Arquivo do Autor: Luiz Berto Filho
DEU NO X
DEU NO JORNAL
CAMPEÃO
DEU NO X
PODES CRER: MÁQUINA DE CONTAR CÉDULAS !!!
A Operação Sem Desconto voltou a campo e, de novo, o rastro do dinheiro leva direto ao entorno do poder. Pilhas de espécie e máquina de contar cédulas: assim que a Polícia Federal encontrou o escritório do advogado Willer Tomaz, apontado como um dos alvos centrais do esquema de… pic.twitter.com/pvjJdGKntd
— Deputado Delegado Zucco (@DelegadoZucco) August 4, 2026
ALEXANDRE GARCIA
ESTAR ENROSCADO EM ESCÂNDALO É REQUISITO PARA SER LÍDER DO GOVERNO LULA NO CONGRESSO?

Familiares de Weverton Rocha, vice-líder do governo no Senado, são investigados por fraude no INSS
Há uma investigação envolvendo o dinheiro do seu avô, da sua avó, do seu tio, da sua tia, que são aposentados ou pensionistas e tiveram valores descontados no contracheque. A fraude chegou a um total de R$ 6 bilhões. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) está enroladíssimo. O ministro André Mendonça, que trata desse caso, autorizou busca, apreensão e quebra de sigilo de familiares dele: a mulher, Samya Rocha, teria recebido R$ 11 milhões e depois comprado uma casa de R$ 6 milhões no Lago Sul, aqui em Brasília; também entraram na investigação as irmãs Geyse e Shainess; e a filha, Anna. Outro alvo dos mandados é um advogado, Willer Tomaz de Souza, apontado como uma espécie de operador. São 11 pessoas no total. Diz a PF que eles usavam empresas, incluindo duas empresas de postos de combustíveis, para fazer a lavagem de dinheiro.
Weverton é vice-líder do governo no Senado. Será que é requisito? Primeiro foi Jaques Wagner, que era líder do governo Lula; agora, esse é vice-líder. Deve ser requisito para exercer o cargo. “Qual é a sua ficha?” “Ah, eu sou especialista nisso.” “Então vem para cá.” Que situação incrível esta em que estamos! Felizmente temos uma eleição aí na frente; é uma chance para tentarmos sair dessa.
* * *
Brasília é uma homenagem atrás da outra
Aqui em Brasília há um tipo especial de perda de tempo, que são as homenagens. As pessoas gostam de se homenagear. Elas têm de trabalhar, têm de produzir, trabalhar para o povo, pelo povo e em nome do povo, porque são funcionários do povo, servidores do público, mas em vez disso ficam se festejando, fazendo festinha. Os romanos chamavam isso – desculpem o latim – de asinus asinum fricat, “um burro coça o outro”. Fricat deu “fricção” em português, e asinum todos sabem que dá “asno”.
No Supremo, por exemplo, toda hora é hora de homenagem. Alguém fez 20 anos de Supremo? Homenagem. A última foi ao ministro Zanin, que fez três anos de STF, e dá-lhe homenagem. Serão 11 homenagens por ano, todos os anos. Fora os aniversários. Eu nem falo do dinheiro do povo que é gasto nisso, mas do tempo perdido por um tribunal que se queixa do excesso de carga. Também porque deixou, infelizmente, de ser tribunal constitucional para ser tribunal de pequenas causas, grandes causas, com pessoas que não têm prerrogativa de foro, deveriam estar na primeira instância, mas vão para a jurisdição do Supremo, a última instância, e depois não têm mais a quem apelar, não sei se ao bispo ou a Deus.
* * *
Brasil continua se aproximando das ditaduras e dando as costas ao Ocidente
O Brasil está cada vez se isolando mais no mundo ocidental, afastando-se da nossa civilização, da nossa cultura judaico-cristã. Estamos cada vez mais isolados. Lula passou uma hora conversando com Vladimir Putin nesta terça-feira (claro que com tradutor). Lula adora conversar com Xi Jinping, da China, e com o Irã, que ele protege de todas as formas. Adora o Hamas, Cuba, Nicolás Maduro, Hugo Chávez, Daniel Ortega. Outro dia mencionou o Foro de São Paulo, dizendo que ele veio para trazer democracia. Imaginem só: uma entidade criada por Lula, Evo Morales, Fidel Castro, Ortega e Chávez, veio para trazer democracia. É sensacional!
