DEU NO JORNAL

MILITÂNCIA GEOGRÁFICA E ESTATÍSTICA

Cresce a desconfiança sobre dados de desemprego do IBGE, órgão do governo federal presidido pelo petista Marcio Porchmann, ex-Instituto Lula.

“A conta não fecha”, dizem economistas.

Para o IBGE, são apenas 7,3 milhões de desempregados, mas a conta não inclui os 37 milhões de adultos sem-trabalho do Bolsa Família.

O IBGE leva em conta só os que dizem ter procurado emprego em vão.

Os demais são “desocupados” e excluídos da contagem, como os quase 5 milhões de jovens adultos da “geração nem-nem”, segundo estima o próprio Ministério do Trabalho.

Somando os 37 milhões de desempregados do Bolsa Família, são 44 milhões de sem-emprego e não os 7,3 milhões que o IBGE enxerga.

Somando os adultos que de fato não têm emprego formal, dizem os economistas, o desemprego seria de 40,9% e não de curiosos “6,8%”.

* * *

Neste nota aí de cima, logo no primeiro parágrafo, tá escrito que o IBGE “é presidido pelo petistar Marcio Porchmann”, que foi diretor do Instituto Lula.

Precisa falar mais alguma coisa?

Mais nada.

As estatísticas do Brasil, com dados e números fundamentais para a administração do nosso país, estão nas mãos de um militante lulo-petralha.

Que os céus se apiedem deste recanto de mundo surrelista !!!

O “isento” presidente do IBGE

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BOAVENTURA BONFIM – FORTALEZA-CE

Caro Editor Berto,

Envio-lhe um vídeo do YouTube, com pouco mais de três minutos de duração, a fim de os aguerridos leitores fubânicos assistam a uma aula didaticamente esclarecedora e isenta de matiz, sobre Comprovante Impresso do Voto em Urna Eletrônica, ministrada pelo festejado advogado Djalma Pinto, de Fortaleza, especialista em Direito Eleitoral.

Grato,

RODRIGO CONSTANTINO

TUDO SOB CONTROLE…

“Um ministro me mandou essa figurinha, muito rápido, peraí, vou catar aqui. Eu to adorando esse negócio de figurinhas, porque as fontes, elas surpreendem quando elas mostram… a situação está sob controle; só não sabemos de quem!” (gargalhadas) “Eu amei essa figurinha” – Daniela Lima, na Globo News.

O país mergulhado no caos econômico e jurídico, com o presidente que voltou à cena do crime, como diria seu próprio vice, internado no hospital sem a devida transparência sobre o quadro de saúde, e o clima na emissora é este, de deboche, de total descontração e algum deslumbre por parte da apresentadora que recebe figurinhas de ministros.

Em discurso recente, o ministro Alexandre de Moraes condenou o que chama de populismo autoritário, que seria inspirado no nazismo e no fascismo (reparem que o comunismo foi deixado de fora), na mesma linha do que vem falando seu colega Barroso também. Ambos criticam os “ataques” à imprensa como estratégia dessa direita populista. Mas como levar a sério essa imprensa e esse jornalismo?

Em primeiro lugar, muitos jornalistas mais parecem militantes disfarçados, sempre ávidos por defender o indefensável, passar pano para governos corruptos e autoritários, enxergar o “lado bom” em notícias ruins. Em segundo lugar, essa velha imprensa não consegue mais esconder sua missão de demonizar a direita e proteger a esquerda. Por fim, tudo isso é feito nesse clima de escárnio, de deboche, como se nada mais precisasse ser levado a sério no país.

Talvez eles tenham até um ponto. Quem leva a sério o Brasil acaba angustiado demais, revoltado, indignado, já que não se trata mesmo de um país sério. Está tudo sob controle. Só não sabemos de quem! Ou pior: sabemos sim, e isso é o que gera mais desespero…

COMENTÁRIO DO LEITOR

DEU NO JORNAL

“PLANO BRASIL”: REFORMAS ESTRUTURAIS E NECESSÁRIAS

Luiz Philippe Orleans e Bragança

Está na hora. Passou da hora. Tudo o que poderia dar errado já deu. A sociedade assiste, atônita, a uma novela de terror e guerra, em que fatos inimagináveis se repetem, trazendo de volta o fantasma da inflação, da censura, da tirania e da nunca abandonada corrupção.

O povo brasileiro quer dar um basta nesse círculo vicioso, clama por liberdade e se mobiliza por reformas estruturais, profundas e de médio e longo prazo no sistema. 

Há mais de 30 anos, duas forças têm influenciado a formação e a condução das instituições do Brasil: socialismo e corrupção. Essas forças estruturam o que muitos chamam de “Sistema” ou Deep State. A visão socialista, que permeia grande parte da política nacional, prioriza um Estado centralizador e controlador. Paralelamente, a corrupção aproveita essa concentração de recursos e gastos para se perpetuar, criando um ambiente propício para desvios e práticas ilícitas.

