DEU NO JORNAL

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

A POESIA – Luciano Dídimo

Às vezes, se o poema está contente,
Eu toco a poesia em instrumentos,
Cantando doces versos para os ventos,
Recebo a poesia na nascente.

Às vezes, se o poema está doente,
Eu sofro a poesia nos tormentos,
Gemendo amargos versos em lamentos,
Oferto a poesia no poente.

Nas Rosas, eu encontro a poesia,
Nas cores e no aroma, em cada espinho,
Nos versos que, das pétalas, escorrem.

Diferem os poemas, todavia,
Das rosas, em seu rápido caminho,
Que brotam, desabrocham, depois morrem!

Luciano Dídimo Camurça Vieira, Fortaleza-CE, 1971

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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O IMBROXÁVEL

Lula voltou a ser alvo de deboche, nas redes sociais e na oposição, ao repetir a lorota, quem sabe cola, de que teria “tesão de 20 anos”.

Ainda baixou o nível ao invocar o “testemunho ocular” de Janja.

Ocular?

* * *

Isso mesmo.

Testemunho ocular.

Ela só faz olhar.

E continuar na precisão…

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