SÓ UMA NAMORADINHA ASSIM…
É PEDIR DEMAIS? pic.twitter.com/qvs8ZwKLJx— Joaquin Teixeira (@JoaquinTeixeira) July 6, 2024
SÓ UMA NAMORADINHA ASSIM…
É PEDIR DEMAIS? pic.twitter.com/qvs8ZwKLJx— Joaquin Teixeira (@JoaquinTeixeira) July 6, 2024
É pau, e rei dos paus, não marmeleiro,
Bem que duas gamboas lhe lobrigo;
Dá leite, sem ser árvore de figo,
Da glande o fruto tem, sem ser sobreiro:
Verga, e não quebra, como zambujeiro;
Oco, qual sabugueiro tem o umbigo;
Brando às vezes, qual vime, está consigo;
Outras vezes mais rijo que um pinheiro:
À roda da raiz produz carqueja:
Todo o resto do tronco é calvo e nu;
Nem cedro, nem pau-santo mais negreja!
Para carvalho ser falta-lhe um U;
Adivinhem agora que pau seja,
E quem adivinhar meta-o no cu.

Manuel Maria Barbosa du Bocage, Setúbal, Portugal (1765-1805)
Após criticar o magistrado preconceituoso que acusou “a mulherada” de estar “louca atrás de homem”, durante julgamento de caso de assédio sexual a criança de 12 anos, a imprensa fez que não ouviu Lula elogiar um sujeito no Nordeste que se casou com uma menina… de 12 anos.
* * *
A “imprensa” acoita, ajeita e protege com muito carinho esse descondenado.
Descondenado que tem dois canais excretores.
Um lá em cima e outro lá em baixo.
Caga pela boca e caga furico.
O dia todo, todo instante, toda hora.
Livro magnífico e encantador
Instintivamente, sem mais nem menos, me debrucei sobre as 740 páginas do livro épico “O DESTINO DA ÁFRICA”, do autor inglês Martin Meredith, que é ao mesmo tempo Jornalista, Biógrafo e Historiador. Tenho me sentido como se estivesse voltando ao ventre materno – o que não deixa de ser verdade, numa volta para conhecer melhor a mamãe África.
Me senti “encantado” quando, ainda no Prefácio, me deparei com a grandiosidade do que me transportou inteiro para o continente africano em texto:
“Apesar do elevado nível de risco e de complicações, o poder de sedução das riquezas da África continua tão forte no século XXI como no passado. Além das atividades de corporações ocidentais, novos atores entraram em campo. O crescente poderio econômico da China e de outros países asiáticos estimulou um boom na demanda por petróleo e recursos minerais africanos. A terra também se tornou mais uma vez uma mercadoria apreciada. Para garantir o abastecimento de alimentos, empresas estrangeiras adquiriram enormes latifúndios na África, assim como os antigos romanos.
Mas grande parte da riqueza gerada pela atividade estrangeira flui para fora do continente. As elites dominantes da África drenam ainda mais os fundos de seus países, escondendo no exterior enormes somas em contas bancárias e bens. O Banco Mundial estima que 40% da riqueza privada africana é mantida no estrangeiro. A África permanece, assim, um continente de grande potencial, mas perspectivas limitadas”.
Estou impressionado e me deixei envolver por completo. Há dias que me imagino passeando em cidades da Guiné-Bissau, saboreando a culinária que, mesmo dando voltas pelo mundo, aportou na Bahia quase que por completo e espraiou tiquinhos pelo meu Ceará, onde nasci para o mundo.
Martin Meredith
Assim, aos poucos e a cada página virada, descubro que carregamos nossas cruzes e martírios desde muito antes de Cristo. Fomos e continuamos sendo divididos e segregados. Nossas riquezas não estão conosco, nas nossas lutas pela vida, ou aonde vamos. Nossa riqueza está naquela terra. Na África. Por isso, certamente, nos escravizaram e nos retiraram de lá – para que jamais descobríssemos o quanto somos ricos.
