DEU NO X

DEU NO X

DEU NO X

DEU NO X

PENINHA - DICA MUSICAL

WELLINGTON VICENTE - GLOSAS AO VENTO

DEIXEI UM NÓ POR LEMBRANÇA

Glosando um mote do poeta Dedé Monteiro:

No punho da minha rede
Deixei um nó por lembrança.

Parti de lá muito cedo
Mesmo me achando inseguro
Em busca do meu futuro
Encarei o tal degredo
O destino com seu dedo
Cutucou minha esperança
Quebrei a ponta da lança
Da saudade na parede
No punho da minha rede
Deixei um nó por lembrança.

Deixei meu lar e meus pais
Chorosos lá no terreiro
Me fiz de forte guerreiro
Pra não escutar seus ais
Hoje estou longe demais
Mesmo assim a dor me alcança
E toda noite ela avança
Com insaciável sede
No punho da minha rede
Deixei um nó por lembrança.

COMENTÁRIO DO LEITOR

SOLUÇÃO: ELEGER QUEM NÃO TEM RABO PRESO

Comentário sobre a postagem COISAS TÍPICAS DA JUSTIÇA BANÂNICA

Alexandre José Sobral:

Nessa total inversão de valores observada no Judiciário do nosso país, nada mais surpreende.

Uma tristeza muito grande, principalmente quando observamos que o exemplo para esses desmandos e essas aberrações vêm de cima, o STF, que supostamente existe para proteger a Constituição e garantir o correto cumprimento das leis.

Para esse mal, temos apenas um remédio: eleger senadores comprometidos com o respeito à nossa Constituição Federal, sem rabo preso.

E que se disponham a fazer a devida limpeza no STF, através do impeachment de meia dúzia daqueles “iluministros” que emporcalham a nossa Suprema Corte e nos fazem ter vergonha da Justiça brasileira.

DEU NO X

DEU NO X

DEU NO JORNAL

ESTÃO À MÍNGUA

A explicação para a queda drástica no número de invasões de terras varia de acordo com o ponto de vista de quem afirma:

Acabou o dinheiro do MST, cresceu o medo de ser recebido a bala ou a reforma agrária andou.

* * *

Pra falar a verdade, eu fico com as três opções.

–  Acabou o dinheiro do MST

– Cresceu o medo de ser recebido a bala

– A reforma agrária andou.

A quadrilha terrorista de Stédile tomou bem no meio do olho do furico nestes últimos anos do atual governo. 

“Tamos fudidos, cumpanhero Lula. O malvado genocida botou no furico da gente”