Para mudar de rumo, precisamos de muito mais do que trocar os rostos na política: é necessário reimaginar as bases do país a partir de um projeto de reformas a longo prazo.

O Congresso Nacional, dominado pelo chamado “Centrão”, é a espinha dorsal da política, onde acordos escusos prevalecem sobre o interesse público. Em outras palavras, nenhum serviço público prestado à população está livre de agrados aos corruptos. Essa prática, profundamente enraizada, não apenas dificulta reformas estruturais, mas perpetua um círculo vicioso de corrupção e ineficiência.

Os acordos políticos baseados no “toma lá, dá cá” refletem um sistema que transforma políticas públicas em moeda de troca. Com isso, o Brasil não anda — arrasta-se pelo lodaçal.

Esse cenário demonstra que não adianta apenas renovar o Congresso; é necessário renovar as ideias. Sem uma transformação profunda na estrutura do Estado, a engrenagem continua emperrada. A Constituição de 1988, denominada “Cidadã”, prometia ser essa renovação.

No entanto, logo em sua promulgação demonstrou ser inexequível. Ao longo das décadas, em vez de torná-la mais libertadora, os socialistas e corruptos agiram para transformá-la em uma armadilha totalitária contra os cidadãos. 

O resultado é o Estado hipertrofiado, centralizador, arbitrário, que viola direitos universais inerentes ao ser humano e dificulta as iniciativas locais e a autonomia do cidadão. Não por acaso, o contribuinte trabalha cinco ou mais meses do ano para pagar impostos que sustentam um sistema que não entrega os serviços esperados.

Para que o Brasil alcance o seu verdadeiro potencial, precisamos ir além dos ajustes no atual sistema e pensar em sistemas diferentes. É necessário algo maior, mais profundo: um projeto de país que não só ataque as mazelas de hoje, mas que pavimente o futuro com uma base sólida, de longo prazo, focada na liberdade individual e no protagonismo do cidadão.

É nesse contexto que surge o Plano Brasil: um convite a transformação, reunindo propostas de especialistas para enfrentar os desafios estruturais do país. Entre os pilares dessa proposta estão as reformas na Previdência, Saúde e Educação, além de reformas tributária, política e administrativa, concebidas para criar um ambiente mais equilibrado e justo.

O objetivo é proporcionar mais transparência aos cidadãos, dando maior autonomia e participação nas decisões que impactam diretamente suas vidas, enquanto o Estado assume um papel de servidor daquilo que só o Estado pode fazer e nada mais.

O Plano Brasil busca, principalmente, lançar as bases para um diálogo construtivo na sociedade e propor ações práticas que possam transformar as estruturas do país. É um convite à reflexão e à ação conjunta em prol de um futuro em que o equilíbrio entre liberdade e responsabilidade seja a essência de um povo mais livre e próspero.

Para conhecer a proposta, clique aqui.

CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA

PENINHA – UM OBREIRO DA MÚSICA

José Eduardo Sanches – Peninha

“Cada doido com sua mania!” Já se disse há tempos. Mas, de fato, o adágio tem outras singularidades.

Nem sempre um colecionador é um descatembado. No caso de José Eduardo Santos, colunista deste jornal, mais conhecido por Peninha, é um benemérito da música, destacando seus autores, intérpretes e acompanhamentos.

O mais incrível não é ser ele um historiador musical, mas um colecionador virtuoso.

Todos os dias nosso jornal recebe maravilhosas obras de sua coleção peças que o Editor Luiz Berto publica sem ausências.

Se observamos a importância da difusão que Peninha faz das tantas obras musicais que oferece ao público do Jornal da Besta Fubana, diariamente, concluiremos ele vale mais do que centenas de Ecad.

Está em tempo de se reconhecer que este organismo, como entidade responsável pela arrecadação e distribuição dos direitos autorais das músicas, dos autores e demais titulares, não lhe tem a missão de divulgar, em toda a plenitude desejada, as obras, autores, intérpretes e instrumentistas.

Sempre que pude – desde os primórdios de historiador,quando publiquei “Canta se Queres Viver”, contendo a biografia do cantor pernambucano, Claudionor Germano (Claudionor Germano da Hora) e “Capiba, sua vida e canções” (Lourenço da Fonseca Barbosa) que venho alertando Produtores, Apresentadores e os próprios intérpretes a darem dstaque aos autores.

Nestes dias, em contato com o colunista Peninha, observei que ele desenvolve um trabalho muito mais meritório do que apenas identificar as autorias, mas divulgar nossos valores mais legítimos.

Portanto, cabe aqui levar meus aplausos e agradecimentos – como leitor e ouvinte – ao gigantesco Peninha, que todos os dias oferece ao Brasil a oportunidade de manter vivas na memória do nosso povo, as maravilhosas produções e interpretações dos novos e velhos tempos das boas músicas nacionais e internacionais.

Não é sem razão que considero-o o competente colega o Obreiro da da Música.

PENINHA - DICA MUSICAL