* * *
Trump responde a negativa de vistos e agrément cancelando visto de embaixadora brasileira
Lula, ainda com raiva por causa da sobretaxa imposta por Donald Trump, negou visto a dois diplomatas americanos que ficariam no Brasil por três dias para observar liberdades de expressão e o sistema eleitoral. E o novo embaixador americano – que tem nome hispânico, Daniel Perez – não consegue receber o “de acordo” brasileiro, que na linguagem diplomática é o termo francês agrément. O que fez, então, Trump? Cancelou o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti. Brasil e Estados Unidos estão em um momento de pausa nas suas relações.
COMENTÁRIO DO LEITOR
TRANSFORMAÇÃO TECNOLÓGICA
Comentário sobre a postagem A VELOCIDADE TAMBÉM FAZ DIFERENÇA NA POLÍTICA
João Francisco:
Estamos vivendo grandes mudanças impulsionadas pelo desenvolvimento digital.
Até uns 10 anos atrás, andar de taxi era coisa para classe média alta ou pessoas em viagem. Hoje com o Uber a população em geral de classe média já usa o dispositivo com muita frequência.
Outra coisa, quem diria há 10 anos que hoje praticamente não haveria mais cheques, que poderia se pagar tudo via internet, que não haveria mais necessidade de ida física a bancos? Hoje a circulação de dinheiro físico mal chega a 20% no comércio em geral.
É a maior transformação tecnológica de todos os tempos em um curto espaço de tempo.
DEU NO JORNAL
GASTAMENTO
O governo brasileiro já conseguiu torrar mais de R$ 3,3 trilhões, este ano, segundo a plataforma Ga$to Brasil, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), que contabiliza os gastos das esferas dos governos municipais, estaduais e federal.
O governo federal de Lula (PT) torrou mais de R$ 1,5 trilhão até o início de agosto.
É, de longe, o maior gastão.
Só o Poder Executivo federal, sob responsabilidade direta do governo Lula, torrou quase R$ 200 bilhões com pessoal e encargos, em 2026.
* * *
Gostei da palavra “gastão”, que tá nessa nota aí de cima.
Só mesmo num desgunverno lulo-petralha um neologismo feito este poderia surgir.
É um gastão da porra!!!
DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!
A MOÇA TRISTE
Alta, branca tão bonita,
Mas quanta dor nela existe
No dourado dos cabelos
Sua nobreza persiste
Caminha com elegância
Deixando sua fragrância
No caminho a moça triste.
Nos lábios um ar de riso
No olhar tanta tristeza
Compondo sempre o semblante
Sem ofuscar a beleza
Da rapariga tristonha
Que não vive, apenas sonha,
No seu mundo de incerteza.
Pobre princesa sofrida
Que conseguiu ser rainha
Porém vive acorrentada
Mesmo se solta caminha
Em cada canto do rosto
É visível seu desgosto
Ao transportá-lo definha.
E na sua ingenuidade.
Príncipe era encantado!
Palácio sem atração,
Castelo desmoronado,
É a causa do desgosto
Tracejado no seu rosto
No fracassado reinado.
BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS
REVOGAÇÃO DO VISTO
DEU NO JORNAL
O ABANDONO DAS REFORMAS MICROECONÔMICAS
Editorial Gazeta do Povo

Ministério da Fazenda propôs um bom conjunto de reformas microeconômicas em 2023, mas apenas algumas delas seguiram adiante
O Brasil é um país atrasado, com baixa renda per capita, crescimento econômico pífio, elevada pobreza, problemas sociais graves, elevados índices de violência, corrupção endêmica incurável, portanto, longe de ser um país desenvolvido que os recursos naturais permitem ser. Esse diagnóstico é amplamente conhecido, e sobre ele não há discordância tanto internamente quanto no plano internacional. É justamente por dispor de importantes riquezas naturais e condições capazes de conduzir o país ao crescimento econômico e desenvolvimento, a fim de extirpar as mazelas sociais e melhorar significativamente o padrão médio de bem-estar social, que se torna incompreensível que o país continue chafurdando no atraso e sem perspectiva de sair dessa lamentável situação.