Hoje, com o reforço da leitura dessa obra, passei a entender mais ainda os motivos da escravidão e do objetivo de “exportar, tirando da sua terra os africanos”: ali, naquele imenso continente, percebe-se que há um tesouro escondido “sob a terra”, e uma carnificina duradoura e exterminadora “sobre a terra” africana.
Darfur, riquíssimo território do Sudão, o genocídio é pela fome, pela sede, sem direito de semear para colher. Come-se bolachinhas de barro para entreter a psique da fome.
Há esperança?
Há. Vaticina Martin Meredith. E essa esperança nunca chegará através dos líderes usurpadores do momento – mas, única e exclusivamente pelas mãos do HOMEM, quando a revolta amainar e o desejo de vingança desaparecer.
Nikolas Ferreira

De acordo com uma pesquisa divulgada na última quarta-feira (3), e que mostra as 100 personalidades mais influentes do Brasil nas redes sociais, é uma alegria saber que estou na 11ª colocação, principalmente considerando as poucas figuras políticas compondo a lista.
Mais uma prova de que mesmo fazendo parte de uma classe tão desacreditada pelos brasileiros, e com total razão, é possível fazer a diferença.
Jogadores de futebol, influenciadoras de moda, cantores, dançarinos, youtubers: diante de um rol de personalidades de diversas áreas, podemos concluir que não existe apenas um caminho para se tornar referência na vida de alguém.
Conhecer e desenvolver seus dons e talentos são etapas necessárias para que você possa viver de fato com um propósito. Gosto muito de uma analogia que diz que não devemos ser como um poço, que apenas recebe algo, mas como um canal que além de receber, leva algo até outro lugar. Isso só é possível quando entendemos a dimensão do nosso alcance e como podemos mudar várias histórias.
Muitos têm medo de fazer o que deve ser feito por causa dos julgamentos. Deixo então a vocês uma reflexão bem direta sobre as críticas recebidas ao longo do caminho.
Todas as pessoas dessa lista são alvos do famoso “hate”. Seja por meio de julgamentos válidos ou não, postagens, falas, fotos, enfim, tudo passa pelo olhar analítico de milhares de seguidores. Cada um decide quem irá seguir, quais exemplos irá reproduzir em seu dia a dia, mas uma coisa é fato: tudo o que você fizer será criticado por uns e aplaudidos por outros.
Eu já passei por inúmeras situações desde a época do colégio nas quais eu tinha duas escolhas: ceder à pressão do coletivo, ou perder amizades e ganhar inimigos às custas do meu posicionamento. Se você me acompanha, sabe muito bem qual foi a minha escolha para chegar até aqui.
William Wilberforce, ex-membro do Parlamento do Reino Unido, lutou por cerca 20 anos contra o fim da escravidão negra no Império Britânico. Mesmo após a sua morte, o legado de William permaneceu, e ele não chegou a ver milhares de escravos libertos, tampouco a abolição da escravidão em diversos países ocidentais. Qual a chance de Wilberforce saber que hoje seu trabalho estaria sendo contado por um menino nascido em uma favela de Belo Horizonte?
Este é só um exemplo de que a fala do general romano Máximus Décimus Meridius, do filme ‘’O Gladiador’’, é perfeita ao afirmar que: ‘’O que fazemos em vida, ecoa pela eternidade’’.
Definitivamente não podemos passar por essa vida sem lutarmos por um futuro melhor, pois mesmo que não tenhamos a oportunidade de um dia presenciar, para nossos filhos e netos isso será possível.
Leandro Ruschel
Enquanto está na presidência um duplamente condenado pelo maior escândalo de corrupção da história, que visava financiar um projeto totalitário de poder continental, até ser descondenado pelos seus aliados no Supremo, Bolsonaro é alvo de acusações por tentar vender presentes pessoais, que ao final foram devolvidos, ou falsificar um cartão de vacinação, apesar de publicamente admitir não ter se vacinado.
Além disso, é alvo de acusações por uma suposta tentativa de “golpe” que nunca ocorreu.
É uma chacota.
