.
O CNE não divulgou para a oposição todas as atas. Com base nos boletins de urna que haviam sido registrados pelos fiscais da oposição, a derrota de Maduro era inequívoca. Quanto mais o regime demora para divulgar as atas, mais tempo os técnicos do governo têm para maquiar os resultados. É por isso que a divulgação tem que ser imediata, em tempo real.
O CNE, um pouco depois do encerramento da votação, interrompeu a transmissão das atas das urnas para o local de totalização de votos. Esse processo foi interrompido por seis horas. Quando retornou, e o CNE começou a divulgar as parciais, já começou com uma porcentagem considerada irreversível, com mais de 80% das urnas supostamente apuradas, indicando a tal vitória de Maduro.
Enfim, trata-se de uma manipulação que repete a farsa eleitoral da primeira “vitória” de Maduro, em 2013. A mesma estratégia, a mesma maracutaia, a mesma forma de operar.
Tudo muito previsível.
🇻🇪🗳️ | ÚLTIMA HORA
Venezuelanos nas ruas, ninguém volta para casa até que a tirania chavista aceite a sua derrota. pic.twitter.com/NAMv3X5bwx
— 🇧🇷 VLOGDOLISBOA (@VlogdoLisboa) July 29, 2024
Ao receber a herança do pai, Nivaldo comprou três apartamentos pequenos, mobiliou-os apostando no aluguel por temporada, afinal o turismo é uma das vocações econômicas das Alagoas. No verão ele descola dinheiro extra. Por conta desses aluguéis, depois da semana santa, faz uma viagem com sua amada esposa, Margarida. Nivaldo fez amizades com turistas de todo Brasil, até estrangeiros estão em sua agenda. Tem muito trabalho administrar roupa de cama, equipamentos domésticos, etc… vale a pena, diz Nivaldo.
No último verão ele recebeu um telefonema, uma senhora solicitando detalhes do apartamento, aluguel de 20 dias, também pediu alguns dados sobre o proprietário. Ele estranhou esse interesse, entretanto, não de fez de rogado, deu detalhes, 50 anos, casado, engenheiro. A senhora desejou olhar o apartamento, marcaram às cinco da tarde em frente à Sorveteria Bali na praia de Pajuçara. Para reconhecê-la iria de vestido amarelo.
No local e hora combinados Nivaldo parou o carro, a senhora aproximou-se, ele abriu a porta dianteira. Com classe de mulher bem vivida, a dama de amarelo sentou-se, cumprimentou-o com um belo sorriso, Giselle seu nome. Ele encantou-se com a beleza da mulher, idade indefinida entre 35 e 40 anos, sentiu o cheiro suave e sensual de Fleur de Rocaille, seu perfume predileto, respirou fundo, deu partida no carro.
Ao dirigir-se ao edifício na praia de Jatiúca foram conversando amenidades. Ela baiana, morava em Maceió, queria o apartamento para um parente em visita à cidade. Nivaldo empolgado, em rápida olhada percebeu as belas pernas da madame. Ao estacionar o carro, ela desceu como uma princesa, ficou parada, olhou o prédio, balançou a cabeça como aprovação. Tomaram o elevador, deu um fervor nas veias do nosso amigo ao notar a generosidade do decote da madame. Ele sugeriu ver primeiro a cobertura comum ao prédio, onde fica a piscina, o lazer. Giselle se encantou com a vista do mar azulado da Jatiúca, percorreram o bar, restaurante. Nessa altura o bom humor e a beleza da madame tinham conquistado a simpatia do nosso herói.
Afinal foram ao 5º andar, entraram no apartamento, quarto e sala, cama de casal, geladeira, mobílias e utensílios foram mostrados, ela se abaixou olhando as gavetas e mostrando mais o que tinha por baixo do decote, Nivaldo estava quase subindo às paredes. Depois de olhar os detalhes, Giselle sentou-se na cama, bateu no colchão, convidou Nivaldo sentar-se a seu lado. Giselle perguntou o preço de 20 dias. R$ 3.000,00 respondeu. Fecharam o negócio por R$ 2.500,00, avisaria seu parente para efetuar o pagamento. Olhou nos olhos do nosso amigo, apertou sua mão, levantou-se, pediu licença para ir ao banheiro. Nivaldo sentiu-se aliviado. De repente ouviu abrir a porta, ao olhar teve uma emoção inesperada, seus testosteronas se agitaram, o sangue ferveu nas veias. Giselle simplesmente linda, estava apenas de calcinha amarela, corpo esguio, ancas largas, falsa magra, cabelos louros escorridos. Sorriu estirando-lhes os braços: “Que tal? ”.
Nivaldo levantou-se, aproximou-se, abraçou-a devagar, beijou-lhe a testa, o nariz, a boca carnuda, molhada. Nivaldo nunca pensou na vida que existissem tudo que fizeram naquela tarde.
A madame deitada, fumava um cigarrinho, olhava o teto, abriu o jogo, contou sua história. Usava proprietários e corretores de imóveis para essa aventura semanal, na verdade não queria alugar o apartamento. Ela tinha necessidade, compulsão pelo sexo. Casada, seu marido, bem mais velho, sabia de suas traquinagens, pedia apenas que ela não repetisse a mesma pessoa, não se apegasse. Como a dama de amarelo gostou de fazer amor com Nivaldo, sugeriu encontrar-se com ele mais duas vezes, no máximo, depois tudo acabado. Não podiam ter laços afetivos, assim foi acertado.
A dama de amarelo continua satisfazendo sua compulsão sexual, toda semana se veste de amarelo em busca de novas aventuras, escolhe a vítima pelos anúncios dos classificados na Internet. A história da dama de amarelo já se espalhou na cidade, tem corretor gastando uma fortuna em anúncios, na esperança de ser a bola da vez. Nivaldo agora é só lembrança, saudades das três tardes de amor com a dama de amarelo.
A líder da oposição María Corina Machado e o candidato Edmundo González Urrutia contestaram os resultados eleitorais anunciados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) no último domingo, 28, que declararam a vitória de Nicolás Maduro na Venezuela. pic.twitter.com/qE7dA5ugfD
— Revista Oeste (@revistaoeste) July 29, 2024