Confia no Taxad! 👍 pic.twitter.com/LfGjYE7Rtd
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 3, 2024
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Comentário sobre a postagem TARDES DE SÁBADOS DE ANTIGAMENTE
Peninha:
“Saudade palavra triste quando se perde um grande amor
Na estrada longa da vida eu vou chorando a minha dor
Igual a uma borboleta vagando triste por sobre a flor
Teu nome sempre em meus lábios irei chamando por onde for
Você nem sequer se lembra de ouvir a voz deste sofredor
Que implora por teus carinhos, só um pouquinho do teu amor
Meu primeiro amor
Tão cedo acabou só a dor restou neste peito meu
Meu primeiro amor
Foi como uma flor que desabrochou e logo morreu
Nesta solidão
Sem ter alegria o que me alivia são meus tristes ais
São prantos de dor
Que dos olhos caem
É porque bem sei quem eu tanto amei
Não verei jamais”
Música: Meu primeiro amor (Lejania)
Compositor: Hermínio Giménez
Versão: José Fortuna / Pinheirinho Júnior
Intérpretes: Cascatinha e Inhana
Essa música foi o lado B do 78 rotações lançado em julho de 1952.
O lado A foi o sucesso “Índia”.
Fui conhecer essas músicas por volta de 1960, quando eu tinha meus saudosos onze anos.
Nessa época eu fazia o primeiro ano do ginasial na parte da manhã e depois da escola ia trabalhar numa farmácia e, nos primeiros pagamentos que recebi comprei o primeiro LP, que guardo até hoje, do cantor mexicano Miguel Aceves Mejia, e o LP “Cascatinha e Inhana cantando para você”, datado de 1955, com 8 músicas, quatro de cada lado, que eram as seguintes:
Lado A: 1) Solidão 2) Queira-me muito 3) Iracema 4) Meu primeiro amor.
Lado B: 1) Desilusão 2) Assunción 3) Recordando 4 ) Índia
O problema é que eu comprava discos e não tinha onde tocar e, às vezes, um cunhado emprestava a “picape” que eu plugava no rádio e aí conseguia ouvir os discos.
Só em 1965 eu consegui comprar uma vitrolinha Philips que parecia uma maleta mas, quando se abria, a tampa era a caixa de som e a outra parte era o toca-discos.
Zé, obrigado pelo “genial” mas, não sou nenhum gênio.
Gênio é aquele que nos dá sabedoria para preservarmos as boas coisas que passam pela nossa existência e que sabemos passar para outras gerações.
Obrigado, Zé Ramos
Um grande abraço
Meus queridos amigos:
Esse Bozo é muito invejoso mesmo.
Ele quer imitar o Nove Dedos e não consegue.
O ladrão descondenado arrasta multidões bem maiores que esta toda vez que bota o pé na rua.
kkkkkkkkkk
Rsrsrs ainda em Marabá/PA pic.twitter.com/JDiF8zrkaZ
— @verdeamarelou22 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🌻🌻🌻 (@verdeamarelou) July 3, 2024
O Supremo Tribunal Federal ignorou o oferecimento de um dos maiores especialistas do mundo em questões relativas a drogas, o médico Ronaldo Laranjeiras, que se colocou à disposição dos ministros para esclarecer os riscos da liberação do porte de maconha “para consumo próprio”, afinal limitado a 40g.
Ele lamentou no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes/TV BandNews, que a decisão tenha sido adotada em votos “muito frágeis sob os pontos de vista intelectual e científico”.
Ele chamou de “primor técnico” o texto do relator Efraim Morais (União-PB), aprovado no Senado, que criminaliza todo porte de drogas.
Para Laranjeiras, a decisão dos ministros é “uma comédia trágica de erros”.
Também achou “bizarro” o STF legislando sobre o assunto.
Chefe de pesquisa da Escola Paulista de Medicina, teme pelos pobres, em gerações com problemas cognitivos, depressivos, tipo “nem-nem”.
* * *
Diz o médico especialista no assunto que a decisão adotada pelos togados é “uma comédia trágica de erros”.
Na verdade, não é uma comédia.
É um filme terror apavorante, uma película tenebrosa.
Só mesmo numa republiqueta surrealista feito esta nossa, este absurdo poderia acontecer.
É de lascar!!!
https://t.co/YNMpMhKVQq pic.twitter.com/QCdMVAp0Do
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) July 2, 2024
O agronegócio surpreendeu e ultrapassou os Estados Unidos como maior exportador de algodão do mundo.
A meta estava prevista para 2030, mas chegou logo na safra 2023/2024.
* * *
É por isso que os descerebrados esquerdóides odeiam o agronegócio.
Se ele faz bem pro Brasil, então é muito ruim pra estes canalhas.
Tem um certo cachaceiro descondenado que adora falar mal do agro.