A verdadeira Justiça é aplicada de forma uniforme. O que vemos é o oposto: indivíduos de esquerda são protegidos sistematicamente, independentemente dos crimes cometidos, enquanto seus opositores são perseguidos mesmo sem terem cometido crime algum. O simples fato de expressar uma opinião é suficiente para ser censurado e preso.
Diariamente, somos confrontados com a liberdade de corruptos como Cabral e Dirceu, que estão livres apesar de múltiplas condenações, enquanto velhinhas são condenadas a 17 anos de cadeia e presas por invadir prédios públicos durante protestos.
É preciso um alto grau de ignorância ou desonestidade para apontar o dedo para Bolsonaro enquanto a oligarquia corrupta do Brasil continua a consolidar seu poder totalitário.
Vou morrer de procurar
Sem encontrar nada igual.
Mote de Ademar Rafael Ferreira
Os chutes de Rivelino,
Os arremessos de Paula,
Bonecos de Vitalino,
De Ariano uma aula,
A voz de Cid Moreira,
O desfile da Mangueira,
A cheia do Pantanal,
A obra de Elomar,
Vou morrer de procurar
Sem encontrar nada igual.
Ademar Rafael Ferreira
O humor de Ludugero,
O canto de Evaldo Braga,
Patativa, o nosso Homero,
Compondo para Gonzaga.
As músicas de Marinês,
Fazendo o nordestinês
Reinar em cada arraial,
Paro aqui pra não chorar…
Vou morrer de procurar
Sem encontrar nada igual.
Wellington Vicente
Os gastos com viagens de servidores, funcionários comissionados, terceirizados e “convidados eventuais” do governo Lula (PT) atingiram R$ 697 milhões até junho, aponta o Portal da Transparência.
A maior parte dessa fortuna (R$ 427 milhões) representa apenas as diárias pagas aos funcionários.
As passagens emitidas pelo governo até o momento em 2024 custaram aos pagadores de impostos outros R$ 266,5 milhões.
Em todo o ano de 2021, o governo federal gastou R$ 211,5 milhões com passagens aéreas e R$ 430 milhões com diárias para servidores.
No fim de maio, a administração petista havia torrado mais de R$ 423 milhões com viagens, desde então foram R$ 274 milhões a mais.
Gastos de viagens de autoridades como Lula, Janja e ministros em jatinhos da Força Aérea são protegidos por sigilo e não entram na conta.
Em 2023, primeiro ano do Lula 3, as despesas do governo federal com viagens bateram recorde histórico: mais de R$ 2,3 bilhões.
* * *
Chega fiquei zonzo.
Afe!!!
É milhão que só a peste.
Tudo arrancado dos nossos bolsos de contribuintes.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!
Xolinha de tabaca arrombada com a gastação luleira
Linduarte Noronha nasceu em Ferreiros, PE, em 1930. Advogado, jornalista, professor, crítico de cinema e cineasta. Foi precursor do “Cinema Novo”, na opinião dos cineastas, incluindo Glauber Rocha, seu representante mais expressivo. Trabalhou como jornalista e crítico de cinema nos jornais da Paraíba, onde se tornou cineasta.
Ainda jovem foi ao Rio de Janeiro para conhecer o INCE-Instituto Nacional do Cinema Educativo (1936-1966). Entrou em contato com seu presidente, Humberto Mauro, contou-lhe suas ideias, pretensões e pediu-lhe emprestado uma câmera e outros apetrechos. O pioneiro do cinema brasileiro achou interessante e o rapaz saiu de lá com uma câmera Bell & Howell, voltou à João Pessoa e passou a filmar sob a chacota dos colegas da redação. Seu primeiro curta-metragem teve origem numa reportagem que fez, em 1958, sobre o trabalho das mulheres numa olaria do sertão, As oleiras do Olho d’Água na Serra do Talhado.
