Primeiro teste com Míssil brasileiro teleguiado. Um sucesso!! pic.twitter.com/jqaLTySXQ3
— Luiz (@LuizJuliano4) October 24, 2024
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Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) nos contratos para propaganda da Secretaria de Comunicação da Presidência da República revela que as despesas foram infladas em até 733% com “justificativas genéricas” e até “contraditórias”.
Auditores do TCU se debruçam sobre o orçamento de R$ 450 milhões da pasta do ministro Paulo Pimenta.
O valor gasto em propaganda da Presidência supera Petrobras, Caixa e ministérios.
* * *
Despesas infladas em até 733%.
PQP!!!
Tive que sair correndo atrás do pinico depois que li isso.
A ânsia de vômito foi muito grande.
Editorial Gazeta do Povo

FMI e IFI preveem aumento da dívida pública nos próximos anos
Os alertas sobre a caótica situação fiscal do Brasil não param de chegar, vindos de dentro e de fora do país. Na quarta-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou sua projeção para a dívida pública e o resultado primário brasileiros, com números piores que o esperado. O superávit primário, afirma a entidade, só virá em 2027, e não mais em 2026. Antes disso, teremos de amargar déficits de 0,5% do PIB este ano, 0,7% em 2025 e 0,6% daqui a dois anos. Já a dívida pública está disparando: terminará o ano em 87,6%, chegará a 92% em 2025, e em 2029 estará em 97,6%.
A Instituição Fiscal Independente (IFI), vinculada ao Senado Federal, tem números ligeiramente diferentes: a dívida estará em 80% do PIB no fim deste ano, subirá para 82,2% no fim do ano que vem e chegará a 84,1% em 2026, representando um salto de 12,4 pontos porcentuais do PIB ao longo de todo o mandato, já que a dívida estava em 71,7% do PIB quando Lula subiu a rampa do Planalto em janeiro de 2023. Parte da diferença entre os números do FMI e da IFI se explica pela metodologia: o FMI inclui na conta os títulos da dívida que estão em poder do Banco Central, enquanto as estatísticas elaboradas dentro do Brasil costumam descontar esse fator. Ainda assim, os responsáveis pelo cálculo mais “benigno”, o do IFI, afirmam que a dívida brasileira, como proporção do PIB, “está na média dos países da zona do euro, inferior aos países desenvolvidos do G7, mas bem acima dos países emergentes e da América Latina e Caribe” – com a diferença de que as nações europeias e outros países desenvolvidos conseguem rolar suas dívidas pagando juros muito menores que os nossos.
E os juros aqui são mais altos porque o investidor, ciente da fragilidade fiscal brasileira, exige um prêmio maior para assumir o risco de emprestar ao governo brasileiro em vez de deixar dinheiro em outras economias mais sólidas. O desequilíbrio fiscal também ajuda a entender por que, apesar da queda dos juros norte-americanos, que em tese deixaria as moedas emergentes mais atrativas, o real continua se desvalorizando, tendo passado os últimos dias rondando os R$ 5,70 depois de ter começado o mês na casa dos R$ 5,40. Enquanto isso, os recursos estrangeiros continuam saindo da bolsa brasileira.
Nada do que o FMI e a IFI estejam dizendo é novidade; os avisos recentes são apenas mais dois entre uma série de outros que já foram feitos anteriormente. Mesmo assim, com a realidade não só batendo, mas praticamente arrombando a porta, o governo Lula só consegue entregar palavras. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, com dois anos de atraso, diz que “chegou a hora de levar a sério a revisão de gastos estrutural no Brasil”. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentando os números do FMI, diz que “o fortalecimento do arcabouço fiscal é o remédio mais adequado para o momento que nós estamos vivendo” – o mesmo arcabouço fiscal que garante o aumento real na despesa pública ano após ano, e que já foi totalmente desmoralizado, tamanha a relação de gastos que não são computados na conta oficial do resultado primário.
