
Glosando um mote do poeta Dedé Monteiro:
No punho da minha rede
Deixei um nó por lembrança.
Parti de lá muito cedo
Mesmo me achando inseguro
Em busca do meu futuro
Encarei o tal degredo
O destino com seu dedo
Cutucou minha esperança
Quebrei a ponta da lança
Da saudade na parede
No punho da minha rede
Deixei um nó por lembrança.
Deixei meu lar e meus pais
Chorosos lá no terreiro
Me fiz de forte guerreiro
Pra não escutar seus ais
Hoje estou longe demais
Mesmo assim a dor me alcança
E toda noite ela avança
Com insaciável sede
No punho da minha rede
Deixei um nó por lembrança.
Comentário sobre a postagem COISAS TÍPICAS DA JUSTIÇA BANÂNICA
Alexandre José Sobral:
Nessa total inversão de valores observada no Judiciário do nosso país, nada mais surpreende.
Uma tristeza muito grande, principalmente quando observamos que o exemplo para esses desmandos e essas aberrações vêm de cima, o STF, que supostamente existe para proteger a Constituição e garantir o correto cumprimento das leis.
Para esse mal, temos apenas um remédio: eleger senadores comprometidos com o respeito à nossa Constituição Federal, sem rabo preso.
E que se disponham a fazer a devida limpeza no STF, através do impeachment de meia dúzia daqueles “iluministros” que emporcalham a nossa Suprema Corte e nos fazem ter vergonha da Justiça brasileira.
A explicação para a queda drástica no número de invasões de terras varia de acordo com o ponto de vista de quem afirma:
Acabou o dinheiro do MST, cresceu o medo de ser recebido a bala ou a reforma agrária andou.
* * *
Pra falar a verdade, eu fico com as três opções.
– Acabou o dinheiro do MST
– Cresceu o medo de ser recebido a bala
– A reforma agrária andou.
A quadrilha terrorista de Stédile tomou bem no meio do olho do furico nestes últimos anos do atual governo.
“Tamos fudidos, cumpanhero Lula. O malvado genocida botou no furico da gente”