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COMENTÁRIO DO LEITOR

A HISTÓRIA DE UMA MÚSICA MARCANTE

Comentário sobre a postagem TARDES DE SÁBADOS DE ANTIGAMENTE

Peninha:

“Saudade palavra triste quando se perde um grande amor
Na estrada longa da vida eu vou chorando a minha dor
Igual a uma borboleta vagando triste por sobre a flor
Teu nome sempre em meus lábios irei chamando por onde for
Você nem sequer se lembra de ouvir a voz deste sofredor
Que implora por teus carinhos, só um pouquinho do teu amor

Meu primeiro amor
Tão cedo acabou só a dor restou neste peito meu
Meu primeiro amor
Foi como uma flor que desabrochou e logo morreu
Nesta solidão
Sem ter alegria o que me alivia são meus tristes ais
São prantos de dor
Que dos olhos caem
É porque bem sei quem eu tanto amei
Não verei jamais”

Música: Meu primeiro amor (Lejania)
Compositor: Hermínio Giménez
Versão: José Fortuna / Pinheirinho Júnior
Intérpretes: Cascatinha e Inhana

Essa música foi o lado B do 78 rotações lançado em julho de 1952.

O lado A foi o sucesso “Índia”.

Fui conhecer essas músicas por volta de 1960, quando eu tinha meus saudosos onze anos.

Nessa época eu fazia o primeiro ano do ginasial na parte da manhã e depois da escola ia trabalhar numa farmácia e, nos primeiros pagamentos que recebi comprei o primeiro LP, que guardo até hoje, do cantor mexicano Miguel Aceves Mejia, e o LP “Cascatinha e Inhana cantando para você”, datado de 1955, com 8 músicas, quatro de cada lado, que eram as seguintes:

Lado A: 1) Solidão 2) Queira-me muito 3) Iracema 4) Meu primeiro amor.

Lado B: 1) Desilusão 2) Assunción 3) Recordando 4 ) Índia

O problema é que eu comprava discos e não tinha onde tocar e, às vezes, um cunhado emprestava a “picape” que eu plugava no rádio e aí conseguia ouvir os discos.

Só em 1965 eu consegui comprar uma vitrolinha Philips que parecia uma maleta mas, quando se abria, a tampa era a caixa de som e a outra parte era o toca-discos.

Zé, obrigado pelo “genial” mas, não sou nenhum gênio.

Gênio é aquele que nos dá sabedoria para preservarmos as boas coisas que passam pela nossa existência e que sabemos passar para outras gerações.

Obrigado, Zé Ramos

Um grande abraço

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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UMA REPUBLIQUETA BANÂNICA

O Supremo Tribunal Federal ignorou o oferecimento de um dos maiores especialistas do mundo em questões relativas a drogas, o médico Ronaldo Laranjeiras, que se colocou à disposição dos ministros para esclarecer os riscos da liberação do porte de maconha “para consumo próprio”, afinal limitado a 40g.

Ele lamentou no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes/TV BandNews, que a decisão tenha sido adotada em votos “muito frágeis sob os pontos de vista intelectual e científico”.

Ele chamou de “primor técnico” o texto do relator Efraim Morais (União-PB), aprovado no Senado, que criminaliza todo porte de drogas.

Para Laranjeiras, a decisão dos ministros é “uma comédia trágica de erros”.

Também achou “bizarro” o STF legislando sobre o assunto.

Chefe de pesquisa da Escola Paulista de Medicina, teme pelos pobres, em gerações com problemas cognitivos, depressivos, tipo “nem-nem”.

* * *

Diz o médico especialista no assunto que a decisão adotada pelos togados é “uma comédia trágica de erros”.

Na verdade, não é uma comédia.

É um filme terror apavorante, uma película tenebrosa.

Só mesmo numa republiqueta surrealista feito esta nossa, este absurdo poderia acontecer.

É de lascar!!!

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TÁ EXPLICADO

O agronegócio surpreendeu e ultrapassou os Estados Unidos como maior exportador de algodão do mundo.

A meta estava prevista para 2030, mas chegou logo na safra 2023/2024.

* * *

É por isso que os descerebrados esquerdóides odeiam o agronegócio.

Se ele faz bem pro Brasil, então é muito ruim pra estes canalhas.

Tem um certo cachaceiro descondenado que adora falar mal do agro.