Uma das chagas mais perniciosas da política e da administração pública nacional é a incapacidade de levar adiante qualquer plano de recuperação e desenvolvimento, mesmo com tantos planos elaborados e anunciados – alguns até iniciados e, depois, abandonados e esquecidos. Em dezembro de 2004, segundo ano do primeiro governo Lula, ainda sob o voto de confiança dado pela sociedade, o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, apresentou à nação um plano chamado “Reformas econômicas e crescimento de longo prazo”: 103 páginas com um bom diagnóstico e boas propostas para alavancar o crescimento e o desenvolvimento.
Naquele momento, Palocci contava com prestígio no parlamento e na sociedade, inclusive por não ter adotado as ideias e propostas estatizantes e intervencionistas defendidas pelo PT em seus documentos e declarações públicas desde a fundação do partido. Visto em retrospecto, aquele plano apresentava méritos que poderiam ter sido uma alavanca para o crescimento econômico e a elevação da renda por habitante, de forma a viabilizar avanços sociais propugnados pelo próprio partido. Mas, na sequência, entrou em cena um hábito típico da política brasileira: nada foi seguido, as políticas de governo nunca foram na direção proposta e o plano acabou morrendo no nascedouro, dando lugar a improvisos e retrocessos que continuam até hoje.
O Brasil nunca sofreu de falta de planos e medidas que, se implementadas, significariam avanços importantes; foi o caso das sete reformas propostas por Paulo Guedes, ministro da Economia de Jair Bolsonaro: 1. reforma da Previdência Social, pública e privada; 2. reforma tributária; 3. privatização de empresas estatais, incluindo serviços operacionais na infraestrutura; 4. revisão e redução dos subsídios fiscais, creditícios e monetários; 5. reforma administrativa, com diminuição da burocracia; 6. autonomia do Banco Central; e 7. ampliação da liberdade comercial, com maior abertura internacional. Dessas propostas, a que teve melhor andamento, foi aprovada e se consolidou foi a autonomia do Banco Central, odiada por Lula e seus adeptos.
Nesse contexto, vale mencionar também o plano de 13 medidas elaboradas no âmbito do Ministério da Fazenda como parte das reformas microeconômicas capitaneadas pelo secretário de Reformas Econômicas Marcos Barbosa Pinto, por ele anunciadas no dia 20 de abril de 2023: 1. garantia para parcerias público-privadas de entes subnacionais; 2. debêntures incentivadas para infraestruturas sociais e ambientais; 3. novo marco das garantias; 4. garantia com recursos previdenciários; 5. simplificação e desburocratização do crédito; 6. acesso a dados fiscais; 7. autorização de bancos e moeda digital; 8. regime de resolução bancária; 9. combate ao superendividamento e “mínimo existencial”; 10. proteção a investidores no mercado de capitais; 11. infraestruturas do mercado financeiro; 12. cooperativas de seguros; e 13. normas de seguro privado.
O histórico das reformas microeconômicas sempre anunciadas e nunca executadas entra neste segundo semestre de 2026 diante de eventos que colocam o Brasil numa encruzilhada: ou o país dá uma guinada em sua letargia e atraso, começando por reformas políticas e reformas econômicas, de maneira a tomar o caminho das mudanças nos próximos quatro anos – que serão os últimos da terceira década do século 21 –, ou o país se definirá de vez como uma nação rica de recursos naturais e pobre e atrasada em termos econômicos e sociais.
O momento atual apresenta algumas características importantes para a definição do futuro nacional. A primeira são as eleições estaduais e federais em um cenário de polarização política e deterioração administrativa e moral das instituições. A segunda é uma realidade que pouco tem sido observada e debatida: o envelhecimento da população e também do capital físico, formado pela infraestrutura púbica de uso coletivo e infraestrutura produtiva privada, como empresas, plantas industriais, frota de veículos de carga e de passageiros, prédios comerciais, moradias, além de tantos outros bens e equipamentos de uso pessoal e empresarial. A campanha eleitoral deveria ser uma oportunidade para o levantamento e o debate dessas grandes questões nacionais tomando por base as muitas propostas que foram feitas, das quais se pode extrair ideias válidas até hoje.
PENINHA - DICA MUSICAL