O segundo curta Aruanda, lançado em 1959, é um documentário de 20 minutos e conta a história da fundação de um quilombo, retratando a vida do ex-escravizado Zé Bento com a família em busca de uma vida melhor. A palavra “aruanda” tem um significado próprio na Umbanda: um lugar utópico, o paraíso da liberdade perdida. A trilha sonora foi definida em conformidade com as imagens, com a escolha genial da comovente canção folclórica “Ô mana deixa eu ir”, recriada por Villa-Lobos. Depois disso, o cinema brasileiro mudou completamente e inaugurou uma nova estética cinematográfica. Segundo alguns críticos, o filme está para o moderno cinema brasileiro como o romance A Bagaceira está para nosso modernismo literário.
Na época, o Nordeste, sua realidade, seus mitos, texturas, asperezas, locações e personagens, abria novo capítulo na cinematografia nacional. O filme Aruanda deu origem a uma escola de documentários na Paraíba, a partir dos colegas da equipe de Noronha: Vladimir Carvalho, João Ramiro Mello, Rucker Vieira, Jurandy Moura, entre outros. O então jovem crítico baiano Glauber Rocha comparou-o ao cineasta Roberto Rosselini, o papa do neorrealismo italiano. Quando viu o filme, Glauber ficou extasiado: “Como fui burro! Como fui burro!” repetia numa referência ao fato de ter começado com o curta O pátio (1959), que pouca coisa teria a ver com os caminhos trilhados posteriormente.
Glauber pressentiu que o mapa da mina estava ali e lastimou o fato de não ter seguido aquela pegada. Jean-Claude Bernardet, confirmou dizendo que o filme era “simultaneamente documento e interpretação da realidade”. E disse mais: “a fita é importante porque, além de ser uma provocação e um estímulo, além de tratar de assunto brasileiro, o faz de uma maneira que pode se tornar um estilo e dar ao cinema brasileiro uma configuração particular (fora de qualquer emprego de folclore, exotismo, naturalismo, etc.), o que este, ao que eu saiba, nunca possuiu, nem de longe.”
Outro renomado crítico, Paulo Emilio Sales Gomes, dizia que o filme era um manifesto. Na década seguinte, o Cinema Novo e o documentário nacional aplicariam suas lições. Nessa época realizou mais um filme em parceria com Rucker Vieira: Cajueiro nordestino (1962), inspirado numa monografia de Mauro Mota, retratando o ciclo do caju e sua importância para as comunidades da periferia de João Pessoa. Em 1963, criou o Departamento de Cinema da UFPB-Universidade Federal da Paraíba, onde lecionou até se aposentar na década de 1990. Enquanto lecionava, realizou o primeiro longa-metragem de ficção do cinema da Paraíba: Salário do medo, em 1971. Costumava dizer que “o verdadeiro cinema brasileiro só poderá alcançar, um dia, a universalidade, quando se voltar ao elemento antropológico”.
Como o cinema que realizava não era uma atividade lucrativa, e precisando trabalhar, foi Procurador de Justiça e no período 1971-1991 foi presidente do IPHAEP-Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba. Aí batalhou pela preservação dos bens culturais, numa época em que não se dava valor algum ao patrimônio fossilífero. Teve um importante papel na defesa do Vale dos Dinossauros, hoje este patrimônio paleontológico é protegido pelo Governo.
Em 2008, o “Festival Internacional de Documentários – É tudo Verdade” prestou-lhe uma homenagem com a apresentação de seus filmes e seu retrato filmado por Geraldo Sarno, outro mestre do documentário brasileiro. Em 2010 foi homenageado pelos 50 anos de carreira no “Cine Fest Aruanda”, festival de cinema paraibano, que leva o nome do filme que entrou para a história do cinema brasileiro. O cineasta faleceu dois anos depois, em 30/1/2012. Pouco depois, a Fundação Cultural de João Pessoa deu nome à sua sala de cinema: “Cine Funjope Linduarte Noronha”.
Clique aqui para assistir o vídeo A linguagem do cinema – Linduarte Noronha
O notável psicanalista Carl Gustav Jung escreveu: “As crises, os transtornos, as doenças, não surgem por acaso. Eles nos servem como guias para retificar uma trajetória, explorar novas orientações, experimentar um outro caminho da vida.”
