DEU NO JORNAL

UM CASO ÚNICO ENTRE OS CANDIDATOS

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato ao Palácio do Planalto em 2022, tem uma dívida de R$ 1,367 milhão com a União. Ele está na Lista de Devedores, site de acesso público mantido pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Essa relação de devedores inclui pessoas e empresas que têm débitos relativos a impostos e outras taxas federais, multas da Justiça Eleitoral e dívidas de recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Lula é o único dos candidatos a presidente que está na lista de devedores.

Os débitos que levaram Lula a ser incluído na lista são resultantes das duas condenações, que impuseram sanções também de ordem financeira ao ex-presidente.

Tanto a decisão judicial referente ao tríplex de Guarujá quanto a do sítio de Atibaia geraram, cada uma, uma multa na casa dos R$ 600 mil. A somatória das duas dívidas e a correção pela inflação gera o R$ 1,3 milhão atual de débitos do petista.

No início do ano, o “rombo” de Lula era ainda maior. O Instituto Lula, entidade de estudos políticos vinculada ao ex-presidente, tinha uma dívida de R$ 18 milhões com a União. Os débitos foram solucionados e hoje apenas Lula como pessoa física aparece na lista de devedores.

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Me disseram que o triplex do Guarujá está devendo o pagamento do condomínio há 13 (êpa!) meses.

E também que o caseiro do sítio de Atibaia não recebe seu salário desde o ano passado.

E mais: os diretores da agência de publicidade que cuida da campanha de Lapa de Ladrão estão se cagando de medo de levar um calote.

Vôte!!!

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OPOSIÇÃO TOGADA

A frequência das decisões da Justiça Eleitoral contra Jair Bolsonaro dá sentido à afirmação de fonte do Planalto, meses atrás, de que os maiores adversários do governo estão ali e não na oposição.

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De fato, a grande oposição a Bolsonaro não são as esquerdas, o PT e seu candidato, o ex-presidiário Lapa de Ladrão.

O que o presidente tem que enfrentar até o próximo dia 2 de outubro são os “eleitores” oposicionistas da justiçaria eleitoreira banânica.

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A JUSTIÇARIA ELEITOREIRA AGINDO NO EXTERIOR

A mesquinharia da justiça eleitoral vem colocando em risco o exercício do direito ao voto para brasileiros que residem no exterior.

Apesar do aumento de 40% no eleitorado lá fora, que passou de 501 mil para 697 mil, adotou a ideia de jerico de reduzir quase à metade o número de urnas, alegando “economicidade”.

Em vez de 400, serão 800 votantes por seção.

A redução das urnas e mudanças de locais de votação têm deixado eleitores literalmente perdidos sobre para onde devem ir.

Serão 989 urnas instaladas em 159 cidades de 98 países. Roraima, que tem metade dos eleitores, terá cerca de 1.140 urnas.

Dados oficiais sobre Roraima, que tem 0,23% do eleitorado do país, mostram que nenhuma das seções eleitorais tem mais de 400 eleitores.

A dificuldade imposta pela justiça eleitoral leva eleitores a se organizar para viagens caras de avião ou cansativas, mais de 4h, de carro.

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São inúmeras, várias, diversas, as imagens, vídeos e fotos, que mostram as manifestações em favor do atual governo lá no exterior.

Brasileiros em terras estrangeiras carregando a nossa bandeira e vestidos de verde-amarelo.

Tá tudo explicado, então.

A justiçaria eleitoreira banânica, ativa militante canhota, já tomou as devidas providências.

Ela está atolada até o gogó, até a careca, numa luta para impedir que o atual presidente seja reeleito.

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PENINHA - DICA MUSICAL