Tebet e Haddad prometem que, depois do segundo turno das eleições, virá um pacote que poderia economizar de R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões. De realmente concreto, fala-se em combater os supersalários no setor público – uma briga poucas vezes bem-sucedida, mas que é preciso manter, tamanha a ilegalidade e a imoralidade contidas na voracidade de certa elite do funcionalismo, que insiste em abocanhar para si muito mais que lhe é de direito. Fazer cumprir a lei do teto constitucional, no entanto, garantiria uma economia não muito maior que R$ 5 bilhões. Do resto, não se sabe nada além de balões de ensaio lançados pelo governo e depois desmentidos, incluindo ideias como a tributação (que surpresa!) dos 40% do FGTS pagos como indenização a quem é demitido sem justa causa. Um outro ministério, o da Inovação e Gestão, também acena com uma reforma administrativa que seria até mais ampla que a encaminhada ao Congresso durante o mandato de Jair Bolsonaro.
Difícil acreditar, no entanto, em cortes substanciais no gasto público, muito menos em reformas macroeconômicas de efeito duradouro, enquanto o chefe de todos os ministros insiste em classificar todo gasto como “investimento” e que, por isso, tem de ser preservado e exaltado. Poucos meses atrás, Lula ainda afirmava que “o problema não é que tem de cortar, o problema é saber se precisa efetivamente cortar, ou se a gente precisa aumentar a arrecadação”, insistindo na insanidade de querer fechar contas apostando apenas na elevação da receita. A recusa de Lula em enxergar o tamanho da crise fiscal tem como consequências o fortalecimento da inflação e a manutenção dos juros elevados, prejudicando os mais pobres que ele tanto diz defender.
Luana, a bisneta caçula
Conviver com netos, bisnetos e sobrinhos pequeninos é realmente um privilégio! E eu tenho um “estoque” de 12 bisnetos, um lote de netos e vários sobrinhos, formando uma “tuia” de gente muito engraçada. Saem com cada uma!…
Luana, uma das minhas bisnetas, filha de Adriana e Francisco Sales Linhares Neto, costuma sentar-se no tapete de casa e a mãe começa a ativar sua inteligência, fazendo-lhe perguntas educativas. E num desses episódios, deu nisso:
– Minha filha, coqueiro dá o que?
– Côco, não é mamãe!
– Jaqueira dá o que?
– Jaca.
– Laranjeira dá o que, Luana?
– Laranja Mimo-do-céu..
– Mangueira dá o que, minha filha?
E Luana, já com um jeito de quem está sendo interrompida, pois estava dando mingau à sua boneca; já com o juízo meio atrapalhado, face à duração do ”inquérito”, veio com esta dúvida:
– Mangueira… mangueira… Sei não!… Dá água?…
Há outra sujeitinha, a Luiza, filha de Sofia e meu sobrinho Felippe José Machado, que perturbando a vovó, Jurema, pois estava ansiosa para ir fazer compras num shopping, acabou recebendo um inteligente sugestão:
– Minha filha, não poderei ir assim com tanta pressa. Terei que terminar umas coisas na cozinha. Faça o seguinte: conte de 1 a 40 e quando terminar, iremos.
Meio chorosa e já de cara amarrada, Luiza “aplicou”:
– 1,2,3,4,5… 40. Pronto vovô! Completei! Vamos!
Gabriela, (que hoje reside em Nevada, Estados Unidos), filha de Eliane e Carlos Eduardo de Almeida Santos, sabendo que a avó paterna era conhecida pelos netos como: Vovó Carminha, logo que se entendeu de gente passou a chamar o pai de seu pai – que sou eu – de um jeito inédito:
– Vovô Carminho.
Certo domingo, fui com minha noiva e André, filho de minha saudosa cunhada, Iracema e José Tavares de Melo, para ele conhecer o mar e tomar um “banho-salgado”, como se chamava antigamente.
Logo que botou os pés nas águas do Pina, surpreendeu-se com as espumas, abaixou-se, molhou uma das mãos e levou à boca, logo afirmando e indagando:
– Á água é salgada!… Quem salgou?
Mariana, filha de Tereza Cristina e Gustavo Jorge de Almeida Santos, interrompendo minha prosa com seu pai, entrou na sala, choramingando, para informar:
– Papai, tô com uma dor de cabeça muito forte! Acho que vou desmaiar!
E sabendo-se que um carinho de avô diminui dores, falei:
– Venha cá, minha filha, quero ver essa dor de cabeça!
– Pode não vovô; a dor é dentro da cabeça!…