Complementando a reflexão acima, uma opinião emitida por Raymond Boudon (1934-2013), em seu livro Crer e Saber: Pensar o Político, o Moral e o Religioso, São Paulo, Edições Unesp, 2017, 297 p.: “Nas democracias modernas, a sociologia exerce uma influência importante, porém ambígua, sobre o universo das ideias. Em sua dimensão científica, ela realizou um progresso admirável na explicação dos fenômenos políticos, morais e religiosos, mas esse progresso permanece pouco visível.”
Lamentavelmente, embasado nas duas reflexões acima, podemos concluir que alguns procedimentos sociais, morais, políticos, educacionais, militares religiosos e empresariais da pós-modernidade não estão balizados nos três verbos do título deste texto. Atualmente se crê cada vez menos numa evolução voltada para o além da Vida, sabe-se cada vez menos culturalmente, crescendo-se apenas tecnologicamente e sobrevivendo como manada, sem uma criticidade técnico-construtiva, empreendedora e evolucionária, radicalmente solidária. Três exemplos por mim testemunhados:
a. Certa noite, no segundo semestre do ano passado, fui com a minha inspiração jantar num restaurante de classe média numa capital nordestina. No salão, numa mesa à nossa frente estava uma família de seis pessoas, marido, mulher e quatro jovens, todos manuseando um celular, sem qualquer diálogo familiar, tal e qual robôs se comunicando com alguém fora do ambiente. Observei: passaram-se mais de quarenta minutos, todos teclando seus celulares até a chegada dos alimentos solicitados. Depois da alimentação, todos voltaram aos seus respectivos teclados, cada um isolado em seu mundinho eletrônico.
b. Numa época natalina, compareci, em 2022, a um educandário de ensino médio público misto, numa cidade da RMR, para proferir uma pequena palestra sobre o 25 de dezembro. Antes de começar, indaguei à turma quem era a figura mais importante da data. Dos 56 alunos presentes, apenas 8 (14,2%) responderam num papel que era o Menino Jesus. Menos de 15% da turma!! Mas o que mais me impressionou foi o percentual dos que possuíam celular: 48 alunos, mais de 85%. Muita eletrônica em mínima densidade cultural!
c. No grupo acima, uma grande maioria acreditava piamente em sexta-feira 13, mula-sem-cabeça, mau-olhado, perna cabeluda, azar e gato preto. E todos acreditavam que os amanhãs seriam melhores se houvesse muito dinheiro para todo mundo do planeta.
Voltei para a casa amedrontado com os amanhãs que nos esperam. Felizmente, recentemente, um livro me deixou plenamente satisfeito: DEUS, TECNOLOGIA E A VIDA CRISTÃ, Tony Reinke, São José dos Campos SP, Editora Fiel, 2022, 354 p. Um livro que é “dedicado a todos os cristãos que vivem em centros tecnológicos caros e exigentes, construindo igrejas de forma altruísta e influenciando as indústrias mais poderosas do mundo para o bem.” E que denuncia os 6 mitos mais comuns sobre tecnologia ouvidos em ambientes religiosos pouco racionais. São eles:
a. Os seres humanos definem os limites e as possibilidades tecnológicas da criação.
b. A inovação humana é autônoma, ilimitada e incontrolável.
c. Deus não está relacionado às melhorias da inovação humana.
d. Deus enviará as inovações mais benéficas por meio dos cristãos.
e. Os seres humanos podem gerar tecnopoderes além do controle de Deus.
f. Nossa descoberta do poder atômico foi um erro que Deus nunca desejou.
Para sabermos racionalmente enfrentar as mudanças complexas, profundas e sempre evolucionárias que acontecerão nos amanhãs cósmicos é necessário existir, sem tibiezas, como uma metamorfose ambulante, assimilando cada vez mais as conclusões emitidas pelo Apóstolo Paulo, em 1Cor 13,11, “sempre fazendo a hora, sem esperar acontecer.